Revendo e vivendo o sexo

Hoje eu entendo com mais clareza o porquê do sexo depois do casamento; ou talvez pudesse dizer porque o sexo é o próprio casamento (de forma alguma querendo dizer que casamento é só sexo). Read the rest of this entry »

Hoje eu entendo com mais clareza o porquê do sexo depois do casamento; ou talvez pudesse dizer porque o sexo é o próprio casamento (de forma alguma querendo dizer que casamento é só sexo). Read the rest of this entry »

A narrativa de Mateus sobre a guarda junto ao túmulo de Jesus é amplamente considerada como lenda apologética. Embora algumas das razões dadas em apoio a esse julgamento não sejam importantes, duas são mais sérias: (1) Read the rest of this entry »

Lendo o livro de Jim Bishop “O Dia Que Cristo Morreu”, eu percebi que durante vários anos eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, que havia crescido calos em meu coração sobre este horror, por tratar seus detalhes de forma tão familiar Read the rest of this entry »
Um grupo que luta pela proteção animal divulgou nesta terça-feira (1º) um vídeo que mostra uma granja descartando pintinhos considerados ‘inúteis’ e os jogando vivos em um moedor. Read the rest of this entry »

Escrito em 1998, o Manifesto Incompleto é uma articulação de declarações exemplificando as crenças, estratégias e motivações de Bruce Mau. Coletivamente, elas são como nós nos dedicamos em todos os projetos.
1 – Permita que os eventos te mudem
Você deve desejar crescer. Crescimento é diferente de alguma coisa que acontece com você. Você produz isso. Você vive isso. Os pré-requisitos para crescimento são: Abertura para experimentar eventos e a vontade de ser mudado por eles. Read the rest of this entry »

Eu acredito que o Deus da bíblia é o mesmo Deus que eu sirvo. Por isso, acredito que Deus “fala” e usa do meio de comunicação que Ele escolher. Visões, audivelmente, impressões no espírito, sentimentos, etc. Read the rest of this entry »

Estou no meio de Manhattan, onde motoristas ainda buzinam como se tivessem tocando instrumentos musicais, e gritar nos restaurantes parece um tipo de modalidade esportiva. Estou bem distante da “brisa amena” de vozes que ouvi uma semana atrás no Domingo de Páscoa. Read the rest of this entry »

Ao visitar a admirável obra social do cantor Carlinhos Brown, no Candeal, em Salvador, ouvi-o contar que na infância, vivida ali na pobreza, ele não conheceu a fome. Havia sempre um pouco de farinha, feijão, frutas e hortaliças. “Quem trouxe a fome foi a geladeira”, disse. O eletrodoméstico impôs à família a necessidade do supérfluo: refrigerantes, sorvetes etc. A economia de mercado, centrada no lucro e não nos direitos da população, nos submete ao consumo de símbolos. O valor simbólico da mercadoria figura acima de sua utilidade. Read the rest of this entry »

Av. Paulista / Metro Trianon Masp / Local: Alameda Rio Claro – Praça ao lado do Banco Real (Clique para ver o maps) Horário às 20hs

Elas significam exatamente isso: suposição, hipótese, acontecimento incerto. Para combater previsões, cujo único “produto” palpável é a ansiedade, conhecemos uma “receita” antiga (Mt 6.25-34). Read the rest of this entry »
Um homem usando uma capa de chuva amarela, uma mascara sem expressão e um balde de frango frito na cabeça; com gestos robóticos, e que jura ser um cruzamento entre uma galinha e um robô. Sim existe tal criatura, e embora seja dificil definir exatamente de onde ela vem, sabe-se bem o que faz entre nós: música. E da boa. Read the rest of this entry »

Quando, na década de 80, a teologia da prosperidade chegou ao Brasil, ela veio como uma nova tese sobre a fé, prometia o céu aqui para o que tivesse certo tipo de fé. As promessas eram as mais mirabolantes: garantia de saúde a toda prova, riqueza, carros maravilhosos, salários altíssimos, posições de liderança, prosperidade ampla, geral e irrestrita. Lembro-me de, nessa época, ter ouvido de um ferrenho seguidor dessa teologia que, quem tivesse fé poderia, inclusive, negociar com Deus a data de sua morte, afirmava que, na nova condição de fé em que se encontrava, Deus teria de negociar com ele a data de sua partida para mundo dos que aguardam a ressurreição do corpo. Read the rest of this entry »

Marcando 55 minutos no relógio, eu quase bati o recorde de sermão mais longo pregado por mim. Era um sermão sobre o inferno.
Em nossa série de mensagens intitulada Teologia quente, os tópicos eram selecionados por sugestões da congregação. A pergunta mais comum foi: “Um Deus de amor manda pessoas para o inferno?”. Isso é algo difícil de discursar em 35 minutos. Read the rest of this entry »

Nota: antes de ler esse texto leia o trecho de João 20:19-29.
Os homens que Jesus escolheu para lhe fazer companhia durante seu período de encarnação eram pessoas comuns e pertencentes da sua época. Se observarmos atentamente os tipos escolhidos, veremos que nos identificamos com cada um deles em pelo menos algum momento da nossa vida. Eventualmente nos parecemos com Pedro. Noutro momento, nos parecemos com João, ou com Mateus, ou com André. Contudo, creio que poucos gostariam de ser comparar com o apóstolo Tomé, conhecido pelo episódio de ter desconfiado dos seus amigos e do fato de Jesus ter ressuscitado. Read the rest of this entry »
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