
Quando, na década de 80, a teologia da prosperidade chegou ao Brasil, ela veio como uma nova tese sobre a fé, prometia o céu aqui para o que tivesse certo tipo de fé. As promessas eram as mais mirabolantes: garantia de saúde a toda prova, riqueza, carros maravilhosos, salários altíssimos, posições de liderança, prosperidade ampla, geral e irrestrita. Lembro-me de, nessa época, ter ouvido de um ferrenho seguidor dessa teologia que, quem tivesse fé poderia, inclusive, negociar com Deus a data de sua morte, afirmava que, na nova condição de fé em que se encontrava, Deus teria de negociar com ele a data de sua partida para mundo dos que aguardam a ressurreição do corpo. Estamos, há cerca de vinte anos convivendo com isso, talvez, por isso, a grande pergunta sobre essa teologia seja: Como têm conseguido permanecer por tanto tempo? A tentação é responder a questão com uma sonora declaração sobre a veracidade desta proposição, ou seja, permanece porque é verdade, quem tem fé tem tudo isso e muito mais. Entretanto, quando se faz uma pesquisa, por mais elementar, o que se constata é que as promessas da teologia da prosperidade não se cumpriram, e, de fato, nem o poderiam, quando as regras da exegese e da hermenêutica são respeitadas, percebe-se: não há respaldo bíblico. Então qual a razão para essa longevidade?
Em primeiro lugar, a vida longa se sustenta pela criatividade, os pregadores dessa mensagem estão sempre se reinventando, bem fez um de seus mais expoentes pregadores quando passou a chamar seu programa de TV de “Show da Fé”, de fato é um espetáculo ás custas da boa fé do povo. Mesmo os mais discretos estão sempre expondo o povo, em alguns casos, quando mais simplório melhor, em outros, quanto mais bonita, e note-se o feminino, melhor. Além disso, é uma sucessão de invencionices: um dia é passar pela porta x, outro é tocar a trombeta y, ou empunhar a espada z, ou cobrir-se do manto x, e, por aí vai. Isso sem contar o sem número de amuletos ungidos, de águas fluidificadas e de bênçãos especiais. Suas igrejas são verdadeiros movimentos de massa, dirigidos por “pop stars” que tornam amadores os mais respeitados animadores de auditório da TV brasileira.
Em segundo lugar, a vida longa se mantém pela penitência; os pregadores dessa panacéia descobriram que o povo gosta de pagar pelos benefícios que recebe, algo como “não dever nada a ninguém”, fruto da cultura de penitência amplamente disseminada na igreja romana medieval, aliás, grande causadora da reforma protestante. Tudo nessas igrejas é pago. Ainda que cada movimento financeiro seja chamado de oferta, trata-se, na prática, de pagamento pela benção. Deus foi transformado num gordo e avaro banqueiro que está pronto a repartir as suas benesses para quem pagar bem, assim, o fiel é aquele que paga e o faz pela fé; a oferta, nessas comunidades, é a única prova de fé que alguém pode apresentar. Na idade média, como até hoje, entre os romanos, Deus podia ser pago com sacrifícios, tais como: carregar a cruz por um longo caminho num arremedo da via “crucis”, ou subir de joelhos um número absurdo de degraus, ou, em último caso, acender uma velinha qualquer, não é preciso dizer que a maioria escolhe a vela. Mas, isso é no romanismo! Quem quer prosperidade, cura, promoções, carrões e outros beneplácitos similares tem de pagar em moeda corrente, afinal, dinheiro chama dinheiro, diz a crença popular. E tem de pagar antes de receber e, se não receber não pode reclamar, porque Deus sabe o que faz e, se não liberou a bênção é porque não recebeu o suficiente ou não encontrou a fé meritória. Esses pregadores têm o consumidor ideal.
Em terceiro lugar são longevos porque justificam o capitalismo, embora, segundo Weber, o capitalismo seja fruto da ética protestante, (aliás, a bem da verdade é preciso que se diga que o capitalismo descrito por Max Weber em seu livro “A ética protestante e o espírito do capitalismo” não é, nem de longe, o praticado hoje, que se sustenta no consumismo, enquanto aquele se erguia da poupança, além disso, como sociólogo, Weber tirou uma foto, não fez um filme, suas teses se circunscrevem a sua época e nada mais) a fé, de modo geral, evangélica nunca se deu bem com a riqueza. A chegada, porém, dessa teologia mudou o quadro, o capital está, finalmente, justificado, foi promovido de grilhão que manieta a fé em troféu da mesma. Antes, o que se assenhoreava do capital tornava-se o avaro acumulador egoísta, agora, nessa tese, é o protótipo do ser humano de fé. Antes, o que corria atrás dos bens materiais era um mundano, hoje, para esses palradores, é o que busca o cumprimento das promessas celestiais. Juntamente com o capitalismo, essa mensagem justifica o individualismo, a bênção é para o que tem fé, ela é inalienável e intransferível. Eu soube de uma igreja dessas que, num rasgo de coerência, proibiu qualquer socorro social na comunidade para não premiar os que não tem fé. Assim, quem tem fé tem tudo quem não tem fé não tem nada. Antes, ter fé em Cristo colocava o sujeito na estrada da solidariedade, hoje, nesse tipo de pregação, o coloca no barranco da arrogância. Toda “esperteza” está justificada e incentivada. Não é de estranhar que ética seja um artigo em falta na vida e no “shopping center” de fé desses “ministros”.
Mas, o que isso tudo tem gerado, de verdade? Decepção, fragorosa decepção é tudo o que está sobrando no frigir dos ovos. As bênçãos mirabolantes não vieram porque Deus nunca as prometeu, e Deus não pode ser manipulado. O sucesso e a riqueza que, porventura, vieram foram mais fruto de manobras “espertalhonas”, para dizer o mínimo, do que resultado de fé. Aliás, para muitos foi ficando claro que o que chamavam de fé, nada mais era do que a ganância que cega, o antigo conto do vigário foi substituído pelo conto do pastor. Gente houve que ficou doente, mas, escondeu; perdeu o emprego, mas, mentiu; acreditou ter recebido a cura, encerrou o tratamento médico e morreu. Um bocado de gente tentando salvar as aparências, tentando defender os seus lideres de suas próprias mentiras e deslizes éticos e morais; um mundo marcado pela esquizofrenia. O individualismo acabou por gerar frieza, solidão e, principalmente, perda de identidade, porque a gente só se torna em comunidade. Tudo isso acontecendo enquanto muitos fiéis observavam o contraste entre si e seus pastores, eles sendo alcançados pela perda de bens, pela angústia de uma fé inoperante, pela perda de entes queridos que julgavam absolutamente curados e os pastores enriquecendo, melhorando sensivelmente o padrão de vida, adquirindo patrimônio digno de nota, sendo contado entre o “jet set”, virando artistas de TV, tudo em nome de um evangelho que diziam ter de ser pregado e que suas novas e portentosas posses avalizavam.
E onde estão estes decepcionados? E para onde estão indo os seus pares? Muitos estão, literalmente, por aí, perderam aquela fé, mas não acharam a que os apóstolos e profetas da escritura judaico-cristã anunciaram; ouviram o nome Cristo, mas não o encontraram e pararam de procurar. Talvez, estejam perdidos para evangelho; para sempre. Outros, no meio de tudo isso foram achados por Cristo e estão procurando pelo lugar onde ele se encontra. Para os primeiros não há muito que fazer a não ser interceder diante do Eterno, para que se apiede dos que foram vergonhosamente enganados; para os que estão a procura, entretanto, é preciso desenvolver uma pastoral. Eles não estão chegando como chegam os que estão em processo de reconhecimento de Deus e do seu Cristo. Estão batendo às portas das comunidades que julgam sérias com a Bíblia a procura de cura para a sua fé, para a sua forma de ser crente, para a sua esperança de salvação, para a sua falta de comunidade e para a sua confusão doutrinária. Precisam, finalmente, ver a Jesus Cristo e a si mesmos; precisam, em meio a tanta desinformação encontrar o ensino, em meio a tanto engano recuperar a esperança. Necessitam de comunidade e de identidade, de abraço e de paciência, de paz e de alento, de fraternidade e de exemplo, de doutrina e de vida abundante. Quem quer que há de recebê-los terá de preparar-se para tanto, mesmo porque, ainda que certos da confusão a que foram expostos, a cultura que trazem é a única que têm e, nos momentos de crise, de qualquer natureza, será a partir desta que reagirão, até que o discipulado bíblico construa, com o tempo, uma nova e saudável cultura.
Hoje, para além de tudo o que encerra a sua missão, a Igreja tem de corrigir os erros que, em seu nome, e, em muitos casos, sob a sua silenciosa conivência, foram e, ainda, estão sendo cometidos.













Rafa Desse:
FANTÁSTICO, gostaria de parabenizar pelo excelente texto e agradecer por deixar que Deus te use pra uma matéria tão verdadeira e triste ao mesmo momento.
Infelizmente a igreja tem vivido essa teologia mentirosa que classifica o nosso amado Senhor como uma máquina de Coca-Cola, onde você coloca uma moeda e recebe uma coca(benção).
Temos visto uma igreja que tem se prostituido pelas riquezas desse mundo, que tem pregado um evangelho de interesse, vale se dizer tb Ariovaldo a respeito de que estas mesmas pessoas que tem pregado esse tipo de teologia tem pregado tbm a respeito de um Deus de cara fechada, que se você errar você tem que ser crucificado, e o pior um Deus que não se comove com seu choro e sim com sua fé, com sua oferta gorda sendo um ato de fé, isso que comove a Deus.
Embora o evangelho sendo tão completo que relata que um coração contrito e abatido o Senhor não despreza, e pra concluir, tenho um exemplo que levo comigo. Meu pai nas empresas que trabalhou sempre foi alguém com cara mais fechada por ser patrão, não demonstrava sentimentos com a concorrência, era alguém rigoroso.
Mas para nós filhos é alguém muito amoroso, assim é com Deus, perante os inimigos ELE É O SENHOR DOS EXÉRCITOS, mas para os filhos ELE É UM PAI DE AMOR, e nessas mesmas igrejas tem sido pregado um Senhor dos Exércitos para os filhos, sendo que Jesus era furioso com os religiosos porém um pai amoroso com os pecadores que queriam mudar suas vidas.
Um grande abraço
March 2nd, 2009 às 11:24 am
J.Calado Desse:
Entriço-me por essa vergonha ao evangelho!
Quantos milhões de “evangélicos” não se perderam para a fé por causa desse FALSO EVANGELHO, como citado nas escrturas!
E além disso, só dam argumentos aos ateus para criticarem (com toda razão) a “igreja” e se percam cada vez mais!
Que Deus tenha misericórdia desses falsos profetas, mas, principalmente dessas vítimas de enganação!
March 2nd, 2009 às 3:26 pm
Carlos Sugawara Desse:
Excelente texto…
arrasou.
March 4th, 2009 às 7:15 pm
Igor Desse:
Ficou muito feliz pela sobriedade de irmãos em Cristo que conseguem expor e denunciar o uso inadequado do evangelho. Nos últimos anos, a igreja evangélica vem cometendo os mesmos erros da Igreja Católica da Idade Média, logo estaram cobrando indulgências também. Os programas matinais da “fé” são um verdadeiro balcão de troca e de curas miraculosas. A igreja de Cristo precisa se levantar e mostrar a verdadeira face dos cristãos. Parabéns Ariovaldo pelo texto!!!
Deus te abençoe!
March 6th, 2009 às 1:21 pm
Carlos Roberto Desse:
X-TUDO
O SANDUÍCHE DA FÉ
Fast-food, “comida rápida” em inglês, é o nome genérico dado ao consumo de refeições que podem ser preparadas e servidas em um intervalo pequeno de tempo. São comercializados desta maneira os sanduíches, pizzas e pastéis, entre outros. Dos mais saborosos há um que me chama a atenção, o famoso X – TUDO, onde não há limites para se rechear o pobre pão com tudo que aos olhos parece ser bom. Vale carne, lingüiça, batata frita, ovo frito, hambúrguer, queijo derretido, alface, maionese, mostarda, catchup e mais o que couber dentro do pão. Mata a fome psicológica, não atende às necessidades nutricionais do organismo, mas também causa danos podendo levar o guloso a ter sérios problemas com a sua saúde. Convenhamos, é muito gostoso…
Usei o big sanduíche para ilustrar a maneira como os crentes estão se alimentando espiritualmente hoje, onde os lanches rápidos á base de substâncias nocivas á alma, são consumidos livremente dentro de nossas igrejas. Os restaurantes celestes foram aos poucos se moldando á modernidade e às inovações oferecendo nas suas mesas alimentos de qualidade duvidosa que produzem efeitos desastrosos à alma e ao coração do homem. O X-TUDO tornou-se no carro chefe, o prato principal oferecido aos que freqüentam nossas igrejas. São sermões de baixa qualidade voltados para a psicologia atrelada à prosperidade material, músicas copiadas do mundão nos seus mais variados ritmos, roupas, tatuagens, pircings, grupos de dança, festinhas regadas a muito barulho, shows gospel formando o recheio do sanduíche espiritual oferecido como substituto dos alimentos saudáveis preparados conforme a receita do cardápio Divino. A relação entre o sagrado e o profano tomou proporções perigosas colocando em risco a simplicidade e a beleza do culto e da adoração a Deus.
A igreja de Jesus Cristo, que deveria ser um restaurante sério, servindo o simples arroz com feijão espiritual, modernizou-se e agora se encontram nas suas gôndolas todo o tipo de porcaria e o que se vê são muitos com indigestão religiosa tomando antiácidos como paliativo. A obesidade mórbida espiritual é notória, o excesso de gordura saturada na alma e no coração são evidentes. As pessoas engordam por uma simples questão, consomem mais calorias do que gastam. Em outras palavras, não se alimentam de forma equilibrada e muitas levam uma vida sedentária. Se o corpo não usa a energia que ingeriu, por meio de atividades físicas, essa energia se transforma em gordura e se acumula no corpo, causando o aumento de peso. Na questão espiritual, por não existir atividades que permitam a queima constante de calorias, a alma é invadida pelas gorduras consumidas nos alimentos de baixa qualidade, aumentando o peso do pecado na vida da pessoa. Na questão, queimar o excesso de gordura religiosa é um desafio real que exige dieta rigorosa que passa inclusive, na maioria dos casos, pela reeducação alimentar espiritual. A primeira delas é abdicar de todas as guloseimas e dos pratos servidos nos restaurantes do inferno, cortar qualquer relação com as práticas contrárias aos ensinos de Jesus.
Como a perda de peso na vida cristã é algo que requer muita força de vontade e disciplina espiritual, melhor do que combater é prevenir a obesidade. E o cuidado deveria começar já na infância, mas isto não acontece hoje, pois as nossas crianças estão se esbaldando nas prateleiras do mundão e os adultos, pelo costume, não conseguem abandonar tais práticas.
Na redução de estomago, tratamento radical, as cirurgias bariátricas reduziam a absorção dos alimentos, a operação altera os níveis de hormônios que controlam a fome. Cirurgia é atualmente o único tratamento efetivo contra a obesidade… Não apenas ajuda as pessoas a perderem peso ao reduzir fisicamente a qualidade de comida que ingerem, mas também altera seu perfil hormonal, significando que eles sentem menos fome e então passa a ser muito mais fácil manter a perda de peso.
Precisamos conter a fome e os desejos pelas coisas do mundo de nosso povo e só mesmo uma medida drástica, através de um processo cirúrgico espiritual poderá permitir que os crentes de nosso tempo percam o excesso de peso que carregam nas suas práticas religiosas e na relação de intimidade com Deus. A preocupação com as coisas materiais é evidente não só pelas igrejas como pelos fiéis, a busca pela satisfação dos desejos da carne é evidente, todos querem de alguma forma realizarem seus projetos, mesmo que estes não tenham qualquer aprovação de Deus.
Vivemos uma crise de identidade no cristianismo onde cada um, a seu modo, e não segundo a Bíblia, pregam um Evangelho distorcido voltado para satisfazer os prazeres e os desejos da carne onde a alma foi deixada de lado e poucos lembram que ela existe. A palavra pecado foi banida do vocabulário cristão dando lugar a liberdade, que sem limites descambou para a libertinagem com o inimigo sendo tratado com honras e tendo livre acesso no processo de adoração e de culto em nossas comunidades de fé. O X-TUDO é mais fácil de ser consumido, mais atraente além de ser muito mais barato o que é um fator determinante uma vez que pouquíssimos estão dispostos a investir no verdadeiro crescimento espiritual e numa vida de perfeita relação com Deus. Precisamos abandonar o “fast-food” dando lugar a uma dieta balanceada, equilibrada e estabelecida sobre o cardápio da palavra de Deus, com regras claras para a manutenção de nosso corpo espiritual para que não caiamos na obesidade mórbida que destrói as defesas do coração.
Carlos Roberto Marins de Souza
crms1casa@hotmail.com
June 1st, 2009 às 4:20 pm
Carlos Roberto Desse:
DISFARCE MODERNO
SATANÁS CAMUFLADO EM CD
“Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento”
I Coríntios 14:15
Quando era mais novo e sem a consciência de preservação que tenho hoje, tinha como costume preparar armadilhas para a captura de alguns animais. Hoje já não faço e não aprovo isto! Sei que existem e conheço vários tipos destes artifícios usados pelos caçadores, muitas destas armadilhas são camufladas na intenção única de iludir o animal levando-o a ser apanhado. É crime previsto na legislação ambiental e hoje tenho consciência disto, portanto não as uso.
No meio evangélico, com o advento das tecnologias inovadoras, muitas novidades surgiram no mercado facilitando a vida de muita gente e de todas as igrejas espalhadas pelo mundo. Não que eu seja contra este aparato tecnológico, mas tenho minhas ressalvas pelo que já pude perceber com o uso indiscriminado destas benesses criadas pelo homem. Atrás da tecnologia vieram “armadilhas” sofisticadas que estão aprisionando muita gente! No meio religioso então a coisa ficou complicada, há uma obsessão pelas novidades escravizando a militância e tornando o culto num festival de tecnologia e sofisticação sem precedentes. O barulho se instalou perigosamente em nossas igrejas.
Quero me deter em uma destas “armadilhas” que está sendo usada como camuflagem por Satanás para invadir as igrejas e sorrateiramente impor de forma abusiva as suas táticas de convencimento e de aliciamento de adeptos para os seus projetos. É bom lembrar que ele é especialista na construção deste tipo de coisa e sabe sofisticar para camuflar as suas invenções. A musica é, sem duvida alguma, uma das partes mais importantes do culto, pois é através dela que as pessoas expressam o louvor a Deus e celebram os seus feitos. Ela é parte integrante da adoração e sem ela hoje o culto perderia o sentido e deixaria de existir. E foi exatamente na musica que o inimigo encontrou uma forma sutil de minar a resistência da igreja e por conseqüência de seus membros ao fazer do sonho de se gravar um CD um objetivo que todo mundo busca conquistar a qualquer preço. Foi um tiro certeiro, no alvo.
É ai que entra a “camuflagem”, o Diabo se escondeu atrás da indústria fonográfica e sorrateiramente se apresentou com suas facilidades para que qualquer um, independente de estar ou não comprometido com os princípios verdadeiros da fé, pudesse se aventurar no mercado musical. Assim, em nome da cultura popular, ele abriu as portas para que os mais variados ritmos literalmente invadissem as programações e os cultos de nossas igrejas. Camuflado em CDs, o Diabo encontrou receptividade abrindo as portas para que, em nome do GOSPEL, todo o tipo de composição musical tivesse liberdade para ser executada usando o nome de “musica evangélica”. Os modelos foram literalmente copiados do mundo e introduzidos na igreja em nome da liberdade de expressão e de adoração, banalizando a adoração através da musica no culto.
Quero registrar que não tenho nenhuma oposição ao uso de instrumentos na música religiosa em nossa adoração, desde que eles não sejam dominantes na prática do louvor. Aliás, um instrumento bem tocado também trás alento par o coração e para a alma.
A indústria do CD, patrocinada pelo Diabo, se expandiu com uma velocidade impressionante e o que se vê são pessoas despreparadas em todos os aspectos usando a desculpa de estarem “cantando para Deus” para gravarem aberrações que afrontam a inspiração e os ensinos Sagrados. O que encontramos nas igrejas são pessoas se inspirando nos artistas do mundão, copiando na integra tudo que eles fazem em seus “shows”, tudo com a clara intenção de abocanhar uma fatia no mercado musical religioso. Satanás introduz na igreja apostasias e perversões doutrinárias que teria dificuldade introduzir diretamente não fosse o atalho da musica. Graças à tecnologia, o Diabo leva o mundão aos evangélicos e com sua influência maligna, o discernimento espiritual do cristão se perverteu, a impressão e poder da mensagem divina foram destruídos. O endeusamento de pessoas ficou evidente nos espetáculos montados para que os “artistas da fé” possam mostrar as suas habilidades teatrais.
Segundo especialistas na área de psicologia, não há influência mais poderosa para envenenar a imaginação do ser humano, destruir as impressões religiosas e tirar o gosto pelos prazeres tranqüilos e as realidades sóbrias da vida, do que a musica. Os grandes compositores que o digam! Pois está ai o eficiente disfarce do ministério satânico operando através da ocultação e da invisibilidade, pintando e bordando com aquilo que tínhamos de melhor no louvor a Deus.
Aos que defendem estes novos estilos “gospel”, letras evangélicas com melodias mundanas, fica aqui o alerta, as forças das instrumentalidades satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e a isto estão chamando de adoração. Satanás fez da música um estratagema para capturar as suas presas e os seus objetivos estão sendo plenamente alcançados. Para estes defensores do “espetáculo” tudo está certo! Errado é dizer que eles estão errados! O que Deus condena como pecado, eles dizem, “isto é preconceito”; “isto é verdade para aquele tempo”, o pecado para eles está só na cabeça da gente. O verso preferido deles é: “Não julgueis, para não serdes julgados”. Pois eles TUDO PODEM naquele espírito de falsa popularidade que lhes fortalece! Se o povo achou bom, se dançou; se povo chorou, se o povo gostou; se ouve aleluias ou se povo disse amém, então, é tudo Santo! Em nome de Deus, vale qualquer coisa. A bandeira que hasteiam é: “A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS!”
Hoje, graças à tecnologia dos CDs a igreja nem canta, a maioria apenas dubla ou canta mecanicamente, e são poucos os irmãos que conhecem algum hino do saudoso e falecido “Cantor Cristão”… Será que alguém se lembra dele? De tanto se apoiar nas confortáveis muletas eletrônicas, a igreja está ficando paralítica! Está capengando e não se dá conta disto! Quanta saudade do “Castelo Forte”!
A musica quando empregada para “fins bons” é uma bênção, mas é muitas vezes usada como um dos mais atrativos instrumentos de Satanás para enganar as pessoas. Quando mal empregada, leva os não consagrados ao orgulho, à vaidade, à tolice e ao estrelismo. Quando se lhe permite tomar o lugar da devoção e da adoração, é uma terrível maldição. A música sacra está se perdendo na sua beleza pela subserviência exacerbada do cristianismo aos caprichos de Satanás. Você pode estar argumentando que “todo mundo faz” para justificar a sua opção. Até onde sei e a Bíblia ensina, não seguimos o que o mundo faz, seguimos Aquele que fez o mundo, e tudo que nele há, portanto precisamos ter bons critérios na definição de nossos padrões na nossa relação com Deus.
Cantamos que queremos “voltar ao primeiro amor”, mas na prática fazemos exatamente o contrário, corremos para o mundo num casamento perfeito com as suas práticas. Por tudo isto, pela volta às origens da “verdadeira musica” e do “verdadeiro louvor” é que deixo aqui o meu protesto e a minha indignação pela maneira como as nossas igrejas rotuladas de “cristãs” estão se aliando ao inimigo e permitindo que ele dite as regras quando o assunto é adoração e louvor no meio evangélico. Afinal, estamos temporariamente no mundo para “mudá-lo” e não para “sermos mudados” e “moldados” por ele. Neste caso, “retroceder” é preciso! Lembrando que para esta armadilha está em vigor, mesmo não sendo respeitada, a “lei da racionalidade” registrada nas Escrituras: “Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente pra que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” – Romanos 12: 1 e 2.
Atenção! Se você como eu gosta da boa música, multiplique esta idéia repassando este E-mail.
Carlos Roberto Martins de Souza
crms1casa@hotmail.com
June 1st, 2009 às 4:21 pm
Carlos Roberto Desse:
BAÚ DA INFELICIDADE
SEMELHANÇAS OU CONVENIÊNCIAS
Há alguns anos atrás havia um programa de auditório no SBT cujo objetivo era divulgar uma marca que hoje está em baixa no mercado, o “Baú da Felicidade”, onde os caçadores de facilidades investiam na compra de um carnê com a promessa de participarem de sorteios onde as portas da riqueza seriam abertas permitindo que os incautos tirassem o pé da lama. Lembro-me dos tempos em que o homem do Baú, com todo o seu poder de persuasão, nos programas dominicais, levava pessoas de todas as partes do Brasil ao palco, colocava-as numa tribuna e então cidadão orgulhoso de estar diante das câmeras de um canal de televisão em rede nacional contava a sua vida, seus sonhos, suas frustrações e seus desejos. No quadro “A PORTA DA ESPERANÇA” o sujeito era convidado a expor o seu maior desejo e com a abertura da tal porta seu sonho poderia se tornar uma realidade. Era interessante ver a ansiedade e a expectativa do candidato, não faltavam emoções nem torcida no auditório para que ele obtivesse sucesso no investimento que ele havia feito no tal carnê do “Baú da Felicidade”. Eu achava interessante, chegava até a me emocionar com algumas histórias e a forma dramática como eram relatadas e quando as pessoas não conseguiam ganhar o que queria, via no olhar delas uma ponta de decepção. Lembro-me de muitas pessoas que se tornaram celebridades por ter passado pela PORTA DA ESPERANÇA e realizado o seu sonho. O Baú fez a felicidade de muita gente, mas outros tantos nunca viram a cor do dinheiro ou do tão sonhado prêmio e seus sonhos viraram pesadelos… A PORTA DA ESPERANÇA engordou a conta do Senhor Abravanel causando anemia psicológica e financeira nos que acreditaram poder, da noite para o dia, mudarem duas vidas.
Mas que relação pode haver entre o CRISTIANISMO e a PORTA DA ESPERANÇA? Não, não há qualquer possibilidade. Pelo menos para nós cristãos que temos um Deus justo e misericordioso, que zela por Sua Palavra, que cuida dos seus e que entregou Seu Filho por amor a nós pecadores, não, não há qualquer afinidade. Mas há quem encontre tais semelhanças nas práticas de ambas as partes, mesmo que muitos não queiram vê-las e eu sou um deles.
Estive pensando esta semana sobre a similaridade entre o animador de auditório e apresentador Silvio Santos e o EVANGELHO DA PROSPERIDADE de nossos dias. Há uma grande semelhança entre ambos e isto não se pode negar. Os dois vivem da exploração da desgraça alheia e de uma proposta irracional que passa pela troca de favores, onde o pagamento em dia das mensalidades pode resultar em benefícios diretos para o cidadão. No caso do Baú era o Banco Panamericano, para os teólogos da prosperidade vale qualquer um banco, conquanto que seja na conta determinada por eles para tais arrecadações. Parece até que a inveja levou os líderes religiosos adeptos da prosperidade a copiarem na sua totalidade as táticas empregadas pelo programa de auditório do Senhor Abravanel para conquistarem e aprisionarem as suas presas. Paga-se o boleto bancário e as coisas tornam-se mais fáceis, a conquista torna-se numa questão de tempo.
Senhor Abravanel, fez fama e dinheiro vendendo o tão conhecido Baú da Felicidade. Era um carnê de pagamento mensal que recompensaria a fidelidade financeira e a pontualidade dos seus clientes com prêmios e mais prêmios. Era a farra dos presentes(?) onde eletrodomésticos, móveis, brinquedos, automóveis e até imóveis eram sorteados entre os que estivessem rigorosamente em dia com o seu carnê.. Sim, bastava adquirir um carnê e pagar todos os meses, RIGOROSAMENTE em dia como fazia questão de frisar o apresentador.
Hoje em dia quantos são aqueles que querem fazer do seu “carnê de dízimo” ou do “boleto bancário” de depósito um carnê do Baú da Felicidade? Quantos são aqueles que, direcionados por seus líderes inescrupulosos e oportunistas, acham que tem algum privilégio ou algum benefício diante de Deus só porque pagam em dia seus dízimos ou suas contribuições? A igreja tem se tornado num clube de investimento, numa espécie de Bolsa de Valores Celestial onde os índices, pelas palavras dos diretores dos pregões religiosos, estão sempre em alta, é lucro certo. Você aplica hoje e pela fidelidade, e somente por ela, amanhã tem bons rendimentos. Sete vezes mais, cem vezes mais, sei lá quanto, tudo depende da sua fé e da sua lealdade (R$). Vale lembrar que a maioria absoluta destes líderes religiosos jamais entraram na fila de um destes bancos para efetuarem qualquer depósito, pelo contrário, só aparecem para sacarem os dividendos de suas promessas duvidosas feitas ao povão. Isto sem falar nos gordos salários que, de uma forma ou de outra, estão garantidos e são os primeiros a serem cobertos pelas ofertas doadas pelos fiéis.
O cristão, motivado pela baixaria que envolve o EVANGELHO DA PROSPERIDADE, tem deixado de lado a adoração, o respeito, a dependência e o amor a Deus para buscar apenas e tão somente bênçãos financeiras, curas, libertação e uma vida fácil. Para alguns Deus deixou de ser Deus e virou mercador, agiota, cambista ou um camelô. Quantos são aqueles que esperam que Deus abra as Portas da Esperança, aguardando ver sua benção, ou seu prêmio ou sua recompensa sendo agraciada. Vão à igreja, servem ao Senhor somente pela gratificação, somente pelas promessas ou pelo prêmio que está em jogo. A morte e o sacrifício de Jesus para nos livrar do pecado e da perdição eterna não tem valor algum, o que querem mesmo são suas “bençãos”, aqui e agora. Sofrimento? Nem pensar!
As pessoas vivem neste mundo materialista de qualquer forma, de acordo com seus desejos, anseios e vontade, desagradando a Deus, dando ouvido a tudo que é besteira que se tem pregado por aí e acham que só pelo fato de freqüentarem uma igreja ou mantiverem a sua fidelidade financeira, Deus tem alguma obrigação em abençoá-los. Tem alguns mais arrogantes e espertalhões que chegam ao cúmulo de “determinar” o agir de Deus. Do alto de seus saltos e de suas prepotências afirmam ter autoridade de Deus para determinarem qualquer coisa na face da terra e o fazem sem o menor pudor, sem qualquer sentimento de humildade. Aliás, orgulham-se do que fazem, e enchem-se de vaidade por terem aos seus pés tantas pessoas desesperadas. Afinal, eles são os donos do BAÚ DA INFELICIDADE ESPIRITUAL, os senhores do poder. O empresário, animador de auditório e apresentador Abravanel tem sim, a obrigação legal de premiar seus clientes, está em contrato. As pessoas pagam para isso. Para ele não importa se o cidadão é um adúltero, um fornicador, um homicida, um corrupto ou sonegador de impostos. Ele quer que eles paguem e para isto ele investe alto nas propagandas. Ele ganha com isso, ficou rico assim. E Deus?
Deus depende de seu dinheiro ou de sua fidelidade financeira? Deus depende de você? De forma alguma. O que Ele quer é o seu coração, seu compromisso, sua santidade e principalmente a salvação de sua alma, pois é ela que irá habitar nas mansões celestiais um dia. Deus não está nem um pouco preocupado se você é rico ou pobre, se mora num casebre ou em uma mansão, pois Ele já proveu um meio de você ter uma vida eterna, livre do pecado, livre da morte, da maldição, do sofrimento. Não aqui, mas na eternidade, com Ele. Deus quer e pode nos abençoar, mas isso por Sua graça e misericórdia, não porque “determinamos”, mereçamos ou “decretamos”, ou fazemos isso ou aquilo. É Ele quem decide. Deus é Deus! É assim que afirma a Bíblia: “Se o Senhor quiser, e vivermos, faremos isto ou aquilo” – Tiago 4:15.
Eu aguardo com ansiedade, como servo de Deus, sim a abertura da PORTA DA ESPERANÇA, mas aquela porta aberta por Jesus, que um dia todo crente salvo, passará para chegar as Mansões Celestes, para uma eternidade com Deus. O meu sonho é de um dia poder encontrar o Mestre e abraçá-lo reconhecendo o seu sacrifício feito por mim na cruz do Calvário. Que Deus, em Cristo, nos abençoe e nos guarde para este grande dia.
Carlos Roberto Martins de Souza
crms1casa@hotmail.com
June 1st, 2009 às 4:22 pm
Carlos Roberto Desse:
MAU CHEIRO NA IGREJA
TIRA O BODE!
Parece piada, mas não é! A turma da “PROSPERIDADE” está distribuindo o sabonete “CHEIRO DE OVELHA” para os seus fiéis, indicado para combater o mau cheiro exalado pelos bodes nos “apriscos” clandestinos da religião. Se você estiver com problemas de odor desagradável na sua igreja, não se preocupe as empresas “VALDEMIRESNSE”, “R.R.SOARESNSE” e “UNIVERSAL PRODUTOS IMPORTADOS” – do inferno – têm a solução! Sabonetes “Cheiro de Ovelha”, uma benção! A fragrância que faltava no mercado da fé! Mas muita atenção! Não é indicado para quem tem hipersensibilidade a ética, a verdade e aos princípios cristãos de conduta, pois pode causar sérios danos a saúde espiritual.
As firmas citadas são empresas untadas com “Geizuz”, o puro óleo, no fogo puro do Rê-Tê-Tê e recheada das promessas vazias de homens cheios de vaidade e ganância. Seus gerentes são “pseudo-evangélicos” transvestidos de “ovelhas”, debochados, que usam a Bíblia para pregá-la com cruéis cravos na testa de desesperados e ai de quem se opor a eles! Serão castigados… Praticam o ato de obter vantagem patrimonial ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo em erro alguém através do meio fraudulento de venderem prosperidade, curas e milagres, pregando para o povo um cristianismo banalizado corrompido pelas artimanhas do inimigo. Os boletos bancários de depósito comprovam o que digo. O interessante é que o “cheiro de bode” ofusca o “cheiro da ovelha” dando a impressão de que todos são caprinos no mesmo ambiente. Em muitas igrejas os odores estranhos se tornaram normais e já não causam mais nenhum incômodo.
Você é cheiroso? O Não precisa responder! O poder da mídia no mundo hodierno tem levado muitas pessoas a banalizarem o certo; invertem os valores antes consagrados como certos e isto tem levado muitas a exalarem o fedor do pecado e a oferecerem carniças a Deus em vez de cordeiro sem defeito. E como tem carniça por ai sendo oferecida no altar como se fosse carne de ovelha! Tem muita igreja que não são anjos, mas urubus que sobrevoam na busca de uma chance para resgatarem a parte deles.
Quando vamos comer algo, olhamos a comida e sentimos o cheiro gostoso, logo vem a vontade de degustar aquele alimento. Quem não gosta de um bom prato? Por outro lado, você já ficou ao lado de uma pessoa fedida? Roupas, cabelos, axilas, pés, boca, tudo atraindo moscas, não tem algo tão ruim, repugnante. Mas, responda rapidamente, qual perfume é o seu? Qual o perfume de sua igreja? E o de seu Pastor?
Ah! Mas, para combater o odor desagradável foram criados uma gama enorme de perfumes; tem produto para todos os gostos. O segredo de um perfume está na substância aromática ou na essência, que o compõe. O cheiro agradável e penetrante é exalado por uma substância extraída por técnicas que são guardadas em segredo pelos fabricantes. Só lembrando, tem muita coisa falsificada no mercado!
Quero apenas lembrar que lugar onde o “Pastor” trata suas ovelhas não deveria ser um “gabinete” com escrivaninha, computador e cadeira de executivo. O lugar de um Pastor tratar as suas ovelhas é o “aprisco” aconchegante, protegido e seguro, onde o próprio Pastor dorme à porta para defender seu rebanho dos lobos que rondam buscando uma oportunidade para atacarem. O que? É assim mesmo? Isto é exagero! Pois, sugiro então que você conheça a rotina de um Pastor de ovelhas lá do Oriente Médio. Mas é verdade, Pastor dorme com o rebanho, ao relento; o Pastor come com o rebanho, anda com o rebanho; o Pastor está sempre com o rebanho onde quer que ele vá. Ele tem o cheiro das ovelhas impregnado nas suas vestes e nas suas narinas, ele as conhece pelo cheiro que exalam.
Penso que “Pastor” não combina com mesa, terno, gravata, gabinete, shows, extravagâncias, espetáculos ou coisas semelhantes. Para mim está muito claro, e segundo a Bíblia, a palavra “Pastor” combina com campo, pasto, curral, ovelha, noites mal dormidas, roupa surrada de trabalho campestre, etc. Pastor combina com cajado, com sol, com lugares abertos, com calças dobradas para cruzar os riachos, com ovelha nos braços; O cheiro do “Pastor” deve ser o “cheiro de ovelha”, cheiro do pó levantado pela caminhada do rebanho. O “Pastor” deve viver em função do rebanho e não o rebanho em função dele. Pelo seu cheiro ele deve ser identificado pela sociedade, não como um “bode catinguento” que espanta todo mundo e contamina o ambiente, mas com um odor agradável de ovelha com as quais ele lida no seu exercício ministerial.
Jesus, o “Supremo Pastor” nunca estava em uma sala fechada esperando as pessoas virem a ele. Não, Jesus não era assim, Ele estava onde as pessoas estavam, nas festas de casamento, nas mesas de banquetes, nas casas das pessoas, nas praças e nos lugares públicos como as sinagogas. Sim, é verdade, Jesus às vezes se retirava para descansar, orar, refletir e ficar sozinho, mas era por pouco tempo e já estava ele lá de novo, no meio do povo.
Voltando ao tema, cuidado com a insensibilidade do olfato, você pode ser traído! Tanto o “cheiro” como o “fedor” ao ser exalado por muito tempo torna-se comum, os nossos sensores são condicionados. Isto vale para a vida espiritual também. É importante ressaltar que o confronto entre uma pessoa “cheirosa” com uma “mal cheirosa” causa mal estar e um incomodo que é natural. Assim é o crente com o não crente; o justo com o injusto. O pecado pode tornar uma pessoa cheirosa em uma pessoa mal cheirosa, mas também é o único capaz de transformar “ovelha” em “bode”! O duro é que tem muita gente trocando de lado, se acomodando com o cheirume do chifrudo, e o que é pior, debaixo de pele de ovelha. Um cristão autêntico não é detectado por suas posses e sim pelo seu caráter, se exala o cheiro de Cristo, com certeza, irá atrair outros a ele. Vale ressaltar que Jesus é que nos transforma em cheiro agradável, pois não há essência cheirosa em nós e, por isso, exclusivamente por isto, não exalamos um bom perfume. Mas com Cristo, o fedor do pecado é arrancado pela regeneração, e neste caso, é o “bode” que é transformado em “ovelha”.
Certa vez me perguntaram sobre o que seria a igreja ideal na terra? De onde partiu, era no mínimo maliciosa pela conduta nada transparente de quem a fez. Refletindo rapidamente sobre isso e sem dar chance para comentários distorcidos, respondi que a igreja ideal é aquela que é simplesmente igreja. É aquela onde ovelha tem “cheiro de ovelha” e não de “bode”. Um local onde cada membro do “Corpo de Cristo”, sem exceção, exerce e aprimora os seus dons; Onde a liberdade da glória de Deus, a comunhão com os irmãos e a admoestação mútua acontece como algo natural. Onde há louvor e não barulho; Onde Deus é exaltado e não pessoas. Para ser claro, que ela seja simplesmente, “igreja”. Nada mais. Mas, para a minha tristeza, tem muita coisa sendo chamada de “igreja” com muita gente sendo literalmente enganada por seus “donos”.
Portanto, se você é um crente, você deve exalar o “bom perfume de Cristo”, tanto na igreja como lá fora, diz Paulo. Que o seu perfume possa contagiar e atrair a todos que estiverem ao seu lado. Mas lembre-se, em hipótese alguma aceite, mesmo se for de graça, os sabonetes da marca “cheiro de ovelha” que andam oferecendo nos mercados evangélicos das esquinas da religião. Eles são falsificados e podem causar danos à sua fé e à sua relação com Deus.
Carlos Roberto Martins de Souza
crms1casa@hotmail.com
June 1st, 2009 às 4:23 pm
Carlos Roberto Desse:
FALSA CERTEZA
CUIDADO COM O ELEFANTE
Encontrei nas minhas andanças uma história bastante interessante que usarei como analogia para mostrar como as pessoas estão descrevendo a “igreja” nestes dias. Para quase toda a totalidade delas, elas, as igrejas, são todas iguais, pois na sua essência, buscam de alguma forma adorar a Deus. Alguns ainda usam a Bíblia para justificarem suas posições afirmando que o que importa é que Cristo seja conhecido. O texto de Filipenses 1:18 é empregado abertamente como argumento para não questionarem as distorções e as heresias pregadas nas igrejas de fachada.
Conta-se que quatro homens cegos encontram um “elefante”. Já que aqueles homens nunca tinham encontrado um elefante, eles começam a apalpá-lo, buscando entender e descrever esse novo fenômeno. Um agarra a tromba e conclui, é uma cobra. Outro examina uma das pernas do elefante e descreve, é uma árvore. O outro descobre a cauda do elefante e anuncia, é uma corda. E o quarto homem cego, depois de descobrir a lateral do elefante, conclui que é, depois de tudo, uma parede. Alguém que assistia a tudo chegou para aquele grupo e alertou para o fato de estarem diante de um “elefante”, um animal muito perigoso por causa do seu temperamento e de sua força.
Cada um, em sua cegueira, está descrevendo a mesma coisa, ainda que cada um tenha descrito a mesma coisa de maneiras radicalmente diferentes. Por não conseguirem enxergar, deduziram pela analogia do toque, que aquilo era o que efetivamente sentiam ao terem em suas mãos parte daquele animal. Até o perigo foi ignorado, sequer foi lembrado.
De acordo com muitos, isso é semelhante às diferentes igrejas do mundo, todas estão pregando, aos seus olhos, a mesma coisa de maneiras radicalmente diferentes. Desta forma, conclui-se que nenhuma igreja individual tem o caminho da verdade, assim nem todas devem ser vistas como igualmente válidas na sua essência. A questão é que diante do poder de convencimento e das intenções de cada um, poucos estão disposto a abrirem os olhos e identificarem o “elefante religioso” que convivem com ele diariamente, mesmo diante do perigo eminente.
Algumas questões precisam ser avaliadas diante do contexto em que a religião se encontra hoje, pois há uma mistura perigosa entre várias correntes religiosas causando um desconforto muito grande para o cristianismo. Muitas igrejas só sobrevivem porque suas hierarquias pregam e lutam por poder e privilégios, assim em grande parte do mundo contemporâneo a religião está morta, mas ainda projeta sombras em vários aspectos da vida privada e coletiva dominando pessoas com promessas vazias e sem embasamento espiritual. Enquanto as religiões modernas continuarem desejando serem instituições poderosas, elas serão um obstáculo para a paz e para o desenvolvimento de uma atitude genuinamente religiosa que verdadeiramente conduza o homem a Deus. A igreja afirma que defende seu poder e os aspectos econômicos dele para preservar sua capacidade de pregar o Evangelho
A primeira é que há o objeto da questão, o elefante! Há “igrejas” também! O que os homens cegos estavam tentando descrever era, de fato, um elefante que estava diante deles, e nada mais. Da mesma forma, há verdadeiros questionamentos sobre as igrejas que precisam ser observados, há muita coisa parecendo, mas que no fundo nada tem a ver com o exercício da fé. Assim, nem todas as opiniões concernentes aos elefantes ou à natureza da igreja são igualmente verdadeiras. Existem muitos interesses escondidos atrás da religião que merecem ser questionados e enxergados do ponto de vista racional e teológico. Por mais que os cegos usassem suas convicções e até disputassem entre si, aquele animal jamais deixaria de ser o que ele efetivamente era.
A segunda questão é que todos os quatro homens cegos estavam, de fato, errados. Vale lembrar que a cegueira deles não era uma opção, mas uma fatalidade, pois nasceram daquela forma; já na religião os cegos o são por conveniência ou por interesses e como há interesses escondidos por trás da religiosidade. O animal era um elefante e não uma parede, ou uma corda, ou uma árvore ou uma cobra. Suas opiniões não eram igualmente verdadeiras dentro de seus conceitos, eram iguais, mas verdadeiramente falsas. Na melhor das hipóteses, tal analogia do pluralismo religioso mostraria que boa parte das igrejas são falsas, são portas, cordas, árvore e até paredes fechadas. Não são verdadeiras. A cegueira vedava-lhes a oportunidade de conhecerem uma obra fenomenal da criação de Deus, um gigante da natureza. A cegueira espiritual também impede a pessoa de discernir entre o falso e o verdadeiro na vida cristã.
A terceira, e mais importante, a analogia não leva em conta nenhum tipo de revelação especial, nenhuma visão ou profecia. Um quinto homem que percebeu a dificuldade daqueles deficientes entrou em cena, alguém que pôde ver e provar que era realmente um elefante, um animal e não o que aqueles homens tinham identificado, a analogia mudou por completo. Deixou de ser uma simples imaginação para ter fundamentos verdadeiros.
O mundo moderno esqueceu que Jesus Cristo, único entre todos os líderes religiosos da história, afirmou ser esse “quinto homem”; a definitiva revelação de Deus. Ele veio para desmascarar as religiões e dar sentido à vida; veio derrubar conceitos vazios e inócuos; veio como verdade e não como uma alternativa para ela. Muitas pessoas que assistiram aos milagres de Jesus e ao ouviram ele falar, sentiram-se ofendidas por suas claras declarações sobre sua divindade, como na história acima ele veio mostrar que os cegos podem ver, os elefantes podem ser desmistificados; que a verdadeira religião é uma realidade insofismável que deve ser objeto da razão da expressão de fé do homem.
Com o que você está identificando a sua fé? Que tipo de conceito você tem de igreja? Quais os parâmetros que o ajudam na sua fundamentação cristã? E as lideranças, como estão sendo vistas? Pense nisto, avalie suas ponderações e procure estabelecê-las sobre a ótica dos ensinos de Jesus e assim você será bem sucedido na sua vida espiritual neste mundo.
A igreja teria, da forma como foi constituída por Deus, que invadir o mundo e não ser invadida por ele; teria que provocar transformações, não ser transformada de forma radical como está acontecendo; deveria ser exemplo de comportamento na sociedade, e não usada para fins escusos; teria que promover o avivamento e não movimentos do tipo “Marchas Para…” Ou fugimos da aparência do mal, DA APARÊNCIA, ou nos atrelamos a ele e arcamos com as conseqüências de um cristianismo vazio, pobre, de formas mas, sem qualquer conteúdo. As pedras estão clamando e já não há como atendê-las nos seus clamores por causa da conivência e da convivência pacífica da igreja com as coisas do mundo hoje. O mundo muda sim, e o homem nas suas fraquezas acompanha tais mudanças, mas o “Evangelho é o mesmo, ontem, hoje e o será eternamente”.
Carlos Roberto Martins de Souza
crms1casa@hotmail.com
June 1st, 2009 às 4:24 pm
Carlos Roberto Desse:
QUERO MINHA IGREJA DE VOLTA…
SE FOR POSSÍVEL!!!
“Aborreço e desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me dão nenhum prazer”
Amós 5:21
Dizem que “quem vive de passado é museu”, uma forma simplória de criticar aqueles que se prendem a coisas antigas como algum ponto de referência na vida. Neste caso, sem cerimônia alguma, eu me incluo neste conceito, mas com um adendo, para mim “recordar é viver…”. Sei que por esta razão para muitos sou ultrapassado, careta, um quadradão. Prefiro ser quadrado a ser redondo e rolar pelas vielas da vida religiosa indo de um lado para o outro sem ter muita noção do que fazem. Registro apenas que as Escrituras Sagradas existem há algumas centenas de anos, portanto…
Bem, vamos lá. A história da religião mostra que há alguns anos atrás, não muitos, as igrejas evangélicas eram lugares cheios de pessoas que conheciam a Bíblia de capa a capa, que se portavam reverentemente durante o culto e não raro, as pessoas do mundo admiravam os evangélicos por sua fé e esperança, mesmo nos momentos mais difíceis. Basta retrocedermos um pouco e veremos que os cultos eram cheios de hinos profundamente inspiradores refletindo as “doutrinas fundamentais” da fé cristã. O ofertório era uma demonstração de zelo e gratidão e quando o Pastor subia ao púlpito, todos atentamente recebiam a edificação através de uma pregação “Biblicamente” fundamentada. A mensagem da Palavra era o centro do culto. Esses eram os “crentes” de antigamente.
Fui á igreja outro dia, sentado nos últimos bancos, me dei ao capricho de “sonhar” já que o que estava acontecendo não me atraía nem pelos olhos, nem pelo coração, muito menos pela espiritualidade. O culto começou com um “período de louvor(?)” com um barulho infernal. Cânticos eram entoados e o povo se movia, batia palmas, gritava no ritmo frenético dos instrumentos, era uma algazarra geral. Havia uma jovem extrovertida que “ministrava” a coreografia e orientava o povo a como proceder durante cada musica executada. Era dia de “batismos”, mas nem parecia tamanha a bagunça e a falta de reverência, a festa solene transformou-se ritual, no mínimo, estranho. Mas, mesmo assim sonhei… Sei que foi utópico, longe de qualquer possibilidade de vê-lo realizado, mas valeu como alerta e como lembrança dos bons tempos daquela igreja.
Vi aquela igreja onde a BIBLIA foi um dia o centro de tudo! Onde o Pastor “pregava” e não dava aula de “psicologia”; Onde o “pecado” era tratado como tal e não como um simples “desvio de conduta”. Uma igreja onde “louvor” era celebrar a Deus e não um “espetáculo” tecnológico barulhento; Onde o templo era “local de culto” e não uma casa de “shows”; Onde o pregador usava exclusivamente a “BÍBLIA” no púlpito e não um “Notbook”; Onde a reverência era “regra” e não exceção; Onde ouvia-se a “voz de Deus” e não a do povo; Onde era real o “mover do Espírito” e não de pessoas; Onde o “pecado” era combatido e não incentivado sutilmente; Onde havia “adoradores” e não atores ou artistas camuflados; Onde as pessoas iam vestidas para “cultuar” e não para um piquenique; Onde “Jesus” era marca no coração e não uma “tatuagem” na pele; Onde quem tinha “adereços” era a vida e não o corpo; Onde tinha “Embaixadores do Rei, Mensageiras do Rei; União de Jovens” e não um encontro festivo; Onde o povo “lia a Bíblia” e não o que era projetado no telão; Onde as pessoas não eram “filmadas” para serem mostradas para o mundo, mas eram levadas a uma “radiografia” mostrando para cada um os problemas da alma; Onde “batismo” era um momento de reflexão e respeito, não uma festa movida a apitos, buzinas, foguetes e histeria; Uma igreja que “recebia” visitantes e não era ”formada” por eles; Uma igreja que era uma “fonte de água viva” e não uma “cisterna rota”; Onde o “retiro” era espiritual e não uma “festa country”; Onde “Pastor” era um homem de Deus e não um “administrador de negócios”; Onde os crentes “iam à praça” pregar e não “tinham o nome na praça”; Sonhei com uma igreja que “crescia” e não inchava; Com uma igreja que fechava as portas para o Diabo e não colocava “tapetes vermelhos” para recebê-lo. Sonhei… Sonhei em lágrimas ao ouvir o hino “Manso e Suave” com o Pastor fazendo o apelo, num silêncio profundo, para que pecadores se rendessem aos pés de Jesus. Pensei, se isto for sonho, então vou sonhando…
Subitamente uma “salva de palmas”, “apitos” e “assobios” interrompeu o meu sonho e me despertou. Que susto! Por um momento não me dei conta de onde eu estava tamanha a desordem naquele local de culto. Para minha tristeza eu acordei… Mas sonhei e sonhar não custa nada! Coincidentemente era dia de “batismos” e o povo comemorava, como se fosse num campo de futebol, a chegada de mais um grupo. A propósito havia muita gente vestida a caráter para de fato ir a um estádio, curiosamente eram os que mais faziam barulho. Depois do culto, veio o “foguetório”, tudo em nome do Evangelho. Era a igreja do século XXI e as suas novidades na forma moderna de cultuar. Eu me perguntei, foi um sonho ou seria um pesadelo? Seria um conto de fadas do passado? Lembrei da Bíblia e dos batismos citados por ela e não consegui ligar uma coisa a outra. Alguém se esqueceu de “lembrar” ao povo que eles estavam dentro de uma igreja, que ali era um templo e não um estádio!
“Celebrai com jubilo ao Senhor… Servi ao Senhor com alegria…”, não significa que devemos fazer algazarra ou nos postarmos com irreverência, pelo contrário, “jubilo” e “alegria” devem ser expressos num sentimento de contrição, respeito e de “ADORAÇÃO” a Deus.
Hoje as igrejas mudaram muito. E como mudaram! Os evangélicos são vistos como mais uma “tribo urbana”, assim como os surfistas ou os hippies, que tem musica própria, gírias e slogans próprios. O momento de destaque no culto já não é mais a meditação na Palavra de Deus, proclamada por um Pastor bem preparado teologicamente, mas sim o momento de “louvor” produzido pelas mais novas tecnologias do mercado. Não se pede mais nada a Deus, decretam coisas para ele fazer da maneira mais arrogante possível. Descaracterizaram o culto, sob a desculpa de “quebrar a religiosidade” dando a ele todas as características de “show”.
Basta! Quero minha igreja de volta! Quero sim, e com cara de igreja não como “casa de espetáculos”. Quero os cultos reverentes, o povo sedento por aprender a Palavra de Deus, o sentimento de contrição e submissão diante do Deus Soberano e Criador de todas as coisas. Quero de volta o tempo em que os cultos racionais eram “regra” e não “exceção”. Quero de volta a centralidade da Bíblia e não a busca de “revelações dos últimos dias”. Quero de volta o tempo que ser Pastor era ser um religioso consagrado e não um empresário eclesiástico.
Como disse, prefiro continuar “quadrado”, pois tenho muitas duvidas sobre esta igreja liberal de hoje lotada de “crentes redondos”. Assim, depois de sonhar, desculpem, mas eu quero a minha igreja de volta!
Carlos Roberto Martins de Souza
crms1casa@hotmail.com
June 1st, 2009 às 4:24 pm
bezerra Desse:
Boa é estas críticas, mas dis a palavra de Deus:Passaá o céu e a terra mas as minhas palavras não hão de passar até que tudo se cumpra.Virão falsos pregadores e enganarão a muitos dis o Senhor.Devemos também ter respeito a palavra de Deus e não deixar-mos se enganar com falsas críticas pois os homens sim podem nos engana mas Deus não ,por que Deus não pecisa dos homens e sim os homens de Deus.As igrejas evangélicas ainda é o único lugar que realmente prega a palavra de Deus e o único meio de o homem chegar a presença do Senhor Deus é aceitando Jesus Cristo como salvador,pois Jesus é a ponte que liga o homem a Deus.A santidade de Deus não se une com o pecado do homem e o pecado do homem não se une com a santidade de Deus, por isso Jesus veio ao mundo e pagou o preço pelo pecado da humanidade unindo o homem pecador a Deus quando o pecador o aceita como seu único e suficiente Salvador.Não devemos só criticar os falsos pastores,mas eles são colocados no mundo para testar a fé daqueles que são escolhidos por Deus,pois os homens iludem,enganam,pisam,humilham outo homem, mas à Deus não.Mesmo com as falsas pregaçoes existem as verdadeias pessoas que realmente tem vidas exemplar e que Deus muito se alegra com elas ,o mundo não é destruído por que ainda existem pessoas de Deus aqui na terra como exemplo temos as cidades de Sodoma e Gomorra que Abraão perguntou a Deus se ia destruir os justos com os ímpios e se tivesse 50 justos o Senhor vai destruir com os ímpios disse Deus:Se tive cinquenta vou poupar as cidades po amor aos 50.Perguntou Abraão :Senhor se tiver 30 ou 20 justos vais destruir ascidades.Respondeu o Senhor : Não des tuiei por amor aos vinte.Peguntou Abraão :Me perdoe o Senhor mais uma vez se tiver dez justos.Disse Deus :Não destruirei por amor aos dez.Por isso o mundo ainda não será destruído po que existe muitos justos aqui na terra.Justos quer dizer justificados pelo sangue que foi deramado por jesus na cruz,pois morreu a nossa morte de crucificação para viver-mos a sua vida de santidade,amor pelos nossos semelhantes,humildade,paz,mas só pode viver esta vida se aceitar Jesus Cristo como único e suficiente salvador.A salvação existe e aqui na terra é só uma passagem de uma vida para outra melhor para quem aceitar em vida a Jesus Cristo como salvador e pior para quem partir sem aceitar Jesus Cristo como seu salvador em vida,pois depois da morte ninguem tem mais a chance de aceitar a Jesus indo para um luga inimaginável de dor e muito sofrimento poir do que aqui na terra pois muitos procuraão a morte e não encontrarão.Devemos deixar de olhar para os homens e olhar para Jesus pois os homens sim são cheios de defeitos,erros,falhas,egoísmos,pecados,invejas,mas Jesus não é Santo,humilde,poderoso e só Ele tem a chave do céu e do inferno,pois o mundo é feito o titanic vai afundar e quem não estiver em Jesus que é o bote salva vidas vai afundar,pois nada trouxe-mos para esse mundo e nada iremos levar dele nem riquezas materiais,nem posição,nem inteligência humana,nem nosso corpo,mas só a salvação para aqueles que o aceitarem como salvador de suas vidas,po isso não citique as igrejas evangélicas pois as igrejas foram constituídas po Deus é a porta do céu para a humanidade.Veja Michael Jackson con quistou fama,dinheiro,pestígio,mas dis a palava de Deus:O que vale o homem ganhar o mundo inteiro e peder a sua alma,pois guarda o que tu tens para que ninguêm tome a tua coroa.Não brinque com as coisas de Deus procore obedece-Lo,olhe para Deus não para o homem e pense bem antes de criticar um homem de Deus pois isso pode codena-lo ao inferno,pois com Deus não se brinca.De tudo que se tem ouvido a cuclusão é:Os homens tem que obedece a Deus e aos seus mandamentos por que isso é dever de todo homem na terra,pois Deus vai trazer à juízo todas as obras até as que estão escondidas quer sejam boas quer sejam más.
July 7th, 2009 às 4:23 pm
rafaelcdias Desse:
Parabéns Ari
Deus continua falando poderosamente através de ti,
Espero que continue usando sempre essa Graça de Deus a favor do Deus da Graça.
August 21st, 2009 às 9:24 pm
André Victor Desse:
o pessoal o autor do artigo é o cara. auhauhuahua!
bem eu creio que a teologia da prosperidade funciona sim. só que os pregadores esquecem de dizer que é no tempo de Deus como em Eclesisastes 3.
Mas teremos cura (Isaias 53), prosperidade (Salmos 128), santidade (II Pedro 2.23,24).
fé todos temos, santidade não é quem determina benção (pois oramos em nome de Jesus).
Como Deus não vai contra a sua palavra tudo que Ele prometeu Ele dará. Mas no tempo dEle, e dá maneira dEle.
November 25th, 2009 às 11:12 pm
Hathos Garcia Dias Desse:
http://solomon1.com/a/2009/02/teologia-da-prosperidade/
April 11th, 2010 às 12:01 am
felipenino Desse:
Deus foi transformado num gordo e avaro banqueiro.. http://bit.ly/7PiPac #AriovaldoRamos
June 25th, 2010 às 1:47 am