Dez Valores para um Ministério de Artes

Por Redação | November/5/2009


arte

1. Criatividade Encontre formas criativas de incluir novos elementos de adoração e novas formas de comunicar a palavra de Deus. Busque, com a graça e poder de Deus, surpreender sempre a congregação. A ordem dos cultos não deve se tornar previsível. Podemos constantemente buscar formas de dar o próximo passo. Quais são as novas formas de conseguir que as pessoas experimentem a Deus?

2. Intencionalidade
A criatividade precisa estar fundamentada na intencionalidade. Isso vai nos ajudar a manter o foco. A criatividade é maravilhosa, mas se não for direcionada, acabamos perdidos. É preciso ter cuidado para garantir que não estamos usando a arte simplesmente para sermos “artísticos”. Devemos ter uma missão e propósito claro para tudo que fazemos em nossos cultos. E essa missão e propósito precisam estar alinhados com a missão geral e estratégia da igreja. Tenha certeza de que seu ministério está centrado na Bíblia e teologicamente correto. Seja intencional sobre o fluir da ordem do culto. O que é necessário para a “passagem” de um elemento para o outro? A congregação tem oportunidade de processar o que está sendo apresentado?

3. Excelência
Definimos excelência como “Fazer o melhor possível com o que está ao seu alcance.” Em I Sam. 16:18, Davi disse que ele não queria oferecer ao Senhor algo que não lhe custasse nada. Ele queria dar o melhor ao Senhor. A excelência não é igual ao perfeccionismo. Perfeccionismo é uma obsessão doentia que não honra a Deus. Muitos artistas lutam com o perfeccionismo. Não importa o que fazemos, devemos fazer tudo para Deus e não para os homens. Não hesite em pedir esse tipo de excelência de seus voluntários.

4. Avaliação
A avaliação está intimamente ligada à excelência. Não podemos melhorar se não identificarmos o que deu certo e errado. Isso implica numa delicada combinação de celebrar o que funcionou bem e construtivamente dialogar sobre o que não funcionou.

5. Processo
Se não dermos a atenção devida ao processo do ministério e à integridade desse processo, pagaremos caro. Eventualmente os voluntários não terão mais interesse em participar. Então, você precisa estar sempre perguntando: esse processo honra a Deus e valoriza as pessoas? Isso está diretamente ligado ao nosso caráter e integridade pessoal.

6. Autenticidade
Seus artistas estão atuando com autenticidade, seja cantando, dançando ou tocando? Estão agindo de forma artificial, forçada ou natural? Estamos expressando e demonstrando a verdade através das pessoas que participam em nossos ministérios? As pessoas que freqüentam nossas igrejas estão decidindo se acreditam ou não em nós. Avaliam se estamos fazendo um show ou transmitindo a verdade, se buscamos atrair atenção para nós mesmos ou comunicar e servir da melhor maneira possível. Precisamos identificar e eliminar qualquer coisa que se pareça com orgulho, ou algo feito apenas para atrair atenção ou algo que é feito com a motivação errada. Precisamos criar arte que retrata de forma honesta a condição humana, porque as pessoas que estão nos ouvindo sabem quando não estamos sendo honestos.

7. Comunidade
Além dos frutos que resultam de nossos ministérios, acho que o sentimento de comunidade é o maior benefício. Precisamos encontrar uma forma de viver ministério que nos permite ter alguns daqueles momentos em que nos conectamos uns com os outros, quando estamos sendo uma expressão viva do amor de Cristo uns para com os outros, e transformando nossas equipes em uma comunidade.

8. Liderança
Essas comunidades precisam de liderança. O dom da liderança é essencial para construir um ministério de artes eficaz. Não podemos ter medo de liderar. Deus irá nos guiar e nos dará a orientação necessária. Muitas vezes artistas sentem-se inseguros, desanimados e mal-compreendidos. Enquanto buscamos pastorear nosso rebanho, precisamos pedir ao Espirito Santo que nos ajude a escolher nossas palavras cuidadosamente e saber quando precisamos lançar desafios e quando usar de mansidão e sensibilidade.

9. Corações e Vidas bem Ordenadas
O maior presente que podemos oferecer às nossas igrejas não é o nosso talento. O que podemos fazer de mais importante é aquilo que Jesus nos ensinou: permancer nEle. Precisamos praticar as disciplinas espirituais que vão ajudar a desenvolver nosso caráter. Faça um compromisso de encontrar momentos de solitude onde você possa examinar e avaliar se a sua vida está bem-ordenada. Tudo que fazemos deve ser fruto desse equilíbrio resultante de vivermos com Cristo no centro de nossas vidas.

10. Momentos Transcendentes
A despeito de planejarmos um culto voltado para descrentes ou cultos de celebração, nosso alvo é preparar cada elemento do culto de forma que Deus possa usá-lo para tocar a alma humana profundamente – deixando que as pessoas experimentem Sua verdade e presença. As pessoas devem sair mudadas de alguma maneira. Teremos falhado terrivelmente se nossos cultos forem considerados criativos ou interessantes, mas não trouxeram mudança de vida com o passar do tempo.

Por Nancy Beach



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13 Respostas

  1. ♥ëLëя۞ ↔ ℓǿکT°°ټ°♫™ Desse:

    Dez Valores para um Ministério de Artes:
    1. Criatividade Encontre formas criativas de incluir novos elementos .. http://bit.ly/b5bqG

    November 5th, 2009 às 11:50 am

  2. bRu Desse:

    haha eu estava no dia desta foto …
    ops, comentario desnecessario..rs

    November 5th, 2009 às 2:37 pm

  3. Doug Desse:

    Excelente texto……como músico gostei d+ !

    November 5th, 2009 às 6:24 pm

  4. SAO! Desse:

    legal o post..
    mas temos que sempre lembrar que arte não é algo sempre bonitinho como uma decoração de studio de design,
    e arte não é design.

    November 5th, 2009 às 6:24 pm

  5. Ariovaldo Jr Desse:

    Dez Valores para um Ministério de Artes http://is.gd/4Olwd (via @proibidopessoas)

    November 5th, 2009 às 9:23 pm

  6. @jonataspaivaf Desse:

    cara, muito bom o texto!

    November 8th, 2009 às 3:43 pm

  7. Felipe Desse:

    Como assim arte não é design

    November 8th, 2009 às 4:18 pm

  8. Julia Desse:

    Arte não é design oras. São coisas diferentes. Isso é praticamente a primeira coisa que te dizem quando você entra na faculdade de Design. Arte é uma expressão pessoal, não precisa ter um objetivo além da própria arte, etc. Deisgn tem a ver com função, com projeto, com usabilidade, com usuário, é bem diferente.

    November 12th, 2009 às 12:37 pm

  9. carlos Desse:

    a respeito louvor e adoracao

    bom dia sempre tive em minha mente o culto antes do louvor pois pessoas ouvindo e se enchendo da palavra vao se sentir mais livres pra adorar e louvar

    November 13th, 2009 às 10:25 am

  10. Paulo Daltrozo Desse:

    http://bit.ly/28ocGU dez valores para um ministério de artes

    November 14th, 2009 às 4:07 pm

  11. Kênia Siqueira Desse:

    Dez Valores para um Ministério de Artes http://bit.ly/b5bqG

    February 2nd, 2010 às 11:50 am

  12. Chris Desse:

    Ah, eu achei esse post um espetáculo! Arrasaram muito. Parabéns pelo trabalho! Vocês tem sido GRANDE inspiração! Que Deus continue os usando tão tremendamente, com cada talento.
    ;)

    May 1st, 2010 às 4:03 am

  13. Rebeca Desse:

    Bem gostei muito do texto, mas como artista não posso deixar de dizer que devemos tomar muito cuidado, pq muitas vezes transformamos a intecionalidade em uma coisa ruim e a arte se torna apenas um apetrecho, no sentindo de que só a utilizamos pq queremos ser diferentes, ou pq queremos chamar a atenção, mas nunca a celebramos e a utilizamos pelo simples e puro amor pela arte, como uma manifestação de uma faceta de Deus, a beleza.

    May 9th, 2010 às 5:52 pm

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