Cristianismo Pagão

Por Redação | January/19/2009


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Na verdade esse não é uma revisão para este livro, mas como vi uma boa movimentação na blogosfera emergente ao redor desse livro, resolvi falar o que tenho visto. Pelo que se tem falado, parece ser um livro muito interessante para entrar no seu “radar”

Frank Viola é um grande defensor de igrejas nas casas, em uma época que encontramos tantas coisas inegociáveis que reforçam o medo por mudanas mais profundas na igreja, o livro mostra a herança pagã para tantas práticas consagradas nas igrejas tradicionais de hoje. Esse levantamento parece bastante irônico, pois há muitas críticas à igreja emergente por causas de algumas práticas etiquetadas como pagãs pelos teólogos tradicionais. Além disso, o livro nos dá a oportunidade de vislumbrar uma igreja que tenha sua vida expressa mais por sua comunidade do que pelo orçamento que apresenta.

Talvez este livro nos ajude não a rejeitar tudo o que há e anunciar a verdadeira igreja, mas a partir para uma igreja que reflita a vida da comunidade sem ter medo do que se faça, mas se importando com o que é relevanta a ela ou não.

Alan Hirsch começou anunciando o livro

Kingdom Grace fez uma revisão bastante profunda do livro: 2 Weeks of Pagan Christianity

Emergent Village fez um bom apanhado da repercussão que o livro teve na blogosfera.

(12/02) – Veja a entrevista que a Shapevine fez com Frank Viola a respeito do livro.

(21/02) – Dan Kimball dá algumas considerações sobre o livro: “House Churches and Pagan Christianity”

Infelizmente não temos revisões em português, mas se você já leu, nos escreva o que achou!

Luis F. Batista / Renovatio Café



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10 Respostas

  1. Paulo Desse:

    Esse daí libertou minha família o/

    January 19th, 2009 às 12:56 pm

  2. Jill Desse:

    The sequel to “Pagan Christianity?” is out now. It’s called “Reimagining Church”. It picks up where “Pagan Christianity” left off and continues the conversation. (“Pagan Christianity” was never meant to be a stand alone book; it’s part one of the conversation.) “Reimagining Church” is endorsed by Leonard Sweet, Shane Claiborne, Alan Hirsch, and many others. You can read a sample chapter at http://www.ReimaginingChurch.org . It’s also available on Amazon.com. Frank is also blogging now at http://frankviola.wordpress.com/ .

    January 25th, 2009 às 3:31 pm

  3. Eribaldo Pereira Desse:

    Parece-me que este movimento de Igrejas nas casas é subproduto de uma teologia pentecostal/neo-pentecostal que na tentativa de restabelecer um cristianismo parecido com o que foi desenvolvido nos primórdios da era cristã, além de identificar uma incompatibilidade de ensinos adotados pela tradição com os ensinos registrados no livro de Atos, busca algo que sente falta (a graça de Deus) nas instituições nominais. A fé comum na contemporaneidade dos dons nestes movimentos parece ser a base para sua existência e sobrevivência.

    Simpatizo-me profundamente com toda essa abordagem de não institucionalização adotada por esse movimento, mas me preocupa essa visão de que podemos ser semelhantes aos Apóstolos e fazer o que eles fizeram. Vivemos noutro contexto e buscar assemelhar-se novamente aos moldes dos Apóstolos e discípulos da Igreja primitiva imitando-os, me parece ingenuidade. Por exemplo: Quem poderia se qualificar em nossos dias a posição dos Apóstolos? Até poderíamos desempenhar as funções apostólicas, mas sua posição impar e autoridade evidencial específica para aquele momento histórico de transição e estabelecimento doutrinário do texto canônico, jamais poderia ser aludido em nossos dias.

    Parece-me falácia dizer que tal Igreja na atualidade (institucional ou não) possui Apóstolos. É preciso também atentar para o fato de que assim como os bispos, pastores, padres, presbíteros etc…, não são representantes mediadores de Deus na terra, os atuais Apóstolos, profetas e possuidores de dons semelhantemente também não o são. Soa muito estranho começarmos a nos dirigir ao irmão fulano como profeta, ou Apóstolo.

    Ainda que algum irmão possa vir desempenhar a função de iniciar novas Igrejas a semelhança do Apóstolo Paulo, não podemos concluir a partir daí que este irmão é um Apóstolo. Outras qualificações eram necessárias para ser Apóstolo. Uma que jamais um irmão do nosso tempo poderá compartilhar com aqueles originais, a de testemunhar o Jesus ressurreto e de receber pessoalmente dEle a autoridade para adquirir tal posição. Parece-me que os Apóstolos tinham um número definido, e não poderemos acrescentar mais a aqueles.

    July 31st, 2009 às 1:27 am

  4. Carlinhos (Brasília-DF) Desse:

    Prezado Eribaldo,

    Faço coro contigo na questão dos apóstolos. Não faz o menor sentido chamarmos fulano ou sicrano de apóstolo, bispo, presbítero ou mesmo pastor. Nossos irmãos neotestamentários não tinham esse hábito! Basta observar que ninguém no NT refere-se a Paulo como Ap. Paulo; todos tratavam-se como irmãos… simples assim! Apenas Paulo, em defesa de seu inegável apostolado, refere-se a si mesmo como apóstolo.

    Para completar, congrego com irmãos entre os quais não há o hábito de chamarmos uns aos outros por títulos (pr. fulano, diácono sicrano etc)… somos apenas josé’s, maria’s, pedro’s etc… sendo todos discípulos de Jesus!

    Mais uma coisa: o livro do Frank Viola (Cristianismo Pagão) é excelente e serve para “abrir” nossos olhos para algumas práticas que temos como igreja e que em nada contribuem para que o nome de Jesus seja exaltado. Entendem que ao classificar o livro de excelente não pretende afirmar que ele é 100% verdade ou perfeito em seu texto e argumentos, apenas que ele tem alto valor no sentido de nos fazer refletir sobre “o que fazemos” e “por que fazemos”.

    Fiquem na paz de Jesus Cristo, Senhor Nosso!

    Carlinhos (Brasília-DF)

    October 15th, 2009 às 9:51 am

  5. Cibele Desse:

    Cristianismo Pagão http://bit.ly/9IeTke

    February 5th, 2010 às 10:39 am

  6. Tatiana Luques Desse:

    Oi, queridos! A tradução para o português existe sim, e foi publicada pela EDITORA ABBA PRESS:
    http://www.abbapress.com.br/
    Ah! E a dica sobre "Reimaginando a Igreja" (Frank Viola) é super válida! É ótimo, é uma sequência coerente e útil! Tem também o "Revolução" do outro autor do livro (George Barna).
    =)

    March 11th, 2010 às 2:05 pm

  7. Calebe Desse:

    Driscoll corretamente aponta que:
    O pior aspecto do livro é sua suposição de que a igreja institucional é o grande inimigo da igreja. Institucionalismo não é o inimigo da igreja. O problema mais significativo das igrejas, quer institucionais ou orgânicas, é considerar qualquer coisa menos que Satanás, pecado e morte como o grande inimigo da igreja. Isso resulta na minimização do Evangelho. Jesus não veio para libertar a humanidade das algemas das instituições, mas de Satanás, do pecado e da morte. Este livro [Cristianismo Pagão] foi edificado sobre uma questão secundária de prática e governo na igreja, em vez da questão central da tarefa da igreja, a proclamação do Evangelho. Não há dúvidas de que deve haver críticas sobre como a igreja “é igreja”, mas muito da crítica que Cristianismo Pagão faz da igreja contemporânea é sobre questões secundárias que são passíveis de debate (tanto historicamente como biblicamente) na melhor das hipóteses e totalmente falhas e falsas na pior da hipóteses. Não se engane; a igreja precisa de um revolução e reforma, mas não do tipo que os autores estão convocando. A igreja precisa desesperadamente de uma revolução completa do Evangelho e da centralidade de Deus.

    fonte: http://www.sandrobaggio.com/

    March 21st, 2010 às 11:34 pm

  8. LU souza Desse:

    BEM, EU ACHO QUE CHEGAMOS AO UM PONTO QUE A HIPOCRISIA É TÃO GRANDE QUE A RELIGIOSIDADE E RITOS ESTÃO COMPLETAMENTE INSERIDOS EM NÓS. MAS LOUVADO SEJA DEUS, PORQUE PARA ELE NÃO HÁ NADA IMPOSSÍVEL E O MAIOR INTERESSADO NA RESTAURAÇÃO DA IGREJA É ELE. QUE SE LEVANTEM LUTEROS NESSA GERAÇÃO!!!!

    March 24th, 2010 às 10:41 pm

  9. Eribaldo Pereira Desse:

    Concordo Carlinhos, estamos de acordo.

    Só uma questão que às vezes o irmão Frank parece acreditar que eu tenho dificuldades em crer. É sobre a questão da contemporaneidade dos dons, especialmente os dons de milagres.

    Acho que não existem evidências de que Deus continua usando alguns homens especiais para operar sinais miraculosos. Para mim Deus continua a operar milagres, mas em respostas a orações de crentes comuns. Não creio em pessoas com dons de milagres operando tais sinais. Quanto aos charlatões exibicionistas de plantão em programas televisivos não vale a pena nem comentar a distancia que eles estão dos verdadeiros milagres apresentados no período da igreja primitiva.

    Graça e paz,

    Eribaldo.

    May 27th, 2010 às 11:53 am

  10. bensirom Desse:

    Luteros teem se levantado para fazer a mesma besteira que o primeiro fez….
    e aja facções, só para isso que servem as reformas.
    só precisamos imitar cristo e seus apóstolos, nada mais além disso!
    o evangelho não precisa de "reformas".

    July 10th, 2010 às 6:46 pm

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