
Depois que comecei a ler o fantástico livro de William Young, “A Cabana”, não consegui mais parar. Felizmente, estava de férias em Maine, então tudo o mais poderia esperar até que eu chegasse à última página. Esse livro merece um lugar no topo da lista de “best-sellers” do “The New York Times”.
“A Cabana” oferece uma vívida descrição da Trindade, da surpreendente misericórdia e do perdão divinos e do convite insistente de Deus, que respeita a liberdade humana. Por várias vezes, Young pontua questões importantes: Deus é profundamente pessoal, mas não é homem nem mulher; Deus deseja curar nossas feridas mais profundas, mas não nos coage ao arrependimento; no centro da fé cristã está a maravilhosa intimidade de um relacionamento vivo e pessoal com o Criador do universo, que se deleita com nossa amizade mais do que podemos imaginar.
Certamente milhares de não-cristãos pegarão esse livro de título estranho e serão surpreendidos ao descobrir a atrativa figura de um Deus encantador e amoroso.
Porém, há um problema. Ao ler “A Cabana”, ninguém perceberia que o evangelho de Jesus são as boas novas do reino de Deus. A ilustração do evangelho e da fé cristã apresentada na obra é o clássico individualismo evangélico em sua melhor forma. O evangelho é o perdão dos pecados, a cura pessoal, os relacionamentos pessoais transformados e um relacionamento íntimo e pessoal com o Criador das galáxias.
Tudo isso é, de fato, maravilhoso. Se o evangelho se resumisse a isso, eu já ficaria perplexo com o esplendor do dom de Deus oferecido a nós. Contudo, de acordo com Jesus, o evangelho é tudo isso e muito mais.
Praticamente todos os estudiosos do Novo Testamento concordam que o evangelho que Jesus pregou eram as boas novas do reino. E ninguém explica isso de maneira mais clara e poderosa do que N. T. Wright.2 Jesus afirma ser o tão esperado Messias que surge nos tempos messiânicos, quando, conforme predisseram os profetas, Deus não apenas perdoaria nossos pecados, mas também começaria a transformar toda a criação decadente, a restaurar os relacionamentos entre Deus, o próximo, a terra e nós mesmos.
No cotidiano da igreja primitiva, podemos ver como a nova comunidade messiânica refletia a transformação das relações econômicas, sociais e étnicas. Na verdade, o pecado não foi totalmente derrotado nem mesmo na igreja. Porém, a ressurreição provou que a transformação definitiva de todas as coisas já havia começado quando Cristo voltou para concluir sua vitória sobre o mal.
O livro “Surpreendido pela Esperança”,3 de N. T. Wright, que também li nas férias, apresenta essas questões de uma forma simplesmente primorosa. Ele mostra como nosso destino final é viver com nossos corpos ressurretos em uma terra transformada (Rm 8.19ss) na presença do Deus vivo. Até mesmo a criação que geme será restaurada por completo. Até mesmo a glória das nações, o melhor da civilização humana, será livre desse mal e introduzida ao reino (Ap 21.24–22.2).
Wright nos ajuda a entender como Platão e o individualismo ocidental nos levaram a reduzir o evangelho de Jesus à salvação pessoal de almas individuais. A ênfase de Platão na alma (temos uma alma boa presa em um corpo mau) levou muitos cristãos a priorizar quase exclusivamente a salvação das almas individuais para que elas pudessem ir para o céu. Se o evangelho de Jesus for apenas isso, então é inútil cuidar da criação e trabalhar por justiça. Porém, se o evangelho de Jesus são as boas novas do reino onde tudo — não somente nossas almas — está sendo restaurado por completo, se o reino já começou e será consumado quando Cristo retornar para nos dar corpos ressuretos que celebrem e exultem numa boa terra, então nosso trabalho por justiça, paz e um meio ambiente restaurado é parte do plano completo de Deus.
Espero que o autor de “A Cabana” leia “Surpreendido pela Esperança”, de N. T. Wright. Ao fazê-lo, ele verá que tudo o que descreve de forma tão maravilhosa e vívida é bom e verdadeiro — mas pertence a um contexto mais amplo. (Na verdade, em algumas ocasiões, ele modificará algumas coisas, como a sugestão de que Deus está interessado apenas em relacionamentos, não em instituições.) O Deus pessoal que ele descreve de forma tão bela está empenhado em restaurar não apenas os relacionamentos pessoais, mas também as estruturas sociais decaídas e até mesmo a criação devastada.
Talvez William Young entenda isso. Sua descrição da Trindade se deleitando na boa terra certamente mostra que ele não é um platonista. Porém, em “A Cabana” não há sugestão alguma de que o evangelho afeta as estruturas sociais, da mesma forma como afeta os relacionamentos pessoais. Espero que Young escreva mais narrativas que reflitam a totalidade do evangelho.
Se você ainda não leu esses dois excelentes livros, faça-o imediatamente. No entanto, à medida que você descobrir na fascinante descrição de Young como Deus se deleita em um relacionamento pessoal com você e comigo, lembre-se de que essa verdade gloriosa pertence a um contexto mais amplo no plano de Deus de fazer todas as coisas novas.
Notas
1. Texto enviado pelo autor. Publicado na revista “Prism” (edição de novembro/dezembro de 2008).
2. Autor de Simplesmente Cristão e O Mal e a Justiça de Deus, ambos pela Editora Ultimato.
3. A ser publicado no Brasil ainda este ano pela Editora Ultimato.
Ronald Sider é editor da revista “Prism” e presidente da organização americana Evangélicos pela Ação Social. É autor de, entre outros, O Escândalo do Comportamento Evangélico (Editora Ultimato) e “Cristãos Ricos em Tempo de Fome”.
Fonte: Ultimato












Marcos Desse:
Ainda que o livro seja bom do ponto de vista literário, de um ponto de vista teológico, contém muitos erros. É preciso lê-lo com os olhos e a Bíblia bem abertos. Um dos pontos de desacordo é que o autor apresenta Deus em formas humanas e isso é proibido pelas Bíblia.
Até mais, Marcos.
May 25th, 2009 às 1:37 pm
leonmarti Desse:
marcos,
Proibido pela Bíblia??
Se ele se fez carne e habitou entre nós?
se cada ser existente na terra é um pedaço da grandeza e maginitude de Deus, ele não pode se apresetnar em forma humana? perguntaram a Billy gran, aonde estava Deus no atentado no WTC, sabe o que que ele respondeu? Ele estava nos bombeiros salvando vidas.
Então releia aonde está “proibido em aparecer na forma humana”, pq eu vc e todos os seres da terra, somos parte de Deus.
May 25th, 2009 às 2:09 pm
Rodrigo Desse:
Realmente, o livro é um livro muito agradável, mas confronta a Bíblia por diversas vezes e não tem a intenção de ser apenas uma ilustração.
É necessário discenimento pra reter o que é bom.
May 25th, 2009 às 2:19 pm
Hilan Diener Desse:
Reading: ““A Cabana” precisa de N. T. Wright « SOLOMON” (http://twitthis.com/wlrunv)
May 25th, 2009 às 2:36 pm
Kleber Pessoa Desse:
A galera se esquece que A Cabana é um livro de ficção e não um tratado teológico…
P. S.: já comprei o meu e ainda não tive tempo de ler =/
May 25th, 2009 às 2:39 pm
Cau Desse:
O livro é uma obra sobre a vida humana assim como a Bíblia que é o registro de Deus em busca do Homem e do Homem em busca de Deus, é um exelente livro do ponto de vista teologico, pois mostra a grandeza de Deus e tenta mostra de forma bem clara uma das mais importantes doutrinas teologica sobre a imagem de Deus
May 25th, 2009 às 3:09 pm
Iron Desse:
Mesmo sendo ficção confunde muita gente, tenho um amigo que teve a sua visão de Deus distorcida ao ler “A Cabana”, que além de muitas heresias como o universalismo (diz que todos, independentemente de suas crenças, serão salvos), o patripassionismo (diz que toda a trindade sofreu na cruz) e o triteísmo (transforma a triunidade em três distintos), também prega hostilidade ao cristianismo.
May 25th, 2009 às 3:42 pm
Ester Desse:
ish.. acho que o marcos está certo, leon, pelo menos eu concordo com ele, tem até um video do Mark Driscoll rebatendo algumas falhas teológicas de livro:
http://www.youtube.com/watch?v=XBaVvAx03nU
acho honestamente que o livro deve ser tratado como uma obra de ficção, e quem se impressiona demais com ele deveria reler mais cuidadosamente a Bíblia!
May 25th, 2009 às 3:57 pm
leonmarti Desse:
o livro não me “surpreendeu”, não digo q tem q se best seller, começando pela tradução dele é uma “bosta”. e Outra o que tiro de interessante dele é de como ele representa a santissima trindade meio que desmistificando, e utliznado a questão de significados em cada um dos eprsonagens.
Retirando aquela coisa de Deus se um cara sério, sendo q ele é nosso melhor amigo. Isso que achei mto interessante do livro.
Como ele aborda o sofrimento… ahh ler C.S.Lewis em “o problema do sofrimento” e ” anatomia de uma dor”. É mto mais interessante.
Cabe também a cada um a saber e ter raciocínio e sabedoria, para reter o que de válido tem no livro e não ter nele como O livro.
Ester e Marcos, quando ele apresenta, em forma humanas, a questão é a linguagem metafórica e para q as pessoas possam assimilar certos conceitos e significados.
May 25th, 2009 às 4:43 pm
Ester Desse:
poxa, depois que eu me tornei mãe, passei a entender muito mais a Deus, e o seu jeito de agir..
Deus é Pai, e isso é bem assimilável, não?
May 25th, 2009 às 4:54 pm
leonmarti Desse:
exatamente, é nesse significado do amor de mãe para um filho que ele utiliza a figura materna de Deus ( a questão que eu falo é pra ter olhos não em Deus como humano ) mais no siginificado para fácil compreensão dos leitores.
Deus é mto mais que o amor de mãe, toda mãe que ama seu filho, independentemente o que ele possa fazer a mãe continuará amar ele. E Deus age assim.
Jesus utilizando camisa branca, e calça jeans é no sentido da simplicidade de jesus.
May 25th, 2009 às 5:15 pm
IZABELA Desse:
Creio que o autor de A Cabana simplificou um pouco as coisas, e por isso o fato de vermos um pouco de erros, mas temos qeu olhar com um olho critico e outro cristão e vamos ver que no final esse livro é um instrumento evangelistico, mesmo com a simplicidade de resumir o evangelho!
Creio que a leitura do Surpreendido pela Esperança, deve acrescentar muito nessa visão de Cristo e DEUS!
May 25th, 2009 às 5:59 pm
Rafael Faria Desse:
demorou pra sair uma critica séria desse livro.
May 25th, 2009 às 9:06 pm
Renato Wong Desse:
concordo em genero, numero e grau com o autor do artigo; mas não acredito que William Young, ao escrever seu livro não pensava em apresentar o evangelho de forma completa e profunda; Afinal é um romance e não um livro de teologia que ele escreveu sem imaginar que seria um best-seller! Portanto acredito que o livro A Cabana está bom do jeito que está, simples, fácil de ler e cumprindo seus objetivos de um ótimo romance.
May 25th, 2009 às 9:23 pm
Renatchenha Telha Desse:
Reading: ““A Cabana” precisa de N. T. Wright « SOLOMON” (http://twitthis.com/wlrunv)
May 26th, 2009 às 12:07 am
Gustavo Desse:
Afinal, o autor errou a simplificar Deus em homem? Seria isso pecado? Eu discuto isso com minha namorada todos os dias, mas nós nunca chegamos a uma conclusão. Espero uma resposta até hoje, o autor errou ao simplificar Deus ou não? (de acordo com a bíblia é claro)
May 26th, 2009 às 12:30 am
Daniel Desse:
N.T. Wright – Vida Após Vida Após a Morte
http://danieldliver.blogspot.com/2009/05/nt-wright-vida-apos-vida-apos-morte.html
May 26th, 2009 às 12:43 am
Marcos Desse:
Leon e demais, quando a Bíblia nos proíbe de termos qualquer forma de imagem de Deus, isso inclui qualquer representação ilustrativa e escultural de Deus. Os egípcios misturavam animais com humanos e os gregos também. Sob esse aspecto, A CABANA, está em desacordo com a Bíblia.
Próximo da página 150 (estou sem o livro aqui), Jesus é apresentado como o melhor caminho para Deus. Jesus Cristo não é o melhor, ele é o ÚNICO caminho para Deus. Além disso, Young, no livro todo, coloca as experiências pessoas e místicas acima da revelação das Sagradas Escrituras. Mark conseguiu “entender” a Deus numa experiência e chega à conclusão que tudo que aprendeu na vida sobre Deus nada valia.
Até mais, Marcos.
May 26th, 2009 às 10:44 am
Dani Sampaio Desse:
ah meu, acho que a intenção do cara que escreveu foi boa, se alguém for louco de levar mais a sério “A Cabana” do que a própria Biblia, paciência.
May 26th, 2009 às 2:08 pm
Rod Desse:
Fazendo um paralelo ao texto acima, as pessoas se esquecem de qual foi o contexto do autor para escrever o Livro “A Cabana”. E isso faz TODA a diferença quando você o lê!
Realmente dois ótimos livros. E “A Cabana” acho até mais relevante porque abre pra conversas sobre o Amor de Cristo.
Só nessa semana aqui na faculdade ja parei pra conversar sobre Cristo com pelo menos 3 pessoas por causa desse livro.
E o mais interessante é que quem não é evangélico, entende que o livro é uma ficção e não mais um evangelho.
May 27th, 2009 às 8:41 pm
Northon Desse:
Gostei muito do livro e vi com pesar as críticas do Driscoll, pois pelo conteúdo das mesmas, certamente ele não leu o livro, seria fácil pegar pontos isolados das próprias pregações do Driscoll, tirar do contexto e tecer críticas sobre. Falar que é idolatria forçou… por exemplo, na mensagem do driscoll entitulada “Deus pode me julgar” ele fala que todos recebem o que querem, menos os cristãos, porém a bíblia diz que a lei da semeadura e da colheita é universal, logo, Mark disse uma heresia. Viram como é fácil ?
May 28th, 2009 às 10:04 am
Marcos Desse:
Algumas heresias levantadas pelo Pr Paulo Romeiro…
1. Hostilidade ao cristianismo
“As orações e os hinos dos domingos não serviam mais, se é que já haviam servido… A espiritualidade do Claustro não parecia mudar nada na vida das pessoas que ele conhecia… Mack estava farto de Deus e da religião…” (p. 59). “Nada do que estudara na escola dominical da igreja estava ajudando. Sentia-se subitamente sem palavras e todas as suas perguntas pareciam tê-lo abandonado” (81).
2. Experiência acima da revelação
As soluções para os probemas da vida surgem de experiência extrabíblicas e não da Palavra de Deus. As alegadas revelações da “Trindade” são a base de todo o enredo do livro. Mesmo fazendo alusões às verdades bíblicas, elas não são a base autoritativa da mensagem.
3. A rejeição de Sola Scriptura
A Cabana rejeita a autoridade da Bíblia como o único instrumento para decidir as questões de fé e prática. Para ouvir Deus, Mack é convidado a ouvir Deus numa cabana através de experiências e não através da leitura e meditação da Bíblia Sagrada.
4. Uma visão antibíblica da natureza e triunidade de Deus
Além de errar sobre a Bíblia, A Cabana apresenta uma visão distorcida sobre a Trindade. Deus aparece como três pessoas separadas, o que pode ser chamado de triteísmo.
5. A punição do pecado
O livro apregoa que Deus não castiga os pecados: “Mas o Deus que me ensinaram derramou grandes doses de fúria, mandou o dilúvio e lançou pessoas num lago de fogo. — Mack podia sentir sua raiva profunda emergindo de novo, fazendo brotar as perguntas, e se chateou um pouco com sua falta de controle.
Mas perguntou mesmo assim: — Honestamente, você não gosta de castigar aqueles que a desapontam”? Diante disso, Papai interrompeu suas ocupações e virou-se para Mack. Ele pôde ver uma tristeza profunda nos olhos dela.
— Não sou quem você pensa, Mackenzie. Não preciso castigar as pessoas pelos pecados. O pecado é o próprio castigo, pois devora as pessoas por dentro. Meu objetivo não é castigar. Minha alegria é curar. — Não entendo…”
May 29th, 2009 às 8:00 pm
Marcos Desse:
No site da Igreja Cristã da Trindade tem o texto todo disponível com mais levantamentos apontados pelo Pr Paulo Romeiro.
http://www.ictrindade.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=172&sg=60&id=349
Até mais, Marcos.
May 29th, 2009 às 8:04 pm
Bruna Desse:
A, com certeza é um livro polêmico. O que a galera esquece é q é ficção cristã. Ganhei o lv e comecei a ler! Conconrdo com a Ultimato! Ainda qro ler o outro q ele sugere!
June 2nd, 2009 às 10:28 pm
Renato Vieira Desse:
o livro é a cabana, são momentos preciosos de leitura, mas um dia agente vai embora da cabana.
June 3rd, 2009 às 12:04 am
francieli Desse:
A Trindade é algo complexo para o entendimento. Existe um livro chamado “A Cabana” que tenta explicar sua existência e seu funcionamento. Porém, o faz de uma forma que diminui a Deus, portanto herética. Mark Driscoll explica os erros de “A Cabana”
http://www.youtube.com/watch?v=XBaVvAx03nU
June 16th, 2009 às 1:32 pm
Luíza Desse:
engraçado dizer que o autor da cabana precisa ler outra obra sua.
então quer dizer que agora todos os livros cristãos precisam abordar todas as temáticas religiosas?
são tempos, fases diferentes.
alguns cristãos vivem momentos em que precisam saber da sua individualidade em Deus. outros, precisam ver a fé cristã, o reino de Deus como um todo.
é por isso que existem livros diferentes, para pessoas e tempos diferentes.
mas tb não podemos esquecer que o próprio livro é tratado como FICÇÃO, não como um novíssimo testamento (como já ouvi por aí).
ai! até quando os cristão estarão por aí empanturrados de religiosidade e criticando os fariseus sem sequer tirar a trave de seus olhos?
June 17th, 2009 às 12:39 pm
francieli Desse:
Engraçado …..as pessoas se importam tanto em ler livros saber sobre Deus e quem Ele é… porque não se importam em lerem a biblia que não é um livro de ficção igual ” A CHOUPANA”. Engraçado que os maiores avivalistas como Orlando Boyer, Charles Wesley, George Whitefield,Willian Joseph Seymour,Dwight Lyman Moody,Charles H. Spurgeon, Charles G. Finney não precisaram ficar lendo livrinhos pra descobrir Deus, E.S, Jesus Cristo a fé dels era fundamentada na Biblia e não por isso eram religiosos. Vamos voltar eo Evangellho puro e simples.
June 22nd, 2009 às 9:25 am
Felipe Marques Desse:
Reading: ““A Cabana” precisa de N. T. Wright « SOLOMON” (http://twitthis.com/wlrunv)
June 24th, 2009 às 12:30 pm
Diego Desse:
Se formos realmente analisar tudo teológicamente nos dias de hoje todos estão certos. Todos acham respostas bíblicas pra qualquer coisa, sejam elas boas ou não, infelizmente. A Cabana reforçou alguns pensamentos meus sobre Deus e me fez repensar outros. Tudo depende de quem lê, pra que lê…Olhos críticos sempre incorrem num erro: ser justo e correto ao seu ponto de vista, nem sempre ao ponto de vista de Deus. Não vejo confrontos bíblicos no livro e consigo ver uma nova linguagem eficaz de evangelização. Teologia hoje já deixou de ter “Teo” como centro de seus estudos, portanto, pra mim, nem tudo que é teológicamente certo é certo, nem o teológicamente errado é errado. Leiam A Cabana, ma snão tentem convencer ninguém de que ele é um livro mágico ou um livro herege…Lembre-se: não convencemos ninguém aenteder o que não querem, se vocÊ entendeu que o livro é herege, fez isso por você mesmo e se achou o ´livri uma benção, também o fez por si mesmo. Cada na sua e todo mundo só s econvence do que quer. sem discussões….sempre no amor. Abração pra todos vocês!
OBS: Achei ótimo as opiniões divergirem…mostra que estamos pensando…de várias formas…Ainda não é proibido pensar…
July 2nd, 2009 às 11:41 pm
Guilherme Desse:
O livro é um romance interessante de ler mas absolutamente anti-cristão. Representar Deus como um ser sem controle das ações humanas, que salva pessoas independentemente de Cristo [o trecho em que diz que salva budistas, espíritas e outros] e que não separa volitivamente pessoas para o Bem e para o Mal e sim que se sujeita a elas é, sim, antibíblico e anticristão.
July 3rd, 2009 às 6:27 pm
wenderson fernandes Desse:
Teologicamente estamos dissecando Deus, o Criador de tudo que se vê e a gente acha que podemos explicá-lo com palavras belas, Deus se fez inteligível,(baixou o nível) por pura misericórdia. Um dia entenderemos que Ele é muito mais que tudo o que qualquer homem já escreveu, a Bíblia é a verdade, mas não se compara à grandeza oculta no Senhor de todas as coisas. Deus está sim fartos dos nossos cultos dominicais, se compreendessemos a maravilhosa graça que nos alcançou não desperdiçariamos nosso tempo com ninharias teológicas. O evangelho é simples, a gente que complica pra se passar por eruditos em bíblia. Muitos de nós sabemos mais de teologia do que do carater de Cristo, ele preferiu simplificar, com parábolas que alcançavam a “ralé”. Palavras podem ser distorcidas, o amor não.
July 7th, 2009 às 11:54 pm
Adson oliveira Desse:
Reading: "“A Cabana” precisa de N. T. Wright « SOLOMON" (http://twitthis.com/wlrunv)
August 1st, 2009 às 2:33 am
Jeremias Desse:
Eh muito simplees…
SE você quer aprender mais de Deus vc tem q ler a biblia e nao um livro …ainda mais a cabana… agora este livro é literatura… tem q levar pelo lado poético, ficção mas com uma moral q nem conto de fadas… mas o livro pode muito bem ser usado pra abençoar vidas como tem sido . E não um reformador teológico, cheio de doutrinas e dogmas … é soh um livro galera ..peguem o que é bom!
August 3rd, 2009 às 10:06 am
Victor Desse:
Rapaziada concordo q o livro deve ser interpretado de forma única, somos pessoas diferentes e pensamos tbm de maneira diferent !!
Eu por exemplo gostei muito da imagem de um Deus amigo, companheiro, q está sempre ali do seu lado qando tu precisa, que naum te esqce por mais q vc erre e não aqle Deus durão q muitos jovens da minha idade tem como imagem .
Eu tive essa impressão boa da obra, outra pessoa vai ter uma visão edificante de forma diferente, e assim vai .
Deveríamos deixar de buscar erros e acertos do autor teologicamente falando… e compartilhar tudo aqilo de bom q cada um recebeu !!
Dessa forma edificaríamos uns aos outros, em comunhão … Foi assim que Deus quiz ;
E é assim q o nosso Pai celestial sempre vai querer !!
Abraço pra geral .
August 14th, 2009 às 1:09 am
Karine do Prado Desse:
Faz pouco tempo que ouvi uma série de pregações sobre o livro “A Cabana” com o Pr.Darcy Sborowski (Phd pelo Instituto Biblico Palavra da Vida). Mostra uma série de desvirtuações teológicas do livro. Vale a pena conferir.
http://www.ibvm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=424:a-cabana&catid=24:pastorais
ou
http://www.ibvm.org.br/
August 14th, 2009 às 12:03 pm
let Desse:
tenho o livro, e gostei bastante de ler.
bom, claro que estranhei, pois nunca tinha pensado em Deus daquela forma. uma pessoa divertida, bem-humorada, que se coloca no meu nível…
sabe, o livro é ótimo de se ler, mas não pode ser levado tão a sério… é apenas ficção
‘..’
September 3rd, 2009 às 7:26 pm
Mario Persona Desse:
O livro é ruim, tanto no sentido literário de uma ficção ou alegoria (o autor não é nenhum Bunyan ou C. S. Lewis) quanto no sentido doutrinário. A idéia de alguns de que por ser ficção está perdoado por viajar na maionese não procede. Se alguém escrevesse uma ficção mostrando Jesus como bandido, acaso também estaria ok?
Basta conhecer um pouco a Bíblia para ver que não são apenas declarações inocentes ou de mera ficção, mas afirmações que comprometem a verdade. A princípio achei o livro extremamente irreverente, mas a trombada mesmo ocorreu quando o autor transforma a Trindade em pessoas visíveis, quando sabemos que na realidade apenas o Filho de Deus se tornou visível na encarnação. Jo 1:18: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou”.
É algo extremamente sério dar uma imagem visível a Deus, pois Ele mesmo deixa isso claro em Sua Palavra. 1 Tm 6:16: “Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno”. O próprio Senhor Jesus deixou clara a impossibilidade de enxergarmos o Pai: Jo 6:46: “Não que alguém visse ao Pai, a não ser aquele que é de Deus”. O que podemos conhecer do Pai é o que foi revelado em Jesus, nada mais. Jo 12:45: “E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou”. Cl 1:15: “O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação”.
Alguém pode alegar que por se tratar de ficção, não há problema. Será? Quem pode dizer que não há problema? Acredito que só a pessoa que está sendo representada no livro, e neste caso a Pessoa é Deus, pode dizer se há ou não problema nisso. E Ele deixa claro o que pensa da idéia de ser representado de forma visível: Rm 1:22, 23 “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível”.
Dt 4:15, 16: “Guardai, pois, com diligência as vossas almas, pois nenhuma figura vistes no dia em que o SENHOR, em Horebe, falou convosco do meio do fogo; Para que não vos corrompais, e vos façais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher”
September 8th, 2009 às 2:51 pm
Déborah Desse:
Amados…
“A Cabana” é simplesmente uma revelação maravilhosa da pessoa Deus( Papai, Jesus e Espirito Santo). Não importa o lado teológico…é exatamente esses paradigmas que ele vem quebrar. Quem se apega muito a analisar (teológicamente) e não entende a proposta do livro acaba discutindo coisas sem valor. o que importa é..alguém não cristão terá uma percepção de como é Deus, do amor dele??? SIM? Se sim está ótimo…o livro é perfeito, pois este é o proposito de Deus que o conheçamos e voltemos a ter um relacionamento com ele. Quem liga muito pra interpretações humanassobre qq coisa(teologias) e doutrinas também condenariam Jesus trabalhar no sábado e quebrar a lei de Moisés dada por Deus. Esqueçam tudo e sintam o Cristo vivendo em vós e o espirito é quem trará a interpretação exata! Abandonem seus achismos! Eu amaei o livro..ele é oportunidade de falar de Deus por causa dele..e to amndando todo mundo ler..pq é uma ótima revelação de quem é Deus de fato!
Deus os abençõe =D
September 25th, 2009 às 2:40 pm
Déborah Desse:
l “A Cabana” é simplesmente uma revelação maravilhosa da pessoa Deus( Papai, Jesus e Espirito Santo). Não importa o lado teológico…é exatamente esses paradigmas que ele vem quebrar. Quem se apega muito a analisar (teológicamente) e não entende a proposta do livro acaba discutindo coisas sem valor. o que importa é..alguém não cristão terá uma percepção de como é Deus, do amor dele??? SIM? Se sim está ótimo…o livro é perfeito, pois este é o proposito de Deus que o conheçamos e voltemos a ter um relacionamento com ele. Quem liga muito pra interpretações humanassobre qq coisa(teologias) e doutrinas também condenariam Jesus trabalhar no sábado e quebrar a lei de Moisés dada por Deus. Esqueçam tudo e sintam o Cristo vivendo em vós e o espirito é quem trará a interpretação exata! Abandonem seus achismos! Eu amaei o livro..ele é oportunidade de falar de Deus por causa dele..e to amndando todo mundo ler..pq é uma ótima revelação de quem é Deus de fato!l Deus os abençõe =D
September 25th, 2009 às 2:50 pm
Aline Desse:
Gente, quanta polêmica!
Acabei de ler A Cabana e achei espetacular!
A Bíblia é nosso manual de instruções. Não há o que questionar. E não vejo porque o livro não possa ser uma benção. Não concordo com o Marcos e o pr. Paulo.
Por exemplo, muitas vezes nas igrejas, existem tantos ritos e orações ladainhas que fogem do centro do evangelho. A religião hoje em dia, não vale nada! As pessoas se acomodam à ela e intimidade com Jesus, e sede de pregar o evangelho, nada!
Gostei muito do livro, é uma ficção muito interessante e creio que acrescenta muito à vida daqueles que tem discernimento e coração plenos em Jesus.
October 6th, 2009 às 2:16 pm
Paulo Linhares Desse:
Não vou e nem acho que alguém aqui deveria discutir a religiosidade deste livro. É FICÇÃO e se tem alguém aí com problemas para entender o que significa esta palavra quer dizer que não será capaz de compreender muito menos o que diz a Bíblia. Procure um dicionário e aprenda o significado de FICÇÃO! Sou Cristão por que creio em Cristo. Sou Monoteísta por que creio em um Deus único. Se eu não Cresse em um Deus único eu seria monoteísta e se não cresse em Cristo seria qualquer religião, menos Cristão.
November 19th, 2009 às 3:35 pm
Paulo Linhares Desse:
Ser Cristão é ser adepto ao Cristianismo independentemente de ser Católico Apostólico Romano, Católico Ortodoxo, ou Protestante. Não interessa a sua religião ou o que ela te faz crer ou como ela te faz pensar o que ou como é Deus. A Bíblia é a “nossa” palavra viva e é nela que os Cristão encontram a "SUA VERDADE" e não a dos Budistas, Muçulmanos, Judeus, etc. Cada um tem a sua palavra sagrada e o seu deus sagrado! Assim como um seguidor de outra crença jamais te convencerá que a dele é a certa, você também jamais o convencerá de que a sua pode ser a certa!
November 19th, 2009 às 3:35 pm
Paulo Linhares Desse:
A Paz no mundo começa onde todos respeitam cada um a crença do próximo e não quando perde tempo utilizando um blog, criado para discutir um livro, para determinar o que é certo ou errado sobre Deus. Deus…o "nosso" Deus…aquele do qual somente "nós" Cristãos cremos nos deu a vida e o livre arbítrio. Não sabe o significado de "arbítrio"? Procure no dicionário! Não discuta a fé alheia por que nem a sua é perfeita! Deus pode nos avaliar mediante nossos pensamentos, nossas palavras, nossos atos e nossas omissões. Pobres de nós se Ele nos avaliasse usando tão somente os PENSAMENTOS! Pobres de nós! Escreva aqui, imbecil moralista se você tem coragem…diga que você JAMAIS pecou em seus pensamentos! A história de "A Cabana" para quem não sabe ler ou não consegue interpretar o que lê é tão somente uma história escrita pelo amigo de um homem que nem mesmo sabe ao certo se sonhou. Se eu quiser crer que uma pedra se moverá, está é a MINHA crença e, ninguém terá o direito de me criticar.
November 19th, 2009 às 3:36 pm
Paulo Linhares Desse:
Quando o "nosso Deus" fala que devemos morrer para renascer em Cristo, Ele quis dizer que devemos morrer para os nossos atuais pensamentos, palavras, atos e omissões. Devemos abandonar isto e viver o que pregou o Cristo. Em nenhum momento foi dito que devemos morrer para renascer. Devemos morrer para nossas mesquinharias e idiotices. Faça o bem e o resto Deus proverá! É muito fácil colar um adesivo no carro dizendo “Deus é Fiel”. Que Deus é fiel todos sabemos. Você tem peito de colar um adesivo dizendo “Eu sou fiel a Deus”? Existe um provérbio chinês muito antigo (ah, mas você não vai achar que vale a pena ler por que os chineses não são cristãos, não é mesmo?): “Antes de querer melhorar o mundo, dê três voltas em torno da sua casa e encontrará muita coisa a ser feita”.
November 19th, 2009 às 3:36 pm
Paulo Linhares Desse:
Quanto aos meus comentários, por gentileza leia em ordem decrescente. Era grande demais, tive que particionar e não ficaram com a ordem pela qual escrevi. Obrigado
November 20th, 2009 às 11:53 pm
WIlson Desse:
Caro Victor,
concordo parcialmente com o que você diz, porém acredito que se não existir uma análise teológica adequada daquilo que se está lendo, como será possível "aquilo que é bom"???
Uma coisa só pode ser boa se for teológicamente correta. Não concorda???
December 16th, 2009 às 6:20 pm
edna Desse:
O que sabemos de Deus? Como sabe se ele é visível ou invisível. Se Deus é o Criador, se fomos criados a sua imagem e semelhança, porque não pode se tornar visível como a imagem que criou para sua criação? Já fez alguma coisa que realmente te desse o mérito de saber sobre Deus? O que somos senão um monte de almas ignorantes que tentamos entender as coisas por nossa própia visão e valores de mundo. Quem é Deus? O que é o infinito? O que é a eternidade para quem só conhece a vida e a morte?
February 2nd, 2010 às 1:40 pm