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	<title>SOLOMON &#187; Música</title>
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	<description>Uma revista que mostra como a Espiritualidade anda com a Cultura. www.solomon1.com é uma revista que informa sobre a cultura relevante cristã: musica, politica, justiça social, entrevistas, livros, resenhas, filmes, musica ao vivo, histórias, temas emergentes, igreja emergente, igreja organica.</description>
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		<title>Whatever May Be</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 14:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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Baixe e escute a musica de 12 vocal por aqui





		
		
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<p><a href="http://www.myspace.com/gilmorelucassen"><img class="dtse-img dtse-post-3040" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/05/Gilmore.png" alt="" title="Gilmore" width="500" height="500" class="alignnone size-full wp-image-3041" /></a></p>




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		<title>Palavrantiga: arte sem rótulo cristão</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 15:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[
Luzes no palco, rock em alto volume e uma multidão de braços erguidos, em balanço sincronizado e sorriso aberto. No microfone ao centro, um jovem barbudo de cabelos cacheados empunha uma guitarra, cambaleia pelas melodias como um equilibrista bêbado, enquanto outros três amigos guiam com segurança o ritmo que faz bater o pé dos ouvintes [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://solomon1.com/a/2010/26/palavrantiga-arte-sem-rotulo-cristao/&amp;shorturl=http://bit.ly/97crw5&amp;title=Palavrantiga%3A+arte+sem+r%C3%B3tulo+crist%C3%A3o&amp;theme=blue&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/03/palavrantiga.jpg"><img class="dtse-img dtse-post-2858" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/03/palavrantiga.jpg" alt="" title="palavrantiga" width="325" height="270" class="alignleft size-full wp-image-2868" /></a>Luzes no palco, rock em alto volume e uma multidão de braços erguidos, em balanço sincronizado e sorriso aberto. No microfone ao centro, um jovem barbudo de cabelos cacheados empunha uma guitarra, cambaleia pelas melodias como um equilibrista bêbado, enquanto outros três amigos guiam com segurança o ritmo que faz bater o pé dos ouvintes mais contidos.<span id="more-2858"></span></p>
<p>As camisetas estampam mensagens de atitude, denunciam a fé e o vigor juvenil dos integrantes do <strong><a href="http://www.myspace.com/palavrantiga">Palavrantiga</a></strong>. &#8220;Feito de barro&#8221;, exibe discretamente no peito o vocalista Marcos Almeida, enquanto espalha sua feliz mensagem de esperança em melodias melancólicas. É noite de sexta-feira e, ao meu lado, centenas de homens e mulheres acompanham cada verso a plenos pulmões.</p>
<p>A cena toda ocorre dentro da igreja Missão Praia da Costa, em Vila Velha (ES). Ao fim do espetáculo &#8211; que em nenhum momento deixa de parecer um culto &#8211; me identifico, conheço de perto os integrantes da banda, sou lembrado pela sincera crítica feita ao disco &#8211; da qual pude me explicar mais tarde -, e combinamos um almoço para o dia seguinte. Cantarolando as músicas novas que embalaram a noite, volto para casa e espero o horário marcado.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hAPi-jTgM7U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/hAPi-jTgM7U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Arte cristã?</strong></p>
<p>Mineiros e capixabas estão reunidos em uma longa mesa e, entre um pedaço e outro de picanha, começo a entender um pouco mais da cosmovisão &#8211; termo frequente no vocabulário de Marcos &#8211; que rege as letras da banda. Depois de algumas horas compartilhando experiências, sou informado que o Palavra &#8211; nome carinhoso com o qual se referem ao grupo &#8211; foi convidado para abrir um dos shows do E.M.I.C.I.D.A em São Paulo.</p>
<p>O rapper brasileiro, emergente na cena do hip hop, recentemente foi pauta de grandes revistas nacionais (veja ótima entrevista concedida a Pedro Alexandre Sanchez para a Bravo! aqui). &#8220;Dizem que os caras da Rolling Stone vão estar lá. Já pensou, cara?&#8221;, sonha o vocalista. Na rápida conversa que sucede a novidade, fica evidente o feito alcançado pela banda: mais uma vez, romperam o circuito cristão e alcançaram notoriedade além do rótulo que os persegue.</p>
<p>Por sinal, rótulo este rejeitado com veemência. &#8220;Quem acompanha o Palavrantiga não está desenganado a respeito da gente. Primeiro que a gente não é uma banda com fins religiosos. Todo mundo sabe disso. Alguns chamam a gente de gospel, outros de cristãos, mas a gente nunca denominou o Palavrantiga com estes termos. Isto é coisa que outros estão dizendo a respeito da gente. A gente enxerga o mundo de forma muito mais simples, embora outros possam enxergar de forma complicada&#8221;, justifica Marcos.</p>
<p><em>&#8220;Tem muita gente ganhando mídia, palanque e espaço na internet, nas novas mídias, batendo no meio evangélico mas sem propor ou criar um novo pensamento. Não se propõe nada, o máximo que tentam é chamarem a si mesmos de criativos, inteligentes. Aí eu pergunto: &#8216;mas o que você propôs, brother? Você ainda faz divisão do mundo em sacro e profano, só é um pouquinho mais sofisticado, usando um vocabulário diferente&#8217;&#8221; (Marcos)</em></p>
<p>Este &#8220;enxergar de forma complicada&#8221;, citado pelo vocalista, se estende à igreja, aos meios de comunicação e, por que não?, aos artistas cristãos. &#8220;O que valida, fundamenta, justifica o fato de fazer música? Se for outra coisa a não ser arte, você a está subjugando a outra esfera, que talvez pode diminuí-la. O que algumas pessoas fazem é se esconder dentro de um argumento eclesiológico, um argumento da esfera <del datetime="2010-03-26T14:16:36+00:00">epísitica</del> pística, [<em>para entender mais sobre o conceito, <a href="http://pensarigor.blogspot.com/2010/02/eleicoes-se-posicionando-parte-ii.html">leia aqui</a>, por indicação de Marcos</em>] religiosa, pra validar seu trabalho de artista, sendo que são esferas interdependentes&#8221;, explica.</p>
<p><strong>Unção x Qualidade</strong></p>
<p>Almoço terminado, seguimos para mais uma rodada de perguntas, desta vez, na casa do baterista Lucas Fonseca. Acomodados na sala, conversamos mais um pouco sobre os rumos da música cristã. Ponho em xeque a postura de alguns artistas, que insistem em comercializar músicas rasas sob o pretexto de serem &#8220;cheios de unção&#8221; &#8211; parâmetro imprescindível, tendo em vista que todo cristão possui o Espírito Santo como guia. Marcos responde.</p>
<p><em>&#8220;Não é porque você tem fé que a sua canção é válida. Pode fazer uma canção que é uma porcaria, horrível. Existe o belo e o feio. E tem gente que pode fazer uma canção feia e ter unção. Entendeu? Mas aí é o seguinte: o que você vai estar avaliando quando o brother está compartilhando a música dele? No contexto religioso, da igreja, o importante ainda é a mensagem, a unção, porque a igreja ainda não criou um espaço para apreciar&#8221;</em>, resume.</p>
<blockquote><p><strong>Você sabia?</strong></p>
<ul>
<li>Os integrantes se conheceram enquanto faziam turnê como banda de apoio de Heloísa Rosa, conhecida por ministrar com David Quinlan</li>
<li>Marcos, que era tecladista de Heloísa, se juntou a Lucas, Felipe e Josias apenas em 2008 como Palavrantiga</li>
<li>Neste curte período, o Palavrantiga foi convidado pelo tecladista do Skank, Henrique Portugal, para tocar em eventos de bandas alternativas</li>
<li>O grupo é um dos destaques do Oi Novo Som!, projeto da Oi FM para divulgar novas bandas brasileiras</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Fora da igreja, porém, se faz necessário abrir espaço para a apreciação, concordam os integrantes da banda. Lucas defende o fim da &#8220;poda artística&#8221; dentro das igrejas, ambientes onde a expressão deve sempre estar vinculada à devoção. O baterista hierarquiza três pontos que considera fundamentais para a boa arte, citando um crítico holandês [<del datetime="2010-03-26T14:16:36+00:00">não consegui encontrar mais referências na internet</del>], Rookmaker. &#8220;Primeiro, a qualidade dela [da arte], a técnica; segundo, se ela tinha uma verdade, se não era uma coisa reducionista, distorcida; e terceiro, a integralidade da arte. São três pontos que o cara sempre falava: &#8216;nem toda a arte cristã tem isso, e muita coisa do meio tradicional artístico se encaixa nestes pontos&#8217;&#8221;, lembra. [<em>A banda sugeriu o áudio de uma palestra de Rodolfo Amorim, na qual disserta sobre o crítico holandês. <a href="http://ia311338.us.archive.org/1/items/PalestrasLabriJunho/HansRookmaker-umaIntroduo_64kb.mp3">Ouça aqui</a></em>]</p>
<p><strong>Igreja</strong></p>
<p>Para Marcos Almeida, a discussão envolvendo rótulos, qualidade e unção tem sido feita no ambiente errado. A igreja, segundo classifica, continua sendo o lugar para apenas &#8220;acolher pessoas e ensinar o evangelho&#8221;. Torná-la um ambiente para debates, diluindo sua função principal, &#8220;é dar à esfera pística, uma coisa que não é da alçada dela&#8221;, lamenta.</p>
<p>Em meio à profundidade dos temas discutidos, é inevitável não perceber quão bem embasados estão todos os membros do Palavrantiga. Parte disso, deve-se à biblioteca transportada durante as viagens da mini-turnê. Ao invés de discos e música em alto volume &#8211; como vemos nos filmes -, livros e silêncio estão por toda a parte. Obras de CS Lewis, John Stott, e outros que não consegui discernir (por culpa do inglês com sotaque mineiro do vocalista) deixam para trás o esteriótipo de que bandas de rock e literatura não combinam.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yZlsw8uveEw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/yZlsw8uveEw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Música nova: trilhando caminhos Folk</p>
<p>Dentre as influências brasileiras, estão os autores Guilherme de Carvalho e Rodolfo Amorim, referidos como amigos. Crítico confesso do modo de confissão artística praticado no país, Marcos vai de encontro à postura dos cristãos. &#8220;[O crente] Precisa ler coisas diferentes. Poderiam existir associações artísticas que não necessariamente precisariam de um aval ou investimento do pastor. O que impede artistas cristãos de se reunirem, ter a ideia de construir um café, uma livraria?&#8221;, sugere o vocalista.</p>
<p>&#8220;Mas se você tirar o consumo de dentro da liturgia do culto, eliminar este conceito de que, ao comprar um disco, abençoa o ministério de fulano, a estratégia funcionaria?&#8221;, questiono. &#8220;Não&#8221;, rebate instantaneamente Marcos. &#8220;Teria que mudar a visão de mundo e isso é um processo cultural. Talvez, o que estamos debatendo aqui só nossos filhos vão ter a tranquilidade de realizar&#8221;, lamenta o artista, pela primeira vez, refém das mentes que não pôde mudar com seus questionamentos em forma de música.</p>
<p><strong><a href="http://blog.rafaelporto.com/2010/02/palavrantiga-arte-sem-rotulo-cristao.html">Rafael Porto</a></strong></p>




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		<title>Conheça a história de David Bazan ex-Pedro the Lion</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 16:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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Pedro the Lion foi uma banda de indie rock formada em 1995 em Seattle, por David Bazan. Indie rock cristão? Bem, David Bazan é certamente &#8220;devoto&#8221;, mas não prega em suas canções uma vida limpa ou dedicada a Jesus, ele tem uma relação com a fé que é honesta e realista. 
David Bazan foi o [...]]]></description>
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<p>Pedro the Lion foi uma banda de indie rock formada em 1995 em Seattle, por David Bazan. Indie rock cristão? Bem, David Bazan é certamente &#8220;devoto&#8221;, mas não prega em suas canções uma vida limpa ou dedicada a Jesus, ele tem uma relação com a fé que é honesta e realista. <span id="more-2504"></span></p>
<p>David Bazan foi o terceiro líder de louvor da Igreja da Mars Hill do Mark Driscoll só tocava quando não estava viajando com sua banda a Pedro the Lion, imagina a cena? Você vai numa igreja e ve o vocal de uma das bandas indies mais relevantes do mundo tocando dentro daquela igreja.</p>
<p>Ao longo da carreira, a banda mudou muitas vezes sua formação, mas Bazan permaneceu o músico principal, cantando e tocando todos os instrumentos durante os dois primeiros ábuns, It&#8217;s Hard to Find a Friend (1998) e Winners Never Quit (2000), contando somente com Casey Foubert (parceiro fiel) no baixo, percussão e teclados. A banda teve seu fim em 2005, apartir dai Bazan resolveu reunir seus projetos (Pedro The Lion, David Bazan e Headphones) tocando todos sob seu próprio nome. </p>
<p>O nome Pedro the Lion foi inspirado num possível personagem para uma história infantil. Não espere, portanto, encontrar complicações nas músicas e nas letras do melancólico David Bazan, único membro fixo da banda. Ele usa o rock alternativo dos anos 90 como base para suas confissões, que, apesar do potencial para render grandes dramas, são contadas com a simplicidade de uma fábula. It’s Hard to Find a Friend, lançado pela Made in Mexico em 1998, é o primeiro disco do Pedro The Lion – depois vieram mais cinco, até que Bazan resolveu usar seu próprio nome.</p>
<p>Não existe função definida no mundo da independência, sobretudo na música. Vale de tudo para gravar e divulgar o trabalho. O artista, além de compor, muitas vezes tem de tocar vários instrumentos. Nos shows, tudo vai à base da camaradagem. Amigos e técnicos de estúdio são os músicos convidados. Claro que não é regra, mas está longe de ser a exceção. Que o diga David Bazan, um dos nomes mais queridos da atual cena rocker de Seattle, nos Estados Unidos &#8211; terra de bandas barulhentas como Nirvana, Alice in Chains e Soundgarden. Bazan segue uma outra linha, mais acústica, com pianos pontuando boa parte das canções de Curse your branches, sua estreia solo.</p>
<p>Fundador das bandas indie Pedro The Lion e Headphones &#8211; que sacudiram a cena underground norte-americana na metade dos anos 1990 -, David Bazan sempre levantou a bandeira da independência. Compôs todas as canções dos projetos e registrava previamente os instrumentos para ensaiar. Com o Pedro The Lion gravou quatro álbums: It´s hard to find a friend (1998), Winners never quit (1998), Control (2002) e Achilles heel (2006), além de vários singles e EPs. Com a segunda banda, lançou apenas um disco.</p>
<p>De formação cristã, Bazan escrevia canções positivas, para cima. De seu mundo, em algum subsolo de Seattle, ele via as mudanças do mundo real &#8211; inclusive as dele próprio. Decidiu, então, largar os dois projetos e seguir a vida, desta vez como um trovador. Isso foi em 2006, quando saiu em turnê pelos Estados Unidos, com músicos convidados, pela primeira vez em uma década. Entre eles, o parceiro de anos no Pedro The Lion, TW Walsh. Nesse período, gravou o EP Fewer moving parts.</p>
<p>Lançado em setembro, Curse your branches é recheado de piano, órgãos, violão e uma certa melancolia. O disco tem letras em que o cantor expõe sua vida, questiona os valores materiais e religiosos. O problema com a bebida também esta lá. &#8220;Eu beijei a testa da minha filha e fiz cócegas na sua barriguinha. Olhando no espelho escuro, pensei se em breve ela não terá nojo do meu cheiro de bebida, como sua mãe tinha. Isso me fez ser um homem melhor, depois de mais uma bebida&#8221;, ele canta em Bless this mess. É como se dissesse: &#8220;Sai pra lá, hipocrisia&#8221;. Outro destaque do disco é Hard to be, primeira canção de Curse your branches. Perfeita para um dia de chuva: &#8220;É difícil ser um homem decente. Espere um minuto, você me explica para eu acreditar&#8221;.</p>
<p>Curse your branches saiu pelo selo independente Barsuk, casa de artistas como Death Cab For Cutie, John Vanderslice, Rilo Kiley, Chris Walla e Aqueduct, nomes emblemáticos da cena alternativa atual. Gravado no estúdio localizado no subsolo da sua casa, em Seattle, o álbum confirma a evolução do cantor, cuja voz grave fica no meio termo entre esperança e melancolia. Por se tratar de um material bem mais elaborado, David Bazan contou com a participação de vários músicos no CD, com excelente produção de TW Walsh. Outras belas canções da bolachinha &#8211; que também pode ser encontrada em LP no site do cantor &#8211; são Please, baby, please; Harmless sparks; Lost my shape; e In stitches.</p>
<p>Merchandising<br />
A estreia de David Bazan foi bem aceita pelo público underground norte-americano. Mas, para sair em turnê, ele lançou uma estratégia de marketing. Trata-se de um pacote contendo camiseta, CD e o DVD Alone at the microphone, com o seguinte slogan: &#8220;Eu ajudei Bazan a comprar uma van&#8221;. Quem adquirisse o material, levava um comprovante para ganhar descontos em seu merchandising nos shows. A atitude, inclusive, faz lembrar a dos flyers que circulavam em correspondências e shows na cena underground nos anos 1990.</p>
<p><strong>DAVID BAZAN</strong><br />
Conheça o cantor em <a href="http://www.davidbazan.com">www.davidbazan.com</a> ou <a href="http://www.myspace.com/davidbazan">www.myspace.com/davidbazan</a>. O músico lançou Curse your branches pelo selo norte-americano Barsuk (<a href="www.barsuk.com">www.barsuk.com</a>).</p>
<p>Via <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/11/13/diversaoearte,i=154443/FUNDADOR+DAS+BANDAS+PEDRO+THE+LION+E+HEADPHONES+DAVID+BAZAN+LANCA+CURSE+YOUR+BRANCHES+SEU+PRIMEIRO+DISCO+SOLO.shtml">1</a> <a href="http://musiqueindieegeste.blogspot.com/2009/06/pedro-lion.html">2</a> <a href="http://lastsplash.wordpress.com/2009/07/14/pedro-the-lion-its-hard-to-find-a-friend/">3</a></p>
<p>Dica de  Augusto<br />
<a href="http://solomon1.com/a/quero-escrever-no-solomon/">Via quer escrever no Solomon?</a></p>




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		<title>Eminência Parda / Mano Brown</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 12:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>
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Mano Brown se diz mudado, apesar de também afirmar que continua o mesmo. Entre a família, o rap, os amigos e os negócios, um dos artistas mais importantes dos nossos dias quer deixar de ser um refém da imagem que ele mesmo ajudou a disseminar.
&#8220;Ô zica, a fita é a seguinte: entra na praça à [...]]]></description>
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<p>Mano Brown se diz mudado, apesar de também afirmar que continua o mesmo. Entre a família, o rap, os amigos e os negócios, um dos artistas mais importantes dos nossos dias quer deixar de ser um refém da imagem que ele mesmo ajudou a disseminar.<span id="more-2298"></span></p>
<p>&#8220;Ô zica, a fita é a seguinte: entra na praça à direita, depois pega a primeira à esquerda e, por último, à direita de novo. Tem de fazer um &#8216;Z&#8217;. Vamos decidir a parada hoje. Qualquer coisa, me liga.&#8221; O roteiro chega pelo celular. É noite abafada, começo de novembro, quando deixo a porta da Escola de Samba Pérola Negra, na Vila Madalena, em São Paulo, reduto contemporâneo da boemia paulistana, rumo a um bairro vizinho. Da outra ponta da linha chega mais uma senha: &#8220;É pique rua de periferia, tem casinhas humildes&#8221;. Nos quase dez minutos para percorrer as ruas da área oeste de São Paulo, um flashback: a conversa cara a cara prestes a começar, na verdade, era o desfecho de um debate iniciado três anos antes.</p>
<p>Ao apontar na &#8220;rua estilo periferia&#8221;, encravada no bairro classe média, ninguém à espera. Chamo ao telefone e, em segundos, percebo pelo retrovisor surgir alguém vestido com uma camisa Adidas vermelha da seleção da Turquia, nº 17 às costas, calça jeans e tênis Nike. Sorrisão na cara, cabelo raspado, com um risco à la Mike Tyson, o homem pardo à porta é Pedro Paulo Soares Pereira, um dos mais intrigantes e importantes artistas da música brasileira ao longo das últimas duas décadas, dono de versos cujos ecos estão impregnados em todo o Brasil. O aperto de mãos é acompanhado do cumprimento com origem no candomblé, ombro a ombro. Pedro Paulo convida para entrar na casa dos seus amigos, onde ouve um som.</p>
<p>A voz de Jorge, então somente Ben, domina o ambiente. Vem de um computador. Ele canta &#8220;Lorraine&#8221; acompanhado de Tim Maia na gravação de um show em 1981. Pedro Paulo vibra, mas os acompanha discretamente. &#8220;Os dois são referências pra mim&#8221;, reverencia. Ele teve o sonho, mas não conseguiu gravar com Tim. Nem com Wilson Simonal, outro ídolo. Mas tem orgulho de já ter dividido o palco com Jorge. Quando a música para, rompo o breve silêncio para perguntar se ele está mesmo decidido a falar e a finalmente aparecer sozinho na capa da Rolling Stone. &#8220;É a hora! Tenho coisas para falar. Querem me ouvir, vou falar.&#8221;</p>
<p>Pedro Paulo se tornará quarentão em abril próximo. &#8220;Estou virando um tiozinho, mano.&#8221; Antes de bater nos quatro ponto zero, ele surpreenderá novamente quem o escuta desde 1988, quando tinha 18 anos e entrou nos ouvidos de muitos brasileiros &#8211; por amor ou por ódio &#8211; com suas rimas. Pedro Paulo é Mano Brown, a mais importante, influente e respeitada personalidade do rap brasileiro, o piloto dos Racionais MC&#8217;s, uma das vozes das periferias do país &#8211; posição rejeitada por ele, mesmo depois de ter guiado o único grupo nacional de rap capaz de vender 1,5 milhão de discos oficialmente no Brasil até hoje (sem contar outros cerca de quatro milhões na conta da pirataria). Mas aquele Mano Brown conhecido pelo Brasil &#8220;estava condenado a virar estátua, sem utilidade&#8221;, como ele mesmo diz, na sua autodefinição.</p>
<p>&#8220;O Racionais parece ter uma cartilha a seguir e não fomos nós que a escrevemos. Foi a opinião pública. Somos reféns das palavras, mas não posso ser refém de nada, nem do rap. Vamos quebrar. Aquele Mano Brown virou sistema viciado, uma estátua óbvia demais. Pergunta tal coisa que ele vai responder tal coisa. Eu estava mapeado e rastreado&#8221;, constata. Para registrar parte desta nova fase, foram quatro encontros e cerca de 15 horas de conversas mantidas ao longo de 11 dias do mês de novembro último, incluindo uma sessão de fotos &#8211; colada em uma outra sessão para ouvir algumas das novas músicas, ainda inéditas. Neste bonde estão o músico com formação clássica e compositor William Magalhães, filho do lendário Oberdan Magalhães, alma da fábrica de samba-soul-funk Banda Black Rio, e o rapper Marcos Dias Carneiro, o Dom Pixote, a quem Brown vez ou outra chama de Fiote. Antes de ter sido assassinado em alguma rua da Babilônia paulistana, o irmão mais velho de Dom Pixote o ensinou a ouvir Racionais. Para Brown, o talento de Pixote no rap é a vingança do irmão de sangue.</p>
<p>Cinco dias após o encontro no lado oeste, Mano Brown chega à casa da veterana fotógrafa inglesa naturalizada brasileira Maureen Bisilliat, no coração dos Jardins, bairro elitizado paulistano. Está a bordo de um Audi A3 preto. No bolso, uma onipresente escova de dentes.</p>
<p>Ele e a dona da casa se admiram. &#8220;Ela tem uma mente mil grau&#8221;, diz. Sempre quando atraca por lá, faz questão de já saltar do carro e ir direto apertar as mãos dos trabalhadores da rua, os manobristas, os seguranças, os porteiros. &#8220;Gente que serve os bacanas&#8221; e gosta de sua música e de seu jeito.</p>
<p>Na cadeira de balanço da sala repleta de fotografias e peças de arte do Xingu, o rapper tenta organizar os pensamentos, milhares e difusos. &#8220;Tenho tanta coisa para falar, meu Deus do céu.&#8221; Está de regata branca, tatuagens à mostra. Do antebraço esquerdo salta um mapa do continente africano. Do braço direito, uma cruz onde se lê &#8220;Provérbios 15-16-17&#8243;. Ele já foi do candomblé e frequentou igrejas evangélicas. Hoje, diz não ter mais credo. Levanta, vai até o cinzeiro, apaga o cigarro. &#8220;Sou contra a religião. Porque virou empresa. Deus está nas pequenas coisas.&#8221; A cruz na pele é a mesma estampada na capa do disco Sobrevivendo no Inferno, marco de 1998.<br />
<a href="http://www.rollingstone.com.br/edicoes/39/textos/mano-brown-eminencia-parda/"><strong><br />
Fonte RS</strong></a></p>




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		<title>&#8216;Sou um crente verdadeiro&#8217;, diz Bob Dylan</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 10:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Dylan]]></category>

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		<description><![CDATA[

Bob Dylan teceu reflexões sobre natais passados, almoços com peru e suas canções natalinas favoritas em uma entrevista rara publicada por uma revista para pessoas sem-teto, publicada nesta quinta-feira (26). O cantor de 68 anos deixou fãs e críticos perplexos com seu novo álbum, &#8220;Christmas in the heart&#8221;, uma coleção de canções tradicionais de Natal [...]]]></description>
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<p>Bob Dylan teceu reflexões sobre natais passados, almoços com peru e suas canções natalinas favoritas em uma entrevista rara publicada por uma revista para pessoas sem-teto, publicada nesta quinta-feira (26).<span id="more-2208"></span> O cantor de 68 anos deixou fãs e críticos perplexos com seu novo álbum, &#8220;Christmas in the heart&#8221;, uma coleção de canções tradicionais de Natal cantadas em sua voz rouca e gutural.</p>
<p>O álbum natalino também reforçou as especulações entre os &#8220;observadores de Dylan&#8221; em torno da religião atual do cantor, se é que ele tem alguma. Entre 1979 e 1981 Dylan foi cristão evangélico e lançou três álbuns de temática religiosa. Ele disse ao entrevistador: &#8220;Sou um crente verdadeiro&#8221;, mas não deu maiores detalhes.</p>
<p> Toda a receita deste novo disco será revertida para organizações de caridade para sem-teto e famintos nos Estados Unidos, Grã-Bretanha e 80 países pobres.</p>
<p>Indagado sobre a razão de ter escolhido essas organizações, Dylan disse ao entrevistador: &#8220;Elas levam a comida diretamente às pessoas. Sem organização militar, sem burocracia, sem tratar com governos.&#8221; </p>
<p>A entrevista exclusiva saiu na revista britânica &#8220;The Big Issue&#8221; e em jornais semelhantes distribuídos nas ruas na América do Norte.</p>
<p>Bob Dylan disse que, embora seja judeu, nunca se sentiu deixado de fora do Natal quando era menino, em Minnesota. Ele recordou &#8220;muita neve, sinos de Natal, pessoas indo de porta em porta cantando canções de Natal, trenós nas ruas, sinos da cidade tocando, peças de teatro sobre o nascimento de Jesus.&#8221;</p>
<p>Dylan falou que, para ele, um bom almoço de Natal tem peru assado com purê de batatas e molho, couve e todos os acompanhamentos tradicionais. As canções do álbum de Natal &#8220;fazem parte de minha vida, assim como as canções folclóricas&#8221;, disse.</p>
<p>Por que o Natal tem as melhores canções? &#8220;Talvez porque o Natal seja algo que existe em todo o mundo e com o qual todo o mundo pode se identificar à sua própria maneira.&#8221; </p>
<p>O lançamento do álbum natalino veio apenas intensificar o enigma de Bob Dylan, além de coroar um ano repleto de acontecimentos para ele.</p>
<p> O músico fez mais de 100 shows na Europa e América do Norte, dentro de sua turnê &#8220;Never Ending&#8221;, e liderou as paradas na Grã-Bretanha e nos EUA com seu álbum &#8220;Together through life.&#8221;</p>
<p>Em julho Dylan foi detido em Nova Jersey quando moradores viram um homem encapuzado perambulando em sua rua debaixo de chuva. O jovem policial chamado não reconheceu o compositor e cantor premiado com o Oscar e o Grammy.<br />
<strong><br />
G1</strong></p>




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		<title>Proibido Pessoas Perfeitas &#8211; Ao vivo</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Danni Distler]]></category>
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Gravação ao vivo com Danni Distler! Baixe aqui




		
		
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<p>Gravação ao vivo com Danni Distler! <a href="http://www.solomonmedia.net/capital/music/Danni%20Distler%20-%20Ao%20Vivo%20no%20Proibido%20Pessoas%20Perfeitas.zip">Baixe aqui</a></p>




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		<title>Solomon Bandas 03 / Copeland</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 02:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Copeland]]></category>

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Uma homenagem a Banda Copeland / Que acabou no dia 29/10




		
		
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<p><a href="http://solomon1.com/a/2009/29/copeland-acaba/">Uma homenagem a Banda Copeland / Que acabou no dia 29/10</a></p>




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		<title>A música na igreja</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2009/30/a-musica-na-igreja/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 20:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Adoração]]></category>
		<category><![CDATA[C.S Lewis]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há duas situações musicais nas quais eu creio que a benção está presente.
Uma delas acontece quando um sacerdote ou organista, ele próprio uma pessoa treinada e de gosto refinado, de forma humilde e carinhosa, sacrifica seus próprios anseios – todos esteticamente corretos – e entrega ao povo uma porção mais humilde e simples, crendo que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Uma delas acontece quando um sacerdote ou organista, ele próprio uma pessoa treinada e de gosto refinado, de forma humilde e carinhosa, sacrifica seus próprios anseios – todos esteticamente corretos – e entrega ao povo uma porção mais humilde e simples, crendo que, assim, conseguirá levá-los para mais perto de Deus.<span id="more-2032"></span></p>
<p>A outra situação ocorre quando outra pessoa, totalmente ignorante em termos musicais e artísticos, ouve humilde e pacientemente uma obra que é incapaz de apreciar por inteiro, crendo que, de alguma forma, ela glorifica a Deus. Caso não edificar aquele ouvinte inculto, ele assume que a falha deve estar nele, e não no executante.</p>
<p>Nem o erudito nem o ignorante devem se desviar desse caminho. A música terá sido um canal da graça para ambos; não a música que os agradou, mas aquela que os desagradou. Ambos sacrificaram e ofereceram seus gostos no mais profundo dos sentidos.</p>
<p>Mas no lado oposto dessas situações, quando o músico se enche de orgulho de suas habilidades ou é contaminado pelo vírus da emulação e olha com desdém para a congregação que não apreciou seu desempenho, ou ainda quando o inculto se fecha em sua ignorância e conservadorismo, olhando, com a hostilidade típica do complexo de inferioridade, para todos aqueles que desejam melhorar seu gosto – aí, então, podemos estar certos de que tudo o que ambos ofereceram não é abençoado, e que o espírito que os motiva não é o Espírito Santo.</p>
<p><strong>C. S. Lewis</strong></p>




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		<title>Copeland acaba!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:08:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan]]></category>
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		<description><![CDATA[

Uma carta enviada aos Fãs via Facebook. Chegamos a uma decisão extremamente difícil. Chegou a hora de acabar com o Copeland e seguir outros caminhos em nossas vidas.  
Carta completa
Nós tivemos que tomar uma decisão muito dificil. Chegou o tempo pararmos com a Copeland e seguirmos outros caminhos em nossas vidas. Nós estmos muito [...]]]></description>
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<p>Uma carta enviada aos <a href="http://www.facebook.com/note.php?note_id=179426462800">Fãs via Facebook. </a>Chegamos a uma decisão extremamente difícil. Chegou a hora de acabar com o Copeland e seguir outros caminhos em nossas vidas. <span id="more-2005"></span> </p>
<p><strong>Carta completa</strong></p>
<p>Nós tivemos que tomar uma decisão muito dificil. Chegou o tempo pararmos com a Copeland e seguirmos outros caminhos em nossas vidas. Nós estmos muito grato de termos a chance de fazer musica pelo tempo que fizemos. Nos últimos 9 anos nós podemos conhecer outras partes do mundo, que nunca sonhavmos que veriamos. Nós dividimos o palco e fizemos amizade com artistas extremamente talentosos. Nós tivemos a oportunidade de gravar 4 discos que estamos extremamente orgulhoso. Acima de tudo nos sentimos honrados pelo carinho do publico pela nossa banda e pela nossa arte. Nós agradecemos todos os ouvintes que permitiram que nossa musica fizesse parte da suas vidas. Nós oferecemos o mais sincero agradecimento para cada individuo que nos deu suporte nessa jornada. Isso impactou profundamente nossas vidas.</p>
<p>Para esclarecer de uma forma mais simples, não garantimos que isso não é uma pausa momentanea. Cada um de nós sentimos que Copeland cumpriu o seu curso nas nossas vidas, e chegou a hora de partirmos para a próxima. Nós não podimos terminar sem um adeus, por isso nós estamos planejando um último Tour nos Estados Unidos na próxima primavera, e tambem ao redor do mundo nos nossos paises favoritos. Nós estamos muito empolgados por ve-los mais uma vez, a esperamos que se torne o melhor Tour da Copeland.<br />
<strong><br />
Tradução: Israel Silva</strong></p>
<p>Ja foi discutido e não estamos descartando a possibilidade de gravarmos mais um disco no futuro. Mas, o Tour dessa primavera sera o nosso último.</p>
<p>Do fundo do nosso coração, agradeçemos a todos que nos amaram e deram suporte.<br />
<strong>Aaron, Bryan, Jon &#038; Stephen</strong></p>




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		<title>U2 faz música com fé sem rótulo de rock cristão</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>

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		<description><![CDATA[

O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos. A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de [...]]]></description>
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<p>O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos. <span id="more-1959"></span>A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de pop star, pária, filho pródigo e proselitista. Porém, ao longo de seus 30 anos de carreira, a espiritualidade do U2 nunca rotulou sua música como rock cristão &#8211; estigma considerado medíocre no circuito comercial da música. O U2 vem mantendo primorosamente tanto seu lado espiritual como seu lado laico &#8211; em proporções que não limitariam seu alcance de público.</p>
<p>Greg Garret, professor da Baylor University e autor do livro “We Get to Carry Each Other: The Gospel According to U2” (Nós temos que nos apoiar: o evangelho segundo o U2), afirma que o rock cristão se tornou uma frase tóxica no pop por uma boa razão: “Temos a arte cristã, onde a arte é menos importante do que seu lado cristão. As crenças do U2 são filtradas em seu trabalho, mas nem por isso essa é a razão principal para que eles façam música”.</p>
<p>A reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church, é quem diz: “Em minha posição episcopal, meu palpite sempre foi de que o moderno e o cristão podem ser compatíveis; e o U2 confirmou isso para mim. São inúmeras as mensagens na mídia de que ser cristão é o mesmo que ser rígido e intolerante, e eis que vem essa banda de rock fazendo perguntas importantes e expressando sua fé”.</p>
<p>Sendo assim, há anos o U2 vem fazendo canções sobre paz, justiça, espiritualidade e mistérios, e sua maneira de fazê-las revela uma inclinação ao que é elevado &#8211; seja o uso de salmos no início de sua carreira até sua visão panorâmica do mundo nos dias de hoje.</p>
<p>É importante ressaltar que o som do U2 tem muito a ver com seu sucesso de longa data. A banda Creed, por exemplo, é incessantemente criticada por fazer música copiada. A música do U2, porém, apesar de constantes mudanças, sempre foi imediatamente identificada como sendo única: seja a voz, os efeitos de guitarra ou a marcha militar da percussão. Como a música de Johnny Cash ou Nusrat Fateh Ali Khan, o som do U2, além de espiritual, é uma constante celebração (salvo algumas vezes em que mostra indignação), ao mesmo tempo em que atravessa limitações que alguns venham a encontrar em sua fé.<br />
<strong><br />
Fé particular</strong></p>
<p>A arte de qualidade – seja ela religiosa ou não – deve ser imbuída de uma experiência reveladora para aqueles que a testemunham e a consomem.</p>
<p>Ainda assim, o U2 guarda uma relação tênue com o cristianismo. Os integrantes da banda são de uma época de sangrento conflito religioso em seu país de origem, a Irlanda. Três deles – Bono, o guitarrista The Edge e o baterista Larry Mullen Jr. – eram membros de uma comunidade cristã em Dublin que, segundo consta no livro de Garrett, os levou a acreditar que a vida no rock e a vida seguindo aquela fé não seriam compatíveis. </p>
<p>Garret questiona: “O que você faz quando é ferido pela instituição, mas ainda ama Deus?”</p>
<p>Uma reação é abandonar aquela instituição e começar sua própria. De certa forma, foi o que o U2 fez &#8211; apresentando ao público uma fé particular. A outra é tentar consertar a instituição já existente, que é o que Bono vem tentando fazer recentemente, proferindo palestras em igrejas por toda a América para estimular o auxílio à África.</p>
<p>Como é evidente no título de um dos maiores sucessos da banda, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” (eu ainda não encontrei o que eu procuro), ele se encontra em uma busca interior, o que pode ter um efeito profundo naqueles que igualmente buscam por algo espiritual &#8211; e isso, juntamente com sua música, poderia explicar o extenso poder de atração que o U2 desperta.</p>
<p>Ainda assim, ter certeza de que esse “algo” foi encontrado é anular esse “algo” enquanto fé. Garrett destaca: “Muitos americanos estão comprometidos com uma visão de fé como uma crença absoluta. São pessoas que ficam sentadas olhando para o relógio. E foi para essa tarefa que Bono convocou as igrejas americanas: este modelo de salvação que ignora o fato de que fomos colocados aqui por uma razão especial, além da salvação pessoal. E é isso o que ele tem de mais persuasivo a oferecer: a ideia de que estamos juntos nessa jornada, caímos e nos levantamos juntos, carregamos uns aos outros”. </p>
<p>A faixa título do último álbum da banda, No Line on the Horizon (nenhuma linha no hrizonte) – o álbum mais voltado para a espiritualidade desde os primórdios do U2 – parece ser prova disso. Existe a imagem em si, a ausência de uma linha, um destino final. A canção também trás duas frases que valem ser destacadas: “O infinito é um bom lugar para começar”, e “O tempo é irrelevante, não é linear”.</p>
<p>Razim acha isso parecido com a abertura do Mar Vermelho. “Para mim, é como Deus abrindo um caminho onde parecia não haver caminho algum”. É a visão abrangente do cosmo, e do que está além dele, que não combina bem com a idéia do céu como um final de partida vitorioso. Tanto é que Bono disse à revista evangélica Christianity Today: “Costumo achar que a religião obstrui o caminho de Deus”. E The Edge falou à Hot Press em 2002: “Ainda tenho uma vida espiritual, mas não sou muito fã da religião por si só”.</p>
<p>Turnê eclesiástica</p>
<p>A Christianity Today definiu a turnê de Bono pelas igrejas americanas para incentivar o auxílio à África como “uma experiência de igrejas que deixam Bono com uma eclesiologia tão frágil que mede a missão da igreja quase que exclusivamente em termos geográficos”. </p>
<p>Garrett, porém, vê progressos nos trabalhos não-musicais de Bono. “Acho que hoje em dia mais pessoas acreditam nesta ideia de que a igreja precisa ser mais responsiva às necessidades do mundo e menos focada na salvação pessoal &#8211; especialmente entre os cristãos jovens. Acho que eles estavam na linha de frente disso”.</p>
<p>A música da banda encontrou seu caminho nas igrejas americanas através do serviço eucarístico U2charists, que vêm sendo realizado nos últimos seis anos.</p>
<p>Razim supervisionou dois deles na Palmer Memorial Episcopal Church: na passagem do ano de 2008 e no feriado de Juneteenth em 2009 &#8211; ambos com capacidade máxima de lotação. Um próximo está programado para o réveillon de 2009. A música de U2 é cantada e o dinheiro é arrecadado para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, condição imposta pela banda em troca de permitir que sua música seja veiculada sem royalties.</p>
<p>Ela diz que o U2charist é uma ação genuína, além de apoiar o envolvimento comunitário da igreja.</p>
<p>E, apesar de um relacionamento de certa forma tenso entre o U2 e qualquer organização religiosa em particular, Razim, assim como Garrett, vê afinidade na espiritualidade da banda. “Tem a ver com buscar, procurar”, disse ele. “A primeira vez que ouvi uma canção do U2 eu detectei isso. É uma jornada, com a fé se desenvolvendo e fazendo perguntas difíceis. Acho que a música deles confirma e fortalece isso, ela é uma verdadeira expressão de quem somos neste lugar e neste momento”.</p>
<p><strong>The New York Times</strong></p>




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		<title>Solomon Bandas 02</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 13:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Danni Distler]]></category>
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Podcast de bandas do Solomon, com os nomes Jake Hamilton, Plug Luminário, Kutless, Velho Irlandês, Danni Distler. Baixar o Podcast
Foto: Jonatas Damasceno




		
		
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<p>Podcast de bandas do Solomon, com os nomes <a href="http://www.jesusculturemusic.org/artist/JakeHamilton.html">Jake Hamilton</a>, <a href="http://www.myspace.com/plugluminario">Plug Luminário</a>, <a href="http://www.kutless.com/">Kutless</a>, <a href="http://twitter.com/velhoirlandes">Velho Irlandês</a>, <a href="http://www.myspace.com/dannidistler">Danni Distler</a>. <a href="http://www.archive.org/download/SolomonBandas2/bandas2.mp3">Baixar o Podcast</a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/people/jon-peregrino/">Foto: Jonatas Damasceno</a></p>




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		<title>próximo domingo U2. Okey?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 02:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>
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Dia 25 de outubro, o YouTube fará a primeira transmissão ao vivo de um show, o show? U2. Simples assim
O Google declarou ter preparado uma tecnologia e logística mais complexa dos que os eventos ao vivo que transmitiu em novembro do ano passado, através do YouTube Live. Anotem o endereço youtube.com/U2. Além disso tera um [...]]]></description>
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<p>Dia 25 de outubro, o YouTube fará a primeira transmissão ao vivo de um show, o show? U2. Simples assim<span id="more-1893"></span></p>
<p>O Google declarou ter preparado uma tecnologia e logística mais complexa dos que os eventos ao vivo que transmitiu em novembro do ano passado, através do YouTube Live. Anotem o endereço youtube.com/U2. Além disso tera um opção de doações para a campanha RED, da qual Bono é embaixador.</p>
<p>O streaming começará às 20h30, horário do Pacíficio, 1h30 da manhã aqui no Brasil, com o horário de verão. Depois da transmissão ao vivo, a apresentação do U2 ficará arquivada no canal </p>
<p><object width="600" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W2xae9dcAVg&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=pt-br&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/W2xae9dcAVg&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=pt-br&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="600" height="344"></embed></object></p>




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		<title>Quem é Matisyahu</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2009/16/quem-e-matisyahu/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 12:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Matisyahu]]></category>

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		<description><![CDATA[

Pegue uma base de reggae, com muito de Bob Marley e de  Peter  Tosh,  coloque  por cima algumas batidas de Racionais  MCs,  e  da  atitude  hip-hop. Adicione a isso uma estranha levada dançante, descomprometida. Mais alguns solos de guitarras enlouquecidas do rock’n’roll e citações da Torà. [...]]]></description>
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<p>Pegue uma base de reggae, com muito de Bob Marley e de  Peter  Tosh,  coloque  por cima algumas batidas de Racionais  MCs,  e  da  atitude  hip-hop. Adicione a isso uma estranha levada dançante, descomprometida. Mais alguns solos de guitarras enlouquecidas do rock’n’roll e citações da Torà. E o resultado é Matisyahu.<span id="more-1862"></span></p>
<p>Judeu  hassídico  do  movimento Chabad  Lubavitch,  Matisyahu  vive em  White  Plans,  subúrbio  de  Nova York. Ele diz que a identificação de um  judeu  com  o  reggae  não  é  tão incomum  quanto  parece,  afinal  os jamaicanos  também  sofriam  com  a falta de uma pátria (foram “importados” da África pelos ingleses como escravos) e um de seus líderes, como tudo indica, afirmava descender do rei judeu Salomão. Tanto que em uma entrevista  recente,  Matisyahu  disse à revista norte-americana Rolling Stone que “em qualquer música de Bob Marley você ouve inúmeras citações poderosas da Torá”.</p>
<p>Seu segundo e mais recente álbum Youth é um dos mais comentados nas Américas. Publicações como Rolling Stone e Wall Street Journal têm falando dele. Suas músicas estão sendo rapidamente distribuídas por programas  como  iTunes  e  sua  imagem cada  vez  mais  reproduzida  por  canais pops como MTV.</p>
<p>Se Shake off the dust… Arise, seu primeiro álbum de 2004 vendeu perto de meio milhão de cópias, as expectativas para esse último são ainda  maiores.  Alguns  acreditam  que Matisyahu é uma boa jogada de marketing.  Afinal,  não  é  todo  dia  que se vê um judeu ortodoxo vestido dos pés à cabeça como tal, cantando reggae e hip-hop. Excentricidades à parte, o som que ele faz é muito bom, diz quem, entende de música. As letras são repletas de mensagens construtivas que não soam piegas. Seu reggae contemporâneo mescla  referências e vertentes de todos os tipos.<br />
<strong><br />
Como surgiu<br />
</strong><br />
Matisyahu, cujo verdadeiro nome é  Matthew  Miller  nasceu  em  West Chester, na Pensilvânia em 30 de junho  de  1979,  correspondendo  no calendário judaico a 5 de Tamuz de 5740. Os pais o enviaram para uma escola judaica, porém como muitos outros garotos, resistia às horas de estudo  e  frequentemente  perturbava as aulas, chegando até mesmo a enfrentar  expulsões.  Aos  14  anos, Matthew adquiriu um estilo de vida hippie.  “Entrou  na  onda”,  cultivou ’dreadlocks’ (cabelo ao estilo rastafari  jamaicano)  e  gastou  seus  ’birkenstocks’  (sandálias) durante todo o inverno. Tocava bongôs na lanchonete e aprendia a fazer ‘Beatbox’ (a arte de simular com a boca os ruídos de uma caixa de ritmos, para fazer melodias, uma espécie de percussão vocal do hip-hop) no fundo da sala de aula. No 3º ano do colegial, sentindo um enorme vazio em sua vida decidiu fazer uma viagem para o Colorado. Afastado da vida suburbana nas planícies brancas, teve oportunidade de analisar e ter um olhar mais introspectivo  sobre  si  contemplando seu ambiente. Estava ele na paisagem  impressionante  das  Montanhas Rochosas, quando a espiritualidade  o  tocou.  Diz  que  teve  uma visão e era D-us.</p>
<p>Viajou então para Israel, espaireceu e percebeu ser um herdeiro e porta-voz  da  história  judaica.  Algumas de suas composições de hoje retratam ou se inspiram em sua conduta passada (Fire with the flame of  the  youth/Got  the  freedom  to choose/You  better  make  the  right move – Youth).</p>
<p>Em Israel sentiu sua conexão com D-us. Matisyahu aproveitou seu tempo  lá  rezando,  explorando,  e  dançando em Jerusalém. Em cada canto encontrou  sua  identidade  judaica até então inativa em sua mente. Sair de Israel provou ser uma transição difícil.  De  volta  às  planícies  brancas, Matisyahu não soube manter sua nova conexão com o judaísmo. Abatido, desanimado saiu do colégio e começou a seguir a banda Phish em um  tour  nacional.  Na  estrada,  ele pensava seriamente sobre sua vida, sua música, e sua sede de judaísmo.</p>
<p>Depois de alguns meses retornou para casa. Por este tempo seus pais insistiram para que ele se “endireitasse” e fosse para uma escola em Oregon. A escola incentivava atividades  artísticas  e  Matisyahu  tirou vantagem  disso  para  aprofundar-se mais  na  música.  Estudou  reggae  e hip-hop. Semanalmente ele ia a um open-mic onde cantava, fazia seu beat box, e era capaz de fazer quase qualquer coisa para manter e aguçar sua criatividade.  Foi  aí  que  começou  a desenvolver  seu  estilo  reggae-hiphop.</p>
<p>Depois de dois anos “lutando”, aos 19 anos Matisyahu retorna a Nova  York e é um homem mudado.  Foi ver a Carlebach Shul, uma sinagoga no lado  ocidental,  bem  conhecida  por ser amigável à energia hippie e  ao seu canto exuberante. Isto fortaleceu  mais  sua  alma,  favorecendo  o poder  místico  da  música  judaica hassídica. Agora, em vez do beatbox no fundo da sala de aula, ele ia para o telhado da escola orar.</p>
<p>Ao estudar na nova escola, Matisyahu escreveu uma letra intitulada “Echad” (Um). A letra era sobre um menino que se encontrou com um rabino hassídico no Square Park, em Washington,  e  através  dele  se  tornou religioso. Logo após ter feito a letra, a vida de Matisyahu imitou estranhamente sua arte. Ele se encontrou  com  o  rebe  de Lubavitch  no parque.  Iniciou-se  aí  sua  transformação de Matthew para Matisyahu.</p>
<p>Ele  que  era  cético  da  autoridade  e de suas regras, finalmente adquiriu o estilo de vida hassídico de Lubavitch.  Prosperou  no  estudo  do  judaísmo, tentando cada vez mais entender a Lei Judaica. A filosofia do ChabadLubavitch  provou  ser  um guia poderoso para Matisyahu. Cercou-o com o diálogo espiritual e o desafio  intelectual  que  tem  procurado desde a década passada.</p>
<p>Hoje, Matisyahu  vive  em  Crown  Heights, dividindo seu tempo entre a música e a yeshivá (seminário religioso). Combinar os sons de Bob Marley e  Shlomo  Carlebach,  com  toda  sua originalidade e interpretação é edificante, uma forte experiência para todos. Mesmo o mais pessimista em seus shows é inspirado por sua habilidade de transmitir de forma honesta sua mensagem, que fala sobre fé e espiritualidade. Sua dedicação é fazer com que sua mensagem ganhe respeito.</p>
<p>Muito  requisitado  atualmente não faz shows no shabat. “Da noite de sexta-feira até o pôr-do-sol de sábado,  eu  não  faço  shows,”  diz ele. Questionado se ele recebe alguma crítica de outros judeus por ter  escolhido  essa carreira,  Matisyahu diz: “Não muito. A mensagem do movimento Lubavitch está sendo  divulgada.  Devemos  pegar nossos talentos e usar a música, o rádio e a TV para tentar causar um bom impacto no mundo, ao invés de nos isolarmos”.</p>
<p>Matthew Paul Miller, conhecido por Matisyahu, (Westchester, 30 de junho de 1979) é um cantor judeu estadunidense de reggae, que enfatiza nas suas letras os ensinos do judaísmo da linha Chabad Lubavitch.</p>
<p>Nascido no estado da Pensilvânia, no dia correspondente ao calendário judaico de 5 de Tamuz de 5740. Depois de crescido, os pais de Matisyahu enviaram-no para uma Escola Judaica onde estudava duas vezes na semana, porém como muitos outros rapazes da sua idade, resistiu às horas adicionais da escola e fora freqüentemente expulso por perturbações durante as aulas.</p>
<p>Aos catorze anos, Matthew Miller adquiriu um estilo de vida Hippie. &#8220;Entrou na onda&#8221; das pessoas &#8220;Dead-Head&#8221;, cultivou &#8220;dreadlocks&#8221; e gastou seus &#8220;birkenstocks&#8221; (sandálias) durante todo o inverno. Tocava os seus bongos no recreio e aprendia a fazer &#8220;Beat-box&#8221; no fundo da sala de aula. No 3º ano do colégio, embora estivesse numa época em que não havia nenhuma preocupação, Matisyahu não conseguia ignorar o vazio que sentia na sua vida. Depois de quase queimar a sua sala de química, sabia que a sua missão deveria começar imediatamente. Decidiu fazer uma viagem para o Colorado. Afastado da sua vida suburbana nas planícies brancas, Matisyahu teve a oportunidade de analisar e ter um olhar mais introspectivo sobre si contemplando o ambiente em seu redor. Estava ele na paisagem impressionante da &#8220;Rocky Mountain&#8221;, quando teve uma visão: Era G-d (D-us).</p>
<p>Após sua viagem para o Colorado, a sua curiosidade espiritual aumentou e Matisyahu fez sua primeira viagem a Israel. Lá, pela primeira vez na sua vida, sentiu uma conexão ao G-d que viu em Colorado. Israel era um ponto de giro principal. Matisyahu aproveitou o tempo que gastou lá, rezando, explorando, e dançando em Jerusalém. Em cada canto encontrou a sua identidade judaica até então inativa em sua mente. Sair de Israel provou ser uma transição difícil. De volta as planícies brancas, Matisyahu não soube manter sua nova conexão com o judaísmo. Abatido, desanimado saiu do colégio e começou a seguir a banda Phish numa tour nacional. Na estrada, Matisyahu pensou seriamente sobre a sua vida, a sua música, e a sua sede pelo judaísmo.</p>
<p>Após alguns meses ele retornou a casa. Por este tempo seus pais insistiram para que ele se &#8220;endireitasse&#8221; e fosse para uma escola numa região selvagem de Bend em Oregon. A escola incentivava os exercícios artísticos e Matisyahu tirou vantagem deste momento para aprofundar-se mais na sua música. Estudou reggae e hip-hop. Semanalmente ele ia a um open-mic onde cantava, fazia seu beat-box, e era capaz de fazer quase qualquer coisa para manter e aguçar a sua criatividade. Foi aí que começou a desenvolver o seu estilo reggae-hip-hop. Depois de dois anos &#8220;lutando&#8221;, aos dezenove anos Matisyahu volta para Nova York um homem mudado. Mudou-se para a cidade para continuar afiando seu estudo musical, e também começou a interessar-se pelo teatro. Durante este tempo, foi ver o Carlebach Shul, uma sinagoga no lado ocidental, bem conhecida por ser amigável à energia hippie e ao seu canto exuberante. Isto fortaleceu mais sua alma, favorecendo o poder místico da música judaica hassídica. Agora, em vez do beat-box no fundo da sala de aula, ele ia para o telhado da escola orar. (Sendo religioso ou não, ele não nasceu para ficar nas salas de aula).</p>
<p>Ao estudar na nova escola, Matisyahu escreveu uma letra intitulada &#8220;Echad&#8221; (One). A letra era sobre um menino que se encontrou com um rabino hassídico no Square Park em Washington e através dele se tornou religioso. Logo após ter feito a letra, a vida de Matisyahu imitou estranhamente a sua arte. Encontrou-se com o rabino Lubavitch no parque, iniciou-se aí sua transformação de Matthew para Matisyahu. Ele que já foi céptico da autoridade e das suas regras, começou então a explorar e finalmente adquirir o estilo de vida do hassídico Lubavitch. Prosperou na disciplina e na estrutura do judaísmo, tentando cada vez mais entender a Lei Judaica. A filosofia de Chabad-Lubavitch provou ser um guia poderoso para Matisyahu. Cercou-o com o diálogo espiritual e o desafio intelectual que tem procurado desde a década passada. O distúrbio e a frustração da sua busca precipitada, e agora, 2 anos mais tarde, Matisyahu vive em Crown Heights, dividindo seu tempo entre os palcos e a yeshivá, centro de estudos religiosos.</p>
<p>Combinar os sons de Bob Marley e Shlomo Carlebach, com toda sua originalidade e interpretação é edificante, uma forte experiência para todos. Mesmo o mais pessimista nos seus concertos é inspirado pela sua habilidade de transmitir de forma honesta a sua mensagem, que fala sobre fé e espiritualidade. A sua dedicação é fazer com que sua mensagem ganhe respeito. É naquele momento efêmero quando nosso ceticismo derrete e as nossas almas se elevam que Matisyahu entra com seu crescente som da fé.</p>
<p>Fonte: <a href="http://torahviva.wordpress.com/2009/06/18/o-incrvel-sucesso-de-matisyahu-um-hassdico-que-canta-hip-hop/">torahviva</a> / <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Matisyahu">wiki</a></p>




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		<title>Ed Ondo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 20:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Menga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Download]]></category>
		<category><![CDATA[EP]]></category>
		<category><![CDATA[gratis]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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A banda Ed Ondo é uma grata surpresa diretamente do estado de Manaus. Iniciada em 2006 fazendo covers como Grammatrain, Silverchair, Foo Fighters, Nirvana e outras, após algumas inevitáveis mudanças no line-up, se consolida com Jean Olhaum nas guitarras, Markeetoo nas baquetas, Jackson Zi no baixo e Micael nos vocais.Hoje com uma proposta de som [...]]]></description>
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<p>A banda Ed Ondo é uma grata surpresa diretamente do estado de Manaus. Iniciada em 2006 fazendo covers como Grammatrain, Silverchair, Foo Fighters, Nirvana e outras, após algumas inevitáveis mudanças no line-up, se consolida com Jean Olhaum nas guitarras, Markeetoo nas baquetas, Jackson Zi no baixo e Micael nos vocais.Hoje com uma proposta de som próprio, a banda acaba de lançar um EP virtual homonimo com 5 sons. As letras em inglês, à exceção da musica “Narciso”, expressam muito da condição caótica do mundo atual e escolhas que podem ser feitas para uma nova perspectiva de vida.<span id="more-1810"></span></p>
<p>Destaque para Be A Freak, com um ótimo trabalho de guitarra e vocal e com uma “cozinha” muito bem entrosada e Hear The Sound que lembra muito Silverchair. Apesar da gravação semi ao vivo, a banda conseguiu uma ótima qualidade sonora, mostrando toda a energia e potencial que tem. Opinião essa compartilhada, inclusive pelos membros do próprio Grammatrain. A Ed Ondo, que fora convidada a tocar em um programa de TV local, fizera um cover da musica Jonah (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=HQ8OE5zX42k">http://www.youtube.com/watch?v=HQ8OE5zX42k</a>).</p>
<p>No youtube, o baixista do Grammatrain comentou o video e até inseriu no Making Off da gravação do cd novo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2em3KyENjyo.">http://www.youtube.com/watch?v=2em3KyENjyo.</a><br />
Agora é curtir o EP enquanto não sai o CD cheio, que promete levar a banda a voos altos.</p>
<p>O EP Ed Ondo foi liberado na internet e pode ser baixado no link abaixo.<br />
<a href="http://www.zshare.net/download/660647658443e4e1/">http://www.zshare.net/download/660647658443e4e1/</a></p>
<p>Maiores informações:<br />
MySpace – <a href="http://www.myspace.com/edondomusic">http://www.myspace.com/edondomusic</a><br />
Tramavirtual – <a href="http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=62233">http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=62233</a><br />
Last.fm – <a href="http://www.lastfm.com.br/music/Ed+Ondo">http://www.lastfm.com.br/music/Ed+Ondo</a></p>
<p><strong>Resenha por Rodrigo Silva</strong></p>




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		<title>Paramore evolui</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 04:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Paramore]]></category>

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De toda a nova geração do emorcore – ou seja, bandas de punk pop com letras “emocionais” surgidas a partir de 2005 – o Paramore sempre foi o mais coeso. Enquanto grupos como Panic At The Disco e Fall Out Boy recorreram a diferentes artifícios para “evoluir”, o quinteto de Nashville liderado por Hayley Williams [...]]]></description>
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<p>De toda a nova geração do emorcore – ou seja, bandas de punk pop com letras “emocionais” surgidas a partir de 2005 – o Paramore sempre foi o mais coeso. Enquanto grupos como Panic At The Disco e Fall Out Boy recorreram a diferentes artifícios para “evoluir”, o quinteto de Nashville liderado por Hayley Williams permaneceu centrado nas guitarras distorcidas. A banda chegou perto de acabar, mas foi salva por este terceiro álbum – que reflete a tensão pela qual o grupo passou em faixas como “Looking up”. Nas letras, Hayley deixa em parte as decepções do amor de “Riot!”, falando de ilusões perdidas em “Brick by boring brick”. Ainda há a suave balada “The only exception”, que mostra que o Paramore vai seguir evoluindo no seu próprio passo, sem assustar ninguém – para o bem e para o mal. </p>
<p>(AMAURI STAMBOROSKI JR.)</p>




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		<title>Escrever amor nos braços dela</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kleber Pessoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Missão]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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A banda Pedro The Lion está tocando alto no som do carro e a cidade nos espera do lado de fora das janelas abertas. Ela senta e canta, pernas cruzadas no assento do passageiro, a bonita voz dela escondida no volume. A música é um lugar seguro, e Pedro The Lion é sua banda favorita. [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://solomon1.com/a/2009/30/escrever-amor-nos-bracos-dela/&amp;title=Escrever+amor+nos+bra%C3%A7os+dela&amp;theme=blue&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p><img class="dtse-img dtse-post-1745" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2009/09/twloha2.jpg" alt="twloha2" title="twloha2" width="350" height="233" class="alignnone size-full wp-image-1748" /></p>
<p>A banda Pedro The Lion está tocando alto no som do carro e a cidade nos espera do lado de fora das janelas abertas. Ela senta e canta, pernas cruzadas no assento do passageiro, a bonita voz dela escondida no volume. A música é um lugar seguro, e Pedro The Lion é sua banda favorita. Me atinge o fato de que ela não verá esse horizonte por várias semanas, e que nós estaremos sem ela. Eu me inclino para a frente, sabendo que isso será escrito, e pergunto a ela o que diria se essa história tivesse audiência. Ela sorri. &#8220;Diga a eles para olhar pra cima. Diga a eles que se lembrem das estrelas.&#8221; <span id="more-1745"></span></p>
<p>Talvez fosse melhor eu escrever uma música pra ela, porque músicas não esperam se resolver, e porque músicas significam muito pra ela. Histórias esperam por finais, mas músicas são corajosas e fortes o suficiente pra cantar quando tudo o que conhecem são trevas. Essas palavras, como muitas outras, serão escritas próximas da meia noite, entre a tempestade e a calmaria, enquanto ambas tentam alcançá-la.</p>
<p>Renee tem 19 anos. Quando eu a conheci, a cocaína estava fresca em seu organismo. Ela não dormia havia 36 horas e não iria dormir nas próximas 24 horas. Havia tomado uma mistura familiar de Coca-Cola, maconha, pílulas e álcool. Ela concordou em nos encontrar, nos ouvir e nos deixar orar. Nós perguntamos à Renee se ela gostaria de vir conosco, deixar para trás essa noite falida. Ela diz que irá para a reabilitação amanhã, mas que ela não está pronta agora. É uma mudança muito grande. Nós oramos e nos despedimos e é difícil ir embora sem ela.</p>
<p>Ela conheceu tanta dor; sonhos assombrosos na infância, a presença quase constante do mal desde então. Ela sentiu o toque de horríveis homens nus, lutou contra a depressão e o vício, e tentou o suicídio. Seus braços trazem marcas das lâminas, cinqüenta cicatrizes que lembram dos cortes feitos por ela mesma. Seis horas depois que eu a conheci, ela está se sentindo presa, com dois grupos de &#8220;amigos&#8221; oferecendo caminhos opostos. Todos estão dormindo. O sol está nascendo. Ela dá um grande gole em uma garrafa de licor, pega uma gilete na mesa e se tranca no banheiro. Ela se corta, usando a lâmina para escrever &#8220;FUCK UP&#8221; (o mesmo que &#8220;FODA-SE&#8221; em português) bem grande em seu antebraço esquerdo.</p>
<p>A enfermeira no centro de tratamento encontra o ferimento várias horas depois. O centro não tem detox (dieta de desintoxicação), classifica ela como um grande risco, e não a aceita. Nos próximos cinco dias, ela será nossa para que a amemos. Nós nos tornamos seu hospital e a possibilidade de cura enche de vida a nossa sala-de-estar. Nada é dito e somos poucos, mas nós seremos a sua igreja, o corpo de Cristo tornando-se vivo para atender as necessidades dela, para escrever amor nos braços dela.</p>
<p>Ela é cheia de contrastes. Mais cheia de vida e próxima da morte do que qualquer um que eu já tenha conhecido, como uma música do Johnny Cash ou alguma estrela do cinema. Ela é dona de uma atitude e humor que vão além dos seus 19 anos, e quando ela me conta sua história, ela é humilde, quieta e gentil, moldada pela dor de cem vidas. Eu me sento, privilegiado mas me quebranto por dentro enquanto ela abre seu coração. Sua vida tem sido tão cheia de trevas mas ainda há alguma leve esperança em suas palavras, e por várias noites consecutivas eu observo as mais belas garotas da sala dizerem-na o quanto é bonita. Eu acho que é Deus lembrando ela.</p>
<p>Eu nunca caminhei por essa estrada, mas decidi que se nós estamos prestes a entrar em um período de reabilitação de cinco dias, vai ser a reabilitação mais legal do país. Vai ser rock and roll. Nós começaremos com o básico: muita diversão, muitas idas ao Starbucks e cigarros até demais.</p>
<p>Quinta à noite ela está no camarote para ver a Band Marino, a melhor de Orlando. Eles são uma banda de &#8220;indie-folk-fabulous&#8221;, um movimento disfarçado de circo. Ela os ama e sorri quando eu aponto para o agente da Atlantic Europe, vindo de Londres, que está na cidade apenas para ver esse show.</p>
<p>Ela está em bons assentos quando o Orlando Magic ganha dos Sonics na noite seguinte, gritando como uma fã de longa data com todas as enterradas de Dwight Howard. No caminho para casa nós paramos para mais café e livros, &#8220;Blue Like Jazz&#8221; e &#8220;Travelling Mercies&#8221;.</p>
<p>No sábado, a turnê &#8220;Taste of Chaos&#8221; está na cidade e nem tenho certeza de que nós conseguiremos entrar, mas as portas se abrem e minutos após estacionarmos, estamos no palco para ver Thrice, uma de suas bandas favoritas. Ela fica a três metros do baterista, sorrindo constantemente. Há um momento brilhante na música, quando luz e chuva colidem acima do palco. Um sentimento de cura. É certamente esperança.</p>
<p>Domingo à noite é a igreja, e muitos se juntam após a reunião para orar por Renee, essa é a última noite antes de entrar na reabilitação. Alguns são estranhos, mas todos são amigos nessa noite. As orações movem-se de quebrantadas para confiantes, todas encorajando-a. Nós estamos falando com Deus, mas eu acho que estamos falando com ela, mostrando o quanto ela é amada, dizendo que ela não irá sozinha. Um de nós a conhece melhor. Ryan senta no canto dedilhando um violão, cantando músicas que ela inspirou.</p>
<p>Após a igreja nossa casa enche de amigos, ali por mais alguns instantes antes de dizer adeus. Todos tem algum presente para ela, alguma carta ou abraço ou pequenos encorajamentos. Ela me puxa de canto e diz que gostaria de me dar algo. Eu sorrio surpreso, me perguntando o que poderia ser. Nós andamos da sala cheia até a garagem, para as coisas dela.</p>
<p>Ela me dá sua última lâmina, me diz que é aquela que ela usou para cortar seu braço e para alinhar suas últimas fileiras de cocaína cinco noites atrás. Ela esteve com a lâmina desde então, e me diz que como essa será sua noite mais difícil ela não deveria ficar com aquilo. Eu pego a lâmina com cuidado, agradeço e sei imediatamente que esse momento, esse presente, ficará comigo para sempre. Me atinge o pensamento de que esse grande sentimento é o que Cristo sente quando nós rendemos nossos corações partidos, quando nós trocamos a morte pela vida.</p>
<p>Enquanto chegamos ao centro de tratamento, ela conclui: &#8220;As estrelas estão sempre lá, mas sentimos a falta delas entre a poluição e as nuvens. Nós sentimos a falta delas durante tempestades. Diga à todos para lembrarem da esperança. Nós temos esperança.&#8221;</p>
<p>Eu tenho observado a vida voltar pra ela, e isso tem sido um privilégio. Quando nosso tempo com ela começou, alguém sugeriu que deveria haver retorno, mas essa é a linguagem dos negócios. Amor é algo melhor. Eu tenho sido desafiado e transformado, tenho lembrado que amor é aquela resposta simples de tantas questões difíceis. Don Miller diz que nós somos convocados à darmos as mãos contra as feridas de um mundo fraturado, a fim de parar o sangramento. Eu concordo totalmente.</p>
<p>Nós freqüentemente pedimos a Deus que apareça. Nós oramos pedindo resgate. Talvez Deus nos peça pra sermos esse resgate, para sermos Seu corpo, nos mover para as coisas que importam. Ele não está invisível quando acordamos pra vida. Eu posso ser simples, mas cada vez mais acredito que Deus age no amor, fala pelo amor, é revelado em nosso amor. Eu vi isso essa semana e honestamente, foi bem simples: Pegue uma garota machucada, trate-a como uma princesa famosa, dê a ela os melhores lugares na casa. Compre o café e os cigarros dela para os próximos dias, livros e coisas de banheiro para os dias que virão. Diga a ela algo verdadeiro quando tudo que ela conhece são mentiras. Diga que Deus a ama. Fale com ela sobre o perdão, a possibilidade da liberdade, diga que ela foi feita para dançar em vestidos brancos. Todas essas coisas são verdade.</p>
<p>Nós somos apenas requisitados para amar, para oferecer esperança à tantos desesperançosos. Nós não podemos escolher todos os finais, mas devemos cumprir o papel de resgatadores. Nós não iremos resolver todos os mistérios, e nossos corações certamente irão se partir em uma vida tão vulnerável, mas esse é o melhor caminho. Nós fomos feitos para ser amantes fortes em lugares despedaçados, derramando de nós por aí vez após vez até sermos chamados pra casa.</p>
<p>Eu aprendi tanta coisa em uma semana com uma garota corajosa. Ela está viva agora, na segurança e na paciência de uma reabilitação, coberta com as de marcas da loucura mas decidindo acreditar que Deus renova as coisas, que Ele significa esperança e cura nas estrelas. Ela iria pedir para você lembrar.</p>
<p><strong>Jamie Tworkowski</strong></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.twloha.com">To Write Love On Her Arms </a><br />
<strong>Tradução:</strong> Kleber Pessoa</p>
<p><strong>UPDATE:</strong> Saiba mais sobre o movimento que surgiu a partir desta história: <a href="http://solomon1.com/a/2008/10/136/">http://solomon1.com/a/2008/10/136/</a></p>




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		<title>C. S. Lewis Song &#8211; Brook Fraser</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kleber Pessoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[brook fraser]]></category>
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		<title>Projeto Rain Down</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 16:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Rain Down]]></category>
		<category><![CDATA[Radiohead]]></category>

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O Rain Down é um projeto colaborativo entre fãs do Radiohead para a realização de um DVD do show realizado pela banda no Brasil, focando o show de São Paulo, que aconteceu no dia 22 de março de 2009. A edição é toda feita com vídeos amadores gravados por pessoas que estavam lá ou publicaram [...]]]></description>
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<p>O Rain Down é um projeto colaborativo entre fãs do Radiohead para a realização de um DVD do show realizado pela banda no Brasil, focando o show de São Paulo, que aconteceu no dia 22 de março de 2009. A edição é toda feita com vídeos amadores gravados por pessoas que estavam lá ou publicaram conteúdo em sites como Youtube&#8230; <a href="http://radioheadraindown.blogspot.com/">Clique e veja mais</a></p>




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		<title>U2 vai lançar músicas inéditas dos anos 80</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 00:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA["Unforgettable Fire"]]></category>
		<category><![CDATA[anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[em re-edição]]></category>
		<category><![CDATA[músicas inéditas]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>

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O U2 vai incluir canções inéditas gravadas na década de 80 na re-edição do álbum &#8220;The Unforgettable Fire&#8221;, de 1984. Em entrevista à Radio 1, da BBC, Bono e The Edge afirmaram que redescobriram faixas da banda enquanto trabalhavam no projeto de relançamento que comemora os 25 anos de &#8220;Unforgettable Fire&#8221;, que deve chegar às [...]]]></description>
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<p>O U2 vai incluir canções inéditas gravadas na década de 80 na re-edição do álbum &#8220;The Unforgettable Fire&#8221;, de 1984. Em entrevista à Radio 1, da BBC, Bono e The Edge afirmaram que redescobriram faixas da banda enquanto trabalhavam no projeto de relançamento que comemora os 25 anos de &#8220;Unforgettable Fire&#8221;, que deve chegar às lojas no fim do ano. As gravações foram feitas durante as sessões para o quarto disco de estúdio do U2.<span id="more-1564"></span></p>
<p>De acordo com a dupla, uma das canções se chama &#8220;Disappearing Act&#8221;, e foi finalizada recentemente na França. Gravada em 1983 com os produtores Brian Eno e Daniel Lanois, a canção tinha o título original &#8220;White City&#8221; e foi descoberta há cerca de seis meses, explicou The Edge.<br />
<strong><br />
Fonte: UOL</strong></p>




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		<title>Quem é o Mister Distler?</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 16:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Mister Distler]]></category>

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		<description><![CDATA[

Eu poderia começar esse texto transcorrendo sobre atual (e decadente) situação da musica no Brasil. Principalmente a música cristã, que vem a cada dia mais apresentando teologias tão estranhas que até Deus dúvida. É chuva pra cá, fogo pra lá, unção que desce, grito que sobe e por ai vai.
Eu poderia falar também sobre a [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://solomon1.com/a/2009/19/quem-e-o-mister-distler/&amp;title=Quem+%C3%A9+o+Mister+Distler%3F&amp;theme=blue&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-1530 dtse-img dtse-post-1528" title="mistersolomon" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2009/08/mistersolomon.jpg" alt="mistersolomon" width="348" height="450" /></p>
<p><span style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">Eu poderia começar esse texto transcorrendo sobre atual (e decadente) situação da musica no Brasil. Principalmente a música cristã, que vem a cada dia mais apresentando teologias tão estranhas que até Deus dúvida. É chuva pra cá, fogo pra lá, unção que desce, grito que sobe e por ai vai.<span id="more-1528"></span></span></p>
<p><span style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">Eu poderia falar também sobre a história da dita &#8220;musica gospel&#8221; no Brasil. Poderia contar fatos e mais fatos para mostrar como o &#8220;gospel&#8221; foi se distanciar tanto do estilo musical negro americano e tornou uma marca registrada por, ditos, apostolos.</span><br style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;" /> <span style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">Mas um dos grandes objetivos do <strong>Solomon1</strong> é apoiar e divulgar a BOA música (cristã ou não). E não é por menos que o Mister Distler figura nesse post. Se me perguntassem o que a banda, comandada não coincidentemente por Danni Distler, toca, eu diria antes de mais nada que eles tocam &#8220;Musica Inteligente&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">Danni que é um dos principais compositores da Vila Louvor (Jocum), e em 2006, com a ajuda de alguns amigos de varios lugares do Brasil, montou o Mister Distler com uma proposta musical voltada para o Pop Rock, com influências Funk (não o carioca), Soul e MPB. A formação atual, que conta com Danni Distler (Voz e Violão), Altamir Coelho (Baixo), Thiago Falsetti (Bateria) e Raphael Costa (Guitarra) está divulgando o EP &#8220;PARA TODOS&#8221;  que conta com a  participação especial de Rafaella Henriques (Voz), esposa de Danni. Letras realmente relevantes e uma sonoridade unica, que ganham um toque todo especial nas apresentações ao vivo, onde são inclusas músicas de Lenine, O Rappa, Roberto Carlos e até Raul Seixas. E a banda deixa seu recado sobre o show e o EP PARATODOS. </span><br style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;" /> <em style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;"><br />
&#8220;Como o nome mesmo diz, é uma música para todos curtirem, ouvirem e PENSAREM. Uma ótima opção pra quem gosta de música brasileira.&#8221;</em><br style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;" /> <br style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;" /><span style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">Pra quem é de São Paulo, não pode deixar de curtir a apresentação da banda que ocorrerá dia 23 na Rua Augusta.</span><br style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;" /> <br style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;" /><strong style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">Serviço</strong><strong style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">:<br />
</strong><strong style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">Mister Distler &#8211; PARATODOS</strong><br style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;" /> <strong style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">Dia 23/08/2009 às 18hs na <a href="http://www.vineyardsaopaulo.com">Vineyard Capital</a><br />
Rua Augusta, 768 (hotel Pan Americano)<br />
</strong></p>
<p><strong style="font-family: trebuchet ms,sans-serif;">Por Rodrigo Silva<br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.vineyardsaopaulo.com/"></a></strong></p>
<p><object width="348" height="220" data="http://www.youtube.com/v/JfOD3yRVvvA&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JfOD3yRVvvA&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>




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