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	<title>SOLOMON &#187; Quarto de orações</title>
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	<description>Uma revista que mostra como a Espiritualidade anda com a Cultura. www.solomon1.com é uma revista que informa sobre a cultura relevante cristã: musica, politica, justiça social, entrevistas, livros, resenhas, filmes, musica ao vivo, histórias, temas emergentes, igreja emergente, igreja organica.</description>
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		<title>Aprenda o que é oração</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>

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		<description><![CDATA[

As pessoas costumam pensar em oração como um meio para atender suas necessidades pessoais. Entretanto, deveríamos entender a oração como um meio de glorificar e adorar a Deus, conhecê-lO, entrar na Sua presença e ser transformado por Ele. Precisamos aprender melhor como orar, arrepender-nos e suplicar a Deus como um povo.
Biblica e historicamente, o único [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://solomon1.com/a/2010/11/aprenda-o-que-e-oracao/&amp;shorturl=http://bit.ly/alyPB9&amp;title=Aprenda+o+que+%C3%A9+ora%C3%A7%C3%A3o&amp;theme=blue&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p><img class="dtse-img dtse-post-2703" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/02/tim.jpg" alt="" title="tim" width="324" height="269" class="alignnone size-full wp-image-2704" /></p>
<p>As pessoas costumam pensar em oração como um meio para atender suas necessidades pessoais.<span id="more-2703"></span> Entretanto, deveríamos entender a oração como um meio de glorificar e adorar a Deus, conhecê-lO, entrar na Sua presença e ser transformado por Ele. Precisamos aprender melhor como orar, arrepender-nos e suplicar a Deus como um povo.</p>
<p>Biblica e historicamente, o único ingrediente universal, inegociável, em tempos de renovação espiritual é a corporativa, prevalente e intensiva oração centrada no reino. O que é isso?</p>
<p>1. Ela é focada na presença de Deus e do Seu reino.</p>
<p>Jack Miller fala da diferença entre &#8220;oração de apoio&#8221; e reuniões de oração de &#8220;linha de frente.&#8221; Reuniões de oração de apoio são curtas, mecânicas e totalmente focadas em necessidades físicas dentro da igreja. Já a oração de linha de frente tem três características básicas:</p>
<p>    a. um pedido de graça para confessar pecados e humilhar-se.</p>
<p>    b. uma compaixão e zelo pelo florescimento da igreja.</p>
<p>    c. um anseio por conhecer a Deus, ver a Sua face, contemplar Sua glória.</p>
<p>É muito interessante estudar as orações bíblicas por avivamento, como em Atos 4, Êxodo 33 ou Neemias 1, onde estes três elementos são fáceis de ver. Note, por exemplo em Atos 4, que os discípulos, cujas vidas tinham sido ameaçadas, não pedem proteção para si e suas famílias, mas tão somente coragem para continuar pregando!</p>
<p>2. É corajosa e específica.</p>
<p>As características deste tipo de oração incluem:</p>
<p>    a. Aqueles que ditam o ritmo da oração passam tempo em auto-exame. Sem uma compreensão robusta da graça, isto pode tornar-se mórbido e deprimente. Mas no contexto do evangelho é purificante e fortalecedor. Eles &#8220;tiram de si os seus atavios&#8221; (Ex. 33:1-6). Eles examinam a si mesmos em busca de ídolos e lançam-nos fora.</p>
<p>    b. Eles então começam a fazer o grande pedido – uma visão da glória de Deus. Isso inclui pedir: 1) por uma experiência pessoal da glória / presença de Deus (&#8220;para que eu te conheça&#8221; Ex. 33:13); 2) por uma experiência do povo com a glória de Deus (v. 15); e 3) que o mundo possa ver a glória de Deus através do Seu povo (v. 16). Moisés pede que a presença de Deus seja evidente a todos: &#8220;Que mais distinguirá a mim e ao teu povo de todas as outras pessoas na face da terra?&#8221; Esta é uma oração para que o mundo fique maravilhado e pasmo pela demonstração do poder de Deus e do esplendor da Igreja, para que ela se torne verdadeiramente a nova humanidade que é um sinal do reino futuro.</p>
<p> 3. Ela é habitual e corporativa.</p>
<p>Isso significa simplesmente que a oração deveria ser constante, não esporádica e curta. Por quê? Devemos pensar que Deus quer nos ver rastejando? Por que nós não colocamos simplesmente o nosso pedido diante dele e esperamos? Mas oração esporádica, curta, indica uma falta de dependência, uma auto-suficiência, e, portanto, nós não construímos um altar que Deus possa honrar com Seu fogo. Nós temos que orar sem cessar, orar longamente, orar duramente, e nós perceberemos que o próprio processo estará provocando aquilo que estamos pedindo &#8211; ter nossos duros corações derretidos, demolir barreiras, e ver irromper a glória de Deus.</p>
<p><a href="http://www.bomcaminho.com/">VIA</a></p>




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		<title>Esperando com Paciência</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>
		<category><![CDATA[Henri Nouwen]]></category>

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		<description><![CDATA[

Como esperamos por Deus? Esperamos com paciência. Mas paciência não significa passividade. Esperar pacientemente não é como esperar o ônibus chegar, a chuva parar ou o sol nascer. É uma espera ativa na qual vivemos o presente momento ao máximo a fim de que encontremos nele os sinais d&#8217;Aquele por quem esperamos.
A palavra paciência deriva [...]]]></description>
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<p>Como esperamos por Deus? Esperamos com paciência. Mas paciência não significa passividade. Esperar pacientemente não é como esperar o ônibus chegar, a chuva parar ou o sol nascer. É uma espera ativa na qual vivemos o presente momento ao máximo a fim de que encontremos nele os sinais d&#8217;Aquele por quem esperamos.<span id="more-2200"></span></p>
<p>A palavra paciência deriva do verbo em latim patior, que significa &#8220;sofrer&#8221;. Esperar pacientemente é sofrer através do presente momento, saboreando-o ao máximo e deixando que as semente lançadas ao chão que pisamos germinem para se tornarem plantas fortes. Esperar pacientemente sempre significa prestar atenção àquilo que está acontecendo diante de nossos olhos e enxergar nisso os primeiros raios da gloriosa vinda de Deus.</p>
<p><strong>Henri Nouwen / Tradução David Kim</strong></p>




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		<title>Descobrindo Deus nos lugares mais inesperados</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2009/20/descobrindo-deus-nos-lugares-mais-inesperados/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 02:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adoração]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>
		<category><![CDATA[Philip Yancey]]></category>

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		<description><![CDATA[

Rumores de outro mundo. De acordo com a mitologia grega, houve uma época em que as pessoas sabiam com antecedência o dia exato da morte. Todos sobre a terra viviam com a profunda sensação de melancolia, pois a mortalidade era como uma espada suspensa sobre eles. Tudo isso mudou quando Prometeu introduziu a dádiva do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://solomon1.com/a/2009/20/descobrindo-deus-nos-lugares-mais-inesperados/&amp;title=Descobrindo+Deus+nos+lugares+mais+inesperados&amp;theme=blue&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p><img class="dtse-img dtse-post-1899" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2009/10/vazio.jpg" alt="null" /></p>
<p>Rumores de outro mundo. De acordo com a mitologia grega, houve uma época em que as pessoas sabiam com antecedência o dia exato da morte. Todos sobre a terra viviam com a profunda sensação de melancolia, pois a mortalidade era como uma espada suspensa sobre eles. Tudo isso mudou quando Prometeu introduziu a dádiva do fogo. <span id="more-1899"></span>Agora os humanos podiam ir além de si mesmos e controlar seus destinos; eles podiam se empenhar para ser como os deuses. Tomadas pela emoção causada pelas novas possibilidades, as pessoas logo perderam o conhecimento do dia da morte.</p>
<p>Será que nós, modernos, perdemos ainda mais do que isso? Será que perdemos totalmente a percepção de que vamos morrer?</p>
<p>Apesar de alguns autores afirmarem exatamente isso (tal como o teórico social Ernest Becker em A negação da morte,1 descobri por trás do ruído da vida cotidiana rumores de outro mundo que ainda podem ser ouvidos. Os sussurros da morte persistem e os ouvi, creio, em três lugares inesperados: numa academia, num grupo de ativistas políticos e num grupo de terapia de grupo de um hospital. Detectei até mesmo nuanças — mas apenas nuanças — de teologia nesses lugares inesperados.</p>
<p>Entrei para uma academia em Chicago depois que uma lesão no pé obrigou-me a buscar alternativas para a corrida. Levei um tempo para me adaptar à artificialidade do local. Os clientes ficavam em fila para usar equipamentos cheios de tecnologia, que simulavam a prática do remo. Eram completos, com telas de vídeo e barcos a remo animados,</p>
<p>1Record: Rio de Janeiro, 1973.</p>
<p>embora o lago Michigan, um lago real que exige remos reais, permanecesse vazio a apenas quatro quadras de distância. Em outra sala, as pessoas se exercitavam em equipamentos StairMaster, que imitavam o ato de subir escadas — isso numa região com grande concentração de prédios enormes. E ficava maravilhado com a tecnologia que adiciona diversão programada por computador à façanha cotidiana de andar de bicicleta.</p>
<p>Também me maravilhava com os corpos humanos que usavam todos esses equipamentos: a bela mulher com estampas pretas e rosa, imitando as pintas de um leopardo; a grande concentração de testosterona que se juntava ao redor dos aparelhos de musculação. Apropriadamente, havia espelhos cobrindo as paredes, e uma rápida olhada revelava dúzias de olhos verificando os resultados de todo esse suor e grunhidos, em si mesmos e nos vizinhos.</p>
<p>A academia é um templo moderno completo, com ritos de iniciação e rituais elaborados, seus objetos de adoração à mostra de forma constante e gloriosa. Detectei um rastro de teologia ali, pois tal devoção à forma humana é uma evidência da genialidade de um Criador, que se valeu de sua aptidão para a estética em seus projetos. Vale a pena preservar a pessoa humana. Mas, no fim, a academia se mantém como um templo pagão. Seus membros se empenham para preservar apenas uma parte da pessoa: o corpo, a parte menos duradoura de todas.</p>
<p>Ernest Becker escreveu seu livro e morreu antes que a mania de exercícios tomasse conta da América, mas imagino que ele veria as academias como um sintoma inconfundível da negação da morte. As academias — junto com a cirurgia plástica, retardadores de calvície, cremes para a pele, e uma proliferação infindável de revistas sobre esportes, moda de praia e dietas — nos ajudam a desviar a atenção da morte para a vida. A vida neste corpo. Se todos nós, juntos, nos esforçamos para preservar o corpo, então, talvez algum dia, a ciência realize o impensável: talvez vença a mortalidade e nos permita viver para sempre, assim como a raça desdentada, sem cabelo e sem memória dos Struldbruggs na história de Gulliver.</p>
<p>Certa vez, enquanto pedalava em direção a lugar nenhum numa bicicleta computadorizada, pensei no comentário de Kierkegaard de que</p>
<p>o conhecimento sobre a morte é o fato essencial que nos distingue dos outros animais. Olhei à minha volta, para a sala de ginástica, me perguntando se nós, seres humanos modernos, somos assim tão diferentes dos outros animais. A atividade frenética da qual estava participando naquele momento era meramente mais um jeito de negar ou de adiar a morte? Nós, como nação, ficamos mais esguios e saudáveis para não ter de pensar no dia em que nosso corpo musculoso — em vez de estar &#8220;malhando&#8221; — estará retesado num caixão?</p>
<p>Martinho Lutero disse a seus seguidores: &#8220;Mesmo no melhor de nossa saúde, devemos manter a morte sempre diante de nossos olhos, para que não fiquemos esperando permanecer eternamente nesta terra, mas tenhamos, por assim dizer, um pé flutuando no ar&#8221;. Essas palavras parecem um tanto antiquadas hoje, quando muitos de nós, tanto cristãos quanto pagãos, passam os dias pensando em qualquer coisa que não seja a morte. Mesmo a igreja mantém seu foco principal nas coisas boas que a fé pode nos oferecer agora: saúde física, paz interior, segurança financeira, um casamento estável.</p>
<p>O treinamento físico tem algum valor, foi o conselho de Paulo a seu protegido Timóteo, mas a santidade tem valor para todas as coisas, sustentando a promessa tanto para a vida presente quanto para a vida no porvir. Enquanto pedalava, enfrentando com valentia montanhas geradas por computador, fui obrigado a perguntar para mim mesmo: qual é meu complemento espiritual para a academia? E depois, mais perturbador: quanta energia reservo para cada atividade?</p>
<p>Durante dois anos freqüentei mensalmente as reuniões na sede local da Anistia Internacional. Encontrei lá pessoas boas e sérias: estudantes, executivos e profissionais que se reúnem porque consideram uma atitude intolerável seguir com a vida alegremente enquanto outras pessoas são torturadas e assassinadas.</p>
<p>As sedes locais da Anistia Internacional usam uma técnica absurdamente simples para combater os abusos contra os direitos humanos: eles escrevem cartas. Nosso grupo adotou três prisioneiros de consciência: todos eles cumprindo longas sentenças por &#8220;atividades antipatrióticas&#8221;. A cada semana discutíamos seus destinos e relatávamos as</p>
<p>cartas que tínhamos escrito para autoridades estimadas em seus respectivos países.</p>
<p>Sentados numa confortável casa geminada, fazíamos conjecturas a respeito de como Jorge, Ahmad e José passavam seus dias e noites, enquanto comíamos brownies e vegetais frescos e bebericávamos café. As cartas de suas famílias forneciam insights agonizantes sobre as dificuldades deles. Uma vaga sensação de impotência permeava a sala, a despeito de nossos esforços de resistir a ela. Não tínhamos recebido uma única palavra de Jorge em dois anos, e as autoridades de seu país sul-americano não mais respondiam às nossas cartas. O mais provável era que tenha se juntado aos &#8220;desaparecidos&#8221;.</p>
<p>O tom da preocupação sincera no grupo me lembrava as muitas reuniões de oração de que participei. Estas, também, focalizavam a energia do grupo em necessidades humanas específicas. Mas ninguém na Anistia Internacional ousava orar, um fato que talvez aumentasse a sensação de desamparo. Apesar de a organização ter sido fundada sobre princípios cristãos, qualquer rastro de sectarismo desaparecera há muito tempo.</p>
<p>&#8220;Aqui está uma coisa estranha&#8221;, pensei numa das noites. Uma organização valiosa que existe com o único propósito de manter as pessoas vivas. Milhares de pessoas brilhantes e dedicadas se congregam em grupos pequenos, centradas em um único objetivo. Mas uma questão nunca é tratada: Por que devemos manter as pessoas vivas?</p>
<p>Fiz essa pergunta aos membros da equipe da Anistia Internacional, provocando uma reação de horror silencioso. O próprio fato de colocar essa questão em palavras lhes pareceu herético. Por que manter as pessoas vivas? A resposta é evidente por si mesma, não é? A vida é boa; a morte é ruim (suponho que eles se referem à vida animal, uma vez que estávamos mascando vida vegetal enquanto falávamos).</p>
<p>Os membros da equipe não percebiam a ironia de que a Anistia Internacional passou a existir porque nem todas as pessoas na história vêem essa equação como evidente por si mesma. Para Hitler, Stalin e Saddam Hussein, a morte pode ser boa se ela ajudar a atingir certos objetivos. Nenhum valor definitivo é atribuído a nenhuma vida humana.</p>
<p>A Anistia Internacional reconhece o valor inerente de cada ser humano. Diferentemente, digamos, da academia, a ai não coloca no topo belos espécimes de saúde perfeita: na maior parte, os objetos de nossa atenção estavam machucados e espancados, sem alguns dentes, despenteados e com sinais de desnutrição. Mas o que torna essas pessoas dignas de nosso cuidado? Colocando de forma direta: é possível honrar a imagem de Deus num ser humano se não há Deus algum?</p>
<p>Levantar tais questões numa reunião da Anistia Internacional é convidar-se a um período de silêncio austero e embaraçoso. Algumas explicações se seguem: &#8220;esta não é uma organização religiosa&#8230;&#8221;, &#8220;não podemos lidar com essas visões sectárias&#8230;&#8221;, &#8220;as pessoas têm opiniões diferentes&#8230;&#8221;, &#8220;a questão importante é o destino dos prisioneiros&#8230;&#8221;</p>
<p>Em nossa estranha sociedade, parece que as questões mais dignas de ser levantadas são as questões mais ignoradas. O matemático francês Blaise Pascal viveu durante o Iluminismo do século xvii, época em que os pensadores ocidentais começaram pela primeira vez a desdenhar da alma e da vida após a morte, questões doutrinárias que lhes pareciam primitivas e sem sofisticação. A respeito deles, Pascal afirmou: &#8220;Eles professam ter nos deliciado dizendo-nos que consideram nossa alma apenas como um vento e fumaça frágil, especialmente ao nos dizer tal coisa em tom de voz insolente e convencido? É isso algo a se dizer de modo festivo? Não é isso, ao contrário, uma coisa a se dizer com tristeza, como a coisa mais triste do mundo?&#8221;.</p>
<p>Continuo pertencendo à Anistia Internacional e contribuindo financeiramente. Acredito na causa deles, mas acredito nela por razões diferentes. Por que estranhos — tais como Ahmad, José e Jorge — merecem meu tempo e energia? Só consigo pensar numa razão: eles carregam em si um sinal de valor definitivo, a imagem de Deus.</p>
<p>A Anistia Internacional ensina uma teologia mais avançada do que a academia, certamente. Ela aponta para além da superfície da pele e das formas para a pessoa interior. Mas a organização pára por aí — afinal, o que torna a pessoa interior digna de ser preservada a menos que seja uma alma? E exatamente por essa razão não deveriam os cristãos abrir caminho em assuntos como os direitos humanos? De acordo com a</p>
<p>Bíblia, todos os humanos — incluindo Jorge, Ahmad e José — são seres imortais que ainda carregam algo da marca do Criador.</p>
<p>Os freqüentadores de academia dão o melhor de si para desafiar ou, pelo menos, adiar a morte. A Anistia Internacional trabalha com diligência para impedi-la. Mas outro grupo que freqüentei ataca a morte de frente, uma vez por mês.</p>
<p>Fui primeiramente convidado a participar do Faça seu Dia Valer, um grupo de apoio para pessoas com doenças de alto risco, por meu vizinho Jim, que acabara de receber o diagnóstico de câncer terminal. Conhecemos lá outras pessoas, a maioria na faixa dos 30 anos, que estavam lutando contra doenças tais como esclerose múltipla, hepatite, distrofia muscular e câncer. Para cada um dos membros do grupo a vida tinha se resumido a duas questões: sobreviver e, não sendo possível, preparar-se para a morte.</p>
<p>Sentávamos na sala de espera de um hospital, em cadeiras plásticas de coloração laranja berrante (sem dúvida escolhida para fazer a instituição ter uma aparência mais alegre). Tentávamos ignorar os alto-falantes, periodicamente esganiçando um aviso ou chamando um médico. O encontro começava com a apresentação de cada membro. Jim sussurrou em meu ouvido que essa era a parte mais deprimente do encontro, porque era muito freqüente que alguém tivesse morrido no último mês, desde o último encontro. O assistente social fornecia detalhes dos dias finais e do funeral dos membros que se foram.</p>
<p>Os membros do Faça seu Dia Valer se confrontavam com a morte porque não tinham outra escolha. Estava esperando por um clima bastante sombrio, mas o que encontrei foi exatamente o oposto. As lágrimas escorriam livremente, é claro, mas essas pessoas falavam tranqüila e livremente sobre a doença e a morte. Estava claro que o grupo era o único lugar no qual podiam falar abertamente sobre tais assuntos.</p>
<p>Nancy exibiu a nova peruca, que comprara para cobrir a calvície causada pelo tratamento quimioterápico. Ela brincou dizendo que sempre quis ter cabelo liso e, agora que tinha um tumor cerebral, finalmente encontrou a desculpa de que precisava. Estêvão, um homem com a doença de Hodgkin, admitiu estar aterrorizado com o que viria pela</p>
<p>frente. Sua noiva se recusou terminantemente a discutir o futuro com ele. Como ele poderia romper a barreira que ela colocara?</p>
<p>Marta falou da morte. A esclerose lateral amiotrófica (a &#8220;doença de Lou Gehrig&#8221;) já tinha deixado suas pernas e braços inertes. Agora respirava com grande dificuldade, e sempre que adormecia à noite havia o risco de morrer por causa da falta de oxigênio. Marta tinha 25 anos. Alguém perguntou: &#8220;o que é que você teme a respeito da morte?&#8221; Marta pensou por um minuto, depois disse o seguinte: &#8220;Fico ressentida por tudo o que vou perder — os grandes filmes do ano que vem, por exemplo, e o resultado das eleições. E temo que um dia serei esquecida, que vou simplesmente desaparecer, e que ninguém vai sentir saudades de mim&#8221;.</p>
<p>Mais que quaisquer outras pessoas que tenha conhecido, os membros do Faça seu Dia Valer se concentravam em questões de importância última. Eles, diferentemente dos freqüentadores das academias de ginástica, não podiam negar a morte; seus corpos carregavam o memento mori, lembretes da morte prematura e inevitável. Todos os dias eles eram, nas palavras de Santo Agostinho, &#8220;ensurdecidos pelo estrépito das cadeias da mortalidade&#8221;. Queria usá-los como exemplos para meus amigos hedonistas, e andar pelas ruas e interromper festas para anunciar que &#8220;todos nós vamos morrer. Tenho provas disso. Bem ali na esquina há um lugar onde vocês podem ver isso com os próprios olhos. Vocês já pensaram a respeito da morte?&#8221;.</p>
<p>Mas tal consciência mudaria alguém por mais do que alguns minutos? Como diz uma das personagens do romancista Saul Bellow, o viver se apressa como aves sobre a superfície da água, e uma delas mergulhará ou se atirará subitamente nela, e não mais voltará, não será vista novamente. Mas a vida continua. Cinco mil pessoas morrem por dia na América. Numa noite Donna, membro do grupo Faça seu Dia Valer, contou que estava assistindo a um programa de televisão da emissora de serviços públicos. No programa, Elisabeth Kübler-Ross discutia o caso de um menino na Suíça, que estava morrendo por causa de um tumor inoperável no cérebro. Kübler-Ross pediu-lhe que fizesse um desenho de como se sentia. Ele desenhou um tanque militar grande e feio, e atrás do tanque, uma casinha com árvores, grama, um sol brilhante e uma</p>
<p>janela aberta. Na frente do tanque, bem no fim do canhão, ele desenhou uma pequenina figura segurando na mão uma placa vermelha de &#8220;Pare&#8221;. Ele próprio.</p>
<p>Donna disse que o desenho capturou com precisão seus sentimentos. Kübler-Ross passara a descrever os cinco estágios de pesar, culminando com o estágio da aceitação. E Donna sabia que deveria trabalhar pela aceitação. Mas ela nunca conseguia passar pelo estágio do medo. Como o menininho de frente para o tanque, ela via a morte como um inimigo.</p>
<p>Alguém trouxe à baila a fé religiosa e a crença na vida após a morte, mas o comentário evocou no Faça seu Dia Valer a mesma reação que evocara na Anistia Internacional: um longo silêncio, pessoas pigarreando para limpar a garganta e alguns poucos olhos vagueando. Pelo resto da noite, o grupo se concentrou nas maneiras pelas quais Donna poderia superar seus medos e desenvolver-se até o estágio de aceitação do pesar.</p>
<p>Saí daquele encontro com o coração pesado. Nossa cultura materialista e sem dogmas estava pedindo a seus membros que desafiassem os sentimentos mais profundos. Donna e o menininho suíço com tumor cerebral tinham, por puro instinto primal, esbarrado na base fundamental da teologia cristã. A morte é um inimigo, um inimigo encarniçado, o último inimigo a ser conquistado. Como poderiam os membros de um grupo — que a cada mês viam famílias se desintegrar e corpos se deteriorar diante de seus olhos — ainda desejar um espírito de branda aceitação? Conseguia pensar apenas numa reação apropriada para a morte iminente de Donna: dane-se, morte desgraçada!</p>
<p>Há também outro aspecto da teologia cristã que, infelizmente, não era discutido no Faça seu Dia Valer. O garoto suíço incluiu sua visão sobre o céu como pano de fundo, representado pela grama, pelas árvores e pelo chalé com uma janela aberta. Qualquer sentimento do tipo &#8220;aceitação&#8221; seria apropriado apenas se ele estivesse indo de fato para algum lugar, algum lugar semelhante a um lar. É por isso que considero a doutrina do céu uma das mais negligenciadas de nossa época.</p>
<p>&#8220;Acho que é muito difícil para homens secularizados morrer&#8221;, disse Ernest Becker, quando se voltou para Deus em seus últimos meses de vida.</p>
<p>No museu do Prado em Madri, Espanha, está exposta uma pintura de Hans Baldung (1545), intitulada As três idades do homem e a morte. Parece uma paródia deliberada da imagem clássica de As três Graças. No chão está uma criança recém-nascida, descansando tranqüilamente. Três figuras desbotadas e alongadas estão sobre ela. À esquerda está uma mulher quase nua, o arquétipo da beleza clássica, com a pele de alabastro, uma figura roliça e acetinada, os cabelos trançados em longas mechas que caem como cascata pelas costas. À esquerda dessa mulher está uma velha caquética, de seios enrugados e murchos, com uma face pronunciada, angulosa. A velha está com a mão direita no ombro da mulher bela e, com um sorriso escarnecedor e desdentado, puxa a jovem mulher em sua direção.</p>
<p>O braço esquerdo da velha está entrelaçado com o de uma terceira pessoa, uma figura horrorosa, saída diretamente de um quadro de Hieronymus Bosch, o pintor medieval apaixonado pelo grotesco. Homem ou mulher, não é possível distinguir. Características humanas se fundiram com as de um cadáver macabro e apodrecido, com vermes finos e compridos se esgueirando para fora da barriga cadavérica. A cabeça não tem cabelos, quase uma caveira. O cadáver segura uma ampulheta.</p>
<p>A pintura de Hans Baldung restaura, em termos visuais, o que a humanidade perdeu depois de Prometeu. A bela mulher recobrou o conhecimento da hora de sua morte. Nascimento, juventude, velhice — vivemos cada um desses estágios sob a sombra da morte.</p>
<p>Falta uma imagem à pintura, uma visão do corpo ressurrecto. É difícil para nós viver com a consciência da morte; pode ser ainda mais difícil viver com a consciência da vida após a morte. Temos esperança de corpos recriados enquanto habitamos um que está envelhecido e atormentado. Charles Williams certa vez admitiu que a noção de imortalidade nunca pareceu instigar sua imaginação, não importava o quanto tentasse. &#8220;A experiência que temos na terra torna difícil para nós apreender o bem sem que haja uma armadilha em algum lugar&#8221;, disse ele.</p>
<p>O apóstolo Paulo escreveu estas palavras para pessoas que, como nós, realmente não conseguem imaginar o bem sem que haja uma armadilha em algum lugar:</p>
<p>Mesmo que o nosso homem exterior se corrompa [a despeito de todos os esforços feitos na academia de ginástica para reverter à entropia], contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação [Leve e momentânea! As vezes em que Paulo ficou preso, foi espancado e naufragou me lembram das histórias de prisioneiros torturados que ouço na Anistia Internacional] produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que não se vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que não se vêem são eternas&#8230;</p>
<p>Pois, na verdade, os que estamos neste tabernáculo gememos angustiados [os freqüentadores do Faça seu Dia Valer, com o rosto sugado e abatido dos que passam pela quimioterapia, me vêm à mente], não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. Ora, foi o próprio Deus quem nos preparou para isto, outorgando-nos o penhor do Espírito.<br />
<strong><br />
2Coríntios 4:16—5:15</strong></p>
<p>Sim, precisamos de uma percepção renovada da morte. Mas precisamos de bem mais do que isso. Precisamos de uma fé, em meio aos nossos gemidos, de que a morte não é a última palavra, mas a penúltima. O que é mortal será engolido pela vida. Um dia todos os sussurros da morte tombarão silentes.<br />
<a href="http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10511&#038;cod_categoria=158"><br />
Descobrindo Deus nos lugares mais inesperados<br />
Philip Yancey</a></p>




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		<title>A arrogância nossa de cada dia.</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 19:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J.Monaco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>

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		<description><![CDATA[

Isso é uma confissão, portanto peço que desconsiderem seja lá o que vocês lerem que seja considerado errado, ou ofensivo.
Como somos arrogantes&#8230; Sim, eu e você. Todos nós. Filhos do Rei?! E por isso nos sentimos no direito de perturbarmos a ordem universal; no direito de impormos a nossa vontade sobre as demais pessoas ao [...]]]></description>
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<p>Isso é uma confissão, portanto peço que desconsiderem seja lá o que vocês lerem que seja considerado errado, ou ofensivo.<span id="more-676"></span></p>
<p>Como somos arrogantes&#8230; Sim, eu e você. Todos nós. Filhos do Rei?! E por isso nos sentimos no direito de perturbarmos a ordem universal; no direito de impormos a nossa vontade sobre as demais pessoas ao nosso redor. Hoje digo que isso tem que parar, isso deve morrer.</p>
<p>Preciso confessar aqui alguns pecados meus. Preciso contar o que sinto, na esperança de impedir que outras pessoas, amadas que são, ou amadas minhas ou de outro alguém comum, experimentem a fúria de sensações incuráveis como a do abandono e a do desprezo.</p>
<p>Eu recentemente tenho enfrentado uma crise de fé enorme, após uma cisma num determinado grupo do qual eu fiz parte durante aproximadamente nove (9) anos, e que ocasionalmente me compeliu a ter que abandonar o trabalho. Tal grupo havia sido fundado por mim e por meu melhor amigo. Algumas pessoas podem dizer que isso não é um motivo de grande relevância, mas caro leitor, friso aqui que sim, é de altíssima relevância na minha vida. Sei que o dito popular lança que &#8220;Pimenta nos olhos do outro é refresco&#8221;. E humanamente falando, sim, é mesmo. Assim como eu tenho travado uma luta diária com esse problema, sei que outras pessoas têm outros problemas aparentemente pequenos por fora, mas que assolam as suas vidas como se fossem monstros.</p>
<p>Eu tenho estado em pecado. A minha falta de visão sobre a situação me leva a descrença de que Ele tem feito algo por mim a esse respeito. Parece que as orações batem no teto e não passam ( =P como se elas precisassem sequer subir para chegar àquEle que permeia todas as coisas e que está em tudo, embora nem tudo esteja nEle ), e esse silêncio que ensurdece o coração parece elevar o nível de toxicidade da raiva e da impotência diante de uma situação, aparentemente irremediável.</p>
<p>Eu tenho estado em pecado, porque na minha pequenez humana eu tenho sido menos grato, e tenho murmurado mais. Porque eu tenho tratado com desdém coisas como o pão de cada dia, como ver a Glória de Deus no olhar dos meus pais, ou do meu casal de chinchilas; tenho sido indiferente à graça, no sorriso lindo da minha namorada, ou abraço confortante da amiga que tem sido a mais próxima nos últimos tempos. Estou em pecado porque eu tenho sido arrogante a ponto de não me lembrar de &#8220;&#8230;trazer ao coração aquilo que me dá esperança; A misericórdia do Senhor não tem fim, e essa é a razão de não sermos consumidos.&#8221; (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/aa/lm/3" target="_blank">Lm. 3:21</a>)</p>
<p>Eu tenho estado em pecado, porque essa minha arrogância, me tira a tão essencial visão de que o Criador, é presente na natureza e que Ele é suficiente, e apenas Ele é suficiente para que eu viva, morra, ame, sirva, receba e resista. Eu confesso ter dificuldade de andar, embora eu conheça o caminho&#8230; Embora conheça o Caminho.</p>
<p>Nessa semana, logo após um trabalho rotineiro com outro grupo, soltei uma bombinha na sarjeta da Rua Teodoro Sampaio, comemorando o Hexacampeonato do São Paulo. Embora eu seja santista, todo mundo que me conhece sabe que eu gosto muito mais de fogos de artifício do que de futebol, então qualquer desculpa serve para festejar&#8230; É algo meio hillbilly, como dar tiro pro alto, e quem me conhece sabe que eu agradeço a Deus por não ter uma só arma&#8230; Eu tenho três&#8230; Tá bom, foi uma piada, não tenho armas, mas enfim. Essa bombinha miserável desencadeou o que eu chamo de descontrole emocional urbano. Nesse nosso ben(mal)dito mundo pós-modernosississimo, temos os mais variados problemas e pressões sobre os nossos ombros, e que são acumulados diariamente, tornando alguns de nós bombas-relógio, prestes á explodir. Eis que um cidadão saia &#8220;calmo, com cara &#8220;simpática e descontraída&#8221;, do prédio logo em frente ao local da explosão, e foi essa simples bombinha o que foi preciso pra que este tivesse um D.E.U. . E deu mesmo.</p>
<p>A sua primeira reação foi gritar muito, e ameaçar, de onde percebeu-se que este tinha ingerido certa quantidade de álcool. E foi se aproximando com os punhos fechados e querendo brigar. Estávamos num grupo de cinco pessoas, e nenhuma era pequena. Dissemos que não queríamos brigar e ele partiu pra cima de um de nós. Eu o segurei e disse que eu tinha soltado a bombinha, e que ninguém queria brigar com ele, e pedi desculpa pelo incidente, assumi o erro. E ele continuou gritando, logo após esboçar ir embora. Percebendo que não estávamos dando muita atenção, o cidadão, veio por trás de mim e me deu um tapa na cabeça. Mais uma vez a cena se repete e eu digo que não vamos brigar com ele. Blá blá blá. Após alguns minutos de mais ofensas verbais, ele vem até mim, chega perto e cospe na minha cara. E nós dissemos: &#8220;Não insista, cara. Ninguém aqui vai brigar hoje”.</p>
<p>Quando penso nos problemas que esse cara deve ter enfrentado em casa, antes de nos encontrar, passa pela minha cabeça uma imensa sorte de possíveis dores e transtornos que podem ter levado (às vezes) uma pessoa, que é de suposta boa índole, a se portar dessa forma. Aparentemente agi como um cristão deveria ter agido. Mas quando olho pra dentro de mim percebo que aquele homem , independente das suas razões e motivos, morreu. Já era um presunto de uns 90 e poucos kgs. No meu coração eu o matei. Eu o espanquei até que seu maxilar inferior ficasse tão arregaçado que ele apenas cuspiria nele mesmo pro resto da vida, se fosse salvo às tempo. No meu coração, ele pagou por aquela agressão naquele mesmo momento. No fundo, embora tenha me lembrado de Jesus, e da vaga idéia que faço do que Ele passou por mim e por vocês, o que também inclui ser muito cuspido, sei que não deixei de me vingar por amor, mas porque me era muito conveniente pensar no que eu poderia perder se agredisse aquele cara, e isso sim faz de mim uma pessoazinha extremamente egoísta, arrogante e suja. Eu o matei em meu coração, porque se o fizesse na vida real, eu poderia sofrer um prejuízo ainda maior. E não porque eu gostaria de ser tolerado num momento de muita estupidez como o que ele acabara de experimentar. Eu tenho estado em pecado, porque em meu coração sou um assassino. (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/aa/tg/1" target="_blank">Tg.1</a>)</p>
<p>Eu tenho estado em pecado, por não amar como deveria. Da mesma forma eu quis que esse meu melhor amigo, que por motivos que eu não entendo e que nunca entendi nem percebi me ignorou, e me compeliu a sair da banda que eu mais amei (com todo respeito à todas as outras, e vocês sabem como isso é, né?! banda é que nem casamento&#8230; namoro, sei lá&#8230;), sofresse o que eu tava sofrendo, sentisse o abandono que eu tava sentindo, experimentasse o gosto amargo de &#8221; não ser bom o suficiente&#8221; para ser parte de algo cuja a idéia primeira veio também do meu próprio coração&#8230; Assim como no meu coração eu surrei o meu melhor amigo, por todas as vezes que eu me senti pra baixo, porque ele tem um jeito ainda mais duro do que o meu de tratar as pessoas. Eu tenho estado em pecado por não saber amar e permitir que essas coisas abram espaços para pequenos buracos negros no meu peito.</p>
<p>Eu tenho estado em pecado porque eu tenho glorificado a Deus menos do que eu tenho chorado de raiva&#8230; Porque eu tenho &#8220;me preocupado com a minha própria casa, ao invés de me preocupar com a casa do Senhor.&#8221; (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/aa/ag/1" target="_blank">Ag. 1</a>)</p>
<p>Me repetindo: Eu entendo que a vida cristã é uma vida de constante auto-confrontação e renúncia. Entendo que conversão é um processo diário, onde nós escolhemos amar o que o Senhor ama, e odiar o que o Senhor odeia. E Deus amou a todos. Consumiu Sua obra de amor por nós em JESUS, o Cordeiro que tira o pecado do mundo. No entanto, constantemente me pego devastando pessoas e mundos em meu coração, apenas pra satisfazer uma vontade cretina de não sair por baixo, de suprimir minhas frustrações, dissabores e falhas, com ilusões de poder e glória pessoal. Eu tenho nojo de mim a ponto de em certos momentos me sentir doente por ser quem sou.</p>
<p>Alguns amigos me dizem que eu me cobro demais&#8230; Querem saber?! Pretendo ser o menos hipócrita possível, embora nem sempre eu consiga. Exponho aqui, agora, alguns pensamentos sórdidos e reações toscas que tenho, e confesso também estar lutando contra meus demônios, por assim dizer, mas esses não são os únicos pensamentos ruins, nem os únicos problemas que tenho.</p>
<p>Eu tenho estado em pecado, porque ás vezes, nossa falta de visão nos faz esquecer que nós éramos e AINDA SOMOS TODOS, merecedores daquela cruz, daquela dor, daquele desgosto, humilhação e morte. Nós. Eu, vocês, e eles também. Fomos encontrados mortos em nossos delitos e pecados, e, no entanto, estamos nos perdendo em nossa maldita auto-piedade e egoísmo, em nossos probleminhas pequenos e picuinhas e tanta $#%^&amp;, que é impossível não notar como temos sido arrogantes diante do Senhor, vivendo em paixões e modas e esquecendo de praticar AMOR.Deus abomina a arrogância nossa de cada dia, e nós todos sabemos disso.</p>
<p>Eu tenho estado em pecado, porque no meu pequeno mundo, com valores dispares e vagos, eu tenho questionado o Amor de Deus para comigo, porque eu não tenho conseguido alcançar objetivos pessoais, e que não valem mais do que a salvação.</p>
<p>Por isso, Deus que me perdoe. Que tenha misericórdia de mim, porque eu não sou bom. Porque o bem que eu quero, mal consigo querer. E o mal é o ápice do meu trabalho. O que me dói ao escrever isso é saber que eu não o único ser criado por Deus que experimenta isso, não. Sei que não estou sozinho nisso. E eu preferia estar, juro que preferia.</p>
<p>Caso você saiba o que é isso que eu disse aqui, saiba que nós precisamos mais de Deus. Aliás, precisamos apenas dEle. Então entregue seus caminhos, não perca tempo. Porque a oração que eu tenho feito com fé, é para que venha logo o dia do Senhor e então todas as coisas tomem seus devidos lugares.</p>
<p>E por favor, perdoem-me se essa minha confissão ofende alguém aqui&#8230; Peço perdão ao meu amigo e ao cara que me cuspiu por ter matado eles na minha cabeça, por querer seu mal. E se alguém aqui for diferente de mim nessas coisas, por favor, me apedreje.-<br />
Ainda assim há esperança, &#8220;Pois eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus, vê-lo-ei ao meu lado, e os meus olhos o contemplarão, e não mais como adversário. &#8221;<br />
(<a href="http://www.bibliaonline.com.br/aa/j%C3%B3/19" target="_blank">Jó 19:25-27a</a>)</p>




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		<title>Low Frame Rate</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 13:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J.Monaco</dc:creator>
				<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>

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		<description><![CDATA[

Por mais que pareça que ninguém ouve, que ninguém vê;
que não importa, que o tempo não dirá;
que é vã a espera pela glória&#8230;
É apenas impressão.
É apenas o som do medo de ser só, espalhado nas paredes, mesa e chão.
É apenas o medo de ficar cego, o que nos tira a visão.
-
E a esperança não traz [...]]]></description>
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<p>Por mais que pareça que ninguém ouve, que ninguém vê;<br />
que não importa, que o tempo não dirá;<span id="more-617"></span><br />
que é vã a espera pela glória&#8230;</p>
<p>É apenas impressão.</p>
<p>É apenas o som do medo de ser só, espalhado nas paredes, mesa e chão.</p>
<p>É apenas o medo de ficar cego, o que nos tira a visão.</p>
<p>-</p>
<blockquote><p>E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.<br />
<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/rm/5/5+">Romanos <span>5:5</span></a></p></blockquote>




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		<title>Sonhos</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2008/29/sonhos/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Nov 2008 03:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J.Monaco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução]]></category>
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Sonhos as vezes me assolam a alma. É comum que eu sonhe com algum evento de menor importância, e em questão de meses ou semanas, ou mesmo dias, eu o veja acontecendo diante dos meus olhos. Eu passei a escreve-los quando percebo certas características neles, que são reincidentes nos sonhos que se tornam reais. Tenho [...]]]></description>
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<p>Sonhos as vezes me assolam a alma. É comum que eu sonhe com algum evento de menor importância, e em questão de meses ou semanas, ou mesmo dias, eu o veja acontecendo diante dos meus olhos. <span id="more-614"></span>Eu passei a escreve-los quando percebo certas características neles, que são reincidentes nos sonhos que se tornam reais. Tenho certa dificuldade em discernir tais sinais e evidencias, mesmo porque tenho comigo o cético pensamento de que se tratam apenas de coincidências. Mas de alguma forma, nossos sonhos carregam tantos traços de realidade que já sonhei com coisas que tiveram respostas físicas (e por favor, não to falando de poluções noturnas, então não me venha&#8230;).<br />
Certa vez sonhei que eu, defendendo uma pessoa querida de um agressor desconhecido na rua, levei uma facada sobre o rim&#8230; e acordei sentindo uma dor imensa no lugar. Outra vez, em outro sonho, a queda de uma escada, durante um afazer doméstico me fez sentir uma dor no peito, pois eu havia despencado sobre uma mesa de vidro. Senti um impacto e indo ao banheiro percebi que a região do externo levemente avermelhada.<br />
Mas como eu disse anteriormente, não tenho uma certeza, nem crença que defina a interpretação e os resultados deste tipo de sonho&#8230; Mas eu ainda gostaria de falar sobre sonhos. Um outro tipo de sonho que se assemelha muito com estes&#8230; mas que é diferente por se tratar de uma mistura de anseios e aspirações pessoais, de motivações e de objetivos&#8230; de ideais.</p>
<p>Às vezes queremos tanto algo, que acabamos efetivamente sonhando com isso. E as vezes Sonhamos com algo, por almejarmos demais esse algo. Tenho encontrado certa dificuldade , também, em separar esse sonho daquele sonho, pois no final tudo o que sonhamos/desejamos/vivenciamos durante o sono, tem uma carga muito grande de realidade, e uma outra imensa de distorções de realidade (resumindo a realidade em fatos e eventos verdadeiros, e também não querendo discutir aqui o que é a tal da realidade), de forma que &#8220;vivemos&#8221; os nossos sonhos&#8230; nos encontramos com todas ou algumas de nossas carateristicas pessoais, quer dizer, nos reconhecemos em nossos sonhos&#8230; sempre temos um papel, ainda que nos enxerguemos como um expectador dos nossos próprios sonhos.</p>
<p>Da mesma forma, podemos viver os nossos sonhos/desejos/anseios/vontades enquanto acordados e os vemos acontecer e lutamos por eles e criamos ( ou tentamos criar) condições para que estes se concretizem. Tendo tais coisas em mente, parto para o seguinte questionamento: O que é estar acordado?Estar acordado, significa estar consciente e também significa não estar dormindo. Mas será que estar acordado significa, não estar sonhando?!(Ao diabo esses gerúndios)&#8230; Penso que sonha-se acordado&#8230; penso que continuar sonhando é parte do despertar. Sonhar nesse caso, em estado consciente, acordado, significa muito mais do que simplesmente sonhar. Significa ter razões para viver, objetivos, e a busca por soluções, e em ultima instância, significa te motivos para movimentar-se. É um combustível. É o principio ativo das ideias e dos grandes feitos vistos em nosso mundo ( embora sejam todos vaidade e trapos de imundicia =P). Viver com sonhos significa ter razões para resistir tanto à corrosão do tempo, bem como aos dissabores da vida, ao gosto amargo do abandono e a todas as outras coisas às quais estamos sujeitos&#8230; todos nós, toda a criação.<br />
Mas o que acontece quando essa força se esvai, escorre por entre nossos dedos, nos deixa, como a agua é absorvida pela areia? Viver sem sonhos representa perda de torque no nosso motor&#8230; tanque vazio, autonomia reduzida&#8230;e talvez viver sem sonhos possa até significar a perda do sentido de ser. Uma vez que se tiram os sonhos de um homem, roubam-lhe a alma. Vejo que, se sonhar é um fator decisivo de motivação, igualmente aponta para uma fraqueza: Uma vez que se rouba os sonhos de um homem, se nocauteia a sua alma, e o deixam semi-morto; Respirando, e não vivo.Sem perspectivas, não prosseguimos firmes.</p>
<p>Mas existe algo que traz à tona a força: a restauração e o renovo que vem do alto; o renascimento do amor, a redescoberta do primeiro amor. O amor tem o poder de &#8220;reconstituir o tecido do nosso coração&#8221;, nos fazer respirar novamente trazer consigo novos&#8230; novos sonhos (e eu me refiro primeiramente ao amor de e para Deus, mas em segunda instância também ao amor que sentimos uns pelos outros, e ao amor descoberto por um certo alguém que entra e é capaz de mudar e refrescar a nossa vida.Os bens são herança dos pais, mas uma esposa é herança de Deus&#8230;Lembram?)<em><br />
</em></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha.<br />
Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de júbilo; então, entre as nações se dizia: Grandes cousas o Senhor tem feito por eles. Com efeito, grandes cousas fez o Senhor por nós; por isso, estamos alegres&#8221;.</em><br />
[Salmos 126:1-3]</p></blockquote>
<p>A restauração promovida pela presença do amor, que é no mínimo evidencia da presença de Deus, nos liberta da falta de esperança e perspectivas, nos faz sentir novamente as mãos e os pés, nos faz levantar e caminhar. E por isso digo repetidamente para mim: A esperança jamais falha. Por isso tantas vezes eu repito que</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Quero trazer á memória, aquilo que me traz esperança: as misericórdia do Senhor não tem fim, e é essa a razão de não sermos consumidos.&#8221;</em><br />
[Lamentações 3:21,22]</p></blockquote>
<p>Aqueles que sonham e descansam sobre a esperança de algo melhor, tem diariamente algo novo para descobrir&#8230; Algo como a própria vida. <strong>Por isso eu acredito que aqueles que não sonham, não percebem que ainda estão dormindo e precisam acordar. </strong></p>
<blockquote><p> <em>28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice.<br />
29 Porque quem come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo do Senhor.<br />
30 Por causa disto há entre vós muitos fracos e enfermos, e muitos que <strong>dormem</strong>.</em><br />
[1 Coríntios 11:28-30]</p></blockquote>
<p>Acorde. Venha para o agora, não deixe de sonhar e depositar sua esperança no único lugar onde ela eh guardada em segurança: em Deus. Saiba também que se pode descansar acordado quando se descansa em nEle.</p>
<p>Quer um outro bom motivo para se alegrar? Esse mesmo Deus, sonhou com você, e sabia o quanto você valia: nada. Mas sonhou em ver novas as coisas que haviam se corrompido e por isso alguém pagou um preço por você, para que você voltasse a sonhar acordado&#8230; e como sabemos essa história não acaba aqui, pois novos céus e terra virão a seguir.</p>
<blockquote><p><em>Dreaming of Zion, Awake<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=EiPS-JUAZdA"> Sleeping Awake</a></em><br />
-P.O.D.</p></blockquote>
<p>Liberte-se da espiral. Sonhe acordado&#8230; e não limite os seus esforços para ver acontecer.</p>




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		<title>Trigais</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 17:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J.Monaco</dc:creator>
				<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>

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Uma das imagens mais bonitas que tive a oportunidade de ver e de que também pude participar foi a de estar em meio a um campo de trigo, numa tarde de outono, em que o vento batendo no rigal fazia as espigas se inclinar em ondas suaves de um amarelo-ouro sem limite. Naquele momento inesquecível, [...]]]></description>
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<p>Uma das imagens mais bonitas que tive a oportunidade de ver e de que também pude participar foi a de estar em meio a um campo de trigo, numa tarde de outono, em que o vento batendo no rigal fazia as espigas se inclinar em ondas suaves de um amarelo-ouro sem limite. <span id="more-610"></span>Naquele momento inesquecível, esse versículo me veio à mente.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os campos se vestem de rebanhos, e os vales se cobrem de trigo; eles se regozijam e cantam. &#8221;<br />
<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/sl/65" target="_blank"> Salmo 65:13</a></p></blockquote>
<p>O coração sentiu-se apertado, mas ao mesmo tempo tão feliz e exultante por poder estar perto da criação do Senhor Deus. Lembrei-me de que Jesus também andava em meio às espigas e tinha tanto cuidado com os seus.Lembrei-me dos lírios, dos quais Jesus dise que nem Salomão, o riquíssimo rei, se vestiu como eles. Como resistiràquelaporção dourada que estava perante meus olhos? Se Deus é capaz de proporcionara um campo tamanha beleza, o que certamente fará a um filho seu? O salmo de hoje faa disso, das searas de Deus, da visita que Deus continuamente faz à sua criação, do cuidado, da rega. Deus acalma as tempestades da terra e da alma. Acalma a fúria dos mares, o barulho forte dasondas e a gritaria violenta de quem nos rodeia. O nascer e o pôr do sol sempre parecem cantar hinos de alegria a Deus. Nunca se repetem, variam as cores, os minutos, os acompanhates. São únicos. Por isso sempre vale prestar atenção ao nosso redor, ao amor constante e fiel do Senhor por nós, porque Ele sempre nos dá muito mais do que precisamos. Podemos deixar nossa vida depender totalmente do Denhor Jesus, porque é a sua mão que nos sustenta. Em Deus estão a minha firmeza e a minha proteção. Preste atenção às belezas diárias que Deus sempre lhe proporciona. Há sempre um milagre diário em sua vida. Qual será o de hoje?</p>
<p><em><strong>Milagres estão por aí em coisas simples.</strong></em></p>
<p>- Andréia Pavel</p>




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		<title>Apesar da corrosão</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2008/25/apesar-da-corrosao/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 17:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J.Monaco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adoração]]></category>
		<category><![CDATA[DEUS]]></category>
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		<description><![CDATA[

Apesar da corrosão gerada por todas as dúvidas, apesar da corrosão do tempo, em Tí Senhor, encontro as respostas que me levam a crer, que nada mais do que olhos abertos são necessários para contemplar a Tua presença e ação.
Se eu pudesse resumir em uma única palavra meu sentimento diante da falta de fé, que [...]]]></description>
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<p>Apesar da corrosão gerada por todas as dúvidas, apesar da corrosão do tempo, em Tí Senhor, encontro as respostas que me levam a crer, que nada mais do que olhos abertos são necessários para contemplar a Tua presença e ação.<span id="more-609"></span></p>
<p>Se eu pudesse resumir em uma única palavra meu sentimento diante da falta de fé, que as vezes vem sobre mim, essa palavra seria vergonha. E embora as coisas erradas, nessa vida, andem à margem das coisas certas, tenho a certeza de que a paz que tenho encontrado, é a confirmação das Tuas respostas, ao meu coração.</p>
<p>Diante das maravilhas que tenho visto, e de cada sagrado minuto vivido, a única coisa que posso fazer é agradecer, porque pela Tua misericórdia, eu tenho visto, e sentido, as melhores coisas que poderiam me acontecer.</p>
<p>Nada disto é por meu próprio mérito, na verdade talvez meu momento atual chame-se, mais do que nunca, presente, porque é a Tua graça o que eu tenho encontrado na pureza da amizade sem inseguranças, no acalanto de vozes que me confortam, na saúde, que as vezes me falha, para que assim se fortaleça meu espírito, e especialmente em tudo o que eu tenho amado. Se eu morresse hoje, sentiria saudade dessas pequenas descobertas que evidenciam o Teu grande cuidado por nós.</p>




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		<title>Oração &#8211; 20080128</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2008/20/oracao-20080128/</link>
		<comments>http://solomon1.com/a/2008/20/oracao-20080128/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 20:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J.Monaco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adoração]]></category>
		<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>

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		<description><![CDATA[

Em Teus olhos encontro a paz
pra poder descansar
em teus braços encontro um lar
Então quem não dirá
que Tú és fiel e sempre será? E por acaso, quem dirá
que Tú abandonas teus filhos
enquanto as evidências do Teu Amor
se manifestam em todos os lugares?
Ainda conhecendo o meu lado mais sombrio
jamais me abandonaste, mesmo tendo
a minha própria alma se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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Em Teus olhos encontro a paz<br />
pra poder descansar<span id="more-606"></span><br />
em teus braços encontro um lar<br />
Então quem não dirá<br />
que Tú és fiel e sempre será? E por acaso, quem dirá<br />
que Tú abandonas teus filhos<br />
enquanto as evidências do Teu Amor<br />
se manifestam em todos os lugares?</p>
<p>Ainda conhecendo o meu lado mais sombrio<br />
jamais me abandonaste, mesmo tendo<br />
a minha própria alma se cansado de mim<br />
tendo ela me visto como enfado, desejosa do fim.</p>
<p>Ainda conhecendo o meu lado mais sombrio<br />
teve mais misericórdia do que fez justiça<br />
pois tendo em vista os meus pecados<br />
não fui eu consumido pela merecida ira<br />
nem condenado fui por minha iniquidade<br />
mas antes fui preservado, restaurado<br />
e erguido diante dos que me desprezavam<br />
pela tua mão e ao meu redor foram colocadas<br />
as benção que Tú reservas aos Teus amados.</p>
<p>Não fui eu, Senhor, que desprezei teus mandamentos<br />
e segui por caminhos tortos meus desejos?</p>
<p>Não fui eu, Senhor, que abatido voltei, sabendo<br />
que o que eu merecia era todo o Teu esquecimento?</p>
<p>E não é o Senhor, Aquele que embora saiba de todo<br />
o meu pecado, me perdoou e por mim se entregou?</p>
<p>Então eu pergunto a quem quer que seja, que<br />
bem tenho eu, senão a Tua misericórdia?</p>
<p>Que bem tenho eu, senão o abrigo em Ti encontrado?</p>
<p>Que vida tenho eu, sem Tua presença, de onde vem a própria vida?</p>
<p>Antes de mim as respostas já vieram.</p>
<p>Pois antes de todas as coisas, é o Senhor,<br />
assim como o Senhor é antes do passado, e o é também depois do futuro.</p>
<p>Louvo o Teu Nome, em nome de Jesus.<br />
-<br />
Porque hoje é um bom dia pra me repetir.</p>




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		<title>Pela frieza dos corações.</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2008/10/pela-frieza-dos-coracoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 12:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J.Monaco</dc:creator>
				<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>

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		<description><![CDATA[

Ele não perdoa falhas, cobra pelos outros
Sobe em suas costas, incompreesível, sem perdão
Força o teu rosto contra o chão
Repete aos filhos dos homens: não há mais salvação.
E ai nessa dança maldita, o ar novo que se respira
Parece irrelevante aos que não se sufocavam sozinhos
E ai nessa mentira, é empatia o que falta aos amigos
Cães em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://solomon1.com/a/2008/10/pela-frieza-dos-coracoes/&amp;title=Pela+frieza+dos+cora%C3%A7%C3%B5es.&amp;theme=blue&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=UPhxxyvF-eM"><img class="dtse-img dtse-post-552" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2008/11/fist.jpg" alt="fist.jpg" /></a></p>
<p>Ele não perdoa falhas, cobra pelos outros<br />
Sobe em suas costas, incompreesível, sem perdão<span id="more-552"></span><br />
Força o teu rosto contra o chão<br />
Repete aos filhos dos homens: não há mais salvação.<br />
E ai nessa dança maldita, o ar novo que se respira<br />
Parece irrelevante aos que não se sufocavam sozinhos<br />
E ai nessa mentira, é empatia o que falta aos amigos<br />
Cães em becos, babando ódio, rindo, alucinados<br />
Esse é o mundo em que vivemos.<br />
Mas se rirão de um jeito ou de outro, honestamente desisto.<br />
Não me conformo, não me adapto, já não sei ser assim.<br />
Mas meu punho calejado ainda mostra que eu lembro como se luta&#8230;<br />
Lembro sim.<br />
-<br />
<em>Ouve tu então nos céus, assento da tua habitação, e perdoa, e age, e dá a cada um conforme a todos os seus caminhos, e segundo vires o seu coração, porque só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens.<br />
[1 Reis 8:39]</em></p>




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		<title>Encarando a própria vida</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2008/14/encarando-a-propria-vida/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 16:42:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto de orações]]></category>

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		<description><![CDATA[

Temos a tendência de repetir o tipo de relacionamento que experimentamos nos primeiros anos da infância.
Meg tinha 35 anos e sofria com uma anemia profunda. Os médicos não entendiam direito o que se passava com seu organismo, que não reagia à medicação e muito menos a uma alimentação rica em ferro. Recomendaram a ajuda profissional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://solomon1.com/a/2008/14/encarando-a-propria-vida/&amp;title=Encarando+a+pr%C3%B3pria+vida&amp;theme=blue&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p><img class="dtse-img dtse-post-433" src='http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2008/10/sozinh1.jpg' alt='sozinh1.jpg' /></p>
<p>Temos a tendência de repetir o tipo de relacionamento <span id="more-433"></span>que experimentamos nos primeiros anos da infância.</p>
<p>Meg tinha 35 anos e sofria com uma anemia profunda. Os médicos não entendiam direito o que se passava com seu organismo, que não reagia à medicação e muito menos a uma alimentação rica em ferro. Recomendaram a ajuda profissional em psicologia. Meg me procurou e aos poucos foi me contando sua história. Era a caçula de três irmãos. O pai era extremamente violento; a mãe, passiva e até omissa. As cenas violentas do pai para com o irmão mais velho faziam parte do cotidiano de sua casa. Nestas situações, Meg ficava sempre na soleira da porta, tentando achar uma solução para a situação. Mas na sua tenra idade, nunca saiu dali. Se fosse buscar ajuda, levaria uma tremenda surra – afinal, era pequena demais para enfrentar o pai. Naquela agonia, o máximo que fazia era ficar ali, imóvel e paralisada, desejando que a vida não existisse, que sua história fosse outra. Algumas vezes, havia calma naquele lar, mas o alívio durava apenas até o próximo episódio de fúria e violência do pai de Meg.</p>
<p>O tempo passou. Meg cresceu, tornou-se adulta, saiu de casa, casou-se e teve filhos. Contudo, vivia uma dinâmica nos relacionamentos onde se percebeu impotente e sem ação diante da força de pessoas que abusavam da sua fragilidade. Foi enganada e explorada mais de uma vez, tanto no ambiente familiar como no trabalho. Ela percebia o que ocorria à sua volta, mas continuava na soleira da porta da própria existência, sem usar recursos de que não dispunha na infância, como o próprio fato de ser adulta e a possibilidade de amparo jurídico. A mensagem interna que soava alto em seus ouvidos era a mesma de outros tempos – não podia fazer nada e era melhor ficar quieta senão ia ser pior. A anemia que começara na infância tornou-se crônica, exigindo constantes cuidados médicos. A falta de energia e disposição não se limitava apenas ao seu corpo, mas corroía-lhe a alma, impedindo sua realização pessoal e tolhendo suas capacidades. E assim Meg vivia, engolindo abuso atrás de abuso.</p>
<p>Assim como ela, temos a tendência de repetir ao longo da vida o tipo de relacionamento que experimentamos nos primeiros anos da infância. É como se, uma vez vivida e aprendida uma situação, ficássemos indefesos e desprotegidos, presos a ela como crianças. Uma das sutilezas satânicas contra o ser humano é exatamente esta: a do medo de arriscar a sair da soleira da porta e descobrir os próprios recursos, doados por Deus a cada um desde a formação no ventre. E por causa deste medo, muitas mulheres não se posicionam, não desenvolvem seu valor e não têm forças para defender a própria dignidade.</p>
<p>A parábola dos talentos, contada por Jesus e registrada em Mateus 25, aborda esta questão. Um dos servos daquele homem rico preferiu esconder o talento recebido, ao invés de usufruir dele, gerando novas riquezas. Alegou, mais tarde, que ficou com medo da severidade de seu senhor e preferiu se garantir, restituindo exatamente aquilo que lhe fora confiado. Pois foi severamente repreendido – e seu talento lhe foi tirado e entregue para outro servo, que sabia administrar melhor os bens recebidos. A outra é a história de Abigail, contada no primeiro Livro de Samuel, no capítulo 25. Nabal, seu marido, cometera um grave erro contra Davi. Diante da insensatez de Nabal, que além de insensível e duro, era beberrão, Abigail não se entregou ao papel de vítima. Ela tomou providências, agindo para proteger os filhos e empregados da vingança de Davi e dos homens que o seguiam. Ela preparou uma comitiva e foi ao encontro dele, levando presentes e o pedido de desculpas, aplacando sua fúria.</p>
<p>Muitas mulheres com idéias e projetos brilhantes não os colocam em prática porque o medo se transforma num monstro que aniquila e bloqueia qualquer iniciativa. E a história de Abigail parece apontar para o fato de que há situações em que temos que correr os riscos e andar na contracultura, enfrentando as ameaças e os ataques que podem cair em cima daqueles que estão sob nosso cuidado e responsabilidade. Não podemos perder de vista o propósito de usarmos todas as forças e recursos disponíveis na detenção do mal e da destruição. Meg precisava sair da situação de vítima e encarar a própria vida, não se permitindo mais ficar nas mãos de pessoas egoístas e cruéis. E, com a ajuda de Deus, ela o fez. Perdeu algumas coisas e alguns relacionamentos, mas encontrou a si mesma e descobriu que tinha muito a ganhar, criar e produzir, desenvolvendo seu potencial tão especial para beneficiar pessoas e difundir a grandeza do Senhor. Até a anemia desapareceu.</p>
<p>Descobrir as próprias estagnações é um caminho difícil que requer muita coragem, disposição e uma boa dose de humildade. Algumas vezes, será necessário rever a própria história de vida, identificando eventuais bloqueios oriundos de episódios do passado. Na verdade, não nascemos com a capacidade de gostar de nós mesmos e acreditar no nosso próprio potencial. São os nossos educadores e treinadores que podem facilitar, ou não, a confiança que podemos ter em nós mesmos para fazermos diferença – tanto para nós, como para aqueles que nos estão próximos. Mas, quando nos tornamos adultos, podemos rejeitar toda e qualquer mensagem destrutiva que nos tenha sido direcionada e que passou a fazer parte de nossa existência, distorcendo a rota dos caminhos para os quais nascemos. Agindo assim, é possível resgatarmos a nós mesmos, refazendo o roteiro que nos é dado por Deus para nossa vida aqui neste mundo.</p>




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		<title>Greg Hartman &#8211; Riders4Christ</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 20:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rachel</dc:creator>
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Greg Hartman – piloto de FMX – ganhou medalha de prata nos X Games Brasil que rolaram em São Paulo em Abril. Integrante do Riders4Christ – um grupo sobre o qual a gente conversa mais pra frente – Hartman sofreu um acidente na última sexta-feira durante o Dew Tour que rola lá na gringa.As condições [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://solomon1.com/a/2008/21/180/&amp;title=Greg+Hartman+-+Riders4Christ&amp;theme=blue&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p><img class="dtse-img dtse-post-180" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2008/07/fmx1.jpg" alt="fmx1.jpg" />Greg Hartman – piloto de FMX – ganhou medalha de prata nos X Games Brasil que rolaram em São Paulo em Abril. Integrante do Riders4Christ – um grupo sobre o qual a gente conversa mais pra frente – Hartman sofreu um acidente na última sexta-feira durante o Dew Tour que rola lá na gringa.<span id="more-180"></span>As condições climáticas de Cleveland não ajudavam os atletas do FMX Best Trick – que disputam para jogar a melhor manobra possível. Hatman tentou uma variação do blackflip, mas o vento e a fina chuva atrapalharam a manobra do texano, que acabou caindo.<img class="dtse-img dtse-post-180" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2008/07/fmx2.jpg" alt="fmx2.jpg" /><strong>Com um pulmão perfurado, hemorragia interna e no cérebro, Hartman está internado na UTI. Os companheiros de equipe e os patrocinadores do Truth Soul Armor lançaram um pedido de oração na internet pela recuperação do atleta de 24 anos.</strong></p>




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