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Solomon X / Background 2009

Solomon X background inspirando vidas.

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Disco inédito de Jimi Hendrix

Ouça por aqui. “Valleys of Neptune”, disco inédito de Jimi Hendrix que deve ser lançado nos EUA na próxima terça-feira (9), já pode ser ouvido em streaming on-line no site I Heart Radio. O álbum traz gravações de estúdio que datam de 1969, o ano anterior à morte de Hendrix, aos 27 anos de idade, em Londres.

“Meu irmão Jimi se sentia em casa no estúdio”, disse Janie Hendrix, diretora da empresa familiar Experience Hendrix LCC, criada para proteger um legado avaliado em dezenas de milhões de dólares, à Reuters em janeiro deste ano.

“Valleys of Neptune” terá várias canções que já são conhecidas dos fãs mais inveterados do guitarrista graças a gravações pirateadas, mas também haverá mais de 60 minutos de música de Hendrix até agora inédita.

O disco inclui covers dos clássicos “Bleeding heart”, de Elmore James, e “Sunshine of your love”, do Cream, além de versões de composições originais de Hendrix como “Ships passing through the night” e “Lullaby for the summer”.

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Filhos da utopia

A nova geração de Brasília cava seu espaço no rap, em lanchas no lago e andando de skate

Não é fácil crescer em Brasília. A rapaziada vai conquistando espaço meio que à força, espremida em meio a avenidas largas, transporte público fraco, uma população classe média no último -com tudo o que isso tem de bom e ruim– e cidades-satélite excluídas do filé do plano piloto. Essa galera cresceu em meio a uma das mais férteis cenas do rock nacional, vizinha do poder máximo do país, circulando por ruas iguais e numeradas de uma cidade planejada que, se por um lado aparenta ter dado apenas mais ou menos certo em relação ao seu projeto inicial, por outro, está mais viva e jovem do que nunca. “Brasília foi se desenvolvendo com um monte de equívocos, principalmente em razão de uma lógica do consumo, do status. Com isso, ficou paradoxal em suas ambições. As pessoas só aceitam morar aqui por boas propostas de ganhar dinheiro, pensando em voltar para suas cidades de origem. Qual utopia resiste a isso?”. O questionamento do cineasta José Eduardo Belmonte, 40 anos, nascido em São Paulo e morador da capital desde os 4, ajuda a começar a entender a cidade. Nesse habitat áspero que se tornou o Distrito Federal às vésperas de completar 50 anos, crescem as filhas e filhos dessa utopia, um grupo ao mesmo tempo heterogêneo e único.

“as pessoas não pensam de forma coletiva. Existe uma lógica de viver num espaço interno, sem identificação com o externo, com nada. Ainda não há uma definição de quem é, como é o brasiliense. A condição do migrante por aqui se expandiu para uma lógica do gueto. É uma lógica individual”

Belmonte, diretor de A Concepção, filme em que jovens da classe média brasiliense criam o Concepcionistas, grupo que passa a maior parte do tempo em um apartamento buscando viver um nova identidade a cada dia, vai além em sua explanação: “as pessoas não pensam de forma coletiva. Existe uma lógica de viver num espaço interno, sem identificação com o externo, com nada. Ainda não há uma definição de quem é, como é o brasiliense. A condição do migrante por aqui se expandiu para uma lógica do gueto. É uma lógica individual”. (Na capital, ainda não há nem sotaque próprio, que só agora estaria aparecendo em Guará e seria uma mistura do jeito de falar do sul da Bahia com o do Norte de Minas, na avaliação de Belmonte).

Essa lógica do gueto da qual o cineasta falou se reflete não apenas na compartimentação da cidade em setores (bancário, hoteleiro, embaixadas etc) mas também em uma lógica “cada um no seu quadrado” que atinge em cheio esses garotos e meninas. “As longas distâncias, a setorização, tudo isso acaba provocando uma distância entre as pessoas, criando pequenas ilhas”, analisa Rafael Barroso, 20 anos, coordenador-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade de Brasília (UNB), um dos responsáveis pelas recentes manifestações contra o governador José Arruda (DEM), flagrado em vídeo recebendo um maço de dinheiro –em tempo, até o fechamento dessa edição, Arruda seguia sem punição, e mandava sua polícia reprimir qualquer manifestação de jovens como Rafael contra seu governo.

Mas, além de protestar, difícil mesmo em Brasília é ser pobre e não ter carro. O senso comum de que não dá pra fazer nada sem carro é exagerado, mas realmente a coisa fica bem mais complicada sem um veículo automotor em uma cidade inteirinha planejada para eles. “Falta integrar as satélites com o centro, tem pouco transporte e ainda é caro [R$ 2 a R$ 3, dependendo da distância]”, critica o rapper e educador social Nego Dé. Com 45 anos, o também rapper GOG, que nasceu em Sobradinho e cresceu no Guará, é o principal representante e um dos pioneiros do movimento no DF. Para ele, as satélites, que seriam esquecidas pelo poder público, são um caldeirão cultural. “Não só musicalmente, mas na dança, no teatro. Ali está sendo produzida cultura com originalidade”. Bares de música ao vivo em Taguatinga, por exemplo, vem atraindo cada vez mais jovens que não querem/podem ir ao plano piloto.

Os dois rappers tocam em outro ponto fundamental da identidade de Brasília, as cidades-satélites, que surgiram praticamente junto com o plano piloto, formadas pelos trabalhadores à época da construção. Apesar da denominação popular, não há municípios no Distrito Federal, todos são tratados como regiões administrativas.

“Existiam gangues como a Falange Satânica e a Falange Zumbi, que brigavam de turma. Sempre tinha pancadaria no Gilberto Salomão [centro comercial na Asa Sul]”

“A classe média de funcionários públicos com carreiras estáveis, portanto bons consumidores, foi essencial para o sucesso de uma política da indústria automobilista na capital federal. Um ou outro gato pingado usa transportes alternativos como bicicletas, mas o carro com ar-condicionado é o veículo do brasiliense”, analisa a produtora Anna Karina de Carvalho, que nasceu em Brasília mas foi criada em São Paulo. A impressão é que você vê mais carros na rua do que pessoas.

Rachas e morte
A produtora Anna lembra também que, quando passava as férias na cidade, ficava chocada com a quantidade de mortes violentas de jovens que chegavam a seus ouvidos, apenas nas poucas semanas em que ficava por lá. Quase todos vítimas de rachas, perigosamente constantes na capital nas décadas de 1980 e começo dos 90, mas que foram escasseando a partir da implementação dos pardais (radares) pelas ruas.

Os rachas e suas conseqüências, tão brasilienses quanto as superquadras, foram um dos vários temas locais versados por Renato Russo, nesse caso, na música “Dezesseis”: “João Roberto era o maioral / O nosso Johnny era um cara legal / Ele tinha um Opala metálico azul / Era o rei dos pegas na Asa Sul (…) E os motores saíram ligados a mil / Pra estrada da morte o maior pega que existiu / Só deu para ouvir, foi aquela explosão / E os pedaços do Opala azul de Johnny pelo chão (…)”.

O brasiliense, é bom dizer, ou adora o Legião Urbana ou gosta pouco. Achar algum candango (apelido dos moradores locais) que desgoste da banda de Russo é mais difícil do que dobrar uma esquina –que, afinal de contas, nem são tão raras assim. O sucesso vem da enorme capacidade do compositor em sintetizar sua terra natal. Vale relembrar mais trechinhos, como esse de “Tédio (com um T bem grande pra você)”: “Não tenho gasolina, também não tenho carro. Também não tenho nada de interessante pra fazer” ou esse outro, de “Anúncio de Refrigerante”: “Sentado debaixo dos blocos sem ter o que fazer / Olhando as meninas que passam / Matando o tempo, procurando uma briga”.

Os moradores reconhecem que hoje tem muito mais o que se fazer na cidade, principalmente na noite, do que nos anos 1980 e 90 cantados por Russo. “A gente saia caminhando. Caminhava por horas para ver se encontrava uma festa, algo para fazer”, lembra o ator e cineasta Bruno Torres, adolescente na década de 90 (hoje com 29 anos). Por sinal, as brigas que o Legião cantou, e as gangues, foram um sério problema de segurança pública na década de 90. Torres qualifica a época de “ápice da inconseqüência” em Brasília. “Existiam gangues como a Falange Satânica e a Falange Zumbi, que brigavam de turma. Sempre tinha pancadaria no Gilberto Salomão [centro comercial na Asa Sul]”. O primeiro grupo foi responsável pelo espancamento e morte de Marco Antônio de Velasco e Pontes, de 16 anos, em 1993, caso que ganhou repercussão nacional.

O cineasta conhecia integrantes dessas gangues, porque eram os garotos da sua idade. E mesmo fora das brigas, aquilo mexia com ele. “Quando houve a morte do Velasco, eu conhecia alguns dos caras que o tinham agredido. Aquilo, de conhecer eles, me deixou muito tempo com uma puta angústia, com medo de tudo aquilo. Pensei muito sobre toda a situação”. Torres é autor de curtas que tratam de temas como impunidade, violência e preconceito. “A Noite por Testemunha”, sua obra mais recente, é inspirado na morte do índio Galdino Jesus dos Santos, queimado por adolescentes de Brasília em 1997 – outro caso bem conhecido.

Playboys e balada
Galdino foi queimado vivo por quatro rapazes de famílias ricas e influentes da cidade, que alegaram pensar “que era apenas um mendigo”, e que queriam apenas lhe dar “um susto”. Crimes à parte a, digamos, ”categoria” dos playboys é numerosa no Distrito Federal. “A gente freqüenta o Lago Sul e o Pontão, basicamente”, situa Daniel Dias, 25 anos, microempresário mineiro em Brasília há seis anos. O Lago Sul é a mais rica região da capital, e o Pontão é o centro de lazer e gastronomia do pico. Com ares praianos, reúne uma turma abastada e tem um clima com um fundinho de inspiração litorânea, mas as moças só usam salto e os rapazes seguem um estilo praia-chique ou traje social para frequentar os restaurantes e boates finas do pedaço. O maior movimento de pranchas de wakeboard, windsurfe, lanchas e jetsky do Distrito Federal é ali.

Amigo de Dias, o também empresário Leonardo Pessoa, brasiliense, 32 anos, gosta de passear em sua lancha de R$ 170 mil. “Se tem sol nos finais de semana, passamos o tempo todo no lago. Aqui junta a turma do barco, do jetsky. Daí a gente compra bebida e fica curtindo por aqui mesmo. Muitas vezes passamos a madrugada na lancha”. Pessoa e os amigos frequentam as casas noturnas Moena e Hype, no Pontão e no Lago Sul. Em geral, eles gastam uns R$ 300 por noite. “Mas às vezes chega a 500”.

Voltando à terra firme, mas ainda no capítulo esportes, os skatistas têm uma vida um pouco mais dura do que a da turma da lancha, mas cavaram seus pedaços. Downhill é na ladeira do estacionamento da Ermida de Dom Bosco, à beira do lago Paranoá. Mas street é no setor bancário sul, onde o chão é liso e há saguões amplos, bancos, corrimões e essas coisas que fazem a alegria da turma. O capixaba Alex Steinkopf, 20 anos, que já rodou o Brasil pelo circuito amador e há um ano vive na capital federal, garante: “aqui é `o´ pico para andar de skate”.

“A gente não tem muita opção de obstáculos, porque Brasília é esquisita [risos]. Tudo é plano, espaçoso, e os obstáculos estão longe um do outro”

Morador da satélite Samambaia, o skatista e estudante de informática Rodrigo Licar, de 18 anos, também curte os points, mas aponta o povo da cidade como “fechadão”: “no plano piloto é ainda pior, as pessoas são mais desconfiadas”. O parâmetro de Licar é São Luiz, capital do Maranhão, onde nasceu e visita de vez em quando. “O pessoal lá é mais aberto. O cara nem te conhece e já chega comentando a manobra que você fez. Aqui isso não rola.”

A rapaziada do Le Parkour também se virou. “A gente não tem muita opção de obstáculos, porque Brasília é esquisita [risos]. Tudo é plano, espaçoso, e os obstáculos estão longe um do outro”, reclama Millano Carvalho, 19 anos, da equipe brasilense BR Tracer.

Concurseiro forever
Responda-me uma coisa e lhe direi de onde és: seus amigos e família conversam sobre concurso a toda hora? Se a reposta for sim, você só pode ser de Brasília. O assunto é quase onipresente em mesas de bar, jantares e rodas de conhecidos. “Competir nos concursos com os caras daqui é quase uma violência, eles vivem isso”, diz o professor José Wilson Granjeiro, diretor de um dos principais cursos preparatórios de Brasília e autor de mais de uma dezena de livros sobre o assunto. Muitos jovens brasilienses optam pelo funcionalismo público antes mesmo de definirem uma graduação ou mesmo de atingir a maioridade. A explicação, segundo Granjeiro, é simples: “quem passa em um concurso público não sofre discriminação no processo seletivo em relação à aparência, raça ou gênero. Não há cobrança de experiência, se mora longe ou perto, qual escola frequentou. Ele garante um emprego por mérito próprio. Fora a estabilidade e os salários, que costumam ser quatro vezes maiores do que os da iniciativa privada”.

Entre os concurseiros, a opinião comum é a de que, uma vez dentro do serviço público, você nunca mais sai, ou seja, ficaria com a vida “garantida” e aumentos por tempo (e não por mérito) e com pouca chances de ser mandado embora. Mas isso é pra quem quer encostar o burro na sombra, porque parece que prestar concurso vicia. Uma vez aprovado em uma seletiva, o concurseiro não pára. Ele busca sempre outro cargo melhor, e então segue estudando. Essa vida não costuma ser fácil. Boa parte das seletivas são mais concorridas do que as dos mais duros vestibulares, e muitos não têm renda porque passam oito, dez horas por dia estudando. Só param para comer algum coisa em algum quilo da vida.

Alguns deles são vistos diariamente na Conic, galeria colada na rodoviária da cidade que é uma boa amostra da juventude não-rica de Brasília e, de certa forma, da própria cidade. Ali se encontram skatistas, punks, parte da raia miúda da política local que frequenta escritórios partidários que se instalaram por ali, metaleiros, clientes das lojas e os filhos das cidades-satélite, que dividem as mesas dos restaurantes por quilo com funcionários públicos do baixo escalão, concurseiros e outros seres da fauna do DF. À noite, uma boate gay, alguns bares e puteiros atraem meio que o mesmo público, mas com outras intenções. A Conic data da construção de Brasília e foi o primeiro shopping center da cidade, mas é de um tempo em que esses prédios comerciais ainda nem respondiam por esse nome. Começou arrumadinha, como a capital. Mas, nas décadas seguintes, foi se deteriorando, envolta na prostituição e degradação da região da rodoviária, tradicional ponto de mendigos, travestis e afins. Hoje a Conic está em recuperação. Atrai jovens, livrou-se de parte da prostituição e virou cult. Uma volta em seus corredores (ou melhor, duas, uma de dia e outra de noite) é um bom jeito de começar a decifrar a rapaziada e a mulherada que hoje habita uma cidade que, construída para ser uma utopia, como toda utopia acabou deformada pela realidade. Mas ganhou personalidade.

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O império dos coxinhas

Chris Martin é um sujeito exemplar. Vocalista e líder do grupo Coldplay, que desembarca nesta semana no país para apresentações no Rio e em São Paulo, ele não perde a chance de ajudar os mais necessitados. No fim de 2009, leiloou antigos instrumentos pela internet para arrecadar fundos para uma instituição que cuida de menores carentes. No mês passado, fez o mesmo com uma jaqueta autografada, para auxiliar vítimas do terremoto no Haiti. Martin raramente fala mal de outros artistas, mesmo quando é provocado – e, quando o faz, arrepende-se. Nas letras do Coldplay, o amor é lindo (ou amarelo, como prega Yellow, um de seus maiores sucessos). “Eu não sou bonzinho. Quando terminar a entrevista, irei para a rua e darei um soco na primeira velhinha que vir na minha frente”, disse Martin, em entrevista a VEJA. Nem precisa dizer que era brincadeirinha. Melódico, o Coldplay é a melhor banda a fazer essa linha “macho delicado”. Já a choradeira do cantor James Blunt e de grupos como Keane e Travis com frequência ultrapassa a linha do suportável. Díspares no talento musical, esses artistas pertencem todos à mesma família espiritual: são os coxinhas. Muito empregado em sites de música e cultura pop, o termo designa o roqueiro bom moço (veja exemplos no quadro abaixo), cuja música se livrou de qualquer traço da agressividade que em priscas eras fazia do rock um gênero musical temido por pais de adolescentes.

O pop nunca viveu sem coxinhas – até os Beatles, nos primeiros anos de sucesso, tiveram sua fase coxinha, entoando “love, love me do” com terninhos aprumados. Anos atrás, a revista americana Blender traçou a genealogia do pop wussy – palavra que literalmente se traduz como “maricas”, mas que, com alguma liberdade, pode ser equivalente a “coxinha”. O pioneiro, na década de 50, foi o cantor Pat Boone, que consagrou o estilo “roqueiro para casar”. Nos anos 70, o cantor James Taylor foi o coxinha-mor, com suas baladas suaves (ainda que os temas às vezes fossem pesados: Taylor falava sobre seu vício em drogas). No pós-punk dos anos 80, a melancolia queixosa de Robert Smith, líder do grupo The Cure, e a correção política militante de Bono, do U2, deitaram as fundações para o atual império dos coxinhas.

Os tempos de hoje favorecem o modo de vida coxinha. A rebeldia roqueira desgastou-se, e público nenhum aguenta ser insultado por bandas cuja apresentação no palco é claudicante (foi por isso, aliás, que o Oasis, que nos anos 90 se anunciava como a nova onda britânica, não conquistou o mercado americano como o Coldplay fez). Não é o caso do coxinha: em geral, ele é competente (ainda que não mostre lá muito carisma no palco). O pop, além disso, acomodou-se à correção política (e sexual). A ostentação priápica de um Mick Jagger, ou de canções que marcaram os anos 70 como Whole Lotta Love, do Led Zeppelin, não tem lugar no rock atual, que ficou um tanto emasculado. O músico coxinha, aliás, quase nunca fala abertamente em sexo. Uma exceção é a recente entrevista do guitarrista John Mayer à Playboy americana. Praticante de um pop com um pé no blues e outro na água com açúcar, Mayer tenta sacudir sua fama de bom moço – mas o faz de modo ainda hesitante. De um lado, admitiu gostar de pornografia (“antes do café da manhã”) e falou de sua relação com a cantora Jessica Simpson (sexo com ela “era como crack”: viciante). Mas ele também se declarou ainda apaixonado por outra ex-namorada, a atriz Jeniffer Aniston (celebrizada por Friends, um seriado coxinha). Mayer disse que hoje prefere a masturbação ao sexo. E, como todo bom coxinha, já se arrependeu do que falou. Pediu desculpas por ter empregado, na entrevista, a palavra nigger, considerada racista.

A manifestação mais extrema desse fenômeno é a onda emo, com suas bandas tristonhas e afetadas. A mais notória é a Fall Out Boy, que recentemente eviscerou Beat It, de Michael Jackson, em uma cover sem alma na qual John Mayer toca guitarra. Os emos, porém, são uma tribo, um nicho do pop. O domínio coxinha é mais amplo. Com 40 milhões de discos vendidos no mundo (550 000 no Brasil), o Coldplay puxa o cordão dessas criaturas ternas. É por causa do sucesso, aliás, que Chris Martin se sente obrigado a participar de campanhas de caridade. “A vida sorriu tanto para nós, e por isso sentimos vontade de ajudar outras pessoas”, diz o cantor. Fofo (e oleoso) – como uma coxinha.

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Contrate um presidiário

A empresa interessada deve telefonar para a Fundação de Amparo ao Preso (Funap) e marcar uma reunião, onde vai expor seu interesse e suas necessidades dentro do presídio – qual a cidade onde quer implantar a oficina, o espaço físico que precisa, a energia que consome, o número de detentos que quer contratar. A Funap então busca as unidades mais adequadas e apresenta algumas opções ao empresário. Depois do primeiro contato, a empresa espera entre 20 e 30 dias para assinar o convênio e iniciar os trabalhos.

Documentos necessários

· Solicitação de mão de obra
· CAGED – Cadastro geral de empregados e desempregados ou RAIS negativa
· Contrato Social
· Xérox do RG
· Xérox do CPF
· Cartão do CNPJ
· Xérox do comprovante de endereço (água, luz, telefone)
· Certidão negativa de falência

Serviço:
Fundação de Amparo ao Preso (Funap)
Contato: Maria Solange Senese
Telefone: (11) 3150-1027
e-mail: msenese@sp.gov.br
site: www.funap.sp.gov.br

No Espírito Santo
A empresa deve procurar a Diretoria Geral de Ressocialização, da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), e entregar uma declaração, assinada pelo proprietário, manifestando o interesse em contratar detentos. Junto com a declaração, precisa responder a um questionário fornecido pela Sejus, com as seguintes informações:

· Dados da empresa
· Referências (nome de três empresas fornecedoras e três clientes)
· Descrever o tipo de trabalho a ser realizado, os dias e horários
· A quantidade mínima e máxima de presos necessários
· O tipo de qualificação que o detento deve ter para a execução dos serviços (Ex: idade, grau de escolaridade, experiência, etc)
· Se vai ser fornecido uniforme
· Se existe risco para os presos durante a execução dos serviços
· Se existe a necessidade de equipamentos de segurança para os presos durante o trabalho

Depois de dar entrada no pedido, a empresa espera entre 30 e 60 dias para poder começar a funcionar dentro da penitenciária. Durante esse período, a Sejus analisa a proposta e identifica as unidades prisionais que mais se enquadram nas necessidades da empresa. O empresário, por sua vez, terá que fazer as adaptações no espaço onde vai funcionar a oficina.

Documentos necessários

· Cópias do cartão do CNPJ
· Cópia do Estatuto Social ou Contrato Social
· Certidão de regularidade fiscal do INSS
· Certidão de regularidade fiscal FGTS
· Certidão de regularidade fiscal Fazenda Estadual
· Certidão de regularidade fiscal Fazenda Municipal
· Certidão de regularidade fiscal Dívida Ativa da União
· Cópia autenticada do comprovante de residência
· Cópia autenticada do CPF e do RG do sócio ou responsável da empresa

Serviço:
Diretoria Geral de Ressocialização – Secretaria de Estado da Justiça
Contato: Quésia da Cunha Oliveira
Telefone: (27) 3132-1815 ou (27) 3132-2174
e-mail: quesia@sejus.es.gov.br

Atenção!
As empresas, em todo o Brasil, que contratarem detentos do regime semiaberto para prestar serviços fora da penitenciária devem fornecer alimentação durante o período de trabalho e também o transporte de ida e volta até a unidade, conforme horário pré-estabelecido.

No resto do Brasil
Em cada estado os convênios entre empresa e presídio são feitos por instituições diferentes. Para saber a quem recorrer, uma boa dica é pedir informações à Secretaria de Justiça do seu estado.

Virada Paulista

A secretaria de cultura do estado de São Paulo anunciou oficialmente nesta quarta-feira (27) a programação inicial da Virada Cultural paulista, que acontece em 2010 em 29 municípios. Entre as novidades destacadas para a quarta edição do evento, que acontece nos dias 22 e 23 de maio, estão as atrações internacionais, como a cantora Cat Power e a banda Mudhoney, e a programação especial para as cidades da Baixada Santista.

Assim como a Virada Cultural da capital, o evento no interior reúne atrações gratuitas de música, teatro, dança, cinema e outras atividades artísticas ao longo de 24 horas entre sábado e domingo. A edição de 2010 deve contar com mais de 700 atrações, com um orçamento total de R$ 6,5 milhões. A expectativa de público da secretaria neste ano é de 1,2 milhão de pessoas.

André Sturm, coordenador geral do evento, diz que a presença de artistas internacionais deve dar mais visibilidade para a Virada. “Queremos mostrar que o interior tem um público parecido com o da capital, informado, que pode usufruir de artistas que acabam se apresentando apenas em São Paulo” .

Estrangeiros

As atrações musicais internacionais se espalham por shows em diferentes cidades. A musa indie Cat Power se apresenta em Jundiaí e São José dos Campos, os pioneiros do grunge Mudhoney tocam em Mogi das Cruzes e São José dos Campos, o franco-espanhol Manu Chao faz shows em Araraquara e Santos, e Yann Tiersen, autor da trilha sonora de “O fabuloso destino de Amélie Poulain” sobe ao palco em Piracicaba e São João da Boa Vista.

Entre as atrações musicais brasileiras confirmadas estão Dona Ivone Lara, Titãs, Arrigo Barnabé, Lobão, Móveis Coloniais de Acaju, Almir Sater, Paralamas do Sucesso, Beto Guedes, Toquinho, Elba Ramalho, Demônios da Garoe a Wander Wildner.

A outra novidade é que a região da Baixada Santista terá uma Virada Cultural ampla, abrangendo as cidades de Santos, Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande e São Vicente. “Estamos experimentando. Normalmente esperamos que as pessoas venham de uma cidade menor para uma vizinha maior para curtir a Virada, mas nessa região estamos espalhando o evento, com menos atrações por cidades. Se der certo, quem sabe veremos mais Viradas regionais em 2011”, explica Strum.

Além dos municípios da Baixada, participam da Virada Cultural Paulista as cidades de Mogi das Cruzes, São José dos Campos, Jundiaí, Sorocaba, Indaiatuba, Caraguatatuba, Santa Bárbara d’Oeste, Piracicaba, Bauru, Marília, Assis, Presidente Prudente, Araçatuba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Franca, Araraquara, São Carlos, São João da Boa Vista e Mogi-Guaçu.

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22 minutos de Avatar

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Inscrições bíblicas em armas usadas por EUA causam polêmica

Um grupo americano que zela pela separação da religião e do Estado entre as Forças Armadas do país divulgou que as miras usadas na armas de soldados americanos e britânicos no Iraque e no Afeganistão estão sendo gravadas com referências a passagens da Bíblia.

As inscrições estão codificadas e se referem, por exemplo, a versos do livro de João (com os dizeres “JN8:12″) e no 2 Coríntios (“2COR4:6″).

A Military Religious Freedom Foundation (MRFF), dos Estados Unidos, disse ter descoberto o caso através de uma denúncia por email, provavelmente vinda de um soldado muçulmano do exército americano.

A Trijicon, fabricante de armas americanas e uma das maiores fornecedoras do Departamento de Defesa, disse que as referências bíblicas já são gravadas há anos nas miras. A empresa foi fundada por um cristão devoto que afirma administrá-la “sob padrões bíblicos”.

Repercussão
Mas autoridades militares nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha manifestaram sua preocupação com a maneira como o fato pode repercutir.

Um representante do Corpo de Fuzileiros Navais americanos disse à BBC que haverá uma reunião entre o grupo e a direção da Trijicon para “discutir futuras aquisições de miras”.

O exército dos Estados Unidos afirmou que está examinando se houve violações de políticas internas, enquanto um porta-voz do Ministério da Defesa britânico reconheceu, em entrevista à BBC, que as referências à Bíblia podem provocar ofensas.

O representante do Ministério disse ainda que “na época da compra (de 480 miras do modelo Acog), não sabia que essas marcas tinham um significado amplo”.

As miras desse modelo são usadas em rifles Sharpshooter, que serão usados por tropas britânicas no Afeganistão até o final do ano.

Propaganda inimiga
As inscrições são sutis e aparecem em relevo no final do número de série das miras.

O versículo João 8:12 diz: “Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: ‘Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida’”.

Já a inscrição sobre o livro dos Coríntios se refere aos dizeres: “Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo”.

Para Mikey Weinstein, presidente do MRFF, as inscrições podem dar ao Talebã e a outras forças inimigas uma ferramenta para propaganda de seus ideais.

“Não preciso me perguntar nem por um nanosegundo como os americanos reagiriam se citações do Alcorão estivessem inscritas nessas armas em vez de referências ao Novo Testamento”, afirmou.

Em 2009, o Ministério da Defesa americano assinou um contrato de compra dos produtos da Trijicon, na ordem de US$ 66 milhões.

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Paul McCartney diz que se convidou para entrar no Them Crooked Vultures

Em uma entrevista ao Daily Mail, Sir Paul McCartney deu uma informação bastante inesperada. De acordo com a matéria, o ex-Beatle quase se tornou o baixista do supergrupo Them Crooked Vultures, que reúne os músicos Dave Grohl, Josh Homme e John Paul Jones.

Segundo a entrevista, o músico se encontrou com Grohl durante a cerimônia do Grammy, quando conversaram a respeito do Them Crooked Vultures. “Nós saímos para comer depois da apresentação e Dave me contou que estava montando uma banda com Josh. Então, eu perguntei quem seria o baixista do grupo. Constrangido, Dave respondeu que ele estava sondando John Paul Jones”, afirmou McCartney.

Se o Them Crooked Vultures já é chamado de supergrupo atualmente, a presença de Paul McCartney faria com que a banda fosse uma das mais estreladas da história da música.

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A Terra está parando

A cada dia que passa, alguém descobre mais uma evidência de que o mundo vai acabar. Dessa vez foi o geofísico Joseph Jankowski, que declarou, no Alaska, que a rotação do planeta está desacelerando rapidamente, e que ela vai parar daqui a três anos.

Segundo o cientista, a desaceleração vai tornar os dias e as noites cada vez mais longos até a parada total, e causará enchentes, terremotos e muita fome.

“É de longe o maior problema imediato da humanidade”, disse o pesquisador.

Os cientistas desconfiam há tempos que a rotação da Terra está ficando mais lenta. Estima-se que há três bilhões de anos, o dia durava 13 horas. Hoje, uma rotação completa em seu eixo leva 23 horas, 56 minutos e 4, 091 segundos.

As teorias mais antigas apontavam que os dias estavam ficando apenas 0,002 segundos mais longos a cada século. Mas agora, sistemas de medição mais sofisticados mostram um cenário muito mais dramático.

“No verão de 2011, um dia vai durar 38,6 horas”, disse Jankowski. Segundo seus cálculos, o mundo vai parar no dia 16 de Janeiro de 2013. Isso é, se não tiver acabado dia 21 de Dezembro de 2012, como preveem profecias e filmes ruins.

Com o fim da rotação, teremos um dia permanente num lado do planeta, e uma noite eterna no outro. “Os azarados que acabarem no lado escuro da Terra estarão num mundo cinzento e gelado. Todas as plantas morrerão em semanas, e a fome será inigualável”.

Mas quem acabar no lado ensolarado também não terá sorte. As placas continentais vão se mexer, e terremotos e tsunamis de proporções catastróficas matarão bilhões. O ciclo de vida de animais e plantas também será totalmente afetado pelo dia incessante, criando uma bola de neve de descontrole do ecosistema.

A maioria dos cientistas diz que não há motivos para pânico até que o fenômeno seja estudado com profundidade, mas Jankowski avisa: os governos deviam começar a pensar em como reagir diante dessa catástrofe inevitável o quanto antes.

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Blur lança filme em que repassa a carreira

A banda de britpop Blur lança na terça-feira (19), em todo o mundo, o filme “No distance left to run”, no qual passa em revista os momentos mais brilhantes e difíceis da carreira do grupo.

O longa foi rodado no ano passado, durante a turnê que, após nove anos, voltou a reunir Graham Coxon (guitarra), Alex James (baixo), Dave Rowntree (bateria) e Damon Albarn (vocais).

“No Distance Left to Run” foi produzido pela Pulse Film e dirigido por Dylan Southern e Will Lovelace.

Após a estreia nos cinemas, o filme será lançado em 15 de fevereiro em um DVD duplo, que trará ainda um show de duas horas e meia de duração que a banda fez em meados de 2009 no Hyde Park (Londres).

Nascido em Colchester (leste da Inglaterra) em 1989, o Blur gravou sete álbuns de estúdio e chegou várias vezes ao “top 10″ da parada britânica com singles como “Country House” e “Beetlebum”.

Via EFE

Filme sobre Bono começa a ser rodado

O longa-metragem independente Killing Bono, que narra o início do U2, banda liderada por Bono Vox, já está sendo rodado. A direção fica por conta de Nick Hamm, o mesmo de O Enviado. Read the rest of this entry »

Relógio do Apocalipse já chegou a marcar 2 para meia-noite

Ontem, os especialistas do Boletim de Cientistas Atômicos atrasaram em um minuto o Relógio do Apocalipse, mecanismo simbólico que indica qual é risco de destruição total da humanidade. Quanto mais próximo o ponteiro dos minutos estiver da meia-noite, mais próximos estamos do fim do mundo. Para ajustar o relógio são utilizados três fatores principais: arsenal nuclear, mudança climática e biosegurança. Read the rest of this entry »

Quer ser voluntário da Cruz Vermelha

A Cruz Vermelha Brasileira é uma instituição sem fins lucrativos, presente em 185 paises e têm como missão atenuar o sofrimento humano, com imparcialidade, sem distinção de raça, nacionalidade, nível social, opinião política e religião.

A Filial do Estado de São Paulo é abrangente e atua com atividades em diversas áreas, como Saúde, Apoio em Desastres e Juventude. As pessoas interessadas em exercer atividades voluntárias no exterior devem procurar a Cruz Vermelha local ou aquelas que atendam o país almejado. Nossa abrangência como Filial Estadual, é atender somente a São Paulo, (outros Estados e Países em casos de extrema emergência, como tsunamis, enchentes, etc, através de Campanhas).

Para tornar-se voluntário da Cruz Vermelha é necessário participar da Formação Básica Institucional, palestra que apresenta noções do trabalho da CV e das atividades realizadas pelos voluntários, essa palestra tem duração de 5 horas em média. Após essa Formação especifica o candidato decidirá se quer realmente ser voluntário. Em caso afirmativo haverá uma entrevista com a psicóloga da instituição, a apresentação de antecedentes criminais, preenchimento de formulário de cadastramento e apresentação de documentos como RG, CPF e carteira de habilitação nacional. Solicitamos o valor pago de R$ 5,00 apenas para confecção de carteirinhas de voluntário.

Um dos critérios para ser voluntário é dispor de 6 horas mensais de atividades na Instituição

Nossa próxima Formação Básica Institucional será no dia 06 de março de 2010, à partir das 09h. Confirme sua participação.

Caso tenha interesse em conhecer o nosso trabalho basta comparecer na Avenida Moreira Guimarães, 699, Indianópolis, de segunda a sexta-feira das 08h às 18h.

As abelhas estão sumindo

Síndrome misteriosa faz bilhões de abelhas abandonar suas colmeias e desaparecer sem deixar rastros. Mas os cientistas acabam de descobrir qual é o motivo

Tudo está bem na colmeia. Milhares de abelhas, cada uma com sua função, trabalham numa harmonia perfeita. Até que algo estranho acontece. Sem motivo aparente, as abelhas surtam: simplesmente abandonam a colmeia, deixando para trás suas larvas, para nunca mais voltar.

Ninguém sabe para onde elas foram, nem se ainda estão vivas – pois não há rastros ou insetos mortos nos arredores da colmeia. É um comportamento muito estranho, eque está se espalhando pelo mundo: as abelhas de 10 países já apresentaram essa síndrome, que foi batizada de colony collapse disorder (“desordem de colapso de colônia”, em inglês).

Só nos EUA, o lugar mais afetado pela doença, 50 bilhões de abelhas sumiram, esvaziando 40% das colmeias do país. Os primeiros casos da síndrome apareceram em 2006, mas só agora os cientistas descobriram o que está fazendo as abelhas fugir. “É uma infecção por vírus, que danifica o código genético dos insetos”, afirma a entomóloga May Berenbaum, da Universidade de Illinois.

Esse vírus, que ainda não foi isolado, causa modificações em 65 genes dos insetos – e isso é que estaria provocando o comportamento bizarro das abelhas, cujo desaparecimento pode ter consequências muito mais graves do que a falta de mel. As abelhas são responsáveis pela polinização de mais da metade das 240 mil espécies de plantas floríferas que existem no mundo. Sem as abelhas, essas plantas não teriam como se reproduzir e sobreviver. Se um mundo sem abelhas já seria ruim, imagine sem flores.

Marcella Cartier
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Marc Webb é cogitado para novo Homem-Aranha

Diretor de 500 Dias Com Ela estaria na lista de possibilidades da Sony, assim como James Cameron, David Fincher e Wes Anderson

Para ocupar o lugar de Sam Raimi na franquia Homem-Aranha, a Sony Pictures alinhou potenciais candidatos – de James Cameron, diretor das duas maiores bilheterias do cinema, Titanic e Avatar, a Marc Webb, conhecido por dirigir clipes de rock (Weezer, Green Day, She & Him) e pelo filme indie 500 Dias Com Ela, sua estreia em longa-metragem.

É o que dizem fontes do site Deadline Hollywood. Webb, é teoricamente o azarão numa “lista dos sonhos” com cineastas mais conhecidos pelo público, como Cameron e David Fincher (Clube da Luta). Outro nome com apelo mais indie também estaria sendo cogitado: Wes Anderson (A Vida Aquática de Steve Zissou).

Webb, que dirigiu Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt em 500 Dias Com Ela, chegou a encontrar com produtores da saga do Homem-Aranha, segundo fontes do site. Nada, contudo, está próximo de significar acordo fechado.

A expectativa do estúdio é estrear a produção – que será reboot da saga, voltando aos tempos de colégio de Peter Parker, provavelmente em 3D – em 2012, um ano depois do planejado, quando Raimi e o ex-astro da franquia, Tobey Maguire, ainda estavam no jogo.

Webb não tem experiência prévia com blockbusters ou super-heróis. Antes de pegar a direção da trilogia Homem-Aranha, que coletou cerca de US$ 2,5 bilhões ao redor do mundo, Raimi também não era exatamente expert no assunto: estava mais ligado ao cinema de terror B, como os três títulos da série Uma Noite Alucinante.

O que teria feito Webb ser considerado por executivos da Sony é a habilidade do diretor em capturar a forma de pensar e sentir da juventude, conforme revelado em 500 Dias Com Ela. Como o roteiro de James Vanderbilt se foca nos anos colegiais de Peter Parker, essa sensibilidade de Webb pode ganhar importância párea às cenas de ação.

Já para substituir Maguire, o protagonista dos três primeiros Homem-Aranha, a loteria de rumores da internet aponta nomes tão distintos como Robert Pattinson, o vampiro Edward na saga Crepúsculo, e Michael Cera, de filmes indies como Juno e Nick and Norah’s Infinite Playlist.

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E para a próxima sexta-feira?

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Tá legal, quando você pensa que o pessoal do Solomon1 não tem mais nada pra inventar…toma essa!! A gente não tem mesmo!! Dessa vez é você que vai por pra fora as suas idéias.

Use os comentários deste post para sugerir um local que você acha que seria legal fazer o próximo Solomon1 e o que você acha que seria legal fazermos ou discutirmos juntos. Tente seguir o esquema sugerido abaixo.

Local: Casa da minha Tia Zulmira
Programação/Tema: Alta nos preços dos barris de petróleo

Agora é sua vez!

Zilda, uma Grande Líder!

“De tudo na vida ficam 3 coisas: a certeza que estamos sempre começando, a certeza que é preciso continuar e a certeza que podemos ser interrompidos antes de terminar…”

São mais ou menos essas as palavras de Fernando Sabino no seu Encontro Marcado publicado em 1956.

Não encontro melhores palavras que essas para homenagear Zilda Arns, uma grande líder, com quem tive o privilégio de conduzir um memorável painel durante o Congresso Nacional de Recursos Humanos em 2007.

Personagem do meu livro sobre Liderança “Você é o Líder da Sua Vida?” – Ed. Sextante, simbolizando o que chamo de ”Lider 2.0” pela sua capacidade de construir uma causa mobilizadora, pelos resultados extraordinários que sempre obteve na sua ação na Pastoral da Criança e pelos valores que sempre inspiram outras pessoas.

Clique aqui e leia o trecho no livro.