
O mundo convive com o déficit da criatividade e os burocratas continuam apaixonados pelos controles. As pessoas criativas ousam fazer, querem impor novos padrões, lutam persistentemente para gerar novas idéias. Os burocratas parecem ter orgasmos profundos quando dizem aos criativos que o tempo acabou, que o projeto ou a proposta apresentada chegou fora do prazo.
Eles levam muito a sério tudo o que pode frustrar. Prendem-se às coisas sem significado de mudanças e abominam o humor. Gostam da aparência tola, são escravos da continuidade. Se pudessem, mandariam jogar em alto mar, com uma pedra amarrada na cintura, todos aqueles que tivessem sinais de genialidade.
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