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	<title>SOLOMON &#187; Carreira</title>
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	<description>Uma revista que mostra como a Espiritualidade anda com a Cultura. www.solomon1.com é uma revista que informa sobre a cultura relevante cristã: musica, politica, justiça social, entrevistas, livros, resenhas, filmes, musica ao vivo, histórias, temas emergentes, igreja emergente, igreja organica.</description>
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		<title>Faculdade faz mal para a fé?</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 22:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kleber Pessoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira/Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>
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Num dos capítulos finais de O mundo assombrado pelos demônios, Carl Sagan mostra como nossa sociedade desestimula a curiosidade das crianças, impedindo que no futuro elas se interessem pela carreira científica. Bom, eu ainda não tenho filhos, mas quando tiver eu certamente ficaria muito orgulhoso caso eles resolvessem se tornar cientistas (o que não significa [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://solomon1.com/a/2009/26/faculdade-faz-mal-para-a-fe/&amp;title=Faculdade+faz+mal+para+a+f%C3%A9%3F+&amp;theme=blue&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div><p><img class="dtse-img dtse-post-1591" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2009/08/keepthefaith-300x199.jpg" alt="keepthefaith" title="keepthefaith" width="348" height="226" class="alignnone size-medium wp-image-1592" /><br />
<br />
Num dos capítulos finais de <em>O mundo assombrado pelos demônios</em>, Carl Sagan mostra como nossa sociedade desestimula a curiosidade das crianças, impedindo que no futuro elas se interessem pela carreira científica. <span id="more-1591"></span>Bom, eu ainda não tenho filhos, mas quando tiver eu certamente ficaria muito orgulhoso caso eles resolvessem se tornar cientistas (o que não significa que eu vá direcionar alguma coisa!). Mas não sei até que ponto pais religiosos ficam receosos quando os filhos entram na faculdade. São Josemaría Escrivá falava das pessoas que ao entrar no ensino superior largavam sua religiosidade &#8220;como quem deixa o chapéu à porta&#8221;. Em resumo, a faculdade faz mal à fé dos universitários? E nas áreas de ciência? Ateus militantes dizem que, quanto mais conhecimento científico, menos superstição (a palavra preferida deles para designar a religião). Será verdade?</p>
<p>Quatro pesquisadores da Universidade de Michigan resolveram verificar qual o impacto do ensino superior sobre a religiosidade dos estudantes. Eles publicaram seu estudo na internet <a href="http://wwwdev.nber.org/papers/w15182.pdf">(PDF)</a> semana passada e chegaram a conclusões interessantes. Vale a pena mencionar que os pesquisadores escolheram a faculdade porque, para muitos jovens, é a primeira ocasião em que eles se separam dos pais (e de sua influência), tendo contato com novas ideias e grupos. Entre essas ideias estão o cientificismo, a pós-modernidade e o &#8220;desenvolvimentismo&#8221; (não achei tradução melhor, mas não estou falando da doutrina econômica), que têm impacto sobre as crenças religiosas e serão descritas detalhadamente pelos autores antes da apresentação dos resultados.</p>
<p>Aliás, falando em resultados, parece que o autor do PDF teria feito melhor se colocasse as tabelas e gráficos no lugar certo, em vez de deixar tudo no fim do paper. Bom, me parece que os dados mais significativos estejam na Tabela 2. Lá, nós descobriremos que</p>
<p>• optar pela formação em Biológicas ou Exatas aparentemente tem pouco efeito sobre a religiosidade dos universitários, tanto do ponto de vista da importância que cada um atribui à religião em suas vidas quanto em relação à frequência aos cultos religiosos. Uma possível exceção seria o impacto dos estudos na área de Matemática e Física diminuindo a importância da religião para os estudantes, mas não a participação nas cerimônias.</p>
<p>• por outro lado, quem <strong>realmente</strong> faz estrago na cabeça dos universitários são as ciências Humanas e Sociais.</p>
<p>• já quem escolhe os cursos ligados à área de Educação acaba tendo sua religiosidade <strong>reforçada</strong>.</p>
<p>O que isso indica? Que, daquelas três ideias acima, a pós-modernidade é mais daninha à religiosidade que o cientificismo, e posso ver o motivo – até porque na faculdade tentaram enfiar esse negócio na minha cabeça, mas não deu certo. O cerne da pós-modernidade é o relativismo, a noção de que as verdades absolutas não existem (curiosamente ninguém comenta que a &#8220;inexistência de verdades absolutas&#8221; é propagandeada como&#8230; verdade absoluta). Como a maioria das religiões alega justamente o contrário, deixar-se convencer por Lyotard e companhia leva ao enfraquecimento da fé. Não surpreende que o Papa Bento XVI tenha feito do combate ao relativismo uma das principais características de seu pontificado. Por outro lado, os autores do estudo inclusive apontam uma certa incompatibilidade entre a pós-modernidade e o cientificismo, que defende a existência de verdades comprováveis empiricamente.</p>
<p>Os pesquisadores também verificaram como a religiosidade influi na escolha da carreira a seguir, embora esta parte do estudo leve em consideração apenas universitários que fizeram uma nova opção de faculdade após desistir da anterior (os autores consideraram que a primeira escolha pode ter sido influenciada pela família, enquanto a segunda é mais certamente uma opção pessoal). Curiosamente, quanto maior a religiosidade dos estudantes, maior a chance de eles acabarem numa carreira de Humanas – justamente aquelas que mais danificam o senso religioso dos universitários.</p>
<p>Por que isso acontece? Os autores do estudo tentam dar uma resposta. <em>(&#8230;) the type of religiosity that encourages students to switch into the Humanities is the more individualistic importance of religion rather than the measures of support for organized religion (beyond a mild, insignificant positive effect of religious attendance)</em>. (p.22) É possível que essa conclusão tenha saído de uma outra etapa do estudo, em que os universitários foram divididos em cinco grupos e cada um respondeu a uma pergunta diferente sobre assuntos como contribuições financeiras às igrejas, a atuação das instituições religiosas, a noção de que tudo melhora quando se deixam os problemas na mão de Deus, e a influência que a religião deveria ter na sociedade.</p>
<p>Em resumo, parece que o bicho-papão não está na ciência. Está é nas faculdades de Humanas, Sociais, Comunicação&#8230; e olha que os pesquisadores de Michigan nem chegaram a conhecer as faculdades esquerdizantes de Humanas que temos por aqui!</p>
<p><strong>E para vocês?</strong> A passagem pela faculdade reforçou ou diminuiu sua crença religiosa (ou ateia)?</p>
<p><a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/tubodeensaio/?id=911711">Márcio Campos</a></p>




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		<title>Não se faça de difícil</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2009/13/nao-se-faca-de-dificil/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 12:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira/Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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Existe uma crença de que quanto mais distante alguém se coloca, mais poderosa essa pessoa irá parecer. Isso pode ter funcionado em épocas anteriores. Porém, em um tempo em que o networking é uma das mais valorizadas ferramentas profissionais, ser alguém acessível é a melhor opção. Certas atitudes que antigamente eram vistas como típicas de [...]]]></description>
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<p>Existe uma crença de que quanto mais distante alguém se coloca, mais poderosa essa pessoa irá parecer. Isso pode ter funcionado em épocas anteriores. Porém, em um tempo em que o networking é uma das mais valorizadas ferramentas profissionais, ser alguém acessível é a melhor opção. Certas atitudes que antigamente eram vistas como típicas de pessoas muito poderosas – dificuldade de ser encontrado, demora para retornar telefonemas, expressões faciais sérias e contidas – podem hoje ser vistas como demonstração de prepotência e até antipatia. Demonstrar poder nos dias de hoje está relacionado a mostrar-se confiante e confortável em qualquer ambiente e situação e com qualquer pessoa.<span id="more-859"></span></p>
<p>Um dos elementos principais que temos para transmitir acessibilidade é a linguagem corporal com expressões faciais incluídas. Lembre-se sempre de sorrir e de estabelecer contato visual. São atitudes que transmitem autoconfiança, o que, conseqüentemente, passa a idéia de que você tem segurança sobre a situação.</p>
<p>Uma boa forma para criar conexão com os outros é observar sua linguagem verbal e não verbal e imitá-la. Isso inclui seus gestos, nível de energia, postura, estilo de linguagem e tom de voz. Além de facilitar a comunicação, espelhar-se na pessoa com quem está interagindo também ajuda a estabelecer confiança.</p>
<p>Procure cuidar diretamente de sua comunicação e coloque o menor número de barreiras para que as pessoas consigam entrar em contato com você. Procure retornar telefonemas e responder emails o mais rápido possível. Se estiver com dificuldade de se comunicar com alguém por falta de tempo ou outro motivo, não a deixe sem algum tipo de informação. Os e-mails de resposta automática são excelentes nesses casos. Tenha também seus cartões de visita sempre em mãos, pois além de facilitar o acesso a você, eles são uma excelente ferramenta de autopromoção.</p>
<p>As palavras que você escolhe também determinam o tipo de relacionamento que quer estabelecer. O excesso de imperativos e da palavra “eu” podem colocá-lo a quilômetros de distância de seu interlocutor. Tome cuidado para não ser uma pessoa virtual. Estabelecer relacionamentos via telefone e e-mail pode ser muito prático, porém nada substitui o encontro frente a frente. Sempre que possível, encontre seus clientes, parceiros e colegas. Em eventos, procure falar com um grande número de pessoas e não seja o último a chegar e o primeiro a sair.</p>
<p>Seu vestuário também pode ajudá-lo a transmitir um visual mais acessível. O traje casual exerce bem essa função. Caso tenha que adotar algo mais formal, fuja da combinação terno preto, camisa branca e gravata vermelha e adote cores mais claras ou combinações de cores menos contrastantes, como por exemplo, um terno cinza, com uma camisa azul clara ou branca e uma gravata azul para os homens e um terninho ou tailleur em um tom de bege para as mulheres.</p>
<p>Lembre-se de que sua imagem pode e deve ser gerenciada e você tem o poder de decidir de que forma quer ser percebido. E essas são algumas atitudes que você pode adotar e que sempre trazem admiração – uma das formas máximas de demonstrar poder.<br />
<strong><br />
Ilana Berenholc</strong></p>




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		<title>O Perigo de se fechar</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2009/24/o-perigo-de-se-fechar/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 11:18:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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Nem todo líder tem a preocupação de se voltar para fora de suas “paredes”. Há os que se deslumbram com o poder e se fecham em seu próprio mundo, deixando de perceber o que se passa ao redor. Não é raro que essa visão de “avestruz” – enterrar a cabeça na areia e deixar o [...]]]></description>
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<p>Nem todo líder tem a preocupação de se voltar para fora de suas “paredes”. Há os que se deslumbram com o poder e se fecham em seu próprio mundo, deixando de perceber o que se passa ao redor. Não é raro que essa visão de “avestruz” – enterrar a cabeça na areia e deixar o resto do corpo exposto – leve ao fracasso. Pode-se dizer que foi o que aconteceu com o maior conquistador da Antiguidade, o macedônio Alexandre, o Grande (356 a 323 a.C.), que mudou o curso da humanidade.<span id="more-775"></span></p>
<p>Graças à vitória sobre os bárbaros que ocupavam a atual região da Bulgária, Alexandre se tornou general aos 16 anos. Com o assassinato do pai, assumiu o trono aos 20 anos e se destacou pelo fantástico poderio militar e político. Nunca perdeu uma batalha para um adversário militar. Durante os , de seu reinado edificou um império que incluía a Grécia, a Palestina, o Egito, a Pérsia, a Mesopotâmia e partes da Índia. Criador da célebre Biblioteca de Alexandria, propagou a cultura grega no Ocidente.</p>
<p>Após conquistar o Império Persa, seu mais ambicioso objetivo, Alexandre avançou em direção ao Oriente. Seus oficiais macedônios e gregos, contudo, viam com desconfiança a tendência manifestada pelo rei de fundir as culturas ocidental e oriental. Mesmo assim, Alexandre continuou seu projeto imperialista. Dirigiu suas tropas para a distante Índia, onde fundou cidades e colônias militares. Porém, ao chegar ao rio Bias, seu exército, já desgastado pela viagem, se negou a prosseguir a campanha.</p>
<p>Sua grandeza histórica não o poupou de perder para si mesmo a batalha dos seus dramas psicológicos, o que acabou lhe custando a vida. Encastelado nos seus planos, Alexandre não notou a desconfiança de seus oficiais nem o cansaço de suas tropas. Decidiu, então, regressar à Pérsia. Durante a penosa viagem foi ferido gravemente e passou a sofrer de febres que nenhum dos seus médicos conseguiu curar. Morreu na Babilônia aos 33 anos. Logo depois o fabuloso império macedônio foi dividido entre seus generais.</p>
<p><strong>Fonte: Época Negócios</strong></p>




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		<title>Você é o líder da sua vida?</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2009/23/voce-e-o-lider-da-sua-vida/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 11:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Os tradicionais programas de desenvolvimento de líderes nos ensinam técnicas para melhor comandar, motivar e obter o máximo resultado dos subordinados, alunos ou filhos – o referencial, portanto, é o outro. Mas não nos ensinam a lidar com nossas próprias emoções. Infelizmente, não nos ensinam a ser líderes mais eficazes de nossas vidas.
O problema é [...]]]></description>
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<p>Os tradicionais programas de desenvolvimento de líderes nos ensinam técnicas para melhor comandar, motivar e obter o máximo resultado dos subordinados, alunos ou filhos – o referencial, portanto, é o outro. Mas não nos ensinam a lidar com nossas próprias emoções. Infelizmente, não nos ensinam a ser líderes mais eficazes de nossas vidas.<span id="more-773"></span></p>
<p>O problema é que, ao liderar, muitas vezes desafiamos as pessoas a mudar seus hábitos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar, enfim, modificar a forma de encarar suas vidas. Mas, para ser efetiva, a mudança deve começar dentro de cada um de nós. Mahatma Gandhi dizia algo que cai como uma luva aqui: “Nós devemos ser a mudança que desejamos ver no mundo.” Ou seja: quando deseja mudar algo, o líder deve começar a mudança por si mesmo. Só assim pode inspirar pelo exemplo e não apenas pelo discurso.</p>
<p>“Antes de pretender liderar os outros, é preciso aprender a liderar a sua própria vida.” Esta a sugestão que sempre procuro dar principalmente aos jovens líderes. A competência de liderar a si mesmo não é uma questão técnica. Trata-se de algo intangível. Para liderar a si próprio, cada um precisa ter uma clara percepção dos seus pontos fortes e fracos, suas emoções e necessidades, seus desejos e impulsos.</p>
<p>O autoconhecimento permite saber o efeito que seus sentimentos têm não só sobre si mesmo, mas também sobre seu desempenho. Por exemplo, um líder que reconhece sua dificuldade em lidar com prazos muito curtos não deixa para fazer as coisas na última hora. Sabe que precisa planejar seu tempo cuidadosamente e delegar tarefas com antecedência.</p>
<p>Quem se conhece bem sabe, também, complementar-se. Assim, o planejador típico que não gosta de se envolver com o processo operacional deve cercar-se de pessoas executoras, artilheiros que sabem fazer gols. Já o executor nato, que atropela os fatos e imprime grande velocidade às ações, sem planejar muito, deve complementar a sua equipe com pessoas cautelosas que pensem mais e planejem bem.</p>
<p>Por isso, em vez de recrutar pessoas que agem exatamente como você, à sua imagem e semelhança, como ocorre na maioria das vezes, convém aprender a dotar sua equipe de competências complementares às suas. Mesmice rima com competitividade? Não; o que rima é diversidade!</p>
<p>Fonte: Época Negócios</p>




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		<title>A dor e a delícia de criar o inusitado</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2008/10/a-dor-e-a-delicia-de-criar-o-inusitado/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 15:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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O derradeiro diferencial competitivo é a inovação. No futuro, só existirão dois tipos de empresas: as rápidas e as mortas. Essas duas frases, de autoria de Peter Drucker, considerado o maior guru da administração do século XX, resumem de forma brilhante o dilema vivido pelas corporações de diferentes ramos de atividade. No caso específico das [...]]]></description>
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<p>O derradeiro diferencial competitivo é a inovação. No futuro, só existirão dois tipos de empresas: as rápidas e as mortas. Essas duas frases, de autoria de Peter Drucker, considerado o maior guru da administração do século XX, resumem de forma brilhante o dilema vivido pelas corporações de diferentes ramos de atividade. No caso específico das empresas de pequeno porte não basta apenas ser criativo e conseguir inovar, mas é fundamental ser extremamente rápido. <span id="more-661"></span>Por que? Porque boas idéias podem ser rapidamente copiadas e é preciso estar sempre um passo à frente dos competidores. A velocidade é o único modo que existe para se ganhar competitividade. É o que dá o fôlego para que a empresa consiga se manter até surgir a próxima idéia inovadora.</p>
<p>Sob esse ângulo, as pequenas organizações apresentam uma vantagem sobre as grandes companhias. E é fácil entender a razão. O próprio dono da empresa pode ter uma idéia maravilhosa bem no momento em que está assando um suculento churrasco para os amigos em um domingo, e rapidamente conseguir passar isso para a sua equipe na manhã seguinte e implementar ações efetivas no período da tarde. Em uma multinacional, o mesmo processo demandaria semanas de incansáveis reuniões de brainstorms para ser concluído meses depois e com risco de o projeto em questão ter perdido metade do impacto em termos de inovação.</p>
<p>E falo isso com conhecimento de causa. A minha empresa, dentro da área de atuação a que pertence, é considerada de pequeno porte e eu e minha equipe de colaboradores tínhamos a exata consciência de que precisávamos focar toda a atividade criativa não em produtos, mas sim em um modelo de negócios diferenciado, porque nada tem um alcance maior do que isso. E o resultados obtidos comprovaram que estávamos certos. Produtos são facilmente copiados. Modelos de negócio, nem tanto, porque requerem grande capacidade de abstração e inteligência acima da média. Com isso é possível visualizar as tendências e oportunidades que a maioria dos concorrentes não consegue enxergar.</p>
<p>De outro lado, as pequenas empresas sofrem da desvantagem de não dispor, na maioria das vezes, de uma estrutura adequada que lhes possibilite implementar as inovações com a velocidade e o impacto necessários. É importante contar com recursos financeiros para poder fazer o marketing e empacotar a idéia/ produto/ serviço da melhor maneira possível para torná-la visível para o seu público alvo. Na falta desse importante trampolim, a única saída é caprichar na criatividade e, acima de tudo, saber agitar o networking, ou seja, empresariar a rede, compreendendo que as fronteiras do seu business ultrapassam as paredes da sua empresa. Caso contrário, não haverá como romper as barreiras e superar os obstáculos. A empresa que sabe usar a sua cadeia de relacionamentos, se conectará a ela de tal sorte que conseguirá absorver os valores de cada elo e assim suprir suas próprias deficiências. E a força da rede estará atuando a seu favor, permitindo-lhe suplantar, inclusive, o poder das grandes organizações.</p>
<p>Outro dilema vivido pela pequena empresa é o que batizei de &#8220;paradigma do biscoito Tostines&#8221;: precisa contratar profissionais de primeira linha para crescer, ao mesmo tempo em que precisa crescer para poder contratar essas pessoas. E cansei de ver empresas que decidiram formar seus talentos internamente, investindo os parcos e sofridos recursos para treinamento de seu pessoal, para pouco depois observar com desalento as grandes empresas usarem seu poder para seduzir aquele capital humano e levá-lo embora.</p>
<p>E como se tudo isso não bastasse, o empresário da pequena empresa ainda precisa ter muita coragem e acreditar com todas as suas forças na sua nova idéia, o que nem sempre ocorre na prática. A dica que dou para esses líderes é: invistam em ampliar a sua mente e a de seu staff. O grande diferencial competitivo é a inteligência e a criatividade e estas só podem se desenvolver em mentes que estão em constante processo de expansão. E as melhores academias mentais são os cursos, workshops, palestras, congressos e até benchmark com empresas de outros setores. E tudo isso não precisa e não deve necessariamente ter relação com a atividade fim da empresa. O grande lance é criar sinapses cruzadas. Eu explico: se você tem uma confecção, estude arte dramática. Se tiver um restaurante, aprenda psicologia. Num primeiro momento isso pode parecer absurdo mas, na prática o exercício mental com foco em áreas díspares resultará numa multiplicidade, em escala geométrica, de idéias altamente criativas e inovadoras. Duvida? Então, que tal experimentar?</p>
<p>Jimmy Cygler</p>




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		<title>Vencedo com curriculo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 13:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seloti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira/Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[currículo]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>

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Muitos profissionais mantêm seu currículo atualizado &#8211; é uma boa prática de auto-avaliação, muito mais do que uma técnica de prevenção.
O visual, embora importante, está longe de ser tudo. O visual pode ser eliminatório, mas é o conteúdo que é classificatório, e faz a diferença entre os currículos que vão para o cesto de reciclagem, [...]]]></description>
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<p>Muitos profissionais mantêm seu currículo atualizado &#8211; é uma boa prática de auto-avaliação, muito mais do que uma técnica de prevenção.<span id="more-506"></span></p>
<p>O visual, embora importante, está longe de ser tudo. O visual pode ser eliminatório, mas é o conteúdo que é classificatório, e faz a diferença entre os currículos que vão para o cesto de reciclagem, o banco de talentos ou a lista selecionada para a entrevista.E é por isso que hoje vamos ver 8 dicas para aperfeiçoar o conteúdo de seu currículo em poucos minutos. Vamos a elas:</p>
<p><strong>O que escrever no currículo</strong></p>
<p>Partindo do seu currículo atual, já de boa qualidade e criado pessoalmente ou com um modelo de currículo, eis os pontos de atenção para melhorá-lo:</p>
<ol>
<li><strong>Apresente resultados, e não só responsabilidades</strong>
<dt>Sim, você foi o responsável pela área tal, e coordenou o grupo de trabalho XYZ. Mas o que você realizou enquanto estava por lá? Reduziu em 20% o tempo de parada da linha de produção? Aumentou em 5% a margem de lucro? Desenvolveu um novo método de seleção de fornecedores? Diga isso em uma frase curta (uma linha ou menos), e deixe os detalhes para contar na entrevista!</dt>
</li>
<li><strong>Mencione explicitamente as promoções importantes</strong>
<dt>Quando você avança na carreira por seus próprios méritos, tem um indicativo de que fez um bom trabalho e mereceu a atenção de seus superiores. Isso é algo que cai bem no currículo. Mas não mencione todas as promoções, nem as que tenham sido automáticas ou por tempo de atividade &#8211; selecione as essenciais, e informe a razão, quando relevante.</dt>
</li>
<li><strong>Faça caber em uma página</strong>
<dt>Objetividade é uma qualidade valiosa. Demonstre a sua, colocando na única página de seu currículo todas as informações necessárias para que em uma rápida olhada de 15 segundos (e muitas vezes o responsável pelo filtro inicial não dedica mais tempo do que isso) o avaliador possa saber que vale a pena chamá-lo para uma entrevista. A não ser que o currículo esteja sendo escrito para ser arquivado &#8211; neste caso, aí você pode se alongar, mencionando a lista completa de artigos, certificados, todos os colégios em que estudou, todos os cursos complementares, etc.</dt>
</li>
<li><strong>Cuidado com a discriminação</strong>
<dt>Oficialmente ou não, muitos avaliadores aplicam critérios preconceituosos quanto a idade, sexo, crença e vários outros. A não ser que seja exigido explicitamente, que tenha relevância direta para a vaga pretendida, ou que você considere que a informação conta a seu favor, não insira fotografia, data de nascimento, religião, time de futebol ou qualquer outra informação que possa ser origem de discriminação. Para prevenir a discriminação por idade, pode fazer sentido não mencionar atividades ou cursos muito antigos &#8211; desde que você tenha outros mais recentes para mencionar, é claro. Mantenha em foco a demonstração de sua competência, e em ser chamado para a entrevista.</dt>
</li>
<li><strong>Não use mal os “interesses adicionais”</strong>
<dt>É cada vez mais comum incluir no currículo uma menção aos interesses extra-profissionais do candidato: um hobby, esporte, atividade filantrópica, arte, etc. Saiba que os selecionadores prestam atenção a isso, mas de uma forma que pode ser cruel: eles formam um rótulo mental sobre você, a partir dos interesses mencionados. É como um carimbo, que diz: “SENSÍVEL”, se o candidato é pintor; “COMUNICATIVO”, se faz teatro; “PERSISTENTE”, se é faixa preta em judô, e assim por diante. Fale apenas a verdade, mas pense em qual rótulo mental será aplicado a você dependendo do que você compartilhar. </dt>
</li>
<li><strong>Remova o excesso de design</strong>
<dt>A não ser que você seja mesmo um tipógrafo, artista ou designer, seu currículo deve se destacar pelo equilíbrio visual, sem perder a sobriedade. Não exagere. </dt>
</li>
<li><strong>Verifique de novo a ortografia</strong>
<dt>E a gramática. E o estilo. E a ordem de priorização das informações. E a sobriedade do visual. Quando terminar, peça a mais alguém &#8211; em cujo julgamento você confie &#8211; que verifique mais uma vez para você. </dt>
</li>
<li><strong>Verifique mais uma vez todos os seus contatos</strong>
<dt>Todo número de telefone mencionado no currículo deve funcionar regularmente &#8211; e ser atendido. Todo endereço de e-mail deve ter aparência de profissional, funcionar bem, e ser lido com regularidade. Será uma pena deixar de receber uma resposta positiva porque o telefone não é atendido, ou porque o e-mail não funciona, ou classifica como spam as mensagens legítimas. E será pior ainda se o empregador não conseguir chamá-lo para a entrevista porque suas informações de contato estão erradas ou desatualizadas em seu banco de currículos. </dt>
</li>
</ol>
<p>Já analisei minha cota de currículos e posso afirmar que, embora os currículos com erros de ortografia e com excesso de design sejam irritantes, e os com excesso de informação, ou com foco nos aspectos errados, possam prejudicar a avaliação do candidato, não há nada mais frustrante do que selecionar uma pessoa e não conseguir chamá-la para a entrevista porque as informações de contato dela estão erradas no currículo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.efetividade.net/2008/11/03/emprego-um-curriculo-vencedor-esta-ao-seu-alcance/" target="_blank">Efetividade</a></p>




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		<title>Abutres do Poder</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 18:28:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira/Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[

O mundo convive com o déficit da criatividade e os burocratas continuam apaixonados pelos controles. As pessoas criativas ousam fazer, querem impor novos padrões, lutam persistentemente para gerar novas idéias. Os burocratas parecem ter orgasmos profundos quando dizem aos criativos que o tempo acabou, que o projeto ou a proposta apresentada chegou fora do prazo.
Eles [...]]]></description>
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<p>O mundo convive com o déficit da criatividade e os burocratas continuam apaixonados pelos controles. As pessoas criativas ousam fazer, querem impor novos padrões, lutam persistentemente para gerar novas idéias. Os burocratas parecem ter orgasmos profundos quando dizem aos criativos que o tempo acabou, que o projeto ou a proposta apresentada chegou fora do prazo.</p>
<p>Eles levam muito a sério tudo o que pode frustrar. Prendem-se às coisas sem significado de mudanças e abominam o humor. Gostam da aparência tola, são escravos da continuidade. Se pudessem, mandariam jogar em alto mar, com uma pedra amarrada na cintura, todos aqueles que tivessem sinais de genialidade.</p>
<p><span id="more-253"></span></p>
<p>São enganadores. Ficam no escritório pelo menos 12 horas para agradar ao chefe. Passam horas a fio lendo e relendo um relatório, procurando falhas e amolando o punhal de prata para sangrar suas vítimas. Estes, os pangarés, os carrascos dos filhos ou netos dos gênios, poderiam resumir seus trabalhos nos escritórios em nada mais que quatro horas, pois o resto do tempo ficam cavando a sepultura da empresa&#8230; gandulas, vocês não serão nem campeões do time de várzea!</p>
<p>Mas os gênios são épicos, têm sua epopéia. São globalizados psicologicamente, conseguem entortar talheres e laçar os pangarés, sem nem sequer fazer força física. Eles são felizes, pois sabem que a sua criatividade resultará em maior eficiência.</p>
<p><img class="dtse-img dtse-post-253" src='http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2008/08/abuso2.jpg' alt='abuso2.jpg' /></p>
<p>Direcionam suas ações para aquilo em que são mais criativos, vivem sob a orientação da sua vocação e fazem o talento ecoar pelos caminhos.</p>
<p>Passam 100 anos estudando e outros 100 esperando a luz&#8230; um dia ela aparece. Aí eles constroem uma estação de turismo na lua.</p>
<p>Os gênios não são movidos pelo dinheiro ou pela posse, mas pela arte da motivação. Vivem juntando os pedacinhos da vida, os fragmentos da educação e procurando dar sentido aos sinais energéticos. Estão imersos na esperança e não são escravos de nada, muito menos das falsas informações ou ditames pífios.</p>
<p>Vivem em ambientes que gerarão novos gênios para proclamar a independência das idéias. Estão atraindo campeões para formar o cinturão dos centuriões, que vão jogar por terra a cancela que protege os abutres do poder. </p>
<p><strong>José Carlos</strong></p>




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