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	<title>SOLOMON &#187; profissão</title>
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	<description>Uma revista que mostra como a Espiritualidade anda com a Cultura. www.solomon1.com é uma revista que informa sobre a cultura relevante cristã: musica, politica, justiça social, entrevistas, livros, resenhas, filmes, musica ao vivo, histórias, temas emergentes, igreja emergente, igreja organica.</description>
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		<title>O Perigo de se fechar</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 11:18:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<p>Nem todo líder tem a preocupação de se voltar para fora de suas “paredes”. Há os que se deslumbram com o poder e se fecham em seu próprio mundo, deixando de perceber o que se passa ao redor. Não é raro que essa visão de “avestruz” – enterrar a cabeça na areia e deixar o resto do corpo exposto – leve ao fracasso. Pode-se dizer que foi o que aconteceu com o maior conquistador da Antiguidade, o macedônio Alexandre, o Grande (356 a 323 a.C.), que mudou o curso da humanidade.<span id="more-775"></span></p>
<p>Graças à vitória sobre os bárbaros que ocupavam a atual região da Bulgária, Alexandre se tornou general aos 16 anos. Com o assassinato do pai, assumiu o trono aos 20 anos e se destacou pelo fantástico poderio militar e político. Nunca perdeu uma batalha para um adversário militar. Durante os , de seu reinado edificou um império que incluía a Grécia, a Palestina, o Egito, a Pérsia, a Mesopotâmia e partes da Índia. Criador da célebre Biblioteca de Alexandria, propagou a cultura grega no Ocidente.</p>
<p>Após conquistar o Império Persa, seu mais ambicioso objetivo, Alexandre avançou em direção ao Oriente. Seus oficiais macedônios e gregos, contudo, viam com desconfiança a tendência manifestada pelo rei de fundir as culturas ocidental e oriental. Mesmo assim, Alexandre continuou seu projeto imperialista. Dirigiu suas tropas para a distante Índia, onde fundou cidades e colônias militares. Porém, ao chegar ao rio Bias, seu exército, já desgastado pela viagem, se negou a prosseguir a campanha.</p>
<p>Sua grandeza histórica não o poupou de perder para si mesmo a batalha dos seus dramas psicológicos, o que acabou lhe custando a vida. Encastelado nos seus planos, Alexandre não notou a desconfiança de seus oficiais nem o cansaço de suas tropas. Decidiu, então, regressar à Pérsia. Durante a penosa viagem foi ferido gravemente e passou a sofrer de febres que nenhum dos seus médicos conseguiu curar. Morreu na Babilônia aos 33 anos. Logo depois o fabuloso império macedônio foi dividido entre seus generais.</p>
<p><strong>Fonte: Época Negócios</strong></p>




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		<title>Você é o líder da sua vida?</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2009/23/voce-e-o-lider-da-sua-vida/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 11:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira/Finanças]]></category>
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Os tradicionais programas de desenvolvimento de líderes nos ensinam técnicas para melhor comandar, motivar e obter o máximo resultado dos subordinados, alunos ou filhos – o referencial, portanto, é o outro. Mas não nos ensinam a lidar com nossas próprias emoções. Infelizmente, não nos ensinam a ser líderes mais eficazes de nossas vidas.
O problema é [...]]]></description>
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<p>Os tradicionais programas de desenvolvimento de líderes nos ensinam técnicas para melhor comandar, motivar e obter o máximo resultado dos subordinados, alunos ou filhos – o referencial, portanto, é o outro. Mas não nos ensinam a lidar com nossas próprias emoções. Infelizmente, não nos ensinam a ser líderes mais eficazes de nossas vidas.<span id="more-773"></span></p>
<p>O problema é que, ao liderar, muitas vezes desafiamos as pessoas a mudar seus hábitos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar, enfim, modificar a forma de encarar suas vidas. Mas, para ser efetiva, a mudança deve começar dentro de cada um de nós. Mahatma Gandhi dizia algo que cai como uma luva aqui: “Nós devemos ser a mudança que desejamos ver no mundo.” Ou seja: quando deseja mudar algo, o líder deve começar a mudança por si mesmo. Só assim pode inspirar pelo exemplo e não apenas pelo discurso.</p>
<p>“Antes de pretender liderar os outros, é preciso aprender a liderar a sua própria vida.” Esta a sugestão que sempre procuro dar principalmente aos jovens líderes. A competência de liderar a si mesmo não é uma questão técnica. Trata-se de algo intangível. Para liderar a si próprio, cada um precisa ter uma clara percepção dos seus pontos fortes e fracos, suas emoções e necessidades, seus desejos e impulsos.</p>
<p>O autoconhecimento permite saber o efeito que seus sentimentos têm não só sobre si mesmo, mas também sobre seu desempenho. Por exemplo, um líder que reconhece sua dificuldade em lidar com prazos muito curtos não deixa para fazer as coisas na última hora. Sabe que precisa planejar seu tempo cuidadosamente e delegar tarefas com antecedência.</p>
<p>Quem se conhece bem sabe, também, complementar-se. Assim, o planejador típico que não gosta de se envolver com o processo operacional deve cercar-se de pessoas executoras, artilheiros que sabem fazer gols. Já o executor nato, que atropela os fatos e imprime grande velocidade às ações, sem planejar muito, deve complementar a sua equipe com pessoas cautelosas que pensem mais e planejem bem.</p>
<p>Por isso, em vez de recrutar pessoas que agem exatamente como você, à sua imagem e semelhança, como ocorre na maioria das vezes, convém aprender a dotar sua equipe de competências complementares às suas. Mesmice rima com competitividade? Não; o que rima é diversidade!</p>
<p>Fonte: Época Negócios</p>




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		<title>A dor e a delícia de criar o inusitado</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2008/10/a-dor-e-a-delicia-de-criar-o-inusitado/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 15:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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O derradeiro diferencial competitivo é a inovação. No futuro, só existirão dois tipos de empresas: as rápidas e as mortas. Essas duas frases, de autoria de Peter Drucker, considerado o maior guru da administração do século XX, resumem de forma brilhante o dilema vivido pelas corporações de diferentes ramos de atividade. No caso específico das [...]]]></description>
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<p>O derradeiro diferencial competitivo é a inovação. No futuro, só existirão dois tipos de empresas: as rápidas e as mortas. Essas duas frases, de autoria de Peter Drucker, considerado o maior guru da administração do século XX, resumem de forma brilhante o dilema vivido pelas corporações de diferentes ramos de atividade. No caso específico das empresas de pequeno porte não basta apenas ser criativo e conseguir inovar, mas é fundamental ser extremamente rápido. <span id="more-661"></span>Por que? Porque boas idéias podem ser rapidamente copiadas e é preciso estar sempre um passo à frente dos competidores. A velocidade é o único modo que existe para se ganhar competitividade. É o que dá o fôlego para que a empresa consiga se manter até surgir a próxima idéia inovadora.</p>
<p>Sob esse ângulo, as pequenas organizações apresentam uma vantagem sobre as grandes companhias. E é fácil entender a razão. O próprio dono da empresa pode ter uma idéia maravilhosa bem no momento em que está assando um suculento churrasco para os amigos em um domingo, e rapidamente conseguir passar isso para a sua equipe na manhã seguinte e implementar ações efetivas no período da tarde. Em uma multinacional, o mesmo processo demandaria semanas de incansáveis reuniões de brainstorms para ser concluído meses depois e com risco de o projeto em questão ter perdido metade do impacto em termos de inovação.</p>
<p>E falo isso com conhecimento de causa. A minha empresa, dentro da área de atuação a que pertence, é considerada de pequeno porte e eu e minha equipe de colaboradores tínhamos a exata consciência de que precisávamos focar toda a atividade criativa não em produtos, mas sim em um modelo de negócios diferenciado, porque nada tem um alcance maior do que isso. E o resultados obtidos comprovaram que estávamos certos. Produtos são facilmente copiados. Modelos de negócio, nem tanto, porque requerem grande capacidade de abstração e inteligência acima da média. Com isso é possível visualizar as tendências e oportunidades que a maioria dos concorrentes não consegue enxergar.</p>
<p>De outro lado, as pequenas empresas sofrem da desvantagem de não dispor, na maioria das vezes, de uma estrutura adequada que lhes possibilite implementar as inovações com a velocidade e o impacto necessários. É importante contar com recursos financeiros para poder fazer o marketing e empacotar a idéia/ produto/ serviço da melhor maneira possível para torná-la visível para o seu público alvo. Na falta desse importante trampolim, a única saída é caprichar na criatividade e, acima de tudo, saber agitar o networking, ou seja, empresariar a rede, compreendendo que as fronteiras do seu business ultrapassam as paredes da sua empresa. Caso contrário, não haverá como romper as barreiras e superar os obstáculos. A empresa que sabe usar a sua cadeia de relacionamentos, se conectará a ela de tal sorte que conseguirá absorver os valores de cada elo e assim suprir suas próprias deficiências. E a força da rede estará atuando a seu favor, permitindo-lhe suplantar, inclusive, o poder das grandes organizações.</p>
<p>Outro dilema vivido pela pequena empresa é o que batizei de &#8220;paradigma do biscoito Tostines&#8221;: precisa contratar profissionais de primeira linha para crescer, ao mesmo tempo em que precisa crescer para poder contratar essas pessoas. E cansei de ver empresas que decidiram formar seus talentos internamente, investindo os parcos e sofridos recursos para treinamento de seu pessoal, para pouco depois observar com desalento as grandes empresas usarem seu poder para seduzir aquele capital humano e levá-lo embora.</p>
<p>E como se tudo isso não bastasse, o empresário da pequena empresa ainda precisa ter muita coragem e acreditar com todas as suas forças na sua nova idéia, o que nem sempre ocorre na prática. A dica que dou para esses líderes é: invistam em ampliar a sua mente e a de seu staff. O grande diferencial competitivo é a inteligência e a criatividade e estas só podem se desenvolver em mentes que estão em constante processo de expansão. E as melhores academias mentais são os cursos, workshops, palestras, congressos e até benchmark com empresas de outros setores. E tudo isso não precisa e não deve necessariamente ter relação com a atividade fim da empresa. O grande lance é criar sinapses cruzadas. Eu explico: se você tem uma confecção, estude arte dramática. Se tiver um restaurante, aprenda psicologia. Num primeiro momento isso pode parecer absurdo mas, na prática o exercício mental com foco em áreas díspares resultará numa multiplicidade, em escala geométrica, de idéias altamente criativas e inovadoras. Duvida? Então, que tal experimentar?</p>
<p>Jimmy Cygler</p>




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		<title>Vencedo com curriculo</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2008/04/vencedo-com-curriculo/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 13:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seloti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira/Finanças]]></category>
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Muitos profissionais mantêm seu currículo atualizado &#8211; é uma boa prática de auto-avaliação, muito mais do que uma técnica de prevenção.
O visual, embora importante, está longe de ser tudo. O visual pode ser eliminatório, mas é o conteúdo que é classificatório, e faz a diferença entre os currículos que vão para o cesto de reciclagem, [...]]]></description>
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<p>Muitos profissionais mantêm seu currículo atualizado &#8211; é uma boa prática de auto-avaliação, muito mais do que uma técnica de prevenção.<span id="more-506"></span></p>
<p>O visual, embora importante, está longe de ser tudo. O visual pode ser eliminatório, mas é o conteúdo que é classificatório, e faz a diferença entre os currículos que vão para o cesto de reciclagem, o banco de talentos ou a lista selecionada para a entrevista.E é por isso que hoje vamos ver 8 dicas para aperfeiçoar o conteúdo de seu currículo em poucos minutos. Vamos a elas:</p>
<p><strong>O que escrever no currículo</strong></p>
<p>Partindo do seu currículo atual, já de boa qualidade e criado pessoalmente ou com um modelo de currículo, eis os pontos de atenção para melhorá-lo:</p>
<ol>
<li><strong>Apresente resultados, e não só responsabilidades</strong>
<dt>Sim, você foi o responsável pela área tal, e coordenou o grupo de trabalho XYZ. Mas o que você realizou enquanto estava por lá? Reduziu em 20% o tempo de parada da linha de produção? Aumentou em 5% a margem de lucro? Desenvolveu um novo método de seleção de fornecedores? Diga isso em uma frase curta (uma linha ou menos), e deixe os detalhes para contar na entrevista!</dt>
</li>
<li><strong>Mencione explicitamente as promoções importantes</strong>
<dt>Quando você avança na carreira por seus próprios méritos, tem um indicativo de que fez um bom trabalho e mereceu a atenção de seus superiores. Isso é algo que cai bem no currículo. Mas não mencione todas as promoções, nem as que tenham sido automáticas ou por tempo de atividade &#8211; selecione as essenciais, e informe a razão, quando relevante.</dt>
</li>
<li><strong>Faça caber em uma página</strong>
<dt>Objetividade é uma qualidade valiosa. Demonstre a sua, colocando na única página de seu currículo todas as informações necessárias para que em uma rápida olhada de 15 segundos (e muitas vezes o responsável pelo filtro inicial não dedica mais tempo do que isso) o avaliador possa saber que vale a pena chamá-lo para uma entrevista. A não ser que o currículo esteja sendo escrito para ser arquivado &#8211; neste caso, aí você pode se alongar, mencionando a lista completa de artigos, certificados, todos os colégios em que estudou, todos os cursos complementares, etc.</dt>
</li>
<li><strong>Cuidado com a discriminação</strong>
<dt>Oficialmente ou não, muitos avaliadores aplicam critérios preconceituosos quanto a idade, sexo, crença e vários outros. A não ser que seja exigido explicitamente, que tenha relevância direta para a vaga pretendida, ou que você considere que a informação conta a seu favor, não insira fotografia, data de nascimento, religião, time de futebol ou qualquer outra informação que possa ser origem de discriminação. Para prevenir a discriminação por idade, pode fazer sentido não mencionar atividades ou cursos muito antigos &#8211; desde que você tenha outros mais recentes para mencionar, é claro. Mantenha em foco a demonstração de sua competência, e em ser chamado para a entrevista.</dt>
</li>
<li><strong>Não use mal os “interesses adicionais”</strong>
<dt>É cada vez mais comum incluir no currículo uma menção aos interesses extra-profissionais do candidato: um hobby, esporte, atividade filantrópica, arte, etc. Saiba que os selecionadores prestam atenção a isso, mas de uma forma que pode ser cruel: eles formam um rótulo mental sobre você, a partir dos interesses mencionados. É como um carimbo, que diz: “SENSÍVEL”, se o candidato é pintor; “COMUNICATIVO”, se faz teatro; “PERSISTENTE”, se é faixa preta em judô, e assim por diante. Fale apenas a verdade, mas pense em qual rótulo mental será aplicado a você dependendo do que você compartilhar. </dt>
</li>
<li><strong>Remova o excesso de design</strong>
<dt>A não ser que você seja mesmo um tipógrafo, artista ou designer, seu currículo deve se destacar pelo equilíbrio visual, sem perder a sobriedade. Não exagere. </dt>
</li>
<li><strong>Verifique de novo a ortografia</strong>
<dt>E a gramática. E o estilo. E a ordem de priorização das informações. E a sobriedade do visual. Quando terminar, peça a mais alguém &#8211; em cujo julgamento você confie &#8211; que verifique mais uma vez para você. </dt>
</li>
<li><strong>Verifique mais uma vez todos os seus contatos</strong>
<dt>Todo número de telefone mencionado no currículo deve funcionar regularmente &#8211; e ser atendido. Todo endereço de e-mail deve ter aparência de profissional, funcionar bem, e ser lido com regularidade. Será uma pena deixar de receber uma resposta positiva porque o telefone não é atendido, ou porque o e-mail não funciona, ou classifica como spam as mensagens legítimas. E será pior ainda se o empregador não conseguir chamá-lo para a entrevista porque suas informações de contato estão erradas ou desatualizadas em seu banco de currículos. </dt>
</li>
</ol>
<p>Já analisei minha cota de currículos e posso afirmar que, embora os currículos com erros de ortografia e com excesso de design sejam irritantes, e os com excesso de informação, ou com foco nos aspectos errados, possam prejudicar a avaliação do candidato, não há nada mais frustrante do que selecionar uma pessoa e não conseguir chamá-la para a entrevista porque as informações de contato dela estão erradas no currículo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.efetividade.net/2008/11/03/emprego-um-curriculo-vencedor-esta-ao-seu-alcance/" target="_blank">Efetividade</a></p>




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		<title>5 decisões em sua vida</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2008/21/5-decisoes-em-sua-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira/Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>

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		<description><![CDATA[

Existe um conceito americano que todo cidadão vai tomar algumas decisões em sua vida,  e essas decisões seriam as mais importantes. São elas:
Escolha uma faculdade,
escolha uma carreira,
escolha um casamento,
escolha ter ou não filhos,
escolha sua casa própria e
escolha o seu plano de aposentadoria.
Eu não entraria no detalhe se isso realmente se aplica no Brasil, mas [...]]]></description>
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<p>Existe um conceito americano que todo cidadão vai tomar algumas decisões em sua vida<span id="more-175"></span>,  e essas decisões seriam as mais importantes. São elas:</p>
<p><strong>Escolha uma faculdade,<br />
escolha uma carreira,<br />
escolha um casamento,<br />
escolha ter ou não filhos,<br />
escolha sua casa própria e<br />
escolha o seu plano de aposentadoria.</strong></p>
<p>Eu não entraria no detalhe se isso realmente se aplica no Brasil, mas um item em especial me chama atenção: Escolha uma carreira. Mais que escolher uma carreira, vejo esse item em especial pela falta de cuidado do profissional em se posicionar de fato em entender sua  evolução profissional.</p>
<p>Quem freqüenta igreja, sabe muito bem que existem milhares de programas voltado ao aperfeiçoamento &#8220;espiritual&#8221;, desde simples apostilas até tratados sobre espiritualidade, passando pelas escolas dominicais e pelo discipulado. Eu admito. Já participei (e participo) de vários desses projetos e todos, ou não maioria muitos, são muito bons e alguns essenciais como o discipulado.</p>
<p>Agora, deixe um pouco de lado a igreja e olhe para a sua carreira, sua recém-formação, olhe para você como profissional (ansioso por tomar atitude e fazer a coisa acontecer , seja lá o que for essa coisa).</p>
<p>Você  sabe exatamente para onde está caminhando? Sabe quais são seus pontos fracos e fortes. Mais do que isso, você tem um discipulador profissinal, o que chamamos de mentoring ou coaching? Você tem confiado seus problemas e recebido orientação profissional ?</p>
<p><img class="dtse-img dtse-post-175" src='http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2008/07/car1.jpg' alt='car1.jpg' /></p>
<p>Pois é, vejo muito jovens , famintos por trabalho, mas que acabam se decepcionando rapidamente com o mercado exatamente por não terem esse acompanhamento profissional em suas carreiras e na verdade por não saberem ou não terem o pleno conhecimento do mercado em que estão atuando.</p>
<p>Já parou pra pensar o quanto de tempo e dinheiro você irá gastar em sua carreira pra &#8220;ser alguém&#8221;?</p>
<p>É realmente um investimento de alto custo a longo prazo. E por que poucos são os que se dedicam ao planejamento de suas carreiras de forma organizada, almejando um crescimento qualificado com orientação clara acerca de  suas aspirações e suas angústias?</p>
<p><strong>Recentemente participei de um curso de mentoring profissional. Sensacional. Pelo simples fato do curso nos dar noções básicas sobre crescimento profissional e o famoso crescimento profissional X conhecimento X salário.</strong></p>
<p>Não seria nesse artigo que trataríamos do assunto mentoring. Mas a dica aqui é: Cuide de sua carreira como você tem cuidado de sua vida espiritual, crescendo sempre, reconhecendo no atual momento da sua vida profissional os desafios e as oportunidades.</p>
<p>E lembre-se, sempre vale muito ter uma mente sábia nos orientando e isso não seria diferente para nossa carreira. Afinal quem dera pudéssemos caminhar com um Jesus profissional por 3 anos aprendendo a ser o melhor na tarefa que nos propusemos a fazer.</p>
<p>Se acha que está na hora de pensar de forma organizada e planejada sua carreira, é só marcar um café que seria ótimo conversar.</p>
<p>Ah, uma boa leitura pra começar: (não tratam do assunto mentoring, mas o usam para atingir objetivos profissionais)<br />
<strong><br />
O sucesso de amanhã começa hoje, John Maxwell<br />
O Segredo de Luiza, Fernando Dolabela</strong></p>




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