Há um grande perigo em ir para o cinema com aquela expectativa colossal, esperando maravilhas e surpresas estonteantes de um filme. As campanhas publicitárias bem realizadas e alguns temas adaptados para o cinema atingem muito rápido o grande público e geram essa ansiedade que pode ser um grande mal, porque (e isso é comum de toda a humanidade) nós nos frustramos muito quando alguma coisa não atende as nossas altas expectativas.

“As vezes essa ideia de Jesus virou clichê, ta ligado? Virou um vidraçal na catedral da Sé. Mas o Jesus que eu sigo não é isso aí entendeu? O Jesus que eu sigo é um cara que viveu entre nós, é um cara real, um cara que foi morto pelos políticos corruptos e pela religião. E isso pode mudar tudo!”

Em Notes Towards de Definitions of Culture [Observações sobre as definições de cultura], T. S. Eliot afirmou que apenas uma cultura cristã poderia produzir um Voltaire ou um Nietzsche. Para explicar essa opinião ele escreveu:
A força dominante na criação de uma cultura comum entre os povos, sendo que cada uma deles possui uma cultura distinta, é a religião. Por favor, a esta altura não cometa o erro de interpretar equivocadamente o significado do que eu digo. Não se trata de uma conversa sobre religião. Não estou afirmando isso para provocar ninguém; estou apenas constatando um fato. Não estou tão preocupado com a atual comunhão dos crentes cristãos; falo sobre a tradição comum do cristianismo, que fez da Europa o que ela é, e sobre os elementos culturais comuns que esse cristianismo em comum trouxe com ele.

Antes de decretar a falência do Carnaval… deveríamos, como cristãos que somos, trabalhar pelo fim da comercialização da fé, pois a mesma, além de entristecer o coração de Deus, compromete nosso testemunho perante o mundo. Como podemos julgar o mundo, se não somos capazes de julgar a nós mesmos?
Antes de decretar a falência do Carnaval… deveríamos julgar a nós mesmos, removendo de nossos rostos as máscaras da hipocrisia religiosa, expondo-nos, assim, à verdadeira transformação empreendida pelo Espírito Santo. Afinal, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Liberdade, sim. Não pra pecar. Mas pra ser transformado sem viver sob pressão de quem quer que seja. Liberdade de ser quem somos, sabendo que ninguém nos condenará. O Espírito só opera em nós quando temos o rosto descoberto…

Um menino americano de 5 anos conseguiu pagar o próprio tratamento de câncer vendendo 3.000 desenhos de monstros, palhaços e alienígenas na internet, muitos deles feitos na cama do hospital.
Aidan Reed, que vive em Kansas City, nos Estados Unidos, foi diagnosticado com leucemia em setembro do ano passado.

Você sabia que o mister Tony Alva, chegou ao fundo do poço há 4 anos lutando contra as drogas e alcoolismo. Uma história de superação
Hoje dia 4 de maio, das 18h30 às 22hs, os olhares estarão voltados para um dos principais patrimônios arquitetônicos da cidade de São Paulo, trata-se do MASP que será completamente modificado graças a uma técnica em 3D.
Novos volumes, cores, efeitos sonoros, praticamente a transformação do museu em palco para um show gratuito e a céu aberto oferecido pelo Discovery Channel aos paulistanos e turistas da cidade.
Já no vão livre, os visitantes poderão apreciar uma exposição de fotos gratuitamente.

Enquanto uma poderosa bancada evangélica tenta bloquear direitos LGBT no congresso, uma modesta igreja carioca mostra que é capaz de amar ao próximo. Fundada por um casal gay evangélico, permite que qualquer orientação sexual ande de mãos dadas com a orientação religiosa. Bem vindos à Igreja Cristã Contemporânea
A noite era de festa na Igreja Cristã Contemporânea. Kathyla chega esbaforida, sem tempo hábil para afinar o violão que daria o tom ao primeiro culto da nova sede, inaugurada no bairro de Madureira, subúrbio do Rio. “Kathyla tem uma história de vida muito interessante para contar, converse com ela”, entregou Cristiane Carvalho, a “intercessora” do movimento fundado por Marcos Gladstone, pastor, gay, dissidente da Igreja Evangélica Congregacional que desde 2006 arrebanhou mais de mil fiéis à sua instituição – onde prega os mesmos ensinamentos das pentecostais-padrão, com uma única exceção: não faz restrições a opções sexuais de seus seguidores.

Perdão e Desculpa são duas palavras tão banais no uso, que nem desconfiamos da diferença entre elas. Em um certo sentido, Perdão e Desculpa são palavras quase opostas. O Perdão nos diz “ok, você fez isso, mas eu aceito seu pedido de perdão; não jogarei isso na sua cara e seremos do mesmo jeito que éramos antes”. Já a Desculpa, fala “eu percebo que você não podia evitar, sei que realmente você não queria fazer isso; você não é culpado”. Assim, um ato falho sem culpa precisa de desculpa, e não de perdão. Da mesma forma, boas desculpas não precisam de perdão – já que o perdão exige culpa – e se você quer ser perdoado, não há desculpas para o que fez – pois pedir perdão é assumir a culpa.
Porém, isso não invalida a possibilidade de haver os dois ao mesmo tempo. O problema está em pedirmos desculpas para aquilo que exige perdão.
C.S. Lewis
No final do século passado, o filósofo francês Alain Finkielkraut, autor de “A humanidade perdida: ensaio sobre o século 20″, disse que “seria melhor que começássemos o século 21 um pouco mais pessimistas, porque o otimismo já testamos e não deu certo”.

No meio cristão, em geral, existe a forma de amizade mais pagã possível. E que forma de amizade é esta? É a daquele que ama moralmente.
Amar moralmente significa amar enquanto a pessoa se comporta como a gente. Se ela for diferente ou se tornar diferente, ou mesmo tiver um comportamento diferente, mesmo que tal coisa seja apenas na área particular e privada ou envolva apenas uma decisão de foro intimo, nesse dia, tal pessoa perderá todos os seus “amados”, pois era amada apenas moralmente.

Gravado de forma independente pela banda, em estúdio próprio, o single traz aquilo que já conhecemos da Alforria: musicalidade extremamente competente, letras inteligentes e um entrosamento de dar inveja em muita banda “estabelecida”.
Antes que você diga que está julgando o pobre coitado leia isso: Organica
Você já ouviu falar em Renê Terra Nova? Ele é um homem que tem tentado mudar a Palavra de Deus. Isso mesmo! Ele tem chegado ao ponto de peitar o próprio Cristo, dizendo que o que está em Is 61.1-3 (clique para ler) não diz respeito a Cristo, mas sim aos seus próprios decretos. Ousadinho, não?
Ele é pastor da Primeira Igreja Batista da Restauração em Manaus. Ops, já ia me esquecendo, ele não é mais pastor. De pastor tornou-se bispo, de bispo tornou-se apóstolo, de apóstolo tornou-se paipóstolo (uma espécie de pai apostólico – tipo o papa católico), e, agora, é declarado patriarca, isso mesmo, Patriarca (isso sim, um Papa – só que gospel)!

Um guerreiro sempre é um caçador.
Ele calcula tudo e age, depois de refletir bem o que deve fazer.
Ninguém consegue obrigá-lo a fazer coisas que não deseja.
Ele vive porque age, e não porque pensa que age.
Como sabe que está neste mundo apenas por um breve período de tempo, ele procura conhecer todas as maravilhas possíveis.
Fala pouco, jamais se preocupa com o medo, e assume as responsabilidades de seus atos.
PC
Foi uma semana regada a preconceitos variados. Contra moças que não posam de santas, como a vencedora do BBB.
Também contra homossexuais e principalmente contra negros. O deputado Jair Bolsonaro caprichou no besteirol.
Pior fez um deputado fundamentalista que garante que os negros são amaldiçoados porque a África é pagã – esse, nem repito o nome.

O hábito de mentir pode se revelar não apenas uma dificuldade de aceitação própria e ato aparentemente simples e inofensivo, como também evoluir para práticas que culminem até mesmo em crimes. No Dia da Mentira –como é popularmente conhecido o 1º de abril –, é esse o alerta feito pela psicóloga Sueli Damergian, especialista em relações humanas e docente do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo).
