Apesar do breve “merchan” realizado em torno do livro, a história de Ian e Larissa é um raro exemplo do verdadeiro amor. Percebemos na nossa atual cultura que temos vivido relacionamentos superficiais e descartáveis, onde você se importa com aquilo que a pessoa pode te trazer e a imagem agregada a pessoa como se ela se tornasse seu troféu pessoal. Não estou falando apenas de relacionamentos amorosos, mas de relacionamentos como um todo. Muitas pessoas buscam alguém para poder exibir aos outros, mas não alguém para amar verdadeiramente.

Era um ladrão prestes a morrer. 5 minutos antes ele reconheceu que seu vizinho de cruz era aquele tal Jesus. Não havia tempo pra questionamentos, mas os questionamentos deviam estar lá, como estão em nós atualmente. O que Jesus faz aqui, numa hora como essa? Deus e a minha morte? Tem certeza? Pois é. Questionamentos, todos nós temos. Não precisamos ser covardes ou corajosos como um ladrão, pra saber que algumas perguntas às vezes nos assaltam. Mas lá no finzinho de vida, no restinho do dia, no pouco que sobrou, o ladrão sussurra uma coisa, como se fosse sua última chance de fazer algo certo na vida: “Ei, Jesus, quando chegar no paraíso, lembra de mim?”.

“Com muita frequência, criamos barreiras à comunicação do evangelho porque pregamos que nos importamos com as pessoas e que este mundo é de Deus, mas não agimos por esses princípios.”H. R. Rookmaaker
A frase acima foi retirada do livro “A arte não precisa de justificativa” e tem bastante a ver com o que pretendo escrever neste post. A parte mais espiritual da conversa toda, se é que dá pra separar, creio que tenha ficado nos últimos dois posts; hoje, pretendo trazer algo mais prático!

Marcando 55 minutos no relógio, eu quase bati o recorde de sermão mais longo pregado por mim. Era um sermão sobre o inferno.
Em nossa série de mensagens intitulada Teologia quente, os tópicos eram selecionados por sugestões da congregação. A pergunta mais comum foi: “Um Deus de amor manda pessoas para o inferno?”. Isso é algo difícil de discursar em 35 minutos.

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Há um grande perigo em ir para o cinema com aquela expectativa colossal, esperando maravilhas e surpresas estonteantes de um filme. As campanhas publicitárias bem realizadas e alguns temas adaptados para o cinema atingem muito rápido o grande público e geram essa ansiedade que pode ser um grande mal, porque (e isso é comum de toda a humanidade) nós nos frustramos muito quando alguma coisa não atende as nossas altas expectativas.

É engraçado como as pessoas acham que precisam de grandes acontecimentos para sentir Deus. É engraçado como preparam eventos e criam expectativas. Muitas vezes senti Deus tão mais perto de mim dentro de 4 paredes do que em eventos como esses. E mais, é engraçado como certas pessoas se referem a Deus com toda aquela formalidade ao falar com Ele que, não julgo, mas me pergunto se elas falam assim com seus amigos, aqueles que elas se dizem íntimas.

O amor, é apenas uma palavra, e é só isso que ele representa em tempos como os nossos. Na década de 70, ditaduras eram instauradas em países da América latina. Havia uma guerra de ideologias pelo mundo e entre as pessoas,milhares delas morreram pelo simples questionar.

Quem já gastou algum tempo assistindo ao programa Caldeirão do Huck certamente já se emocionou ou deu boas risadas acompanhando os diversos quadros da atração global. Com destaque para os quadros copiados de programas norte-americanos, como “Lata Velha” e “Lar Doce Lar”, o paulista Luciano Huck ganha a cada dia status de um excelente empreendedor social, impulsionado também pelo cargo de criador e diretor-presidente do Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias, uma ONG que promove o desenvolvimento social, profissional e pessoal de jovens por meio do audiovisual.

“As vezes essa ideia de Jesus virou clichê, ta ligado? Virou um vidraçal na catedral da Sé. Mas o Jesus que eu sigo não é isso aí entendeu? O Jesus que eu sigo é um cara que viveu entre nós, é um cara real, um cara que foi morto pelos políticos corruptos e pela religião. E isso pode mudar tudo!”

Perdi muito tempo em minha vida assistindo pregações que apontavam a tecnologia e os meios de comunicação como o anticristo ou como sinais da temível “nova era” que nunca chegou. Primeiro a TV, depois a música e então a Internet. Tudo foi precipitadamente demonizado, aumentando ainda mais o abismo cultural do cristão em meio a um mundo em constante mudança.
Esta análise não é sobre os meios de comunicação em si, mas sobre como há um desafio ainda desconhecido de uma geração a respeito de como pode (e deve) um cristão interagir intensamente com a cultura que o cerca sem que seja corrompido por ela. Isto por que desconectar-se do mundo e da cultura é o mesmo que cometer suicídio ou mudar-se pra um convento afastado da civilização. Se não consumirmos/produzirmos cultura, nos afastamos das pessoas e perdemos a capacidade de traduzir as verdades eternas do Reino na linguagem que as pessoas compreendem.

Philip Yancey, 62 anos, escritor e jornalista, é casado com Janet e vive nas montanhas do Colorado. É um autor norte-americano muito consagrado no meio cristão internacional, tendo ganhado diversos prêmios literários. Crescido em uma igreja fundamentalista e racista no sul dos Estados Unidos, ele aprendeu ao longo da vida que a graça é o ponto central do cristianismo que muitas igrejas têm esquecido. Autor de Best-sellers como “Maravilhosa graça” e “Decepcionado com Deus”, Philip concedeu ao Trinta e Três seu ponto de vista sobre a Blogosfera.

Será que vale a pena postar ou replicar (compartilhar) alguma imagem bonitinha com alguma frase de efeito que gere uma certa comoção na esperaq que as pessoas do seu Facebook , sejam tocadas o suficiente e aceitem a Cristo? Foi a pergunta que fiz ao nosso movimentado grupo de blogueiros do Facebook.
Foi algo que pensei ha um tempo atrás e me perseguiu, até encontrar uma fanpage que dizia no seu conteúdo de boas-vindas: “EVANGELIZAÊ – Compartilhe uma photo e leve a palavra para todos seus amigos”. Pensei comigo: Que palavra? Se formos pensar no sentido entretivo disso, realmente, uma palavra de efeito será levada, mas, você pode ir em no site Pensador.uol.com.br que encontrará diversas e diversas frases de efeito, ou uma palavra que pode mudar seu pensamento, talvez algumas de suas atitudes também, mas infelizmente, afirmo, elas não vão ter poder para mudar toda sua vida.

Não queremos falar de Kony aqui, não que ele não seja importante, ele é, e muito. Mas qual graça tem em republicar um vídeo que se viralizou tão rapidamente, sendo que há muito mais coisas que estão acontecendo no mundo e não são noticiadas através de um curta metragem.

No livro “Bono: In Conversation With Michka Assayas”, Bono (vocalista do U2) fala sobre sua interessante espiritualidade e princípios do cristianismo. Há vários livros que falam sobre o U2 e o irônico vocalista Bono Vox (a maior estrela do rock), porém até agora Bono não havia contado sua história. neste livro, o roqueiro compartilha seus pensamentos com um jornalista francês e seu amigo, que está junto da banda desde o começo dela. Em uma série de perguntas e respostas, Bono discute vários assuntos, como a morte de sua mãe, quando era criança, e de seu pai, que morreu há alguns anos, o começo da banda, seus companheiros de banda, seu casamento, sua paixão por ações sociais, o efeito que sua vida tem por ser uma celebridade, sua fé e como isso permeia tudo.

Os neurocientistas de Stanford se reuniram para estudar e medir o amor. O vídeo é lindo, e os resultados (apesar da competição) são mais ou menos esses:
Já perceberam como hoje em dia todo mundo quer ganhar? Não há mais quem queira assumir a responsabilidade por seus atos, quando estes lhes geram algum prejuízo. Claro que isso é uma afirmação generalista. Há sempre exceções, mas em textos generalistas nossas abordagens são sempre generalistas (desculpem a obviedade).

Nasci em uma rua onde havia meninos. Meu universo era jogar video-game, fazer chinelo de luva pra jogar bola (eu era goleira), bolinha de gude, figurinhas e tazzo. Minha bicicleta não era rosa e nem tinha cestinha e eu sempre queria os presentes da vó iguais os dos meus primos, ou seja, carrinhos de flexão. Quando formei o colegial estudei um ano e meio em uma universidade de exatas, onde, talvez uns 80%, fossem garotos. Meus melhores amigos eram meninos.. e ainda são. E mesmo com tudo isso eu não deixei de ser feminina, sempre usei vestidos, salto alto e maquiagem.
