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	<description>Uma revista que mostra como a Espiritualidade anda com a Cultura. www.solomon1.com é uma revista que informa sobre a cultura relevante cristã: musica, politica, justiça social, entrevistas, livros, resenhas, filmes, musica ao vivo, histórias, temas emergentes, igreja emergente, igreja organica.</description>
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		<title>O som da tentativa</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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C. S. Lewis escreveu certa vez que “Parece que Deus não faz por Ele mesmo nada que Ele pudesse delegar às Suas criaturas. Ele nos ordena a fazer devagar e desajeitadamente aquilo que Ele poderia fazer perfeitamente num piscar de olhos”. Não existe ilustração maior desse princípio do que a Igreja de Jesus Cristo, à [...]]]></description>
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<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/Violins.jpg"><img class="dtse-img dtse-post-3282" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/Violins.jpg" alt="" title="Violins" width="325" height="270" class="alignleft size-full wp-image-3283" /></a>C. S. Lewis escreveu certa vez que “Parece que Deus não faz por Ele mesmo nada que Ele pudesse delegar às Suas criaturas. Ele nos ordena a fazer devagar e desajeitadamente aquilo que Ele poderia fazer perfeitamente num piscar de olhos”. Não existe ilustração maior desse princípio do que a Igreja de Jesus Cristo, à qual o Senhor delegou a tarefa de encarnar a Presença do próprio Deus no mundo. Todos os nossos esforços são exemplos dessa delegação divina.<span id="more-3282"></span></p>
<p>Todo pai e mãe conhecem um pouco o risco de delegar, com sua alegria e sofrimento. A criança que toma seus primeiros passos segura, solta a mão, em seguida cai, depois luta para levantar-se outra vez. Ninguém descobriu outra maneira de aprender a andar.</p>
<p>Sim, a igreja falha em sua missão e comete erros exatamente porque é composta de seres humanos que sempre carecem da glória de Deus. É o risco que Deus correu. Aquele que vai à Igreja esperando encontrar perfeição não entende a natureza desse risco nem a natureza da humanidade. Assim como todo romântico acaba aprendendo que o casamento é início, não o fim, da luta por fazer o amor funcionar, todo cristão precisa aprender que a Igreja é apenas um começo.</p>
<p>Certa vez o compositor Igor Stravinski escreveu uma nova peça musical que continha um trecho muito difícil para violino. Depois de diversas semanas de ensaio o violinista solista procurou Stravinski e disse que não conseguia tocar. Tinha se esforçado ao máximo, mas era um trecho difícil demais, até mesmo impossível de se tocar. Stravinski respondeu. “Eu entendo isso. Mas o que procuro é o som de alguém que esteja tentando tocá-lo”. Quem sabe algo semelhante é o que Deus tinha em mente com a Igreja.<br />
Embora, talvez, nunca alcancemos o que o compositor tinha em mente, não existe outra maneira de se ouvir esses sons sobre a terra. Assim como, longe da perfeição, a Igreja (Corpo) ainda é a única forma pela qual as pessoas ouvirão a mensagem da cruz.</p>
<p><strong>Philip Yancey</strong><br />
(Trecho extraído do livro “IGREJA: POR QUE ME IMPORTAR?”)<br />
<strong>Via: <a href="http://separarprapensar.blogspot.com/">Se parar pra pensar</a></strong></p>




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		<title>Curas, curas e mais curas</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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Farei uma confissão: Ouço programas evangélicos, quando estou no transito sou acompanhado por algum pastor neopentecostal. A “memória 2” do som do meu carro é só de rádios evangélicas. Hoje isso soa como confissão de pecado. Esses programas são mal feitos, a maior parte do tempo é utilizado para a oferta com o fim de [...]]]></description>
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<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/curas1.jpg"><img class="dtse-img dtse-post-3278" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/curas1.jpg" alt="" title="curas1" width="325" height="270" class="alignleft size-full wp-image-3279" /></a>Farei uma confissão: Ouço programas evangélicos, quando estou no transito sou acompanhado por algum pastor neopentecostal. A “memória 2” do som do meu carro é só de rádios evangélicas. Hoje isso soa como confissão de pecado. Esses programas são mal feitos, a maior parte do tempo é utilizado para a oferta com o fim de “permancer no ar e continuar sendo uma benção”.</p>
<p>Meus amigos não entendem porque eu faço isso, mas todo drogado é assim, ele sabe que faz mal, mas&#8230;<span id="more-3278"></span></p>
<p>Com esse (péssimo) hábito ouço muitas pregações sobre sucesso, testemunhos de vitória financeira (“você pode tudo”) e cura. Mas é cura de dor nas costas, no braço, na unha&#8230; Eles não curam síndrome de Down, Alzheimer e nem vão ao GRAAC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer). Por que? O deus que cura dor nas costas não cura câncer? Estranho, no mínimo estranho.</p>
<p>Karl Marx acertou, a religião é mesmo “o ópio do povo”. É isso que o povo quer, algo que anestesie a vida, quando o efeito dessa anestesia acabar (e acaba rápido) aplica-se outra e assim vai. Não se fala em coisas difíceis e derrotas, apenas em vitórias. Curas, curas e curas. Quem oferecer mais ganha mais oferta e fica mais tempo no rádio.</p>
<p>A função da religião não é fazer com que as pessoas se sintam bem. Então o que Deus nos dá? Amor? Sim, Deus nos ama, mas não deseja domesticar animais de estimação, dando alimento e carinho, antes ele deseja maturidade, pessoas livres que respondam a ele com liberdade.</p>
<p>E paz? Sim, Deus nos concede uma paz sem igual, porém não é paz que se dá quando deixamos de falar do que é ruim e doloroso. Há pessoas de todos os tipos ao nosso redor, crianças e pais, jovens e adultos, pessoas que estão sendo cruelmente maltratadas e violentadas, afligidas e desprezadas. Qualquer pregação sobre paz que dá as costas a estas situações é uma tremenda farsa.</p>
<p>Curioso esse fascínio pelas curas, desde os tempos de Jesus isso acontece. Jesus curou, operou milagres e maravilhas, mas quando pregou sobre a vida no reino de Deus ele não disse que os felizes eram os curandeiros nem os curados, quando Jesus falou sobre a vida feliz ele disse:</p>
<p>Felizes são os humildes de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores, os perseguidos (Mt 5). Esses são felizes porque experimentam salvação, esses são felizes porque são sal da terra e luz do mundo.</p>
<p>Ser cristão não tem haver com cura nem prosperidade, ser cristão é cuidar do próximo é saber se relacionar com as pessoas vendo nelas a expressão de Deus (Mt 25: 34-45).</p>
<p>Na bíblia quem disse “tudo isso te darei se, prostrado, me adorares” foi Satanás. &#8220;Tô&#8221; fora.</p>
<p><a href="http://villycamargofomin.blogspot.com/2009/10/curas-curas-e-mais-curas.html"><strong>Villy Fomin</strong></a></p>




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		<title>Retalhos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 17:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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Retalhos, de Craig Thompson, é daquelas leituras sinceras que tem o poder de comover o leitor pelo simples processo de identificação. O personagem principal, o próprio Craig (já que é uma obra auto-biográfica), é um garoto destruído, partido em pedaços com amontoados de medos, paixões e desejos.
Escrito como uma graphic novel, que é, para quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/retalhoscapa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3241 dtse-img dtse-post-3239" title="retalhoscapa" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/retalhoscapa.jpg" alt="" width="325" height="270" /></a>Retalhos, de Craig Thompson, é daquelas leituras sinceras que tem o poder de comover o leitor pelo simples processo de identificação. O personagem principal, o próprio Craig (já que é uma obra auto-biográfica), é um garoto destruído, partido em pedaços com amontoados de medos, paixões e desejos.<span id="more-3239"></span></p>
<p>Escrito como uma graphic novel, que é, para quem não conhece, um estilo de literatura onde, no lugar da narração tradicional, tudo é descrito através de ilustrações e balões de fala (que não deixa de ser uma história em quadrinhos, mas está tão distante de Turma da Mônica quanto Shakespeare de teatros da quarta série, sem ofensas), esse livro comove não só pela história tocante quanto também pela capacidade do autor e ilustrador em expressar uma imagem com poesia. As experiências sensoriais que esse livro causa se espalham a cada página em preto e branco, dando um aspecto quase onírico à trama.</p>
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/retalhos3.jpg"><img class="size-full wp-image-3249 alignright dtse-img dtse-post-3239" title="retalhos3" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/retalhos3.jpg" alt="" width="306" height="242" /></a>Sonhos, inclusive, é um dos temas que Craig aborda em sua narrativa. Entrecortada por capítulos e fragmentada pelo retorno e avanço da memória dos personagens, a história é realmente um mosaico colorido de temas densos como religião, maturidade, abusos infantis, paixões fugazes e conflitos familiares. A leitura se transforma, em determinado ponto, numa colcha de retalhos, bela, assustadora e real.</p>
<p>O próprio Craig é montado de pedaços de fantasia, aspirações artísticas, fé extremista e ignorância pueril. É alguém que luta contra os monstros invisíveis e fantásticos que ele mesmo criou, enquanto enfrenta o desafio aterrador de amadurecer sem se desfazer em pedaços. Uma luta para discernir o que é real entre todas as criações de seu imaginário, e o meio termo de todo seu extremismo infantil.</p>
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/MQA_CraigThompson.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3254 dtse-img dtse-post-3239" title="MQA_CraigThompson" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/MQA_CraigThompson.jpg" alt="" width="209" height="166" /></a><strong>Fanatismo</strong></p>
<p>O traço mais importante do garoto é sua fixação por tudo que transcenda o natural. Talvez por conta de uma infância conturbada por medos diversos, ele usa seu talento em desenhar como fuga da realidade, e então, ao conhecer o cristianismo, se apega às promessas da eternidade, dizendo constantemente &#8220;não ser deste mundo&#8221;, até descobrir toda a essência castradora por trás de interpretações fundamentalistas da bíblia. No entanto, ao conhecer Raina, ele deseja retornar à realidade, e ainda que sua paixão por ela seja outra fuga de seus próprios medos e incertezas, ela serve como peça central da transição que o garoto sofre.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3265 dtse-img dtse-post-3239" title="blankets-11" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/blankets-11.gif" alt="" width="280" height="441" />Raina se torna uma musa inspiradora e válvula de escape para Craig, depois de anos guardando desejos que julgava serem errados pela dura doutrina que foi imposto em casa e dentro de sua religião, o fez voltar a desenhar, hábito que era tido como secular e inútil por seus discipuladores cristãos, e fez o garoto lidar com toda libido contida e mal direcionada sentiu, subitamente, diante do novo mundo que explodiu em símbolos e novas realidades diante dele. Ela é, no fim, o elemento da transição do garoto que deixa para trás todas as suas fantasias; para o homem, certo do que quer e acredita.</p>
<p><strong>Craig Thompson</strong></p>
<p>Hoje, reconhecidamente um grande escritor e ilustrador, Craig acumula prêmios por sua obra, que é no original chamada de Blankets, que se traduz, no literal, para algo como &#8220;cobertas&#8221;. Foi ganhador de dois Eisner Awards (o oscar das HQs), como Melhor Escritor / Artista e Melhor Graphic Album; três Harvey Awards como Melhor Artista, Melhor Cartunista e melhor Graphic Album Original; e dois Ignatz Awards, como Graphic Novel mais Marcante e Artista mais Marcante.</p>
<p>Você pode checar mais de seus trabalhos e prêmios em seu blog pessoal: <a href="http://www.dootdootgarden.com/">http://www.dootdootgarden.com/</a>, onde ele mantém um registro das experiências para o lançamento de seu novo trabalho, Habibi.</p>
<p>Retalhos é uma leitura perfeita numa tarde fria, acompanhada de um copo de capuccino e um coração disposto a ouvir a sincera dor de um personagem comum.</p>
<p><strong>Por Tiago Vieira</strong></p>




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		<title>Somente para imperfeitos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 17:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Uma igreja evangélica na região mais boêmia de São Paulo
“Nós não temos medo de errar. Temos medo de não amar.” A frase é proferida pelo designer pernambucano Kleber Freitas, 28 anos. Residente em São Paulo há três anos, Kleber freqüenta nos últimos doze meses a Vineyard Capital, a igreja da Baixa Augusta.
A Rua Augusta é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/PPP2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3216 dtse-img dtse-post-3213" title="PPP2" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/PPP2.jpg" alt="" width="325" height="270" /></a><strong>Uma igreja evangélica na região mais boêmia de São Paulo</strong></p>
<p>“Nós não temos medo de errar. Temos medo de não amar.” A frase é proferida pelo designer pernambucano Kleber Freitas, 28 anos. Residente em São Paulo há três anos, Kleber freqüenta nos últimos doze meses a Vineyard Capital, a igreja da Baixa Augusta.</p>
<p>A Rua Augusta é uma das mais conhecidas vias urbanas de São Paulo e sempre se destacou pelo seu caráter boêmio. Repleta de botecos, baladas e boates para todos os gostos, também é famosa por concentrar, desde o final da década de 80, boa parte do meretrício do centro da capital, na região que é conhecida como “Baixa Augusta”. <span id="more-3213"></span>Casas de prostituição com nomes sugestivos como “Babilônia” ou a auto-explicativa “Las Jegas”, compõem o cenário da rua em que algum dia alguém entrou “a 120 por hora”.</p>
<p>Além dos cantores da Jovem Guarda diversas personalidades paulistanas já elegeram a “dona Augusta” como reduto cultural da cidade. É de se estranhar que a região tenha ficado ao abandono durante boa parte dos anos 90, tendo sido invadida pelo tráfico e consumo de drogas, os quais, junto com a crescente prostituição, acabaram por afastar boa parte da população. Porém, a partir do começo da última década, uma iniciativa de admiradores se empenhou em trazer de volta o aspecto cultural, investindo em teatros, cinemas e clubes noturnos “moderninhos”. Restaurantes e redes fast-food de culinária internacional incrementaram a miscelânea urbana que é a Rua Augusta, um lugar onde realmente é possível encontrar todas as tribos de São Paulo. Em menos de dez minutos de caminhada pela área, pode-se encontrar de patricinhas a engraxates, além de homossexuais, moradores de rua, cinéfilos, punks, prostitutas, emos e universitários. Por incrível que pareça, a convivência é pacífica e harmoniosa e a diversidade está totalmente ligada ao espírito do local.</p>
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/nossa-história1.jpg"><img src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/nossa-história1.jpg" alt="" title="nossa história" width="645" height="252" class="alignleft size-full wp-image-3223" /></a><br />
<strong>Uma igreja na Augusta?</strong><br />
Talvez a última coisa a se esperar para os que conhecem a região é o fato de que uma igreja cristã tenha se instalado no “point” alternativo mais conhecido da capital. Mais estranho ainda porque, à primeira vista, não é possível distinguir quem é membro da igreja e, quem está apenas “gastando tempo na rua”. Mesmo alguns freqüentadores novatos das reuniões, que sempre acontecem nos domingos à noite, costumam demorar a entender que estão participando de uma igreja. Sidney Silva, 30, conta aos risos: “Teve um cara que ficou uns dois meses participando todos os domingos e foi procurar o pastor. Disse que se sentia bem, que se sentia motivado e perguntou qual seria o próximo passo. Ele queria saber se já estava na hora de procurar uma igreja”.</p>
<p>A quebra de paradigmas é levada a sério. Segundo Kleber, há uma preocupação em ser uma igreja cristã sem que haja a necessidade de controlar a vida das pessoas. “Um dos nossos domínios na internet é ‘Porque eu odeio religião’. Boa parte das pessoas que fundaram a igreja veio de contextos religiosos diversos, após sofrerem por não se encaixar com as normas. Aqui, nós não entendemos o cristianismo como regras a serem seguidas. Não é entrar em uma caixa. A maioria das igrejas prega hoje que você precisa fazer isso ou aquilo para ser cristão e na verdade a única coisa necessária é andar na direção que Jesus ensinou.”</p>
<p><strong>O que é Vineyard?</strong><br />
As comunidades Vineyard existem no Brasil há cerca de 15 anos, mas como o próprio nome denuncia, a proposta original nasceu no exterior. Mais especificamente na Califórnia (Estados Unidos), quando, durante o começo da década de 70, um grupo de hippies recém-convertidos ao cristianismo passou a fazer reuniões semanais de ações de graças. Um pastor, John Wimber, se uniu ao grupo e criou as características (ou como eles preferem, valores) essenciais ao movimento. O grupo se multiplicou e atualmente existem aproximadamente 800 comunidades Vineyard apenas em solo norte-americano. No Brasil, são pouco mais de uma dezena de igrejas espalhadas pelo interior de São Paulo, Rio de Janeiro e alguns estados da Região Norte e Nordeste. Na maior metrópole brasileira, a Vineyard Capital é a primeira igreja representando o movimento.</p>
<p>No final de 2008, em São Paulo, um grupo de jovens cristãos, inconformados com os rumos das igrejas evangélicas, resolveu lançar uma proposta diferente de comunidade. Kleber explica: “Dois amigos, o José Mônaco e o Jota Mossad tiveram a idéia de criar um projeto de uma nova igreja. A primeira coisa lançada foi um site, o Proibido Pessoas Perfeitas. A partir daí a coisa começou a tomar forma e pouco tempo depois marcamos a primeira reunião”. Segundo o designer, desde o início da proposta já havia uma definição de que a igreja seria na Rua Augusta. “O nosso grupo já se identificava com a Augusta. Toda a loucura, caos, mistura. Sem contar que igrejas cristãs mais tradicionais nunca tiveram interesse no local. Então, ao invés de competir por espaço, quisemos realmente começar algo novo.” Quando questionados sobre esta predileção pelo local para se formar uma nova igreja, Jota Mossad, um dos fundadores, simplesmente coloca: “E porque não na Rua Augusta?”. Alguns dos membros, explicam sua visão particular a respeito da necessidade de uma igreja na região: “A Baixa Augusta é conhecida por abrigar prostitutas e moradores de rua, ou seja, pessoas que são “esquecidas” pela sociedade. E, teoricamente, o que uma igreja deve fazer é acolher essas pessoas e mostrar que elas também são importantes e amadas”, explica a sorridente Cíntia Rodrigues, cantora profissional, membro da igreja há quatro meses.</p>
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/ppp31.jpg"><img src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/ppp31.jpg" alt="" title="ppp3" width="645" height="256" class="alignleft size-full wp-image-3231" /></a></p>
<p><strong>Igreja colaborativa</strong><br />
Em março de 2009, o grupo oficialmente abriu suas portas. Por falta de um local próprio, a igreja funciona no salão de um hotel. “É bom porque nossa única despesa é o aluguel. Aqui nosso foco não é pedir dinheiro para manter a igreja. Queremos nos esforçar junto com as pessoas para aprendermos sobre generosidade. O dinheiro de cada um pode ser investido onde bem entender e incentivamos que elas o usem sempre com consciência e pensando no amor ao próximo”, explica Kleber. Segundo os líderes, praticamente tudo que a igreja possui foi adquirido por meio de doação. E improvisar é imprescindível. O “púlpito” são apenas duas caixas de maçã, sobrepostas. Na porta, garrafas de água mineral ficam ao lado de copinhos descartáveis, canetas e uma placa que incentiva os presentes a anotarem o nome nos copos, diminuindo, assim, o desperdício.</p>
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/domingo2.jpg"><img src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/domingo2.jpg" alt="" title="domingo2" width="300" height="135" class="alignleft size-full wp-image-3225" /></a>A preocupação com a sustentabilidade não é a única questão “moderninha” na pauta. A maior parte dos participantes conheceu o movimento através da internet. A maioria possui curso superior e alguns se assumem como nerds. Na rede, a igreja possui site, blog e perfil em redes sociais como Orkut e Twitter. Uma série de vídeos online, com gravações sobre sexualidade e romance, chegou a contabilizar aproximadamente 20.000 acessos, quase cem vezes o número de freqüentadores da igreja. Todos os sermões são gravados e distribuídos gratuitamente em podcasts. Há planos para que em breve seja disponibilizado um álbum de músicas, que poderá ser adquirido gratuitamente, também pela internet. O público da igreja é formado majoritariamente por jovens da chamada geração Y, nascidos entre 1978 até o começo da década de 1990. Apesar disso, Kleber ressalta: “Não fechamos as portas para ninguém. Queremos acolher pessoas idosas e queremos acolher meninos de rua. Queremos caminhar com empresários e com prostitutas. Queremos receber pitboys e também homossexuais. Nossa preocupação realmente é com pessoas imperfeitas, que reconheçam suas limitações. A Augusta é assim, heterogênea. E queremos que aqui também seja um espaço para convivência, um lugar em que sejamos incentivados a vencer preconceitos.”</p>
<p><strong>O futuro</strong><br />
Sobre os planos para o futuro, Kleber explica que a preocupação social está presente nas reuniões da igreja. “Jesus se misturava com as pessoas, interagia com elas e buscava ajudar em suas necessidades. Queremos demonstrar amor para as pessoas da Augusta, principalmente os moradores.” Jota enfatiza: “A igreja só terá alguma relevância quando os cristãos saírem das quatro paredes e agirem socialmente, culturalmente, ali na região. Socialmente, queremos encontrar formas de atingir todas as pessoas que precisam de ajuda ali, mendigos e prostitutas, pessoas que precisam de mais do que simplesmente uma igreja ali. E culturalmente, a gente pode ajudar ou se associar com as pessoas que já estão ali nas baladas, centros culturais e afins”. Perguntado sobre qual é seu grande sonho para a Vineyard Capital, ele não pensa duas vezes. “O término. Não sonho com um grande templo, com muitas pessoas cantando e tal. Não queremos pessoas vindo aqui domingo a pós domingo apenas preocupadas consigo mesmas, sem olhar para o próximo. Deus não quer isso. Ele quer o ser humano, por inteiro, quer todos os seres humanos. Ele não precisa de um templo. Ele deseja habitar em nós.”</p>
<p><strong>Por Daniel Gonçalves de Souza</strong></p>




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		<title>O dia em que o Metallica foi à igreja</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 21:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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John Van Sloten está ficando conhecido como o “pastor canadense da cultura pop”. Em 2004 ele pregou um sermão sobre a banda de heavy metal Metallica e sua “mensagem  espiritual”. Ele não imaginava que alguém de fora de sua congregação, a igreja New Hope (Nova Esperança), na cidade de Calgary, fosse prestar atenção. Mas [...]]]></description>
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<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/mettallica.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3207 dtse-img dtse-post-3206" title="mettallica" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/mettallica.jpg" alt="" width="325" height="270" /></a>John Van Sloten está ficando conhecido como o “pastor canadense da cultura pop”. Em 2004 ele pregou um sermão sobre a banda de heavy metal Metallica e sua “mensagem  espiritual”. Ele não imaginava que alguém de fora de sua congregação, a igreja New Hope (Nova Esperança), na cidade de Calgary, fosse prestar atenção. Mas a propagação dessa mensagem tornou-se matéria em vários jornais do mundo, chegando até a revista Rolling Stone. Até a própria banda ouviu falar dele através de um DJ da rádio CJAY92.<span id="more-3206"></span></p>
<p>Dias antes, o jornal  <a href="http://www.newhopechurch.ca/media/pdf/metallica.heraldmay8.2004.pdf">Calgary Herald</a> tomou conhecimento do assunto e publicou um pequeno artigo sobre as intenções do pastor de unir duas coisas aparentemente tão conflitantes. O Metallica chegou a enviar uma equipe da Warner Music canadense para filmar o culto da igreja naquela semana. Afinal, o pastor John comparou os músicos aos profetas do Antigo Testamento que se levantavam contra a injustiça reinante em seu tempo. Porém, ao invés de profetizar em nome de Deus, eles fazem músicas que falam sobre esses assuntos. Afirmou ainda que a energia e o entusiasmo dos fãs da banda são um exemplo para os que seguem a Cristo.</p>
<p>No famoso sermão ele abordou ainda aspectos da vida dos músicos. Em especial as dificuldades que o líder da banda, o guitarrista James Hetfield, tinha com Deus e a igreja. Aos 16 anos ele viu sua mãe morrer em decorrência de um câncer após ser proibida de procurar ajuda médica e esperar a cura divina. Por causa dessa experiência o guitarrista compôs, entre outras, músicas como The God that failed (o Deus que falhou), onde canta “Eu vejo fé em seus olhos/ Você nunca ouviu as mentiras desanimadoras/ Eu ouço fé em seus gritos/ promessa quebrada, traição/ A mão curadora esta presa pelo prego enterrado/ Siga o Deus que falhou”.</p>
<p>Toda a repercussão e “fama” inesperada levou o pastor a fazer uma série de sermões sobre a cultura pop, que segundo ele mudaram a sua vida e de sua congregação. Passou então a analisar e pregar sobre filmes como a série do Homem-Aranha, até Gran Torino; bandas como Coldplay e Green Day; artistas como Van Gogh e Rembrandt. Van Sloten afirma que “Deus está falando em todos os lugares, através de todas a coisas. O motivo pelo qual preguei sobre todos estes assuntos é porque acredito que eles pertencem a Deus… E quando as coisas pertencem a Deus, elas são importantes e tem algo a nos dizer”, afirmou. Mas o pastor Van Sloten também precisou “pregar” sobre personalidades controversas como Lenny Kravitz e Freddy Mercury, quem ele admite ter sido o mais difícil.</p>
<p>Certamente é uma idéia intrigante, ainda que controversa, pensar que Deus falando através de tudo. Sério? Tudo? Através de um filme como Se beber não case? Até mesmo através de revistas de fofocas e celebridades? As músicas da Lady Gaga? Tal ideia afastou quase metade dos membros da igreja de Van Sloten.</p>
<p>O pastor de 49 anos viu sua congregação de 400  ficar reduzida a pouco mais de 200 pessoas sentados no centro comunitário que a New Hope aluga para os cultos de domingo. Por opção, desde o início a igreja decidiu não investir em um prédio. “Eles pensavam que eu tinha ido longe demais, que iria abandonar completamente a Bíblia. Na maioria das outras denominações eu teria sido afastado”, admite.  Mas está convicto que os que permaneceram, “não conseguem mais assistir a um filme apenas por diversão. Agora eles se pegam constantemente perguntando: O que você está dizendo com isso, meu Deus? Quando se reconhece que Deus está falando em todos os lugares, você é forçado a participar, ver e ouvir com mais discernimento, fazer as perguntas certas .” Agora, seis anos depois de iniciar essa mudança, ele lança seu primeiro livro, que leva o título justamente de “O dia em que o Metallica foi à igreja”.</p>
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/metallicachurch.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3208 dtse-img dtse-post-3206" title="metallicachurch" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/metallicachurch.jpg" alt="" width="216" height="311" /></a>Mesmo sendo favorável ao discernimento e a necessidade de fazermos as perguntas certas, é difícil para a maioria de nós ver Deus por trás de certas coisas. Às vezes a questão não é: “O que você está dizendo com isso, Deus?”, mas sim “O que esse músico ou compositor ou artista está dizendo com isso?”</p>
<p>Certamente existem muitas obras de arte e elementos da cultura pop que podem revelar a Deus. Ele não se limita às manifestações religiosas e está presente mesmo em algo “secular”. Beleza e a bondade são manifestações da sua glória, seja o responsável  por essas coisas cristãos ou não. Mas algumas coisas são totalmente desprovidas de verdade, beleza e bondade!</p>
<p>Deus pode falar através de todas as coisas? Sim. Já falou inclusive através de uma mula, mas deveríamos ser  capazes de estabelecer um limite. Mesmo assim, ele afirma que pastores da Austrália e do Reino Unido foram inspirados por suas idéias. “Ouvi líderes de igrejas por toda a América do Norte dizendo ‘isso faz sentido’ – mas eles nunca tiveram uma base teológica para confirmar isso”.</p>
<p>Mesmo lançado por uma editora pequena, o livro chegou a ser mencionado pela rede CNN em uma matéria sobre religião. Os lucros obtidos com o livro, disse o pastor, não ficarão em seu bolso, mas serão doados integralmente para a sua igreja. Mesmo assim, este ex-corretor de imóveis, hoje escritor, sabe que muitos questionarão suas intenções. ”O tempo mostrará se essa é só uma moda ou se eu sou apenas mais um aproveitador” diz Van Sloten.</p>
<p>Talvez o pastor John esteja levando isso a um extremo. Talvez não. O tempo dirá. Chama a atenção o fato de a imagem de fundo da página de abertura <a href="http://www.newhopechurch.ca/">novo site da New Hope</a> ser a capa do livro. Cerca de metade do conteúdo promovido na página está ligado à promoção do livro. É bom lembrar que a editora Faith Alive também tem um bom site promocional para o livro chamado “Metallica na igreja” (<a href="http://www.metallicaatchurch.org/">AQUI</a>). O primeiro capítulo pode ser baixado gratuitamente por quem estiver curioso sobre o tema  <a href="http://www.metallicaatchurch.org/files/metallica_chapter_one.pdf">AQUI</a> (em inglês). Vale destacar um dos comentários disponíveis no site, assinado pelo pastor Jonathan Vandenberg, líder da juventude das igrejas reformadas da Austrália:</p>
<p>“Acabei de ler The Day Metallica Came to Church e gostei muito. Sinto que ele registrou bem a importância de termos uma fé bíblica e, ao mesmo tempo, a necessidade de abraçar e explorar os elementos místicos e existenciais da fé e da revelação, vistos por numa perspectiva Reformada. Enquanto a teologia é algo que já abraçamos a séculos, o autor identifica esses elementos naquilo que vemos em nossos dias, o que renova e reafirma bem nossas teorias. Este livro fala à sociedade pós-evangélica, que está descobrindo uma visão do Reino em meio a (e através da) nossa cultura.”</p>
<p>O release do livro disponível no site da Amazon diz:</p>
<p><em>O que a música feita por Metallica e Bach, o filme Crash, e histórias sobre Batman tem em comum? De acordo com o autor e pastor John Van Sloten, Deus podem falar  através de todas elas – se estivermos dispostos a ouvir. Out of his own startling and sometimes wrenching journey of discovery, Van Sloten mostra como Deus pode falar conosco usando qualquer coisa – músicas de heavy metal, filmes violentos, esportes e mesmo a última moda. Se você está atento, este livro pode mudar a maneira como você está acostumado a ouvir a voz de Deus, ou até mesmo a maneira como você vive.</em></p>
<p>Veja abaixo um trecho da pregação que deu origem ao livro.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rXaiCOFb3XE?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/rXaiCOFb3XE?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Traduzido e editado por Jarbas Aragão © Direitos reservados</p>
<p>Com informações de <a href="http://blog.christianitytoday.com/ctentertainment/2010/08/the-day-metallica-came-to-chur-1.html">Christianity Today</a>,  <a href="http://www.calgarysun.com/news/alberta/2010/08/11/14993521.html">The Calgary Sun</a> e  <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1592554954?tag=apture-20">Amazon</a></p>
<p><strong>VIA <a href="http://www.pavablog.com/2010/08/18/o-dia-que-o-metallica-foi-para-a-igreja/">Pavablog</a></strong></p>




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		<title>O evangelho não é chiclete</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 20:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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Nesse pequeno vídeo, Sonny Sandoval, vocalista da banda P.O.D., fala sobre seu entendimento do que é o evangelho, baseando-se no relacionamento entre Pedro e Jesus.

 from Rodrigo Marietto on Vimeo.




		
		
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<p>Nesse pequeno vídeo, Sonny Sandoval, vocalista da banda P.O.D., fala sobre seu entendimento do que é o evangelho, baseando-se no relacionamento entre Pedro e Jesus.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/14254161" width="600" height="300" frameborder="0"></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/14254161"></a> from <a href="http://vimeo.com/user1988991">Rodrigo Marietto</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>




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		<title>10 verdades que pregamos sobre 10 mentiras que praticamos</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2010/09/10-verdades-que-pregamos-sobre-10-mentiras-que-praticamos/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 16:13:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[
Certo pastor estava buscando levar a igreja à prática da comunhão e da devoção experimentadas pela igreja primitiva (conforme descrita em Atos dos Apóstolos). Logo recebeu um comunicado de seus superiores: “Estamos preocupados com a forma como você vem conduzindo seu trabalho ministerial. Você foi designado para tomar conta dessa igreja e a fez retroceder, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/mentira.jpg"><img class="dtse-img dtse-post-3183" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/mentira.jpg" alt="" title="mentira" width="325" height="270" class="alignleft size-full wp-image-3184" /></a>Certo pastor estava buscando levar a igreja à prática da comunhão e da devoção experimentadas pela igreja primitiva (conforme descrita em Atos dos Apóstolos). Logo recebeu um comunicado de seus superiores: “Estamos preocupados com a forma como você vem conduzindo seu trabalho ministerial. Você foi designado para tomar conta dessa igreja e a fez retroceder, pelo menos, uns 40 anos! O quê está acontecendo?”. O pastor respondeu: “40 anos? Pois então lamento muitíssimo! Minha intenção era fazê-la retroceder uns 2.000!”.</p>
<p>Atualmente temos acompanhado um retrocesso da vivência e prática cristãs. Mas, infelizmente, não é um retrocesso como o da introdução acima. <span id="more-3183"></span>Algumas das verdades cristãs têm sido negadas na prática. Como diz Caio Fábio, muitos de nós somos “crentes teóricos, entretanto, ateus práticos”. Segue-se uma pequena lista dos top 10 das verdades que pregamos (na teoria) acerca das mentiras que vivemos (na prática):</p>
<p><strong>I &#8211; “SÓ JESUS SALVA”</strong> é o que dizemos crer. Mas o que ouvimos dizer é que só é salvo, salvo mesmo, quem é freqüente à igreja, quem dá o dízimo direitinho, quem toma a santa ceia, quem ganha almas para Jesus, quem fala língua estranha, quem tem unção, quem tem poder, quem é batizado, quem se livrou de todo vício, quem está com a vida no altar (seja lá o que isso signifique), quem fez o Encontro, etc e etc. Resumindo: em nosso conceito de salvação, só é salvo aquele que não me escandaliza.</p>
<p><strong>II &#8211; “DIANTE DE DEUS, TODOS OS PECADOS SÃO IGUAIS”</strong> é o que dizemos crer. Mas, diante da igreja, o único pecado é fazer sexo fora do casamento. Quando um irmão é pego em adultério, é comum ouvirmos o comentário: “O irmão fulano caiu&#8230;”. Ou seja, adultério é visto como uma “queda”. Mas a fofoca que leva a notícia do adultério de ouvido a ouvido é permitida (embora, na Bíblia haja mais referências ao mexeriqueiro do que ao adúltero). Estar com o nome ‘sujo’ no SPC é permitido, embora a Bíblia condene o endividamento. Ser glutão é permitido, a ‘panelinha’ é permitida, sonegar imposto de renda é permitido (embora seja mentira e roubo), comprar produto pirata é permitido (embora seja crime) construir igreja em terreno público é permitido (embora seja invasão).</p>
<p><strong>III &#8211; “AUTOFLAGELAÇÃO É SACRIFÍCIO DE TOLO”</strong>, é o que dizemos crer. Condenamos o sujeito que faz procissão de joelhos, que sobe escadarias para pagar promessas. Ainda assim praticamos um masoquismo espiritual que se expõe em frases do tipo: “Chora que Deus responde”; “a hora em que seu estômago está doendo mais é a hora em que Deus está recebendo seu jejum”; “quando for orar de madrugada, tem que sair da cama quentinha e ir para o chão gelado”; “tem que pagar o preço”.</p>
<p><strong>IV &#8211; “ESPÍRITO DE ADIVINHAÇÃO É DIABÓLICO”</strong> é o que dizemos crer, mas vivemos praticando isso nas igrejas, dentro dos templos e durante os cultos!<br />
- Olha só a cara do pastor. Deve ter brigado com a esposa.<br />
- A irmã Fulana não tomou a ceia. Deve estar em pecado.<br />
- Olha o irmão no boteco. Deve estar bebendo&#8230;<br />
- Olha só o jeito que a irmã ora. É só para se amostrar&#8230;<br />
- Olha a irmã lá pegando carona no carro do irmão. Hum, aí tem&#8230;</p>
<p><strong>V &#8211; “DEUS USA QUEM ELE QUER”</strong> é o que dizemos. Mas também dizemos: Deus não pode usar quem está em pecado; Deus não usa ‘vaso sujo’; “Como é que Deus vai usar uma pessoa cheia de maquiagem, parecendo uma prostituta?”.</p>
<p><strong>VI &#8211; “DEUS ABOMINA A IDOLATRIA”</strong> dizemos. Mas esquecemos que idolatria é tudo o que se torna o objeto principal de nossa preocupação, lealdade, serviço ou prazer. Como renda, bens, futebol, sexo ou qualquer outra coisa. A questão é: quem ou o quê regula o meu comportamento? Deus ou um substituto? Há até muitas esposas, por exemplo, que oram pela conversão do marido ao ponto disso tornar-se numa obsessão idolátrica: “Tenho que servir bem a Deus, para ele converter meu marido”; “Não posso deixar de ir a igreja senão Deus não salva meu marido”; “Preciso orar pelo meu marido, jejuar pelo meu marido, fazer campanhas pelo meu marido, deixar de pecar pelo meu marido”. Ou seja, a conversão do marido tornou-se o objetivo final e Deus apenas o meio para alcançar esse objetivo. E isso também é idolatria.</p>
<p><strong>VII &#8211; A BÍBLIA É A ÚNICA REGRA DE FÉ E PRÁTICA CRISTÃS</strong><br />
&#8230;Eu sei que a Bíblia diz, mas o Estatuto da Igreja rege&#8230;<br />
&#8230; Eu sei que a Bíblia diz, mas nossa denominação não entende assim<br />
&#8230; Eu sei que a Bíblia diz, mas a profeta revelou que é assim que tem que ser<br />
&#8230; Eu sei que a Bíblia diz, mas o homem de Deus teve um sonho&#8230;<br />
&#8230;Eu sei que a Bíblia diz, mas isso é coisa do passado&#8230;</p>
<p><strong>VIII &#8211; DEUS ME DEU ESTA BENÇÃO!</strong><br />
&#8230;mas eu paguei o preço.<br />
&#8230;mas eu fiz por onde merece-la.<br />
&#8230;mas não posso dividir com você porque posso estar interferindo na vontade de Deus. Vai que Ele não quer que você tenha&#8230; Se você quiser, pague o preço como eu paguei.</p>
<p><strong>IX &#8211; NÃO SE DEVE JULGAR PELAS APARENCIAS. AS APARENCIAS ENGANAM</strong> – mas frequentemente nos deixamos levar por elas para emitirmos nossos juízos acerca dos outros. Julgamos pela roupa, pelo corte de cabelo, pelo tamanho da saia, pelo tipo de maquiagem (ou a falta dela), pelo jeito de andar, de falar, pelo aperto de mão, pela procedência. Frequentemente, repito: frequentemente falamos ou ouvimos alguém falar: “Nossa! Como você é diferente do que eu imaginava. Minha primeira impressão era de que você era outro tipo de pessoa”.</p>
<p><strong>X &#8211; A SANTIFICAÇÃO É UM PROCESSO DE DENTRO PARA FORA</strong> (é o que dizemos) – na prática não basta ser santo, tem que parecer santo. Se a tal ‘santificação’ não se manifestar logo em um comportamento pré-estabelecido, num jeito de falar, andar, vestir e de se comportar é porque o sujeito não se ‘converteu de verdade’.</p>
<p><a href="http://www.gostodeler.com.br/materia/11352/10_verdades_que_pregamos_sobre_10_mentiras_que_praticamos.html"><strong>Alessandro Mendonça</strong></a></p>




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		<title>Os Urubus Gospel da Internet</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 15:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tenho visto essa categoria aumentar a cada dia, e tenho que confessar que preciso lutar contra mim mesmo para não tornar-me um deles!
Os profetas sempre tiveram um papel fundamental no judaísmo e, no cristianismo, são como torres de vigias, quase nunca se encaixam nos padrões dos “sacerdotes” e estão lá para falar na cara os [...]]]></description>
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<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/urubus.jpg"><img class="dtse-img dtse-post-3179" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/08/urubus.jpg" alt="" title="urubus" width="325" height="270" class="alignleft size-full wp-image-3178" /></a>Tenho visto essa categoria aumentar a cada dia, e tenho que confessar que preciso lutar contra mim mesmo para não tornar-me um deles!</p>
<p>Os profetas sempre tiveram um papel fundamental no judaísmo e, no cristianismo, são como torres de vigias, quase nunca se encaixam nos padrões dos “sacerdotes” e estão lá para falar na cara os erros dos falsos profetas, sacerdotes, intérpretes. Os erros do povo de Deus.</p>
<p>Mas existe uma grande diferença entre um profeta e um cara que só gosta de criticar, o profeta é um cara que não se conforma com o erro, mas que ama muito a quem ele está criticando. <span id="more-3179"></span></p>
<p>Certa vez ouvi a história de uma profetisa que entrou no gabinete pastoral e falou: Pastor, Deus vai destruir a nossa cidade esta semana por causa dos nossos pecados!</p>
<p>O pastor se levantou e olhou nos seus olhos e declarou: Isso que você esta profetizando é falso! E ela com os olhos arregalados perguntou o porque ele falava isso. Ele respondeu: Porque se você fosse profeta de Deus e esta mensagem fosse dele, você falaria isso com lágrimas nos olhos!</p>
<p>Nem sei se esta história é verdadeira, mas ela ensina algo que é muito verdadeiro: o profeta sente dor em mostrar os erros dos da sua casa. Não é prazeroso para ele, ele o faz porque Deus mandou e não tem saída, ele tenta sempre trazer o conserto e a reconciliação.</p>
<p>Com a internet, a voz dos que não eram ouvidos ganhou uma chance, mas com esta chance veio todo o tipo de “profeta” e frustrados religiosos.</p>
<p>Se você varre a sua casa e joga o lixo fora, você é uma pessoa que está se importando apenas coma a casa limpa. Mas se você vai com o seu lixo até o lixão e fica por lá observando os outros lixos, aí então você deixou de se importar com a casa e se encantou pelo lixo.</p>
<p>É isso que tenho visto em alguns blogs, vídeos, twitters aqui na internet. Pessoas que já saíram de casa para morar no lixão, onde ficam mexendo nos lixos gospels para encontrar os mais fedorentos e guardar para sua coleção. Assim, ficam o tempo todo mostrando aberrações gospels e se divertindo com o que Deus se entristece.</p>
<p>Apenas Urubus gostam de ficar o tempo todo em lixões ao redor das carniças. Este tipo de material não traz vida, não traz mudança social e religiosa, mas sim entretenimento bizarro, e isso os profetas nunca fizeram.</p>
<p>Tenho que confessar, eu sou por criação um cara muito crítico, mas não quero transformar este blog, meu Twitter, minhas peças ou pregações em um lixão onde não me importe mais com a limpeza da casa e sim em sobreviver da carcaça de quem já esta morto. Deus me ajude a criticar com amor e a não perder o foco!</p>
<p><a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&#038;site=blogdapresbi.wordpress.com&#038;url=http%3A%2F%2Fwww.marcosbotelhodojv.blogspot.com%2F&#038;sref=http%3A%2F%2Fpresbi.com.br%2F2010%2F08%2F05%2Fos-urubus-gospel-da-internet%2F">Marcos Botelho</a></p>




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		<title>A purificação da agua</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 19:17:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<p><object width="600" height="426"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/MichaelPritchard_2009G-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MichaelPritchard-2009G.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=613&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=michael_pritchard_invents_a_water_filter;year=2009;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=tales_of_invention;event=TEDGlobal+2009;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="600" height="426" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/MichaelPritchard_2009G-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MichaelPritchard-2009G.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=613&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=michael_pritchard_invents_a_water_filter;year=2009;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=tales_of_invention;event=TEDGlobal+2009;"></embed></object></p>




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		<title>Confessions on Life, Death and God</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2010/05/confessions-on-life-death-and-god/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 19:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em que acreditamos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você pode encontrar as vozes corajosas capturados neste assombrando curta-metragem, chocante e bem-humorado. Em alguns de seus rostos que você verá a alegria, a angústia ea graça como eles confiam em você com a sua confissão.
Por favor, informe seus amigos sobre este breve e obrigado pelo apoio PostSecret comprando os livros para si próprio ou [...]]]></description>
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<p>Você pode encontrar as vozes corajosas capturados neste assombrando curta-metragem, chocante e bem-humorado. Em alguns de seus rostos que você verá a alegria, a angústia ea graça como eles confiam em você com a sua confissão.</p>
<p>Por favor, informe seus amigos sobre este breve e obrigado pelo apoio PostSecret comprando os livros para si próprio ou para presentear alguém.</p>
<p><object width="600" height="338"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7920691&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7920691&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="338"></embed></object></p>




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		<title>How He Loves</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2010/29/how-he-loves/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[
Jared Anderson &#038; 

John Mark McMillan 





		
		
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<p>Jared Anderson &#038; </p>
<p><object width="600" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_C0ZGr9afI4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_C0ZGr9afI4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="385"></embed></object></p>
<p>John Mark McMillan </p>
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		<item>
		<title>O que é felicidade</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2010/20/o-que-e-felicidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 02:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ariovaldo Jr]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Biblia]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vejo muitas pessoas que consideram que o objetivo pelo qual foram  criadas por Deus é encontrar a tal da felicidade. E obviamente tais  pessoas sofrem decepções seguidas em suas vidas, simplesmente por que  convivem com um sentimento de prejuízo; já que na prática a felicidade  vinculada a satisfação de nossos desejos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/07/felicidade.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3166 dtse-img dtse-post-3165" title="felicidade" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/07/felicidade.jpg" alt="" width="324" height="269" /></a>Vejo muitas pessoas que consideram que o objetivo pelo qual foram  criadas por Deus é encontrar a tal da felicidade. E obviamente tais  pessoas sofrem decepções seguidas em suas vidas, simplesmente por que  convivem com um sentimento de prejuízo; já que na prática a felicidade  vinculada a satisfação de nossos desejos raramente é alcançada.<span id="more-3165"></span></p>
<p>Mas biblicamente é explícito que Deus não tem compromisso algum com  nossa felicidade. Deus nos ignora completamente e faz questão de  frustrar nosso desejos. Nosso Senhor é o grande estraga prazeres. E nós  seremos eternamente alheios aos planos de Deus enquanto não  compreendermos o real sentido da vida.</p>
<p>O objetivo pelo qual cada um de nós foi criado é DAR A SUA VIDA EM  FAVOR DE OUTROS. E apenas quem compreende tal coisa irá encontrar a  verdadeira felicidade que acompanha aqueles que discerniram seu chamado e  vocação. Portanto, não faz diferença se as pessoas que você é obrigado a  suportar colaboram ou não com seus planos. Independente do grau de  dificuldade, não há outra coisa a ser feita senão cumprir cabalmente a  ordem de nos relacionarmos. E não nos esforçamos para sermos “bonzinhos”  para alcançar o céu. Na verdade apenas aqueles que já compreendem que  são cidadãos do céu é que não conseguirão evitar o dar tudo de si mesmo.</p>
<p>Somente seremos mais que vencedores quando aprendermos a perder em  favor daqueles que não merecem. E não é difícil encontrar tais pessoas,  pois raramente alguém merece algo de bom.</p>
<p>Devido ao fato de todos estarmos debaixo da vontade divina com  relação a nossa “data de validade”, cabe a nós naturalmente rapidamente  expressarmos qual o propósito de nossa existência. Aqueles que irão se  perder, rapidamente expressando a perdição em cada respiração. E aqueles  que serão salvos, progredindo no sentido do único caminho.</p>
<p>Morrer por uma causa é nobre, mas a morte só é digna quando  aprendemos a viver pelo que verdadeiramente vale a pena.</p>
<p>E nós que somos salvos não podemos resistir. Morreremos em plena  felicidade por que sabemos que nossa pátria não é deste mundo. Não  importa o quanto o fogo queime. A lenha logo acaba; e a VIDA ETERNA se  revela com toda a sua plenitude.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ariovaldo.com.br/2010/o-que-e-felicidade/" target="_blank">Ariovaldo Jr</a></p>




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		</item>
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		<title>Comunidade articulada do quarto azul celeste</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2010/22/comunidade-articulada-do-quarto-azul-celeste/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 14:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[VIDA]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um homem ensinou para seus bonecos articulados como é legal que todos vivam em paz e em liberdade. E então, sumiu por um tempo, prometendo voltar em breve.
Falcon do G. I. Joe, valentão, assumiu a liderança. Falou que precisariam de alguém com pulso firme para levar adiante as palavras do dono. E, de preferência, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/simpsonsaction.jpg"><img class="dtse-img dtse-post-3159" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/simpsonsaction.jpg" alt="" title="simpsonsaction" width="325" height="270" class="alignleft size-full wp-image-3161" /></a>Um homem ensinou para seus bonecos articulados como é legal que todos vivam em paz e em liberdade. E então, sumiu por um tempo, prometendo voltar em breve.</p>
<p>Falcon do G. I. Joe, valentão, assumiu a liderança. Falou que precisariam de alguém com pulso firme para levar adiante as palavras do dono. E, de preferência, que usasse uma barba cerrada, pois barbas cerradas impõem respeito. <span id="more-3159"></span>Começou a transformar sugestões em regras, as regras em rituais, e de repente, todos que não praticassem a paz da forma que ele achava correta eram acusados de insubordinação, e eram afastados da comunidade articulada do quarto azul celeste.</p>
<p>Spider Man achou um absurdo. Ele gostava de se pendurar em maquetes de arranha-céus, beijar sua Mary Jane Watson articulada em noites de chuva de ponta cabeça, e Falcon dizia que isso ía totalmente contra os padrões de paz. Quem dirá então jogar teia de aranha no rosto dos bandidos da cidade de blocos montáveis! Definitivamnte era contra essa idéia maluca, e então se uniu com todos aqueles bonecos Playmobil indies com cabelo de tigela e calças coloridas, e tentou seguir as palavras do dono de sua própria forma. Eles tocavam numa banda de rock, e Falcon dizia que isso era coisa de pouca paz, provavelmente idéia provinda da cabeça do Spawn, aquele demônio com simbionte e fedendo a enxofre.</p>
<p>O Spawn achava graça, na verdade. Ficava lá sentado em seu trono, sem mover um dedo sequer.</p>
<p>Ken, aquele esposo da Barbie, mauricinho, com sua blusa de trico amarrada num nó em volta do pescoço, também não gostava do método de Falcon. Chamou todos ao redor de seu carro de plástico cópia exata &#8211; mas nem tanto &#8211; de um Porsche, e falou em alta voz, para que todos ouvissem: &#8220;O dono não nos quer tristes, isso é verdade! Liberdade é prazer! Portanto, consigamos tudo o que quisermos, e se possível, me dê parte disso também, porque tenho certeza que como sou do dono um dos brinquedos favoritos, vocês serão recompensados pela generosidade!&#8221;. Dessa forma, comprou para sua eterna namorada-esposa-ex-esposa-grávida Barbie um salão de cabelereiros, milhares de roupas, um rabo de sereia que brilha quando molhado em água fria, chapinha pra fazer frizo no cabelo, uma mansão, cachorrinho e até mais um filho, de plástico.</p>
<p>Spider Man achava isso desprezível. Talvez porque via que aquelas cópias chinesas de super-heróis da TV, produtos de categoria inferior, o invejavam e doavam até o que não tinham para que fossem parecidos com Ken, dirigindo um Porsche e namorando uma verdadeira boneca. Mais provavelmente, odiava porque também invejava, mas nem reparava nesse detalhe.</p>
<p>Enquanto isso, um dos bonecos playmobil tivera o que julgara ser uma revelação de que deveriam tocar de costas para quem ouvisse, porque como gostavam de agradar seu dono, não deveriam agradar a mais ninguém. Os outros não entenderam muita lógica nessa colocação, e continuaram tocando seu rock, que de birra ficara ainda mais pesado. Começaram a beber, falar palavrões e odiar Boça Nova para mostrar o quanto eram diferentes de seu parente-próximo maluco.</p>
<p>Foi quando se levantou no meio de todos o boneco Gandalf, o cinzento, erguendo bem alto o bastão e gritando: &#8220;A única forma de nosso dono voltar é que estejamos unidos!&#8221;. E tentou mostrar para todos que agindo assim, contribuiriam para a paz. E para a liberdade. Frodo achou aquilo uma bobagem, e foi discutir com Sam novas maneiras de assar batatas.</p>
<p>Todos os outros, no entanto, compraram a idéia. Cada um pensava que entendia a forma perfeita de procurar a paz, e dessa forma, obrigava quem estava próximo a seguir o que faziam. O próximo em questão, além de não ceder, procurava provar que estava certo de sua maneira. Seguiu-se disso uma paz forçada, onde se via Super Man apertando a mão e dando sorrisos amarelos para Naruto, Max Steel tolerando as conversas de Mu de Áries (que ele considerava uma criatura extremamente afetada) e até mesmo o Senhor Cabeça de Batata tentava compreender toda aquela complexidade de Garage Kit de L Lawliet.</p>
<p>A história torna-se dramática a partir desse ponto, mas vou resumí-la: Vendo a bagunça que seus bonecos faziam com o que compreendiam ser &#8220;paz&#8221; e &#8220;liberdade&#8221;, o dono resolveu voltar e colocar tudo em seu lugar. Desinstitucionalizou as coisas que Falcon tinha administrado com tanto rigor e burocracia; falou para a banda que a música era música, e para ser música basta ser tocada, se gostarem de rock n&#8217; roll ou boça nova, quiserem tocar de frente ou de costas, isso era questão de opinião delas, e ele não tinha nada a ver com isso; puxou a orelha do invejoso Peter Park, apesar de dar mó força com seu namoro de ponta-cabeça na chuva; provou para todos que o carro, o penteado, a namorada, o cachorro, a cômoda, a mansão, a piscina, a cama redonda e até o bebê de Ken eram de plástico; e por fim, riu por muito tempo e em alto som sobre aquela idéia ridícula de Gandalf de &#8220;união entre brinquedos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tal coisa não existe&#8221;. Disse. &#8220;Para que todos pensem igual, é mais fácil só sobrar um, quebrando todos os outros. A paz e a liberdade não são coisas que se institucionalizem, que se discutam, que se estruturem, ou que se prendam. Por quê, ao invés de tentarem provar que suas idéias estavam certas, vocês não procuraram viver juntos, simplesmente assim?&#8221;</p>
<p>Então pegou uma folha de aluminio e foi assar batatas junto com Frodo e Sam, frustrando meio batalhão de anjos articulados que estavam prestes a cantar coisas sobre santidade. </p>
<p><strong>Por <a href="http://ohquesuave.blogspot.com/2010/06/comunidade-articulada-do-quarto-azul.html">Tiago Vieira</a></strong></p>




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		<title>o Calma</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 17:04:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>

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		<description><![CDATA[

Quem, quando criança, nunca rabiscou a parede de casa com giz de cera? Quem, quando criança, nunca sujou a roupa com tinta guache? Dessas brincadeiras surgem grandes talentos, como é o caso do artista plástico Stephan Doitschinoff. Ele nasceu em São Bernardo do Campo (SP) há 28 anos. Na infância, brincava na rua, andava de [...]]]></description>
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<p><img class="dtse-img dtse-post-3151" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/ocalma.jpg" alt="" title="ocalma" width="324" height="269" class="alignnone size-full wp-image-3157" /></p>
<p>Quem, quando criança, nunca rabiscou a parede de casa com giz de cera? Quem, quando criança, nunca sujou a roupa com tinta guache? Dessas brincadeiras surgem grandes talentos, como é o caso do artista plástico Stephan Doitschinoff. Ele nasceu em São Bernardo do Campo (SP) há 28 anos. <span id="more-3151"></span>Na infância, brincava na rua, andava de carrinho de rolimã e skate. Aos 6 anos se interessou por arte e começou a desenhar. Na adolescência fez cursos para aprender novas técnicas. No começo dos anos 1990 conheceu a arte de rua e se apaixonou. Com seu trabalho inovador, ganhou notoriedade na cena paulistana. Chegou a trabalhar para as marcas Red Bull e Ellus.</p>
<p><object width="600" height="290"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2301531&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2301531&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="290"></embed></object></p>
<p>Este ano, recebeu convite do Sepultura (banda mineira de heavy metal) para fazer a arte do novo CD do grupo. O conceito do disco é baseado na obra Divina Comédia, do poeta italiano Dante Aliguieri. &#8220;O Sepultura me contratou para pintar uma série de dez telas inspiradas no livro e nas músicas&#8221;, explicou Doitschinoff.</p>
<p>No inicío dos anos 2000, mudou-se para a Europa. Lá teve vários trabalhos expostos, chegando a vender telas para o astro Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin. &#8220;Jimmy e a mulher dele compraram telas minhas, eles foram na minha exposição em Windsor [Reino Unido].&#8221; Além disso, teve uma arte publicada em um livro na França. Por falar em livro, Calma, como é conhecido, fez a capa de um livro da antropóloga Florencia Ferrari, no Brasil.</p>
<p><img class="dtse-img dtse-post-3151" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/calma1.jpg" alt="" title="calma1" width="600" height="383" class="alignnone size-full wp-image-3152" /></p>
<p>A reportagem pediu uma fotografia dele para ser publicada junto a esta entrevista. E vez disso, preferiu apresentar um de seus trabalhos, Oir El Numen, reproduzido nesta página. Leia abaixo os principais trechos da entrevista que ele concedeu na semana passada, parte por e-mail, parte por serviço de mensagem instantânea:</p>
<p><img class="dtse-img dtse-post-3151" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/calma2.jpg" alt="" title="calma2" width="600" height="383" class="alignnone size-full wp-image-3153" /></p>
<p>Você nasceu No ABC Paulista, em 10 de março de 1977. Fale um pouco sobre a sua infância.<br />
Meu pai era pastor evangélico, cresci entre a igreja e a rua. Quando eu era criança curtia ficar na rua, jogar taco, andar de carrinho de rolimã e mais tarde passei para o skate. Nasci em São Bernardo, mas cresci no planalto paulista, na zona sul de São Paulo.</p>
<p>Quando e como começou o interesse por arte?<br />
Desenho desde criança, acho que desenho desde uns 6 ou 7 anos.</p>
<p><img class="dtse-img dtse-post-3151" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/calma3.jpg" alt="" title="calma3" width="600" height="383" class="alignnone size-full wp-image-3154" /></p>
<p>Você fez algum curso?<br />
Fiz alguns cursos aleatórios, mas nunca fiquei muito tempo em nenhum deles. Tenho dificuldade em me manter numa sala de aula. Quando adolescente fiz uns meses de curso de história em quadrinhos. Há uns anos ganhei uma bolsa para aprender pintura a óleo, mas larguei depois de três meses.</p>
<p><img class="dtse-img dtse-post-3151" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/calma4.jpg" alt="" title="calma4" width="600" height="383" class="alignnone size-full wp-image-3155" /></p>
<p>Qual a sua especialidade?<br />
No momento ler e cozinhar [risos].</p>
<p>Quando foi o seu primeiro primeiro contato com o grafite?<br />
Meu primeiro contato com arte de rua foi fazendo stencil no começo dos anos 90.</p>
<p>Você já fez trabalhos para a Red Bull. Como foi essa experiência?<br />
Foi um convite da revista Simples junto com a Red Bull para fazer um anúncio especial para sair na revista.</p>
<p><img class="dtse-img dtse-post-3151" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/calma5.jpg" alt="" title="calma5" width="600" height="383" class="alignnone size-full wp-image-3156" /></p>
<p>Você já trabalhou com a Ellus. Como surgiu o convite e qual foi o trabalho?<br />
Em 2003 fui convidado, juntamente com alguns outros artistas e estilistas, para fazer uma série de peças customizadas para a Ellus 2nd Floor, assim como alguns manequins para a festa de lançamento, e acabei fazendo também um painel no interior da loja.</p>
<p>O Sepultura convidou você para fazer a arte do novo CD da banda. Como foi o convite e como ficaram os desenhos?<br />
O conceito do disco gira em torno da &#8220;Divina Comédia&#8221;, livro escrito no ano de 1300 pelo italiano Dante Aliguieri. Para ilustrar o disco, o Sepultura me contratou para pintar uma série de dez<br />
telas inspiradas no livro e nas músicas, que ilustrarão o disco e serão expostas juntamente com uma série de desenhos e esboços na ocasião do lançamento do disco [agendado para março do ano que vem].</p>
<p>Você já teve trabalhos expostos em outros países. Como foi isso?<br />
Em 2002 morei na Inglaterra e fiz duas exposições, uma em Londres e uma em Windsor. Fiz vários contatos e a partir dai surgiram novos contatos.</p>
<p>É verdade que você já vendeu uma tela para Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin?<br />
Sim, o Jimmy e a mulher dele compraram telas minhas. Eles foram na minha exposição em Windsor. Fiquei muito contente, são pessoas muito legais.</p>
<p>Você já saiu em um livro na França. Que livro é esse?<br />
Art de Rue, FreePress/Artifacts.</p>
<p>O livro reúne artistas do mundo todo?<br />
Sim. É um livro com foco em artes urbana, com artistas de diversos países, como França, Alemanha, Estados Unidos e Brasil.</p>
<p>Por falar em livro, você já fez uma capa no Brasil. De quem é esse livro?<br />
Ilustrei o livro Palavra Cigana, de Florencia Ferrari.</p>
<p>Para fazer a arte do novo CD do Sepultura, você foi para Lençóis (BA). Por que?<br />
Para conseguir me concentrar melhor e para curtir tambem. Gosto de viajar para poder pintar, sem o telefone tocando toda hora e para ter mais inspiração.</p>
<p>Por que o chamam de Calma?<br />
Calma era um termo que eu usava mesmo antes de fazer trabalhos na rua. Escrevia essa palavra compulsivamente nos meus desenhos e foi para rua naturalmente.</p>
<p>Imagem/Reprodução de Oir El Numen, de Stephan Doitschinoff<br />
<strong>Rodolfo Fróis</strong></p>




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		<title>Ter uma teologia correta não significa que você conhece a Deus</title>
		<link>http://solomon1.com/a/2010/08/ter-uma-teologia-correta-nao-significa-que-voce-conhece-a-deus/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 15:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[
É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico ir para o céu. É ainda mais fácil um elefante passar por essa agulha que uma pessoa com a teologia correta não ficar arrogante. Quantas pessoas você conhece que leram um livro de João Calvino e jogaram o livro como quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/DonMiller.jpg"><img class="dtse-img dtse-post-3145" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/06/DonMiller.jpg" alt="" title="DonMiller" width="325" height="270" class="alignleft size-full wp-image-3146" /></a>É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico ir para o céu. É ainda mais fácil um elefante passar por essa agulha que uma pessoa com a teologia correta não ficar arrogante. <span id="more-3145"></span>Quantas pessoas você conhece que leram um livro de João Calvino e jogaram o livro como quem faz uma cesta no basquete, para depois fazer uma dancinha, como se tivessem algum mérito naquilo?</p>
<p>Cinco anos depois de lançar o meu terceiro livro,  Searching for God Knows What (inédito no Brasil), o editor veio até mim e perguntou se poderia fazer uma nova edição do livro. O livro vendeu muito bem durante todos esses anos, e queriam dar a ele uma “segunda vida”. Como escritor, fiquei animado com a idéia. Antes de Um Milhão de Quilômetros, aquele era o livro que mais me orgulhava, por isso concordei em trocarmos a capa e decidi escrever algum material extra.</p>
<p>Os dois principais componentes acrescentados ao livro é uma nova introdução, na qual defendo que a teologia correta não tem nenhum poder redentor, pois o poder redentor só vem através de um relacionamento com Jesus. Eu explico por que a teologia correta tornou-se um falso ídolo, e quando é usada como uma “chupeta” para nos acalmar e nos fazer sentir bem ao invés de redimidos, gera arrogância, tornando-se uma isca para a personalidade ofensiva e controladora. Muitos líderes cristãos desmerecem outros pastores e pensadores, em nome da teologia correta. Isto é perturbador, gerando algo que confunde as pessoas e as impede de verem a Cristo.</p>
<p>O segundo acréscimo ao livro é uma teoria da personalidade que eu escrevi e coloquei no capítulo final. Eu a chamo de Teoria do Gênesis. Ela explica, creio eu, como nossa personalidade se desenvolve baseada na descrição da queda do homem, em Gênesis 2 e 3. Estou esperando para testar esta teoria ouvindo a opinião de alguma universidade cristã. A semente dessa teoria está na reedição do meu livro. Enfim, reproduzo aqui um pouco da nova introdução. É só uma parte, mas vai lhe dar uma idéia do que o livro trata. Espero que gostem dos acréscimos. Muito obrigado.</p>
<p><strong>Da introdução de Searching for God Knows What:</strong></p>
<p>…. durante uma noite escura da alma, comecei a perceber que a salvação acontece através de uma interação misteriosa, indefinível e relacional com Jesus, na qual nos tornamos um com ele. Percebi que a conversão cristã está mais próxima do ato de se apaixonar por alguém do que a compreensão de uma série de conceitos ou idéias. Não quero dizer que não existem idéias verdadeiras, mas preciso lembrar que há algo mais, algo além. Existem idéias verdadeiras envolvidas no casamento e no sexo, mas casamento e sexo também envolvem algo mais, e esse algo mais é misterioso.</p>
<p>Se temos uma personalidade controladora, em que gostamos de conferir as coisas fazendo listas, isso será algo extremamente difícil para nós compreendermos e aceitarmos. Na verdade, Deus não nos deu nenhum controle sobre este “sistema” de relacionamento. Levar alguém a conhecer Jesus não é o mesmo que apresentá-lo a idéias, mas sim a uma divindade pessoal, que vive e interage. Evangelismo, então, parece mais com alguém que vai a um encontro arranjado, às cegas. Deus faz o trabalho, apenas falamos aos outros um pouco sobre ele e onde podem encontrá-lo.</p>
<p>Você pode ter ficado chateado. Talvez ache que estou dizendo que a verdade deve ser jogada fora, que a teologia não importa. Mas não é isso que estou tentando dizer. Apenas pretendo ilustrar que nossa tendência de procurar definir Deus com uma teologia matemática tornou-se um falso deus, ao invés de ser uma seta que aponta para o Deus verdadeiro. A teologia pode tornar-se um ídolo, mas é mais útil como guard rail em uma estrada para o verdadeiro Deus. Teologia é algo muito importante, mas não é Deus; e saber fatos sobre Deus não é o mesmo que conhecer a Deus. Deixe-me dar um exemplo extremo de como isso se tornou algo ruim no Ocidente.</p>
<p>Na época em que estava pensando sobre essas coisas (eu partilho isso no livro, por isso perdoem a repetição), dava aulas no Canadá. Meus alunos eram do primeiro ano da faculdade, e todos haviam crescido na igreja. O nome da matéria era “O Evangelho e a Cultura”. Comecei a aula fazendo uma experiência. Disse à classe que iria compartilhar o evangelho de Jesus, mas deixaria algo de fora. Eu queria que eles descobrissem o que eu tinha “esquecido”. Falei primeiro sobre o pecado e como somos criaturas caídas. Contei algumas histórias e usei algumas ilustrações. Falei sobre o arrependimento, novamente usei algumas histórias. Então falei sobre o perdão de Deus e sobre o céu. Demorei algum tempo fazendo isso. Quando finalmente parei, pedi que a classe dissesse o que eu havia deixado de fora. Depois de 20 minutos ou mais de discussão, nenhum aluno percebeu que eu tinha deixado Jesus de fora. Nenhum! Acredito que eu poderia repetir o mesmo experimento em qualquer sala de aula cristã na América do Norte.</p>
<p>O que comecei a entender, naquela época, é que a conversão cristã é relacional. Não é mais teológica ou intelectual do que um casamento é teológico ou intelectual. Em outras palavras, uma criança poderia tornar-se cristã se tiver um encontro misterioso com Jesus, uma pessoa simples pode se tornar cristã se tiver um encontro misterioso com Cristo, e até mesmo um muçulmano ou budista poderia se tornar cristão se tivesse um encontro relacional misterioso com Cristo. Esta é a única conclusão que eu poderia chegar e que corresponde à realidade em que vivemos, a complexidade das Escrituras, e o convite misterioso que nos é oferecida por Jesus.</p>
<p>Escuto as massas dizendo: “Mas não! Uma pessoa não pode crer em vários deuses e ser cristã.” Deixe-me responder com algumas perguntas:<br />
Uma pessoa pode ter uma teologia ruim e ser cristã?<br />
Sua teologia já foi correta, e você realmente era um cristão antes?<br />
Sua teologia pode explicar tudo, então você não tem mais motivos para estudar, e se não explica, você é um cristão?</p>
<p>Se você acredita que a teologia de alguém precisa estar correta para que ela se qualifique à conversão cristã, então você está dizendo que uma pessoa, em parte, pode conhecer a Deus porque ele tem as idéias corretas. Mas eu respeitosamente discordo. Eu acho que a teologia correta é importante? Com certeza, mas não acredito que isso tenha um poder para converter maior que o endereço de um consultório médico tem o poder de curar.</p>
<p>Um amigo rebateu meu argumento, enfaticamente, dizendo que a menos que uma pessoa entenda e concorde com a idéia teológica da depravação total, não poderia ser um cristão. Perguntei ao meu amigo quando ele aprendeu sobre isso. Ele respondeu que foi no seu segundo ano no seminário. Perguntei-lhe, então, quando ele tinha se tornado um cristão, respondeu-me que quando estava na terceira série do ensino fundamental. Seu raciocínio era, obviamente, louco, mas não acho que ele é o único que pensa assim. Creio que Deus quer nos envolver e transformar pela Sua Palavra. Isso significa que alguém de outra fé que encontra Jesus poderia apenas corrigir a sua ideologia? Talvez. O que estou dizendo, porém, é que Deus não exclui alguém de sua graça salvadora porque eles não têm uma lista de idéias teológicas corretas. Para aqueles de nós que os julgamos e condenamos, é preciso pensar: por que estamos nos opondo quando o Deus que amamos e servimos é tão inflexível sobre nos relacionamento com eles do mesmo modo que Ele tem se relaciona conosco?</p>
<p>Você poderia me fazer um favor e ler este livro? Você estaria disposto a aumentar e expandir sua compreensão de Deus e como Ele opera? Se a sua compreensão do cristianismo é relativamente conservadora, pode surpreendê-lo o fato de nossa teologia ser muito semelhante. Mas aviso que vou continuar a retirar o poder e a beleza dos fatos a respeito de Deus e atribuir ambas apenas ao próprio Deus. Isso vai incomodá-lo na mesma medida que a teologia correta for o seu falso deus. Você ficará revoltado em seu íntimo, porque aquilo em que você tem colocado a sua segurança (ou seja, sua capacidade de defender as idéias corretas) será ameaçado. Mas não se engane, não estou atacando a teologia correta, estou simplesmente fazendo a teologia ser uma janela e não uma parede.</p>
<p>Nesta viagem você poderá passar pela mesma noite escura da alma que eu passei. Mas do outro lado, eu lhe asseguro, está Cristo, e você vai amá-lo pelo que Ele fez. Você ficará coberto de sangue da batalha, de joelhos diante d’Ele, sabendo que Ele é toda a esperança que você tinha, e esperamos, em um momento maravilhoso de liberdade, entender que ele sempre é a esperança que você precisa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://donmilleris.com/2010/05/20/having-right-theology-does-not-mean-you-know-god/">blog do Donald Miller</a></p>
<p>Tradução: Jarbas Aragão</p>
<p>Embora este livro ainda não esteja disponível no Brasil, você pode conhecer os outros livros do autor nos sites das editoras <a href="http://www.garimpoeditorial.com.br/donaldmiller.html">Garimpo</a> e <a href="http://www.thomasnelson.com.br/autores/espaco_autores_int.asp?idautor=7">Thomas Nelson</a>.</p>
<p>Via <a href="http://www.pavablog.com/2010/05/28/ter-a-teologia-correta-nao-significa-que-voce-conhece-a-deus/">Pavablog</a></p>




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		<title>Cristianismo Organico</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 17:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revolução]]></category>

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Um quadro pintado pelo design Matt Knisely para uma série chamada Organica. Será que isso pode ser considerado uma ferramenta de inspiração e evangelismo? 






		
		
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<p>Um quadro pintado pelo design Matt Knisely para uma série chamada Organica. Será que isso pode ser considerado uma ferramenta de inspiração e evangelismo? </p>
<p><object width="600" height="338"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10943517&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10943517&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="338"></embed></object></p>
<p><object width="600" height="338"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10250961&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10250961&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="338"></embed></object></p>




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		<title>Contingência</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 15:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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O que é contingência? O que são acontecimentos contingentes? Como a contingência pode ser uma prova da existência de Deus? As respostas a essas perguntas são importantes, especialmente para a apologética cristã atual.
O vocábulo contingência deriva-se do latim contingere que significa acontecer. Essa palavra é usualmente encontrada na filosofia e teologia. Nessas disciplinas, ela é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="dtse-img dtse-post-3139" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/05/conti.jpg" alt="" title="conti" width="324" height="269" class="alignnone size-full wp-image-3140" /></p>
<p>O que é contingência? O que são acontecimentos contingentes? Como a contingência pode ser uma prova da existência de Deus? As respostas a essas perguntas são importantes, especialmente para a apologética cristã atual.<span id="more-3139"></span></p>
<p>O vocábulo contingência deriva-se do latim contingere que significa acontecer. Essa palavra é usualmente encontrada na filosofia e teologia. Nessas disciplinas, ela é usada de diversas maneiras.</p>
<p>Acontecimentos contingentes são aqueles que não precisam acontecer. Estes contrastam-se com os que são chamados de necessários. Sobre os primeiros, eles, caracteristicamente, podem ser trágicos, caóticos, e estão relacionados à alguma causa secundária. Um exemplo de acontecimento contingente é a queda de um motociclista no trânsito. Ele desequilibra-se e cai. Secundariamente, há uma razão para tal queda que pode ter sido a inabilidade do motociclista ou uma “fechada” de um outro veículo.</p>
<p>No caso dos necessários, estes estão vinculados ao desdobramento universal da vida e que não poderiam ser de outra maneira (a seguir dou um exemplo).</p>
<p>Disso, podemos pensar em entidades contingentes. Estas não precisam existir. Porém, devido à uma causa secundária, existem. Todos nós, e demais seres, não somos necessários. Mas, a causa do nosso existir é necessária, pois ela sim não pode deixar de existir. Essa causa necessária chama-se Deus.</p>
<p>Tomás de Aquino (1225-1274) desenvolveu os Cinco Caminhos, um argumento favorável à existência de Deus. Dentre as suas cinco provas, ele cita acontingência e a necessidade como o terceiro caminho.</p>
<p>Todas as coisas que nós vemos neste mundo são contingentes. Portanto, o fato de que elas existem implica que elas receberam sua existência de um outro ser. Se esse outro ser é necessário em si mesmo, ele é Deus; se ele é necessário porque um outro lhe deu sua existência, esse outro é Deus; se ele é necessário devido a uma série de outros seres, deve existir um primeiro membro dessa série, e esse é Deus. (GONZALEZ, 2004, p. 256)</p>
<p>A questão é que  nossa existência precisa ser explicada. Para Aquino, existimos porque outro ser é a causa dessa existência e a existência desse Ser énecessária.</p>
<p>Muito embora alguém possa apontar alguma falácia relacionada a esse argumento, o fato é que essa prova possui alguma lógica. Como exemplo, podemos destacar as exigências da razão e intuição quanto à relação entre aquilo que existe e um Ser necessário. Em outras palavras, a razão e a intuição dizem-nos que A só existe por causa de B.</p>
<p><strong>Referência:</p>
<p>GONZALEZ, Justo L. Uma História do Pensamento Cristão. São Paulo: Cultura Cristã, vol. 2, 2004.</p>
<p>Pr. Zwinglio Rodrigues<br />
</strong></p>




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		<title>O Olhar de Amor</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 15:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>

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		<description><![CDATA[

Todos os escritores dos quatro evangelhos falam sobre aquela noite em que Pedro negou o nosso Senhor com três declarações de rejeição crescentes. Eles nos contam o choro amargo de Pedro quando ele compreendeu que Jesus predissera corretamente a sua negação, antes que o galo cantasse. Todavia, Lucas inclui um pequeno detalhe, profundo.
Lucas 22.61 diz [...]]]></description>
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<p><img class="dtse-img dtse-post-3136" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/05/amoramor.jpg" alt="" title="amoramor" width="324" height="269" class="alignnone size-full wp-image-3137" /></p>
<p>Todos os escritores dos quatro evangelhos falam sobre aquela noite em que Pedro negou o nosso Senhor com três declarações de rejeição crescentes. Eles nos contam o choro amargo de Pedro quando ele compreendeu que Jesus predissera corretamente a sua negação, antes que o galo cantasse.<span id="more-3136"></span> Todavia, Lucas inclui um pequeno detalhe, profundo.</p>
<p>Lucas 22.61 diz que, após a negação de Pedro pela terceira vez e o cantar do galo, &#8220;voltando-se o Senhor, fixou os olhos em Pedro, e Pedro se lembrou da palavra do Senhor, como lhe dissera: Hoje, três vezes me negarás, antes de cantar o galo&#8221;.</p>
<p>Esse olhar deve ter arrasado Pedro de inúmeras maneiras! Quando o Senhor olha para nós em nosso pecado e rejeição, só podemos ficar abatidos de tristeza. E a verdade é: o Senhor nos vê todo o tempo, em nossas várias falhas, pecados, negações e rejeições.</p>
<p>O que foi esse olhar? O que Pedro viu nos olhos de Jesus? O olhar significou: &#8220;Eu lhe disse isso&#8221;? Não creio que o Senhor se regozijou com o fracasso de Pedro.</p>
<p>Jesus olhou para Pedro com olhos de ira e juízo? Não penso assim. Jesus não esmagará a cana quebrada nem apagará a lâmpada que fumega.</p>
<p>Aquele olhar não significou: &#8220;Como você pôde fazer isso?&#8221; Não acredito que o olhar de Jesus comunicou mágoa pessoal. Jesus não veio para sobrecarregar-nos com culpa; antes, para removê-la.</p>
<p>Penso que aquele olhar foi amor puro e santo&#8230; que não suportamos contemplar quando estamos em nosso pecado. Em nossa justiça própria, poderíamos entendê-lo – e até desejar – como ira, ou desapontamento, ou mágoa, ou mesmo &#8220;Eu lhe disse isso&#8221;. Mas, quando o Senhor continua a olhar para nós com amor puro e imaculado&#8230; isso nos tira toda justiça própria e nos faz ver que amor santo rejeitamos&#8230; e que pessoas ímpias nós somos. Não podemos suportar Jesus olhando para nós com esse amor puro e santo, quando falhamos tão miseravelmente. Portanto, como Pedro, volvemos nosso rosto e choramos amargamente, quando falhamos para com nosso Senhor.</p>
<p>E esse é um erro terrível. Se, quando pecamos contra o Senhor, pudéssemos continuar olhando para sua face, veríamos que este amor santo nos aceita. Ele nos perdoa e nos purifica. Livra-nos da culpa e remove a vergonha. Cura os abatidos e ergue os indignos. Se pudéssemos apenas contemplar a face do Senhor, veríamos um olhar amável que diz: &#8220;Venha a mim&#8221;.</p>
<p>É a face daquele que ama de tal modo que vence o nosso pecado&#8230; toma o nosso pecado como dele mesmo&#8230; suporta nossa culpa como se fosse sua&#8230; um amor que nos une a ele mesmo. Olhar para essa face, pela fé&#8230; implica sentir e conhecer o amor mais santo, mais sacrificial e mais redentor possível.</p>
<p>O maior problema de Pedro não foi que ele negou três vezes a Jesus. Ele foi restaurado disso. Nosso maior problema não é negar ou desapontar a Jesus.</p>
<p>O maior problema de Pedro foi que ele saiu e chorou sozinho&#8230; em vez de correr para a face amorosa de Jesus. Nosso maior problema é afastar nosso olhar de Jesus. Ele removeu nossos pecados. Temos de olhar para ele e continuar olhando para ele, até que nos regozijemos em sua aceitação amorosa.</p>
<p>Se somos crentes há qualquer tempo, já descobrimos que nossa vida é cheia de fracassos e pecado&#8230; até de vários tipos de negação. Mas também descobrimos que ele continua olhando&#8230; e chamando-nos a si mesmo. Crente&#8230; olhe para Jesus. Não vire o rosto.</p>
<p>Fixe seus olhos em Jesus,</p>
<p>Contemple toda a sua face admirável,</p>
<p>E as coisas da terra ficarão ofuscadas</p>
<p>À luz da glória e graça de Jesus.</p>
<p><a href="http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=318">Via</a></p>




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		<title>O Deus do Evangelho Missional não é um Deus muito pequeno?</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 14:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[RECURSOS]]></category>

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Diz-se que o liberalismo geralmente penetra sorrateiramente na igreja pela porta do evangelismo e da obra missionária. Acho que isso é verdade. É exatamente no ponto em que a igreja interage com o mundo que a igreja será tentada a solucionar os problemas que o mundo diz que devem ser solucionados.
Por exemplo, afrontados pela crítica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="dtse-img dtse-post-3133" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/05/missionale.jpg" alt="" title="missionale" width="324" height="269" class="alignnone size-full wp-image-3134" /></p>
<p>Diz-se que o liberalismo geralmente penetra sorrateiramente na igreja pela porta do evangelismo e da obra missionária. Acho que isso é verdade. É exatamente no ponto em que a igreja interage com o mundo que a igreja será tentada a solucionar os problemas que o mundo diz que devem ser solucionados.<span id="more-3133"></span></p>
<p>Por exemplo, afrontados pela crítica que o Iluminismo fez ao cristianismo histórico, os protestantes liberais dos séculos XVIII e XIX desejavam um cristianismo que pudesse se adequar às novas ciências. Conforme J. Gresham Machen observou, &#8220;Que relação há entre o cristianismo e a cultura moderna; o cristianismo pode se sustentar numa era científica? Esse é o tipo de problema que os liberais modernos tentam solucionar&#8221; (Cristianismo e Liberalismo. São Paulo: Editora Os Puritanos). É como se o mundo dissesse: &#8220;Dê-nos um cristianismo que seja compatível com o liberalismo&#8221;, cristianismo este que os liberais sentem-se na obrigação de oferecer.</p>
<p>Em nossos dias, há muitos lugares onde as igrejas, em prol do evangelismo e das missões, correm o risco de se amoldarem às exigências do mundo. Uma área de especial importância é o interesse crescente em definir o evangelho e a missão da igreja em termos da justiça social. Cada vez mais, os evangélicos e os líderes missionais têm caracterizado o evangelho da justificação somente pela fé, a substituição penal e a salvação das almas como um &#8220;evangelho pequeno&#8221;. Os escritores têm falado sobre como outrora haviam interpretado o evangelho de maneira minimalista e individualista e, depois, descrevem, com entusiasmo, sua descoberta de um grande evangelho, um evangelho que trata das questões sistemáticas da injustiça social, da pobreza e do colapso ambiental.</p>
<p>Grandes Problemas?</p>
<p>Certo autor começou seu artigo sobre o assim chamado &#8220;pequeno evangelho&#8221; desta forma:</p>
<p>Nossos problemas não são pequenos. Uma olhada superficial num jornal nos lembrará de crises globais como a AIDS, as catástrofes locais de violência irracional, a falência da família, as ameaças ecológicas e as guerrinhas nas igrejas. Esses problemas resistem a soluções fáceis. Eles são robustos – poderosos, abrangentes e sistêmicos. Temos um evangelho suficientemente grande para esses problemas?</p>
<p>O grande evangelho não se ocupa em &#8220;gerenciar o pecado&#8221; nas trivialidades sem importância, conforme foi dito por outro autor, mas sim com esses problemas globais, poderosos e sistêmicos.</p>
<p>Se o perigo do liberalismo reside em construir a igreja, e sua mensagem gira em torno dos problemas que o mundo deseja resolver, não é difícil imaginar o quão problemática a área da justiça social poderia se tornar. Não há dúvidas que, na Bíblia, os crentes são chamados para cuidar do viajante que foi assaltado e deixado semimorto à beira do caminho. Por essa razão, de um modo maravilhoso, muitos cristãos têm se lançado em obras como orfanatos, reforma de bairros pobres, construção de moradias, defesa dos direitos humanos, prevenção e tratamento da AIDS, defesa dos direitos trabalhistas, instauração de processos penais contra traficantes de sexo, criminalização do aborto, abrandamento da dívida externa do terceiro mundo e muito mais. Essa obra de compaixão deve caracterizar o povo de Deus. A religião pura diante de Deus é &#8220;visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo&#8221; (Tg 1.27).</p>
<p>Entretanto, são esses os problemas primordiais que o evangelho e a igreja local, como instituição, são chamados a tratar? Ou eles apresentam tentações sutis para que as igrejas comecem a ver sua missão nos termos estabelecidos pelo mundo? &#8220;Dê-nos um cristianismo que resolva os problemas com os quais nos preocupamos, como doenças, trabalho escravo e pobreza&#8221;.</p>
<p>Eis quatro razões por que creio que a ênfase recente que tem sido dada à justiça social não indica a restauração de um tema bíblico perdido ou menosprezado, como alguns reivindicam, mas sim o primeiro passo na direção de um novo liberalismo, pelo menos, em muitas das exposições sistemáticas com as quais tenho me deparado.</p>
<p>Uma Visão Minimalista de Deus</p>
<p>Ter uma visão da mensagem ou da missão da igreja em termos da justiça social geralmente induz a uma visão minimalista de Deus. Essa visão toma as conseqüências da Queda – morte, doenças, pobreza e outras coisas – e as torna nos &#8220;grandes&#8221; problemas que precisam ser solucionados. Falando em termos gerais, não há dúvidas que, no final, Jesus desfará todos os efeitos da Queda. Entretanto, a Bíblia não utiliza 66 livros e vários anos da história da redenção apenas para nos dizer isso. Na verdade, toda a história de Israel é uma gigantesca lição de que uma nação pode ter todas as vantagens de um rei justo, de leis justas e de prosperidade econômica (veja 1 Reis 4.20-25), e essas coisas serem completamente insuficientes, pois o verdadeiro grande problema ainda está camuflado, encoberto aos olhos.</p>
<p>O verdadeiro grande problema não reside no que quer que seja que a humanidade tenha encontrado do lado de fora do Éden. Não reside nos efeitos da maldição. Em primeiro lugar, o problema é o que nos levou a sermos expulsos do Éden. O problema é o conflito importantíssimo entre a natureza daquele que lançou a maldição e o motivo que lhe demos para lançá-la – nossa decisão traiçoeira de nos tornarmos &#8220;iguais a Deus&#8221;. Em outras palavras, o problema é que Deus é extraordinariamente reto, e seus olhos não podem contemplar o pecado, e nós cometemos pecado. Ele é tão perfeitamente bom e justo que não pode deixar o culpado sem punição, e nós somos culpados. Ele é tão maravilhosamente santo que toda a terra se enche da sua glória, e nós estamos destituídos de sua glória. O verdadeiro grande problema é que, em nossos pecados, temos agido de maneira traiçoeira e odiosa contra o Deus triúno, que é infinitamente glorioso e belo, e a penalidade para isso é a condenação eterna. Dizer que o evangelho é &#8220;grande&#8221; porque ele resolve o problema da humanidade, em vez de resolver o problema divino, é simplesmente reduzir sua infinita glória divina a algo menos importante do que o sofrimento humano. Não tenho a intenção de subestimar o sofrimento humano, mas é certo que não podemos deixar de dar a devida importância para as transgressões contra a glória de Deus.</p>
<p>Isso deve ficar mais claro após considerarmos o segundo problema – o inferno.</p>
<p>Uma Visão Irrelevante do Inferno</p>
<p>A ênfase recente na justiça social parece corresponder a uma visão irrelevante do inferno. Em outras palavras, uma pessoa raramente ouve os escritores missionais falarem do inferno. Um livro recente sobre a missão de Deus, de aproximadamente 600 páginas, registra apenas uma indicação sobre o inferno. Vire a página indicada e você apenas descobrirá que essa palavra é simplesmente mencionada numa citação bíblica. Como um autor fala por quase 600 páginas sobre a &#8220;missão de Deus&#8221; sem discutir sobre o inferno? O inferno não é um problema assim tão grande? Afinal de contas, talvez, ninguém esteja indo para lá. Quando o inferno é mencionado por tais líderes, ele é apenas redefinido como aniquilação ou a mera ausência de Deus – o pecador recebendo aquilo que pediu, nada mais.</p>
<p>Isso é profundamente problemático. Em outra ocasião, argumentei, por um pouco mais de tempo, que uma das razões primordiais pela qual instituímos leis é proteger algo precioso. Há leis contra assassinatos por que a vida é preciosa. Há leis contra roubos porque a propriedade é preciosa. Nesse sentido, pode-se dizer que as leis funcionam como cercas ou sistemas de segurança. As pessoas fazem cercas e instalam sistemas de segurança quando querem guardar algo precioso. Além disso, as leis ameaçam os transgressores com uma penalidade, a fim de dar poder à reivindicação do valor da lei. Se a transgressão da lei não resultar em penalidade alguma, aprendemos que, seja o que for que essa lei esteja protegendo, não deve ser muito valioso. Mas se a penalidade pela transgressão for severa, aprendemos que o que ela protege é valioso.</p>
<p>Quão valiosa e digna é a glória de Deus? Quão precioso é aquele de quem a lei fala? Torne o inferno inferior e ironicamente você tornará Deus inferior. Torne inferior a ira de Deus contra o pecado e você tornará Deus inferior. Temo que muitos cristãos se esforcem de todas as maneiras para não chegar a essa conclusão, mas essa atitude sugere que estamos sendo muito mais influenciados pelo mundo do que gostaríamos de admitir. O Deus da Bíblia estabelece uma conexão direta entre o inferno e sua própria glória (Rm 9.20-24).</p>
<p>A Falta de Ênfase na Conversão</p>
<p>Quando Deus é pequeno e o inferno não é tão ruim, parece razoável que a doutrina da conversão se encontre sentada silenciosamente no banco, isso se não for completamente deixada de fora do time. É por essa razão que os escritores missionais falam sobre fazer o bem e convidar os descrentes para fazerem o bem conosco; como se sacrifícios e caridade fossem mais importantes do que um coração quebrantado e contrito. Tenho ouvido falar que os construtores que fazem casas para a Associação Habitat para a Humanidade estão fazendo a obra de Deus; como se boas ações sem fé não fossem pecado. E dizem que os cristãos que fazem missões têm muito mais a aprender com os outros do que a ensinar; como se a mensagem da igreja e as missões fossem apenas mais uma boa idéia, e não o resultado da entrada do Espírito Santo na história, inaugurando uma nova criação.</p>
<p>Pensando bem, isso pode soar como se o evangelho missional estivesse fundamentado numa visão mais positiva da humanidade. É quase como se os descrentes não estivessem realmente perdidos, cegos, escravizados e mortos em seus pecados. Eles são apenas mal orientados ou oprimidos. Não precisam do Espírito Santo para criá-los novamente; só precisam de alguém que seja bom para com eles e de um lugar seguro onde possam fazer perguntas honestas.</p>
<p>Em sua defesa, muitos líderes trabalham duro para chamar as pessoas para ambas as coisas: conversa e conversão; transformação estrutural e individual. Isso parece razoável, mas é o tipo de coisa que não vem ao caso. O Novo Testamento enfatiza essas duas coisas? Em lugar algum o alvo é a conversa, mas a conversão. E qualquer tipo de conversa sobre transformação estrutural é o resultado necessário da transformação individual no contexto da igreja. E vez após vez, os autores do Novo Testamento, desde João 17 até Efésios 3 e 4, enfatizam como esses indivíduos transformados se tornaram novas pessoas juntos. Eles são a manifestação da glória de Deus. Na verdade, o quanto a Bíblia fala sobre a transformação das estruturas sociais? Isso nos leva ao próximo ponto&#8230;</p>
<p>Um Enredo Bíblico Reducionista</p>
<p>A ênfase em coisas como justiça social e assistencialismo representa, na melhor das hipóteses, um modo estranhamente reducionista de ler o enredo bíblico. Tentativas ousadas vem sendo feitas com o intuito de vincular essas coisas à história e ao propósito de toda a Bíblia, como a obra, anteriormente mencionada, sobre a missão de Deus. No entanto, o que nos surpreende é o quão escasso é o material bíblico para descrever a missão da igreja em termos da justiça social. Todos nós temos vistos textos que comprovam isso em Jeremias 29, Mateus 25, Gálatas 6.10 e as leis da antiguidade conclamando os israelitas a cuidarem dos estrangeiros. Mas sobre o que é o livro de Levítico? Ou Isaías? Ou o evangelho de João? Ou Hebreus? Ou 1 e 2 de Pedro? Às vezes, pergunto se nós todos estamos lendo a mesma Bíblia.</p>
<p>Não tenho tempo para detalhar o enredo de toda a Bíblia (para essa finalidade, leia KOSTENBERGER, Andréas; O’BRIAN, Peter. Salvation to the Ends of the Earth – &#8220;Salvação até os Confins da Terra&#8221;), por essa razão, deixe-me oferecer o meu &#8220;texto de comprovação&#8221; – a história de Jesus sendo ungido em Betânia (Mc 14.3-9). Alguns estavam indignados com o fato de uma mulher derramar perfume nos pés de Jesus, pois o bálsamo &#8220;poderia ser vendido por mais de trezentos denários&#8221; e dado aos pobres. Mas Jesus, ao contrário, elogiou seu ato extravagante de adoração. Sendo assim, o cuidado com os pobres não tem que estar em oposição à adoração. Não há dúvidas que uma pessoa pode adorar por meio do cuidado com os pobres. Mas exatamente nesse texto, Jesus coloca essas coisas em oposição, e a adoração vence.</p>
<p>Nessa passagem, aprendemos que a adoração à inestimável glória de Deus constitui a missão primordial da igreja. Além disso, isso significa que todas as formas de atividade social devem servir aos propósitos do evangelismo e discipulado, visto que é o evangelismo que produz adoradores. Isso significa que um culto feito pela causa evangelística é hipocrisia, como até mesmo John Stott sugeriu em seu livro Christian Mission in the Modern World (&#8220;A Missão Cristã no Mundo Moderno&#8221;)? Se for feito com ódio no coração ou indiferença, certamente é. Mas e se for feito por amor às pessoas? Como isso poderia ser hipocrisia, engodo ou desvio (nos termos de Sttot)? Poderíamos acusar Jesus de engodo e desvio por realizar milagres, a fim de demonstrar que tinha poder para perdoar pecados (ex. Mc 2.10-11)?</p>
<p>Novamente, nossa preocupação em tudo isso é que as igrejas evangélicas têm permitido, de forma crescente, que o mundo defina quais problemas precisam ser resolvidos – que tipo de salvação precisam ganhar. Não é preciso ter os olhos da fé; sobrenaturais, nascidos de novo e recriados, para enxergar que a morte é um problema, ou a AIDS, a pobreza, o tráfico sexual e todas as outras conseqüências horríveis da Queda. Os olhos da carne podem ver esses problemas muito bem, e é precisamente por essa razão que essas coisas têm se tornado os projetos preferidos das estrelas de Hollywood e das organizações governamentais mundiais. E esses são bons projetos para que os cristãos se encarreguem de fazer junto com o mundo. Por outro lado, é preciso ter os olhos da fé; sobrenaturais, nascidos de novo e recriados, para enxergar o que significa estar destituído da glória de Deus e por que isso é mais importante do que a morte, e por que proclamar o evangelho é o único mandato para a igreja e sua prioridade suprema.</p>
<p>Os cristãos devem cuidar dos pobres e buscar a justiça em sua cidade por uma série de razões. Na ordem de prioridades, o que os cristãos devem fazer é: (1) providenciar uma ocasião para compartilhar o evangelho de Cristo para a salvação dos pecadores, (2) providenciar um retrato da generosidade e justiça de Deus, ainda que extraordinariamente imperfeito, (3) expressar a compaixão que Deus colocou em nosso coração para aqueles que passam por sofrimento. Se fizéssemos isso, estaríamos alimentando todas as bocas e nivelando todas desigualdades injustas do planeta, e, na melhor das hipóteses, teríamos a mesma restauração que Israel teve nos dias do rei Salomão, quando todo o Israel habitava em segurança, &#8220;cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira&#8221; (1 Re 4.25). Mas quanto tempo isso durou? Não havia mais nenhum grande problema a ser resolvido? O povo de Deus não tinha uma tarefa mais importante a cumprir?</p>
<p>Na verdade, isso não seria simplesmente um retorno ao Éden? É isso o que estamos planejando?</p>
<p>Conclusão</p>
<p>Dizer que o liberalismo entra em cena sorrateiramente por meio do evangelismo é dizer que outros pontos da doutrina de uma pessoa podem até ser ortodoxos. Por exemplo, o deus da igreja missional pode parecer grande. Karl Barth, cujos escritos são reputados como a nascente do pensamento missional, inicia o seu capítulo sobre a veracidade de Deus, intitulado Os Dogmas da Igreja, com duas palavras importantes: &#8220;Deus é&#8221;. E toda a teologia que ele continua explicando depois disso não consegue dizer mais nada além de &#8220;Deus é&#8221;. O deus de Barth parece ser grande. No entanto, Barth, assim como muitos outros pensadores missionais, reformula o inferno de tal forma que não deixa claro se alguém está indo para lá. Falem o que quiserem sobre o &#8220;Grande Deus&#8221; dos neo-ortodoxos. Falem o quanto quiserem sobre a trindade, como muitos autores missionais o fazem. Todavia, qualquer evangelho missional que considera que as causas e as conseqüências da Queda possuem o mesmo peso, na melhor das hipóteses, criará uma contradição interna em todo o seu sistema.</p>
<p>O grande evangelho é aquele que trata do grande problema que existe entre o grande Deus e os seres humanos pecaminosos. Diga que o nosso grande problema é algo relativo à experiência humana e, no final, você acabará com um evangelho diferente, não importa o que mais você venha a dizer sobre Deus.</p>
<p><a href="http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=314">Via</a></p>




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		<title>A Maior Perda</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 14:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[

Ryle serviu por quase 40 anos como ministro do Evangelho. Foi um escritor prolífico, um pregador vigoroso e um pastor fiel. Muitas de suas obras têm sido reeditadas e servido como fonte de instrução e consolo para o povo de Deus. A Editora Fiel publicou algumas de suas obras em português: o clássico “Santidade”; “Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="dtse-img dtse-post-3130" src="http://solomon1.com/a/wp-content/uploads/2010/05/fefefe.jpg" alt="" title="fefefe" width="324" height="269" class="alignnone size-full wp-image-3131" /></p>
<p>Ryle serviu por quase 40 anos como ministro do Evangelho. Foi um escritor prolífico, um pregador vigoroso e um pastor fiel. Muitas de suas obras têm sido reeditadas e servido como fonte de instrução e consolo para o povo de Deus. <span id="more-3130"></span>A Editora Fiel publicou algumas de suas obras em português: o clássico “Santidade”; “Uma palavra aos moços”; “Fé genuína” e os quatro volumes de meditações nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.</p>
<p>“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro</p>
<p>e perder a sua alma?” (Marcos 8.36)</p>
<p>Estas palavras de nosso Senhor Jesus Cristo deveriam ressoar em nossos ouvidos como o retinir de uma trombeta. Elas se referem aos nossos melhores e mais elevados interesses. Dizem respeito à nossa alma.</p>
<p>Que pergunta solene está contida nestas palavras da Escritura! Que imensa soma de beneficio e de perda elas propõem ao nosso cálculo! Onde está aquele que é capaz de avaliá-la? Onde está o matemático que não ficaria perplexo com essa soma?  “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”</p>
<p>Desejo oferecer algumas observações para ressaltar e ilustrar a pergunta que o Senhor Jesus nos faz nesta passagem. Rogo a atenção séria de todos os que lêem este artigo&#8230; Oh! que todos os que assim o fizerem sintam mais profundamente do que nunca o valor de uma alma imortal. Descobrir o valor de nossa alma é o primeiro passo em direção ao céu.</p>
<p>Minha primeira observação é esta: todos nós temos uma alma imortal. Não me envergonho de começar&#8230; com estas palavras. Ouso dizer que elas parecem estranhas e tolas para alguns leitores. Ouso dizer que alguns exclamarão: “Quem não sabe de coisas como essas? Quem jamais pensou em duvidar que temos alma?” Mas não posso esquecer que o mundo está agora fixando sua atenção nas coisas materiais em uma proporção sobremodo extravagante. Vivemos numa era de progresso&#8230; Vivemos numa época em que as multidões estão cada vez mais absorvidas nas coisas terrenas&#8230; Vivemos num tempo em que há um falso esplendor nas coisas temporais e grande obscuridade nas coisas eternas&#8230; Em uma época como esta, como ministros de Cristo, temos o sagrado dever de retornar aos princípios elementares. Ai de nós, se não incutirmos nos homens esta pergunta de nosso Senhor a respeito da alma! Ai de nós, se não clamarmos: “O mundo não é tudo. A vida que agora temos na carne não é a única vida. Há uma vida por vir. Temos uma alma”.</p>
<p>Fixemos em nossa mente o grande fato de que todos levamos em nosso íntimo algo que não morrerá. O nosso corpo, que demanda tanto de nosso tempo e pensamentos, para aquecê-lo, vesti-lo, alimentá-lo e torná-lo satisfeito – este corpo não é todo o homem. É apenas a habitação temporária de um morador nobre, e esse morador é a alma imortal!</p>
<p>A morte que todos temos de sofrer um dia não é o fim do homem. Tudo não se acaba quando uma pessoa dá o último suspiro e o médico lhe faz a última visita; quando o caixão é fechado, e fazem-se os preparativos do funeral; quando se pronuncia, sobre o caixão, a frase “e o pó volte ao pó”; quando nosso lugar no mundo é ocupado, e a nossa ausência da sociedade não é mais percebida. Não, tudo não acaba naquele momento! O espírito do homem continua vivendo. Todos possuem uma alma imortal&#8230;</p>
<p>E se não podemos ver nossa alma? Não existem milhões de coisas que nos são invisíveis a olho nu? Que não comprovou isso por olhar através do telescópio ou do microscópio? Se não podemos ver nossa alma, podemos senti-la.</p>
<p>Quando estamos sozinhos no leito de enfermidade e isolados do mundo; quando consideramos o leito de morte de um amigo; quando vemos aqueles que amamos serem entregues ao sepulcro – em ocasiões como essas, quem não sabe os sentimentos que nos vêm à mente? Quem não sabe que em horas como essas surge, em nosso coração, algo dizendo-nos que há uma vida por vir e que todos, desde o mais vil ao mais nobre, têm alma imortal?&#8230;</p>
<p>Posso imaginar que, às vezes, vocês são tentados a pensar que este mundo é tudo e que o corpo é tudo que devemos cuidar. Resistam a essa tentação e descartem-na. Digam para si mesmos, cada manhã, quando levantam, e cada noite, quando se deitam para dormir: “A aparência deste mundo passa. A vida que tenho agora não é tudo. Existe algo mais importante do que negócios, dinheiro, prazer e comércio. Há uma vida por vir. Todos nós temos alma imortal”.</p>
<p>Esta é a minha segunda observação: uma pessoa pode perder a sua alma. Essa é a parte desagradável de meu assunto. Contudo, é a parte que não ouso, nem posso, ignorar. Não tenho simpatia por aqueles que profetizam apenas paz e ocultam dos homens o terrível fato de que eles podem perder sua alma. Sou um daqueles antigos ministros que crêem em toda Bíblia e em tudo que ela diz. Não posso achar na Escritura qualquer fundamento para a teologia eloqüente que agrada muitos em nossos dias, de acordo com a qual todos chegarão ao céu, no final.</p>
<p>Creio que existem verdadeiramente tanto o Diabo como o inferno. Creio também que a caridade não pode impedir os homens de perderem sua alma&#8230; Se você visse um cego caminhando em direção a um precipício, você não gritaria: “Pare”? Lancemos fora as idéias erradas a respeito de caridade&#8230; A maior caridade é apresentar a verdade às pessoas. A verdadeira caridade consiste em adverti-las com bastante clareza, quando estão em perigo. Caridade é incutir nelas a verdade de que podem perder a sua alma para sempre no inferno&#8230;</p>
<p>Fracos como somos em tudo que é bom, temos um grande poder de causar dano a nós mesmos. Você não pode salvar a sua própria alma&#8230; lembre-se disso! Não pode estabelecer sua paz com Deus. Não pode remover um único pecado. Não pode apagar nenhuma das graves ofensas registradas no livro de Deus contra você. Não pode mudar seu próprio coração. Mas há uma coisa que você pode fazer: pode perder sua própria alma&#8230;</p>
<p>Quem é responsável pela perda de nossa alma? Ninguém, exceto nós mesmos. Nosso sangue cairá sobre nossa própria cabeça. A culpa estará em nós mesmos. Não teremos ao que apelar no Último Dia, quando estivermos diante do grande Trono Branco e os livros forem abertos. Quando o Rei vier para ver seus convidados e disser: “Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial?” (Mt 22.12), ficaremos sem resposta. Nada justificará a perda de nossa alma.</p>
<p>Aonde vai a alma quando se perde? Há apenas uma resposta solene para essa pergunta. Há somente um lugar para onde ela pode ir – o inferno. Não existe algo como a aniquilação. A alma perdida vai àquele lugar onde o verme não morre e o fogo jamais se apaga – onde há escuridão e trevas, miséria e desespero para sempre. Ela vai para o inferno – o único lugar que lhe é adequado, visto que ela não está preparada para o céu. “Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus” (Sl 9.17).</p>
<p>Vivemos em época de grandes tentações. O Diabo está agindo, bastante ocupado. A noite vai alta. O tempo é curto. Não perca a sua própria alma.<br />
<a href="http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=326"><br />
Via</a></p>




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